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- SUSLei 8.080/1990: Lei Orgânica da SaúdeSistema Único de SaúdePrincípios, Objetivos, Diretrizes e Atribuições.Arts. 5º e 6º: Objetivos e Atribuições
Estão incluídas no campo de atuação do Sistema Único de Saúde (SUS), EXCETO:
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Um navegador, ou browser, é um programa de computador que permite ao usuário ter acesso à internet.
Assinale a alternativa que apresenta SOMENTE navegadores de internet.
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2550525
Ano: 2018
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IBGP
Orgão: Pref. Brumadinho-MG
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IBGP
Orgão: Pref. Brumadinho-MG
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Uma das grandes riquezas do município de Brumadinho e que permite inclusive abastecer a capital são os grandes mananciais, possibilitados pela extensão relativamente grande do município e por seu relevo montanhoso. Além disso, ainda existe uma grande lavra de água mineral no município explorado pela empresa/marca:
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Sobre a organização do Sistema Único de Saúde (SUS), assinale a alternativa INCORRETA:
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Pais dão apoio fundamental para a amamentação de seus filhos
Famílias falam sobre desafios e conquistas na alimentação dos bebês
RIO — Um recente estudo sueco publicado no periódico científico "Scandinavian Journal of Caring Sciences" concluiu que a falta de apoio do pai está entre os fatores que prejudicam a continuidade do aleitamento materno após o sexto mês de vida da criança, o que foge às recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS).
Para a nutróloga pediátrica Aline Magnino, do Grupo Prontobaby, comemorar o Dia dos Pais em agosto, período de conscientização sobre amamentação em 120 países, é uma oportunidade de incentivar a presença masculina nesse processo. Para a especialista, a amamentação marca um momento precioso na vida de um casal, e o apoio deles é determinante no processo, ainda mais quando se trata do primeiro filho.
Esse foi o caso, por exemplo, da psicóloga Catarina Machado, de 35 anos, e do engenheiro Michel de Souza, de 38 anos, cujo primeiro filho, Bento, de 7 meses, chorava demais por sentir muitas cólicas. Os dois ouviram muitas opiniões contrárias à recomendação da OMS sobre o aleitamento materno exclusivo até o sexto mês, mas se mantiveram firmes. No entanto, isso não significou um isolamento. Ambos frequentam encontros de casais a cada 15 dias em que os pais levam seus bebês e promovem atividades para eles.
— Ao invés de fortalecer o que é mais bonito e saudável, muitas pessoas acabam presumindo uma informação errônea. Estamos na etapa de introdução alimentar, oferecendo para frutas, legumes e verduras, mas o leite materno ainda é a principal fonte. Fomos descobrindo o Bento juntos, sem que eu precisasse guiar de alguma forma, porque eu sempre disse que o Michel não ajuda, ele é pai e age como pai. Eu tinha meus medos se estava fazendo certo, mas tinha ele ao meu lado. Para os pais que são ativos, esse é um caminho maravilhoso, e a família se constrói junto — afirma Catarina, cujo marido negociou licença no trabalho, juntando férias e outros benefícios, para participar ativamente durante dois meses após o parto.
— A gente desejava muito ter um filho. Acho que o mais difícil no começo foi o cansaço, mas agora o Bento está com horários mais ritmados para dormir. Tirando a alimentação, o resto a gente divide. Agora chego mais tarde ao trabalho para ficar com ele pela manhã e, quando volto para casa, dou banho nele e o coloco para dormir. Nos fins de semana, a gente vai à praia e o Michel também faz natação. Fico mais nessas tarefas de trocar fralda, brincar, distrair, mas sem televisão ou aparelhos eletrônicos. Na verdade, isso tudo não é tarefa, é prazer, é vida — contou Michel.
A OMS indica ainda que o recém-nascido pode continuar recebendo leite materno até por volta de 2 anos, em conjunto com alimentos apropriados. Assim, Catarina não tem planos de desmamar. A mãe garante que quem vai mostrar o momento certo é o Bento.
No entanto, para Patricia Pereira, de 31 anos, esse prosseguimento foi um desafio. Seu marido, Cristiano Mannarino, de 37 anos, buscou ajuda especializada para sanar as dúvidas do casal, e ela criou uma rotina para continuar o aleitamento durante o trabalho, até o filho deles, Pedro, completar 1 ano. Assim, a pediatra passou a armazenar o leite com a ajuda das nutricionistas do hospital onde trabalha e levava para casa ao fim do dia.
Para o casal Paula Andrade, de 46 anos, e Marcelo Virmond, de 52 anos, a principal dificuldade foi saber sobre como seria a amamentação depois de uma mastectomia. Aos 33 anos, a mãe de Frederico enfrentou um câncer de mama agressivo, mas quando engravidou, já curada do câncer, conseguiu amamentar com um seio só. Segundo ela, o sentimento de forte vínculo que construiu com o filho foi o que mais a marcou.
— Estamos casados há 20 anos e o Marcelo sempre esteve do meu lado. Quando o Frederico nasceu, eu queria muito amamentar e ia tentar de qualquer jeito. A amamentação desde o primeiro dia foi muito tranquila. A presença do companheiro, do marido (nesse processo), é fundamental. Você se sente inteira para poder se doar para a criança — ressaltou Paula.
A assistente social Kelly Barbosa, de 37 anos, contou que tentava absorver cada orientação que recebia, mas depois acabou se sentindo prejudicada por isso, sentindo dor enquanto alimentava o filho Cauã. Assim, seu marido, o contador Cristiano Mannarino, de 37 anos, aconselhou que o casal estabelecesse uma rotina a respeito da interferência das outras pessoas, o que contribuiu para seu bem-estar e o do bebê.
— Nós mulheres muitas vezes reclamamos da falta de presença do pai, mas, por outro lado, acabamos achando que eles não têm como ajudar em relação à amamentação. Isso está errado! Além do apoio nas questões práticas, meu marido me ajudou a ver qual era meu real desejo e a pensar em mim mesma, me dando confiança para bloquear as influências externas — disse.
Disponível em: https://oglobo.globo.com/sociedade/saude/pais-dao-apoio-fundamental-para-amamentacao-de-seus-filhos-21686584 Acesso: 27 dez. 2018.
“A presença do companheiro, do marido (nesse processo), é fundamental.”
A classificação sintática do termo fundamental, na oração destacada está CORRETA em:
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Prevenção à Febre Maculosa deve ser intensificada nos períodos mais secos do ano
Doença é mais comum nesta época do ano e pode ocorrer tanto em áreas rurais, quanto urbanas.
A febre maculosa brasileira é uma doença infecciosa presente no país já há muitos anos. O primeiro relato ocorreu em 1929, em São Paulo, e atualmente a doença é registrada nas regiões Sudeste e Sul do Brasil. Em Minas Gerais, a ocorrência da febre maculosa brasileira é relatada desde a década de 1930, mas ainda hoje a doença causa dúvidas na população em geral.
Causada pela bactéria Rickettsia rickettsii, a febre maculosa é transmitida ao ser humano pela picada de carrapatos infectados, principalmente os popularmente conhecidos como carrapato-estrela. Embora casos da doença possam ocorrer durante todo o ano, é no período seco, especialmente entre os meses de junho e novembro, que eles ocorrem com maior frequência.
A coordenadora de Zoonoses e Vigilância de Fatores de Risco Biológicos da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Mariana Gontijo de Brito, explica que a doença tem sido registrada não somente em áreas rurais, como também em regiões urbanas. “Em Minas Gerais, a principal espécie de carrapato envolvida na transmissão da febre maculosa brasileira é o Amblyomma scultum. Eles podem ser encontrados em equídeos, roedores, capivaras, marsupiais, cães e outros animais”, diz.
A coordenadora alerta ainda que a população de carrapatos aumenta em determinada área, em razão da disponibilidade desses animais e de condições ambientais favoráveis, como presença de pastos “sujos” e vegetação favorável ao crescimento e reprodução do carrapato, por isso a presença da doença tanto em áreas rurais, quanto urbanas.
Diante de contato com áreas favoráveis à presença de carrapatos, a recomendação é que inspeções no corpo sejam realizadas em intervalos curtos de tempo, pois quanto antes os carrapatos forem identificados e retirados do corpo, menor a chance de transmissão da doença.
Caso a identificação e retirada do carrapato não seja oportuna, é preciso estar atento aos primeiros sintomas da febre maculosa, pelo fato de a doença ter uma alta letalidade. Ela se manifesta de forma aguda por meio de sintomas como febre, dor de cabeça, dores musculares, mal estar, náuseas e vômitos. Pode ocorrer uma erupção cutânea, frequentemente com pele escurecida ou incrustada no local da picada do carrapato.
“O diagnóstico tardio é um dos fatores que elevam a gravidade da doença. Assim, é fundamental que, diante de sintomas da doença após a estadia em locais com grandes chances de infestação de carrapatos, o paciente procure imediatamente o serviço de saúde e relate ao profissional médico que esteve em áreas propícias para a presença desses animais”, enfatiza Mariana Gontijo.
A doença em Minas Gerais
Entre os anos de 2008 a 2018, as regiões prioritárias no estado com notificação de casos são regiões Centro (27,7%), Sudeste (23,8%), Leste (14,8%), Oeste (11,9%) e Jequitinhonha (7,9%). Neste ano de 2018, foram confirmados sete casos em Minas Gerais. Além desses, há dois casos suspeitos, em investigação, no município de Betim.

Tratam-se de estudantes que estiveram na Serra do Cipó durante uma excursão escolar. Após sintomas de febre, os alunos procuraram uma unidade de saúde na cidade e já foram coletadas amostras para diagnóstico laboratorial. As famílias dos demais jovens já foram alertadas sobre os sinais e sintomas da febre maculosa e orientadas a procurar uma Unidade de Saúde.
O local provável de infecção ainda está em investigação. A SES-MG está acompanhando e apoiando a investigação dos casos, por meio da Regional de Saúde de Belo Horizonte, além de colaborar na adoção de medidas pertinentes, como ações de educação em saúde e de vigilância de ambientes para identificação da presença de carrapatos nos locais suspeitos. Essas medidas são necessárias para realização de ações direcionadas de prevenção e controle, com o objetivo de evitar novos casos.
Formas de prevenção
- Uso de repelentes à base da substância icaridina, que têm se mostrado eficazes na prevenção de picadas por carrapatos em indivíduos que frequentam ambientes favoráveis à presença desses animais.
- Uso de roupas de cor clara, vestimentas longas e calçados fechados, preferencialmente com meias brancas e de cano longo, que permitirão a fácil visualização dos carrapatos. Se possível, vedar as botas com fita adesiva de dupla face.
- Evitar se sentar e deitar em gramados nas atividades de lazer como caminhadas, piqueniques, pescarias etc.
- Vetores devem ser retirados com o auxílio de pinça, evitando-se o contato com unhas e o esmagamento do animal.
- Examinar o corpo periodicamente, tendo em vista que quanto mais rápido eles forem retirados do corpo, menor a chance de infecção.
- Uso de equipamentos de proteção individual nas atividades ocupacionais (capina e limpeza de pastos).
- Utilização periódica de carrapaticidas em cães e cavalos, conforme recomendações do profissional médico veterinário.
- Limpeza e capina de lotes não construídos e limpeza de áreas públicas, com cobertura vegetal, devem ser realizadas periodicamente.
- Manter vidros e portas fechados em veículos de transporte em áreas com risco de infestação de carrapatos.
Disponível em: http://www.saude.mg.gov.br/termos-de-consentimento/story/10595-prevencao-a-febre-maculosa-deve-ser-intensificada-nos-periodos-mais-secos-do-ano Acesso:19 dez. 2018.
Leia o trecho a seguir, extraído do texto lido:
“Em Minas Gerais, a ocorrência da febre maculosa brasileira é relatada desde a década de 1930, mas ainda hoje a doença causa dúvidas na população em geral.”
A respeito do termo destacado, assinale a alternativa CORRETA quanto a sua classificação sintática:
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São princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS) e da Rede de Atenção à Saúde a serem operacionalizados na atenção básica:
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Considere a planilha do MS Excel 2010, versão em português, a seguir:

Se um usuário insere a função =SOMASE(A2:C3;">4") na célula C6.
O valor obtido será igual a:
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Pais dão apoio fundamental para a amamentação de seus filhos
Famílias falam sobre desafios e conquistas na alimentação dos bebês
RIO — Um recente estudo sueco publicado no periódico científico "Scandinavian Journal of Caring Sciences" concluiu que a falta de apoio do pai está entre os fatores que prejudicam a continuidade do aleitamento materno após o sexto mês de vida da criança, o que foge às recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS).
Para a nutróloga pediátrica Aline Magnino, do Grupo Prontobaby, comemorar o Dia dos Pais em agosto, período de conscientização sobre amamentação em 120 países, é uma oportunidade de incentivar a presença masculina nesse processo. Para a especialista, a amamentação marca um momento precioso na vida de um casal, e o apoio deles é determinante no processo, ainda mais quando se trata do primeiro filho.
Esse foi o caso, por exemplo, da psicóloga Catarina Machado, de 35 anos, e do engenheiro Michel de Souza, de 38 anos, cujo primeiro filho, Bento, de 7 meses, chorava demais por sentir muitas cólicas. Os dois ouviram muitas opiniões contrárias à recomendação da OMS sobre o aleitamento materno exclusivo até o sexto mês, mas se mantiveram firmes. No entanto, isso não significou um isolamento. Ambos frequentam encontros de casais a cada 15 dias em que os pais levam seus bebês e promovem atividades para eles.
— Ao invés de fortalecer o que é mais bonito e saudável, muitas pessoas acabam presumindo uma informação errônea. Estamos na etapa de introdução alimentar, oferecendo para frutas, legumes e verduras, mas o leite materno ainda é a principal fonte. Fomos descobrindo o Bento juntos, sem que eu precisasse guiar de alguma forma, porque eu sempre disse que o Michel não ajuda, ele é pai e age como pai. Eu tinha meus medos se estava fazendo certo, mas tinha ele ao meu lado. Para os pais que são ativos, esse é um caminho maravilhoso, e a família se constrói junto — afirma Catarina, cujo marido negociou licença no trabalho, juntando férias e outros benefícios, para participar ativamente durante dois meses após o parto.
— A gente desejava muito ter um filho. Acho que o mais difícil no começo foi o cansaço, mas agora o Bento está com horários mais ritmados para dormir. Tirando a alimentação, o resto a gente divide. Agora chego mais tarde ao trabalho para ficar com ele pela manhã e, quando volto para casa, dou banho nele e o coloco para dormir. Nos fins de semana, a gente vai à praia e o Michel também faz natação. Fico mais nessas tarefas de trocar fralda, brincar, distrair, mas sem televisão ou aparelhos eletrônicos. Na verdade, isso tudo não é tarefa, é prazer, é vida — contou Michel.
A OMS indica ainda que o recém-nascido pode continuar recebendo leite materno até por volta de 2 anos, em conjunto com alimentos apropriados. Assim, Catarina não tem planos de desmamar. A mãe garante que quem vai mostrar o momento certo é o Bento.
No entanto, para Patricia Pereira, de 31 anos, esse prosseguimento foi um desafio. Seu marido, Cristiano Mannarino, de 37 anos, buscou ajuda especializada para sanar as dúvidas do casal, e ela criou uma rotina para continuar o aleitamento durante o trabalho, até o filho deles, Pedro, completar 1 ano. Assim, a pediatra passou a armazenar o leite com a ajuda das nutricionistas do hospital onde trabalha e levava para casa ao fim do dia.
Para o casal Paula Andrade, de 46 anos, e Marcelo Virmond, de 52 anos, a principal dificuldade foi saber sobre como seria a amamentação depois de uma mastectomia. Aos 33 anos, a mãe de Frederico enfrentou um câncer de mama agressivo, mas quando engravidou, já curada do câncer, conseguiu amamentar com um seio só. Segundo ela, o sentimento de forte vínculo que construiu com o filho foi o que mais a marcou.
— Estamos casados há 20 anos e o Marcelo sempre esteve do meu lado. Quando o Frederico nasceu, eu queria muito amamentar e ia tentar de qualquer jeito. A amamentação desde o primeiro dia foi muito tranquila. A presença do companheiro, do marido (nesse processo), é fundamental. Você se sente inteira para poder se doar para a criança — ressaltou Paula.
A assistente social Kelly Barbosa, de 37 anos, contou que tentava absorver cada orientação que recebia, mas depois acabou se sentindo prejudicada por isso, sentindo dor enquanto alimentava o filho Cauã. Assim, seu marido, o contador Cristiano Mannarino, de 37 anos, aconselhou que o casal estabelecesse uma rotina a respeito da interferência das outras pessoas, o que contribuiu para seu bem-estar e o do bebê.
— Nós mulheres muitas vezes reclamamos da falta de presença do pai, mas, por outro lado, acabamos achando que eles não têm como ajudar em relação à amamentação. Isso está errado! Além do apoio nas questões práticas, meu marido me ajudou a ver qual era meu real desejo e a pensar em mim mesma, me dando confiança para bloquear as influências externas — disse.
Disponível em: https://oglobo.globo.com/sociedade/saude/pais-dao-apoio-fundamental-para-amamentacao-de-seus-filhos-21686584 Acesso: 27 dez. 2018.
Assinale a alternativa que apresenta o TIPO textual do texto lido:
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São atribuições dos membros das equipes de Atenção Básica, EXCETO:
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