Foram encontradas 30 questões.
Em uma loja de materiais de construção, o gerente fez um
levantamento das vendas de tintas para organizar uma nova
compra com o fornecedor. Durante a semana, foram vendidas
36 latas de tinta. Na segunda-feira, saiu 25% desse total.
Depois, na terça-feira, foi vendida a terça parte da quantidade
que ainda restava no estoque separado para a semana. As latas
restantes foram vendidas entre quarta e sexta-feira. Quantas
latas de tinta foram vendidas entre quarta e sexta-feira?
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Em uma clínica, dois equipamentos precisam passar por
limpeza periódica. O primeiro deve ser limpo a cada 6 dias, e o
segundo, a cada 8 dias. Se os dois foram limpos no mesmo dia,
depois de quantos dias eles voltarão a ser limpos juntos?
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Em uma papelaria, uma funcionária separou materiais para
três turmas. Foram comprados 14 cadernos por R$ 8,75 cada e
18 canetas por R$ 3,40 cada. A escola pagou com duas notas de
R$ 100,00. Qual foi o troco recebido?
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Em uma pequena indústria, um funcionário precisa
preparar uma remessa antes do horário de coleta da
transportadora. Ele separou 24 caixas, cada uma com 750 g, e
precisou levar a carga até o setor de expedição, que fica a 180
m do depósito. Para organizar tudo, gastou 35 minutos na
separação e mais 15 minutos no deslocamento e conferência
final. Sabendo que ele iniciou o serviço às 13h20min, qual era
o peso total da remessa e em que horário o trabalho foi
concluído?
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Uma pequena cooperativa recebeu 864 caixas de frutas
para distribuir igualmente entre 8 mercados. Antes da
distribuição, foram retiradas 96 caixas para atender uma
entrega já agendada. Depois da divisão entre os mercados,
cada mercado vendeu 37 caixas no primeiro dia. Quantas caixas
restaram em cada mercado ao final do primeiro dia?
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Os dentinhos da espiral comiam as notas
O capricho na escola não só se mostrava na caligrafia.
Havia dois tipos de alunos na hora de entregar o trabalho
para o professor: os que ofereciam o papel com a borda picotada
da espiral, arrancado do caderno com violência, e os que
destacavam os dentinhos minuciosamente com uma régua.
O primeiro grupo se revelava mais rebelde, contrariado,
desaforado, nem aí para as expectativas. O segundo se
caracterizava como organizado e metódico, querendo agradar.
Eu fazia parte do time do esmero e do cuidado. Sem
tesoura, eu umedecia a lateral com a saliva, guilhotinava com
calma e transformava a página cortada na inteireza de um ofício.
Não suportava devolver as provas com as serrilhas. Acreditava
que aqueles furinhos me tirariam nota. Não sei se influenciavam
o conceito, mas ajudavam na apresentação. Sequer para traficar
bilhetes secretamente, por baixo das classes, eu me permitia o
desleixo.
Todo CDF na infância vai exibir TOC na vida adulta. É uma
evolução natural das siglas.
Durante quinze anos, convivi com cadernos. Constituíam a
minha fonte de conhecimento. Não havia celular, tablet,
computador. Anotava-se tudo com lápis e caneta.
Fui criado na escassez. Lembro que economizávamos o
número de folhas. Porque o caderno de capa dura, espiral,
custava caro. Cada página equivalia a dinheiro vivo. Chegávamos
a contar as que faltavam e checar se resistiriam até o fim do ano.
Estudávamos no limite. Nem sempre podíamos emprestar uma
folhinha para os colegas. Seguíamos um planejamento, um
racionamento extremo. Um dia sim, outro não. Evitávamos que
a bíblia de uma disciplina emagrecesse velozmente, a ponto de
beirar a inanição. Então, passávamos a demanda adiante: “não
tenho como, pede hoje para fulano”.
No cumprimento da lista do material escolar, lutávamos
para escolhê-los, tanto pela ilustração da capa quanto pelo seu
volume. Persuadíamos os pais em longa negociação.
Existia o de 48 folhas, para cargas horárias menores, como
a de Religião; o de 96 folhas, o clássico absoluto, o mais
comprado; o de 120 folhas, destinado aos mais abastados; e o
inacessível de 200 folhas, de caráter universitário, um
trambolho, um luxo, que vinha com adesivos e divisórias
coloridas para várias matérias.
O peso da mochila representava status. Quanto mais tijolo,
maior o poder aquisitivo do estudante. Quanto mais leve, menos
cadernos ele tinha conseguido adquirir.
Não me arriscava a montar aviõezinhos ou barquinhos e
gastar o meu futuro. Bem que eu desejava acompanhar os
perdulários da turma e me dedicar à arte das dobraduras.
Ficava sem jeito quando a garota de quem eu gostava
inventava de deixar um rabisco no miolo de uma página: meu
coração acelerava, com a culpa de que ela consumiria o espaço
de muitas lições a ser copiadas do quadro. Como explicar o
desperdício em casa? Tratava-se de uma jura precoce, de uma
corajosa renúncia.
Restava-me diminuir a letra para que coubesse o meu
amor.
Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).
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Os dentinhos da espiral comiam as notas
O capricho na escola não só se mostrava na caligrafia.
Havia dois tipos de alunos na hora de entregar o trabalho
para o professor: os que ofereciam o papel com a borda picotada
da espiral, arrancado do caderno com violência, e os que
destacavam os dentinhos minuciosamente com uma régua.
O primeiro grupo se revelava mais rebelde, contrariado,
desaforado, nem aí para as expectativas. O segundo se
caracterizava como organizado e metódico, querendo agradar.
Eu fazia parte do time do esmero e do cuidado. Sem
tesoura, eu umedecia a lateral com a saliva, guilhotinava com
calma e transformava a página cortada na inteireza de um ofício.
Não suportava devolver as provas com as serrilhas. Acreditava
que aqueles furinhos me tirariam nota. Não sei se influenciavam
o conceito, mas ajudavam na apresentação. Sequer para traficar
bilhetes secretamente, por baixo das classes, eu me permitia o
desleixo.
Todo CDF na infância vai exibir TOC na vida adulta. É uma
evolução natural das siglas.
Durante quinze anos, convivi com cadernos. Constituíam a
minha fonte de conhecimento. Não havia celular, tablet,
computador. Anotava-se tudo com lápis e caneta.
Fui criado na escassez. Lembro que economizávamos o
número de folhas. Porque o caderno de capa dura, espiral,
custava caro. Cada página equivalia a dinheiro vivo. Chegávamos
a contar as que faltavam e checar se resistiriam até o fim do ano.
Estudávamos no limite. Nem sempre podíamos emprestar uma
folhinha para os colegas. Seguíamos um planejamento, um
racionamento extremo. Um dia sim, outro não. Evitávamos que
a bíblia de uma disciplina emagrecesse velozmente, a ponto de
beirar a inanição. Então, passávamos a demanda adiante: “não
tenho como, pede hoje para fulano”.
No cumprimento da lista do material escolar, lutávamos
para escolhê-los, tanto pela ilustração da capa quanto pelo seu
volume. Persuadíamos os pais em longa negociação.
Existia o de 48 folhas, para cargas horárias menores, como
a de Religião; o de 96 folhas, o clássico absoluto, o mais
comprado; o de 120 folhas, destinado aos mais abastados; e o
inacessível de 200 folhas, de caráter universitário, um
trambolho, um luxo, que vinha com adesivos e divisórias
coloridas para várias matérias.
O peso da mochila representava status. Quanto mais tijolo,
maior o poder aquisitivo do estudante. Quanto mais leve, menos
cadernos ele tinha conseguido adquirir.
Não me arriscava a montar aviõezinhos ou barquinhos e
gastar o meu futuro. Bem que eu desejava acompanhar os
perdulários da turma e me dedicar à arte das dobraduras.
Ficava sem jeito quando a garota de quem eu gostava
inventava de deixar um rabisco no miolo de uma página: meu
coração acelerava, com a culpa de que ela consumiria o espaço
de muitas lições a ser copiadas do quadro. Como explicar o
desperdício em casa? Tratava-se de uma jura precoce, de uma
corajosa renúncia.
Restava-me diminuir a letra para que coubesse o meu
amor.
Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).
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Os dentinhos da espiral comiam as notas
O capricho na escola não só se mostrava na caligrafia.
Havia dois tipos de alunos na hora de entregar o trabalho
para o professor: os que ofereciam o papel com a borda picotada
da espiral, arrancado do caderno com violência, e os que
destacavam os dentinhos minuciosamente com uma régua.
O primeiro grupo se revelava mais rebelde, contrariado,
desaforado, nem aí para as expectativas. O segundo se
caracterizava como organizado e metódico, querendo agradar.
Eu fazia parte do time do esmero e do cuidado. Sem
tesoura, eu umedecia a lateral com a saliva, guilhotinava com
calma e transformava a página cortada na inteireza de um ofício.
Não suportava devolver as provas com as serrilhas. Acreditava
que aqueles furinhos me tirariam nota. Não sei se influenciavam
o conceito, mas ajudavam na apresentação. Sequer para traficar
bilhetes secretamente, por baixo das classes, eu me permitia o
desleixo.
Todo CDF na infância vai exibir TOC na vida adulta. É uma
evolução natural das siglas.
Durante quinze anos, convivi com cadernos. Constituíam a
minha fonte de conhecimento. Não havia celular, tablet,
computador. Anotava-se tudo com lápis e caneta.
Fui criado na escassez. Lembro que economizávamos o
número de folhas. Porque o caderno de capa dura, espiral,
custava caro. Cada página equivalia a dinheiro vivo. Chegávamos
a contar as que faltavam e checar se resistiriam até o fim do ano.
Estudávamos no limite. Nem sempre podíamos emprestar uma
folhinha para os colegas. Seguíamos um planejamento, um
racionamento extremo. Um dia sim, outro não. Evitávamos que
a bíblia de uma disciplina emagrecesse velozmente, a ponto de
beirar a inanição. Então, passávamos a demanda adiante: “não
tenho como, pede hoje para fulano”.
No cumprimento da lista do material escolar, lutávamos
para escolhê-los, tanto pela ilustração da capa quanto pelo seu
volume. Persuadíamos os pais em longa negociação.
Existia o de 48 folhas, para cargas horárias menores, como
a de Religião; o de 96 folhas, o clássico absoluto, o mais
comprado; o de 120 folhas, destinado aos mais abastados; e o
inacessível de 200 folhas, de caráter universitário, um
trambolho, um luxo, que vinha com adesivos e divisórias
coloridas para várias matérias.
O peso da mochila representava status. Quanto mais tijolo,
maior o poder aquisitivo do estudante. Quanto mais leve, menos
cadernos ele tinha conseguido adquirir.
Não me arriscava a montar aviõezinhos ou barquinhos e
gastar o meu futuro. Bem que eu desejava acompanhar os
perdulários da turma e me dedicar à arte das dobraduras.
Ficava sem jeito quando a garota de quem eu gostava
inventava de deixar um rabisco no miolo de uma página: meu
coração acelerava, com a culpa de que ela consumiria o espaço
de muitas lições a ser copiadas do quadro. Como explicar o
desperdício em casa? Tratava-se de uma jura precoce, de uma
corajosa renúncia.
Restava-me diminuir a letra para que coubesse o meu
amor.
Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).
I. Em “destacavam os dentinhos minuciosamente com uma régua”, a palavra minuciosamente pode ser substituída por cuidadosamente, mantendo a ideia de atenção ao detalhe.
II. Em “os perdulários da turma”, a palavra perdulários pode ser substituída por econômicos, mantendo a ideia de colegas que evitavam gastar folhas.
III. Em “Fui criado na escassez”, a palavra escassez pode ser substituída por limitação, preservando a noção de poucos recursos disponíveis.
Está correto o que se afirma em:
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Os dentinhos da espiral comiam as notas
O capricho na escola não só se mostrava na caligrafia.
Havia dois tipos de alunos na hora de entregar o trabalho
para o professor: os que ofereciam o papel com a borda picotada
da espiral, arrancado do caderno com violência, e os que
destacavam os dentinhos minuciosamente com uma régua.
O primeiro grupo se revelava mais rebelde, contrariado,
desaforado, nem aí para as expectativas. O segundo se
caracterizava como organizado e metódico, querendo agradar.
Eu fazia parte do time do esmero e do cuidado. Sem
tesoura, eu umedecia a lateral com a saliva, guilhotinava com
calma e transformava a página cortada na inteireza de um ofício.
Não suportava devolver as provas com as serrilhas. Acreditava
que aqueles furinhos me tirariam nota. Não sei se influenciavam
o conceito, mas ajudavam na apresentação. Sequer para traficar
bilhetes secretamente, por baixo das classes, eu me permitia o
desleixo.
Todo CDF na infância vai exibir TOC na vida adulta. É uma
evolução natural das siglas.
Durante quinze anos, convivi com cadernos. Constituíam a
minha fonte de conhecimento. Não havia celular, tablet,
computador. Anotava-se tudo com lápis e caneta.
Fui criado na escassez. Lembro que economizávamos o
número de folhas. Porque o caderno de capa dura, espiral,
custava caro. Cada página equivalia a dinheiro vivo. Chegávamos
a contar as que faltavam e checar se resistiriam até o fim do ano.
Estudávamos no limite. Nem sempre podíamos emprestar uma
folhinha para os colegas. Seguíamos um planejamento, um
racionamento extremo. Um dia sim, outro não. Evitávamos que
a bíblia de uma disciplina emagrecesse velozmente, a ponto de
beirar a inanição. Então, passávamos a demanda adiante: “não
tenho como, pede hoje para fulano”.
No cumprimento da lista do material escolar, lutávamos
para escolhê-los, tanto pela ilustração da capa quanto pelo seu
volume. Persuadíamos os pais em longa negociação.
Existia o de 48 folhas, para cargas horárias menores, como
a de Religião; o de 96 folhas, o clássico absoluto, o mais
comprado; o de 120 folhas, destinado aos mais abastados; e o
inacessível de 200 folhas, de caráter universitário, um
trambolho, um luxo, que vinha com adesivos e divisórias
coloridas para várias matérias.
O peso da mochila representava status. Quanto mais tijolo,
maior o poder aquisitivo do estudante. Quanto mais leve, menos
cadernos ele tinha conseguido adquirir.
Não me arriscava a montar aviõezinhos ou barquinhos e
gastar o meu futuro. Bem que eu desejava acompanhar os
perdulários da turma e me dedicar à arte das dobraduras.
Ficava sem jeito quando a garota de quem eu gostava
inventava de deixar um rabisco no miolo de uma página: meu
coração acelerava, com a culpa de que ela consumiria o espaço
de muitas lições a ser copiadas do quadro. Como explicar o
desperdício em casa? Tratava-se de uma jura precoce, de uma
corajosa renúncia.
Restava-me diminuir a letra para que coubesse o meu
amor.
Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Os dentinhos da espiral comiam as notas
O capricho na escola não só se mostrava na caligrafia.
Havia dois tipos de alunos na hora de entregar o trabalho
para o professor: os que ofereciam o papel com a borda picotada
da espiral, arrancado do caderno com violência, e os que
destacavam os dentinhos minuciosamente com uma régua.
O primeiro grupo se revelava mais rebelde, contrariado,
desaforado, nem aí para as expectativas. O segundo se
caracterizava como organizado e metódico, querendo agradar.
Eu fazia parte do time do esmero e do cuidado. Sem
tesoura, eu umedecia a lateral com a saliva, guilhotinava com
calma e transformava a página cortada na inteireza de um ofício.
Não suportava devolver as provas com as serrilhas. Acreditava
que aqueles furinhos me tirariam nota. Não sei se influenciavam
o conceito, mas ajudavam na apresentação. Sequer para traficar
bilhetes secretamente, por baixo das classes, eu me permitia o
desleixo.
Todo CDF na infância vai exibir TOC na vida adulta. É uma
evolução natural das siglas.
Durante quinze anos, convivi com cadernos. Constituíam a
minha fonte de conhecimento. Não havia celular, tablet,
computador. Anotava-se tudo com lápis e caneta.
Fui criado na escassez. Lembro que economizávamos o
número de folhas. Porque o caderno de capa dura, espiral,
custava caro. Cada página equivalia a dinheiro vivo. Chegávamos
a contar as que faltavam e checar se resistiriam até o fim do ano.
Estudávamos no limite. Nem sempre podíamos emprestar uma
folhinha para os colegas. Seguíamos um planejamento, um
racionamento extremo. Um dia sim, outro não. Evitávamos que
a bíblia de uma disciplina emagrecesse velozmente, a ponto de
beirar a inanição. Então, passávamos a demanda adiante: “não
tenho como, pede hoje para fulano”.
No cumprimento da lista do material escolar, lutávamos
para escolhê-los, tanto pela ilustração da capa quanto pelo seu
volume. Persuadíamos os pais em longa negociação.
Existia o de 48 folhas, para cargas horárias menores, como
a de Religião; o de 96 folhas, o clássico absoluto, o mais
comprado; o de 120 folhas, destinado aos mais abastados; e o
inacessível de 200 folhas, de caráter universitário, um
trambolho, um luxo, que vinha com adesivos e divisórias
coloridas para várias matérias.
O peso da mochila representava status. Quanto mais tijolo,
maior o poder aquisitivo do estudante. Quanto mais leve, menos
cadernos ele tinha conseguido adquirir.
Não me arriscava a montar aviõezinhos ou barquinhos e
gastar o meu futuro. Bem que eu desejava acompanhar os
perdulários da turma e me dedicar à arte das dobraduras.
Ficava sem jeito quando a garota de quem eu gostava
inventava de deixar um rabisco no miolo de uma página: meu
coração acelerava, com a culpa de que ela consumiria o espaço
de muitas lições a ser copiadas do quadro. Como explicar o
desperdício em casa? Tratava-se de uma jura precoce, de uma
corajosa renúncia.
Restava-me diminuir a letra para que coubesse o meu
amor.
Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).
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