Foram encontradas 40 questões.
Identifique as funções da linguagem presentes no fragmento a seguir
Eu te amo calado
Como quem ouve uma sinfonia
De silêncios e de luz
Nós somos medo e desejo
Somos feitos de silêncio e som
Tem certas coisas que eu não sei dizer
Silenciosamente eu te falo com paixão.
Compositores: Luiz Mauricio Pragana dos Santos/ Nelson Motta
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Texto para a questão.
Após despencar durante a pandemia de Covid-19, a
expectativa de vida do brasileiro ao nascer voltou a
subir e chegou a 75,5 anos em 2022, segundo o
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
No entanto, ela está abaixo das projeções iniciais.
Antes da crise sanitária, em 2019, a expectativa de vida
era de 76,2 anos. Em 2020, início da pandemia, caiu
para 74,8 anos e, no ano seguinte, sofreu mais uma
queda, ficando em 72,8 anos. Com o fim da pandemia,
subiu para o patamar atual.
Esses números são bem inferiores às projeções iniciais
que haviam sido feitas antes da crise de saúde no país e
com base em dados disponíveis à época, que eram do
Censo Demográfico de 2010.
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Texto para a questão.
Após despencar durante a pandemia de Covid-19, a
expectativa de vida do brasileiro ao nascer voltou a
subir e chegou a 75,5 anos em 2022, segundo o
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
No entanto, ela está abaixo das projeções iniciais.
Antes da crise sanitária, em 2019, a expectativa de vida
era de 76,2 anos. Em 2020, início da pandemia, caiu
para 74,8 anos e, no ano seguinte, sofreu mais uma
queda, ficando em 72,8 anos. Com o fim da pandemia,
subiu para o patamar atual.
Esses números são bem inferiores às projeções iniciais
que haviam sido feitas antes da crise de saúde no país e
com base em dados disponíveis à época, que eram do
Censo Demográfico de 2010.
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Assinale a única alternativa em que a pontuação foi
feita de maneira coerente.
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Dentistas se concentram em países de alta renda
De acordo com estimativas da Organização Mundial da
Saúde (OMS), há cerca de 4 milhões de prestadores de
cuidados de saúde oral globalmente, dos quais
aproximadamente 2,5 milhões são dentistas. Cerca de
80% desses trabalham em países de alta renda ou de
renda média alta, enquanto apenas 1,4% trabalham em
países de baixa renda.
Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/brasil-gasta-r-180-bilhoes-por-ano-com-caries-dentarias-diz-estudo/
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Dentistas se concentram em países de alta renda
De acordo com estimativas da Organização Mundial da
Saúde (OMS), há cerca de 4 milhões de prestadores de
cuidados de saúde oral globalmente, dos quais
aproximadamente 2,5 milhões são dentistas. Cerca de
80% desses trabalham em países de alta renda ou de
renda média alta, enquanto apenas 1,4% trabalham em
países de baixa renda.
Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/brasil-gasta-r-180-bilhoes-por-ano-com-caries-dentarias-diz-estudo/
I. o pronome demonstrativo ‘desses’ refere-se a dentistas e é usado para retomar o substantivo sem precisar repeti-lo.
II. uma das funções da informação da fonte de pesquisa é garantir legitimidade aos dados fornecidos pelo texto.
III. Há marcas de oralidade na linguagem do texto.
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Texto para a questão 3.
“Nunca na história humana tivemos tanta rebeldia contra a infelicidade. Então o que mudou não é a busca pela felicidade, é que agora não estamos mais aceitando a infelicidade: a morte, a doença e a decadência [...] Acho que este é um problema contemporâneo [...]: a felicidade obrigatória sem a qual você não é contratado: não pode dar entrevista e dizer que você é depressivo, você é melancólico; sem a qual [a felicidade obrigatória] você não é uma pessoa de bem. [...] Nossas avós geralmente diziam: ‘você está bem, vó?’ e elas respondiam – ‘indo’ ‘levando’... era sempre um gerúndio. Elas nunca diziam, ‘acordei maravilhosa hoje’. Nunca tivemos tanta obrigação de sermos felizes e nunca fomos tão infelizes. É esta terrível ‘obrigação’ pós-moderna de estarmos sempre felizes que nos torna tão infelizes”.
[Excerto da fala do professor Leandro Karnal em entrevista ao Programa Conversa com Bial – do dia 13/12/2019]. Disponível em: https://www.portalraizes.com/nunca-tivemos-tanta-obrigacao-de-sermosfelizes-e-nunca-fomos-tao-infelizes/.
O texto discute sobre
“Nunca na história humana tivemos tanta rebeldia contra a infelicidade. Então o que mudou não é a busca pela felicidade, é que agora não estamos mais aceitando a infelicidade: a morte, a doença e a decadência [...] Acho que este é um problema contemporâneo [...]: a felicidade obrigatória sem a qual você não é contratado: não pode dar entrevista e dizer que você é depressivo, você é melancólico; sem a qual [a felicidade obrigatória] você não é uma pessoa de bem. [...] Nossas avós geralmente diziam: ‘você está bem, vó?’ e elas respondiam – ‘indo’ ‘levando’... era sempre um gerúndio. Elas nunca diziam, ‘acordei maravilhosa hoje’. Nunca tivemos tanta obrigação de sermos felizes e nunca fomos tão infelizes. É esta terrível ‘obrigação’ pós-moderna de estarmos sempre felizes que nos torna tão infelizes”.
[Excerto da fala do professor Leandro Karnal em entrevista ao Programa Conversa com Bial – do dia 13/12/2019]. Disponível em: https://www.portalraizes.com/nunca-tivemos-tanta-obrigacao-de-sermosfelizes-e-nunca-fomos-tao-infelizes/.
O texto discute sobre
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Texto para a questão.
Quando minha prima e eu descemos do táxi já era
quase noite. Ficamos imóveis diante do velho sobrado
de janelas ovaladas, iguais a dois olhos tristes, um deles
vazado por uma pedrada. Descansei a mala no chão e
apertei o braço da prima.
– É sinistro.
Ela me impeliu na direção da porta. Tínhamos outra
escolha? Nenhuma pensão nas redondezas oferecia um
preço melhor a duas pobres estudantes, com liberdade
de usar o fogareiro no quarto, a dona nos avisara por
telefone que podíamos fazer refeições ligeiras com a
condição de não provocar incêndio. Subimos a escada
velhíssima, cheirando a creolina.
– Pelo menos não vi sinal de barata – disse minha
prima.
[Trecho inicial do conto As formigas, de Lygia Fagundes Telles]
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Texto para a questão.
Quando minha prima e eu descemos do táxi já era
quase noite. Ficamos imóveis diante do velho sobrado
de janelas ovaladas, iguais a dois olhos tristes, um deles
vazado por uma pedrada. Descansei a mala no chão e
apertei o braço da prima.
– É sinistro.
Ela me impeliu na direção da porta. Tínhamos outra
escolha? Nenhuma pensão nas redondezas oferecia um
preço melhor a duas pobres estudantes, com liberdade
de usar o fogareiro no quarto, a dona nos avisara por
telefone que podíamos fazer refeições ligeiras com a
condição de não provocar incêndio. Subimos a escada
velhíssima, cheirando a creolina.
– Pelo menos não vi sinal de barata – disse minha
prima.
[Trecho inicial do conto As formigas, de Lygia Fagundes Telles]
I. é formado por duas orações coordenadas que apresentam o mesmo sujeito implícito para ambos os verbos.
II. as duas orações possuem verbos transitivos diretos, acompanhados de seus respectivos complementos.
III. as expressões “no chão” e “da prima” funcionam como complementos nominais, pois completam o sentido dos substantivos a que estão ligadas com o uso de preposição.
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O valor da expressão 1/ √3
+
3 / 1−√3 é equivalente a
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