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Storytelling: 5 tendências na arte de contar boas histórias
Existem muitas semelhanças entre os mitos e lendas que nossos ancestrais contavam em volta de uma fogueira e as modernas histórias que contamos através do cinema e dos games. Mas o que as novas tecnologias têm trazido de novo para a arte de contar boas histórias? Segue abaixo algumas tendências que estão revolucionando a arte de contar histórias no cinema, na literatura, na televisão e nos games.
1) Replaying Stories
Esse é um conceito emprestado do livro “Hamlet no Holodeck”, um pequeno clássico da Janet Murray. “Replaying Stories” tem a ver com histórias que o leitor “joga”, “assiste” ou “lê”, mais de uma vez. Se você analisa jogos com múltiplos finais possíveis como “Heavy Rain”, você entende por que o jogador vai querer viver aquela história repetidas vezes. Isso também vale para outros tipos de transmídia como os ARGs (alternate realiy games) ou os newsgames (jogos jornalísticos).
2) Histórias colaborativas
Quanto mais complexas as histórias, mais pessoas serão necessárias para escrevê-las. No mundo do cinema já é difícil um roteiro ter apenas “um autor” e essa situação praticamente inexiste nos crescentes mercados de séries de televisão e vídeogames. As histórias passaram a ser coletivas e colaborativas (com as opiniões do público sendo ouvidas e podendo interferir no seu desenrolar).
3) Autores jovens
Cornelia Funke ressalta que a sua geração via a vida de escritor como algo difícil de ser atingido e que só era possível para pessoas mais experientes e, consequentemente, mais velhas. A autora enxerga, agora, jovens escrevendo fan-fiction ainda adolescentes e muita gente se formando em faculdades para começar suas carreiras trabalhando como roteiristas e escritores.
4) Autopublicação
No mundo dos ebooks, da internet e dos blogs; cada vez menos um autor depende da avaliação e aprovação de grandes editoras ou estúdios. Ele pode publicar suas primeiras histórias para um público bem maior do que contava o jovem Drummond de Andrade (que autopublicou seu primeiro livro de poemas). Ou como escreveu Seth Godin: “A internet nos libertou da tirania de sermos selecionados”.
5) Universos narrativos complexos
A história não se encerra mais em um único meio. Com a criação de universos narrativos (storyworlds) mais complexos, as histórias se desdobram em séries, games, filmes e livros que juntos formam uma única narrativa interligada.
Fred Di Giacomo
Disponível em: http://super.abril.com
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Escreve-se como “enxerga”, a palavra da alternativa:
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Storytelling: 5 tendências na arte de contar boas histórias
Existem muitas semelhanças entre os mitos e lendas que nossos ancestrais contavam em volta de uma fogueira e as modernas histórias que contamos através do cinema e dos games. Mas o que as novas tecnologias têm trazido de novo para a arte de contar boas histórias? Segue abaixo algumas tendências que estão revolucionando a arte de contar histórias no cinema, na literatura, na televisão e nos games.
1) Replaying Stories
Esse é um conceito emprestado do livro “Hamlet no Holodeck”, um pequeno clássico da Janet Murray. “Replaying Stories” tem a ver com histórias que o leitor “joga”, “assiste” ou “lê”, mais de uma vez. Se você analisa jogos com múltiplos finais possíveis como “Heavy Rain”, você entende por que o jogador vai querer viver aquela história repetidas vezes. Isso também vale para outros tipos de transmídia como os ARGs (alternate realiy games) ou os newsgames (jogos jornalísticos).
2) Histórias colaborativas
Quanto mais complexas as histórias, mais pessoas serão necessárias para escrevê-las. No mundo do cinema já é difícil um roteiro ter apenas “um autor” e essa situação praticamente inexiste nos crescentes mercados de séries de televisão e vídeogames. As histórias passaram a ser coletivas e colaborativas (com as opiniões do público sendo ouvidas e podendo interferir no seu desenrolar).
3) Autores jovens
Cornelia Funke ressalta que a sua geração via a vida de escritor como algo difícil de ser atingido e que só era possível para pessoas mais experientes e, consequentemente, mais velhas. A autora enxerga, agora, jovens escrevendo fan-fiction ainda adolescentes e muita gente se formando em faculdades para começar suas carreiras trabalhando como roteiristas e escritores.
4) Autopublicação
No mundo dos ebooks, da internet e dos blogs; cada vez menos um autor depende da avaliação e aprovação de grandes editoras ou estúdios. Ele pode publicar suas primeiras histórias para um público bem maior do que contava o jovem Drummond de Andrade (que autopublicou seu primeiro livro de poemas). Ou como escreveu Seth Godin: “A internet nos libertou da tirania de sermos selecionados”.
5) Universos narrativos complexos
A história não se encerra mais em um único meio. Com a criação de universos narrativos (storyworlds) mais complexos, as histórias se desdobram em séries, games, filmes e livros que juntos formam uma única narrativa interligada.
Fred Di Giacomo
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“As histórias são extraordinárias ferramentas (1) comunicação de valores, porque dão contexto (2) fatos abstratos, difíceis de serem transmitidos isoladamente. O contador de histórias transforma-se em um mediador privilegiado dentro do contexto da educação quando leva o aluno (3) pesquisa e (4) novas produções. A história passa (5) ser reinventada pela criança.”
A alternativa que preenche corretamente os espaços acima é:
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Existem muitas semelhanças entre os mitos e lendas que nossos ancestrais contavam em volta de uma fogueira e as modernas histórias que contamos através do cinema e dos games. Mas o que as novas tecnologias têm trazido de novo para a arte de contar boas histórias? Segue abaixo algumas tendências que estão revolucionando a arte de contar histórias no cinema, na literatura, na televisão e nos games.
1) Replaying Stories
Esse é um conceito emprestado do livro “Hamlet no Holodeck”, um pequeno clássico da Janet Murray. “Replaying Stories” tem a ver com histórias que o leitor “joga”, “assiste” ou “lê”, mais de uma vez. Se você analisa jogos com múltiplos finais possíveis como “Heavy Rain”, você entende por que o jogador vai querer viver aquela história repetidas vezes. Isso também vale para outros tipos de transmídia como os ARGs (alternate realiy games) ou os newsgames (jogos jornalísticos).
2) Histórias colaborativas
Quanto mais complexas as histórias, mais pessoas serão necessárias para escrevê-las. No mundo do cinema já é difícil um roteiro ter apenas “um autor” e essa situação praticamente inexiste nos crescentes mercados de séries de televisão e vídeogames. As histórias passaram a ser coletivas e colaborativas (com as opiniões do público sendo ouvidas e podendo interferir no seu desenrolar).
3) Autores jovens
Cornelia Funke ressalta que a sua geração via a vida de escritor como algo difícil de ser atingido e que só era possível para pessoas mais experientes e, consequentemente, mais velhas. A autora enxerga, agora, jovens escrevendo fan-fiction ainda adolescentes e muita gente se formando em faculdades para começar suas carreiras trabalhando como roteiristas e escritores.
4) Autopublicação
No mundo dos ebooks, da internet e dos blogs; cada vez menos um autor depende da avaliação e aprovação de grandes editoras ou estúdios. Ele pode publicar suas primeiras histórias para um público bem maior do que contava o jovem Drummond de Andrade (que autopublicou seu primeiro livro de poemas). Ou como escreveu Seth Godin: “A internet nos libertou da tirania de sermos selecionados”.
5) Universos narrativos complexos
A história não se encerra mais em um único meio. Com a criação de universos narrativos (storyworlds) mais complexos, as histórias se desdobram em séries, games, filmes e livros que juntos formam uma única narrativa interligada.
Fred Di Giacomo
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A pontuação não está correta na frase:
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Oito munícipes, dentre eles Carlos, participam de um sorteio em que o único sorteado terá o direito a receber R$ 1.000,00 em isenção de impostos municipais. Para o sorteio, o nome de cada um dos oito participantes foi escrito em um dos oito pedaços de papel, todos idênticos, que foram dobrados da mesma forma e colocados em uma urna. Aleatoriamente, o prefeito retirará dessa urna um dos oito pedaços de papel e o nome que estiver nesse pedaço será o ganhador. A probabilidade de Carlos ser o sorteado pode ser corretamente representada pelo número:
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Se três quintos do volume total de determinada carga de mercadorias corresponde a 360 quilogramas, então é verdade que cinco quartos desse mesmo volume correspondem a:
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Um terreno retangular com área de 119 metros quadrados tem a medida da lateral excedendo 10 metros a medida da frente. Sabendo-se que a área de terrenos retangulares pode ser obtida pelo produto das medidas da lateral e da frente, pode-se concluir, corretamente, que a soma dessas duas medidas é:
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Existem muitas semelhanças entre os mitos e lendas que nossos ancestrais contavam em volta de uma fogueira e as modernas histórias que contamos através do cinema e dos games. Mas o que as novas tecnologias têm trazido de novo para a arte de contar boas histórias? Segue abaixo algumas tendências que estão revolucionando a arte de contar histórias no cinema, na literatura, na televisão e nos games.
1) Replaying Stories
Esse é um conceito emprestado do livro “Hamlet no Holodeck”, um pequeno clássico da Janet Murray. “Replaying Stories” tem a ver com histórias que o leitor “joga”, “assiste” ou “lê”, mais de uma vez. Se você analisa jogos com múltiplos finais possíveis como “Heavy Rain”, você entende por que o jogador vai querer viver aquela história repetidas vezes. Isso também vale para outros tipos de transmídia como os ARGs (alternate realiy games) ou os newsgames (jogos jornalísticos).
2) Histórias colaborativas
Quanto mais complexas as histórias, mais pessoas serão necessárias para escrevê-las. No mundo do cinema já é difícil um roteiro ter apenas “um autor” e essa situação praticamente inexiste nos crescentes mercados de séries de televisão e vídeogames. As histórias passaram a ser coletivas e colaborativas (com as opiniões do público sendo ouvidas e podendo interferir no seu desenrolar).
3) Autores jovens
Cornelia Funke ressalta que a sua geração via a vida de escritor como algo difícil de ser atingido e que só era possível para pessoas mais experientes e, consequentemente, mais velhas. A autora enxerga, agora, jovens escrevendo fan-fiction ainda adolescentes e muita gente se formando em faculdades para começar suas carreiras trabalhando como roteiristas e escritores.
4) Autopublicação
No mundo dos ebooks, da internet e dos blogs; cada vez menos um autor depende da avaliação e aprovação de grandes editoras ou estúdios. Ele pode publicar suas primeiras histórias para um público bem maior do que contava o jovem Drummond de Andrade (que autopublicou seu primeiro livro de poemas). Ou como escreveu Seth Godin: “A internet nos libertou da tirania de sermos selecionados”.
5) Universos narrativos complexos
A história não se encerra mais em um único meio. Com a criação de universos narrativos (storyworlds) mais complexos, as histórias se desdobram em séries, games, filmes e livros que juntos formam uma única narrativa interligada.
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Colocando a frase abaixo na voz passiva, temos a locução verbal:
“...você analisa jogos com múltiplos finais possíveis...”
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1) Replaying Stories
Esse é um conceito emprestado do livro “Hamlet no Holodeck”, um pequeno clássico da Janet Murray. “Replaying Stories” tem a ver com histórias que o leitor “joga”, “assiste” ou “lê”, mais de uma vez. Se você analisa jogos com múltiplos finais possíveis como “Heavy Rain”, você entende por que o jogador vai querer viver aquela história repetidas vezes. Isso também vale para outros tipos de transmídia como os ARGs (alternate realiy games) ou os newsgames (jogos jornalísticos).
2) Histórias colaborativas
Quanto mais complexas as histórias, mais pessoas serão necessárias para escrevê-las. No mundo do cinema já é difícil um roteiro ter apenas “um autor” e essa situação praticamente inexiste nos crescentes mercados de séries de televisão e vídeogames. As histórias passaram a ser coletivas e colaborativas (com as opiniões do público sendo ouvidas e podendo interferir no seu desenrolar).
3) Autores jovens
Cornelia Funke ressalta que a sua geração via a vida de escritor como algo difícil de ser atingido e que só era possível para pessoas mais experientes e, consequentemente, mais velhas. A autora enxerga, agora, jovens escrevendo fan-fiction ainda adolescentes e muita gente se formando em faculdades para começar suas carreiras trabalhando como roteiristas e escritores.
4) Autopublicação
No mundo dos ebooks, da internet e dos blogs; cada vez menos um autor depende da avaliação e aprovação de grandes editoras ou estúdios. Ele pode publicar suas primeiras histórias para um público bem maior do que contava o jovem Drummond de Andrade (que autopublicou seu primeiro livro de poemas). Ou como escreveu Seth Godin: “A internet nos libertou da tirania de sermos selecionados”.
5) Universos narrativos complexos
A história não se encerra mais em um único meio. Com a criação de universos narrativos (storyworlds) mais complexos, as histórias se desdobram em séries, games, filmes e livros que juntos formam uma única narrativa interligada.
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Assinale a alternativa que contém palavra formada por composição por justaposição.
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A figura representa um botão de comando da janela do PowerPoint que é usado para:

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1) Replaying Stories
Esse é um conceito emprestado do livro “Hamlet no Holodeck”, um pequeno clássico da Janet Murray. “Replaying Stories” tem a ver com histórias que o leitor “joga”, “assiste” ou “lê”, mais de uma vez. Se você analisa jogos com múltiplos finais possíveis como “Heavy Rain”, você entende por que o jogador vai querer viver aquela história repetidas vezes. Isso também vale para outros tipos de transmídia como os ARGs (alternate realiy games) ou os newsgames (jogos jornalísticos).
2) Histórias colaborativas
Quanto mais complexas as histórias, mais pessoas serão necessárias para escrevê-las. No mundo do cinema já é difícil um roteiro ter apenas “um autor” e essa situação praticamente inexiste nos crescentes mercados de séries de televisão e vídeogames. As histórias passaram a ser coletivas e colaborativas (com as opiniões do público sendo ouvidas e podendo interferir no seu desenrolar).
3) Autores jovens
Cornelia Funke ressalta que a sua geração via a vida de escritor como algo difícil de ser atingido e que só era possível para pessoas mais experientes e, consequentemente, mais velhas. A autora enxerga, agora, jovens escrevendo fan-fiction ainda adolescentes e muita gente se formando em faculdades para começar suas carreiras trabalhando como roteiristas e escritores.
4) Autopublicação
No mundo dos ebooks, da internet e dos blogs; cada vez menos um autor depende da avaliação e aprovação de grandes editoras ou estúdios. Ele pode publicar suas primeiras histórias para um público bem maior do que contava o jovem Drummond de Andrade (que autopublicou seu primeiro livro de poemas). Ou como escreveu Seth Godin: “A internet nos libertou da tirania de sermos selecionados”.
5) Universos narrativos complexos
A história não se encerra mais em um único meio. Com a criação de universos narrativos (storyworlds) mais complexos, as histórias se desdobram em séries, games, filmes e livros que juntos formam uma única narrativa interligada.
Fred Di Giacomo
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Através da tecnologia, as histórias adquiriram várias tendências. Coloque (V) para o que for verdadeiro ou (F) para o que for falso nas afirmativas abaixo.
( ) Algumas histórias por terem opções de vários finais, não prendem a atenção e são jogadas, assistidas ou lidas várias vezes.
( ) Histórias complexas são elaboradas por mais de uma pessoa.
( ) Somente as pessoas mais velhas, por serem experientes, desenvolvem os melhores trabalhos.
( ) Hoje, por causa da tecnologia é bem mais fácil para o jovem publicar suas primeiras histórias.
( ) O universo narrativo propicia aos autores/roteiristas que desenvolvam as histórias em várias categorias: livros, filmes, games.
Assinale a alternativa correta.
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