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1144034 Ano: 2018
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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Em um documento interno de um banco de investimentos, os acionistas foram informados que

1. A taxa de lucro líquido da companhia foi superior a 10%.

2. Cada acionista receberá, ao final do ano fiscal, a sua parte proporcional dos lucros em ações ou terá seu capital total investido, acrescido de sua parte proporcional dos lucros, devolvido em dinheiro. Eventualmente a justiça provou que ambas as afirmações eram frutos de uma fraude fiscal e, portanto, simultaneamente falsas.

Com base apenas nesses fatos, é CORRETO afirmar que

 

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1136630 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE

TEXTO 1

Brasil cultiva discurso de ódio nas redes sociais, mostra pesquisa

Na Sociologia e na Literatura, o brasileiro foi por vezes tratado como cordial e hospitaleiro, mas não é isso o que ac ontece nas redes sociais: a democracia racial apregoada por Gilberto Freyre passa ao largo do que acontece diariamente nas comunidades virtuais do país. Levantamento inédito realizado pelo projeto Comunica que Muda , iniciativa da agência Nova/sb, mostra em números a intolerância do internauta tupiniquim.

Entre abril e junho, um algoritmo vasculhou plataformas como Facebook, Twitter e Instagram atrás de mensagens e textos sobre temas sensíveis, como racismo, posicionamento político e homofobia. Foram i dentificadas 393.284 menções, sendo 84% delas com abordagem negativa, de exposição do preconceito e da discriminação. Aquele brasileiro cordial não usa a internet no Brasil diz Thiago Tavares, presidente da ONG SaferNet Brasil. O que a ge nte tem visto nas redes sociais é o acirramento do discurso de ódio, de intolerância às diferenças.

Como resultado do panorama político gerado a partir das eleições de 2014, “coxinhas” e “petralhas” realizam intenso debate nas redes, na maioria das ve zes com xingamentos e discursos rasos, que incentivam o ódio e a divisão. Do total de mensagens analisadas, 219.272 tinham cunho político, sendo que 97,4% delas abordavam aspectos negativos. A segregação virtual foi materializada no muro erguido no gramado do Congresso Nacional para separar manifestantes contra e a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff.

O segundo tema com maior número de mensagens foi o ódio às mulheres. Muitos internautas parecem não entender que lugar de mulher é onde ela quiser, e a misoginia se alastra pelas redes. Assédio, pornografia de vingança, incitação ao estupro e outras violências são, por vezes, travestidos de “piadas” que são curtidas e compartilhadas, reforçando no ambiente virtual o machismo presente na sociedade. Ao todo, foram coletadas 49.544 citações que abordavam as desigualdades de gênero, sendo 88% delas com viés intolerante.

Pessoas com algum tipo de deficiência, que lutam no dia a dia por seus direitos, também são achincalhadas nas redes sociais. O levantamento captou 40.801 mensagens sobre o tema, sendo 93,4% com abordagem negativa. Termos como “leproso” e “retardado mental” e o uso da deficiência para “justificar” direitos são usados nessas citações. [...]

– Ao contrário do que muita gente acha, o Brasil é intolerante. A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no país; a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada – ressalta Bob Vieira, diretor executivo da agência Nova/sb. – As redes sociais fazem nada mais que amplificar esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.

Vieira destaca que o levantamento captou dois tipos de intolerância. O visível, em que o agressor vai direto ao ponto; e o invisível, mais sutil, que se esconde em comentários que podem passar despercebidos, pois abordam discursos que já foram incorporados pela sociedade, mas não pelas vítimas. – É quando a professora fala para a aluna alisar o cabelo para ficar bonita ou o crítico trata o Bolsa-Família como esmola – diz Vieira. [...]

Mais que constatar a existência do preconceito nas redes sociais, o estudo quer debater a tênue linha que separa o discurso de ódio do direito à liberdade de expressão. Paula Martins, diretora executiva da ONG Artigo 19, acredita que o combate à intolerância deve acontecer pelo fomento à tolerância e à pluralidade, não por medidas restritivas. – O direito à liberdade de expressão não é absoluto. Legislações tratam o discurso de ódio explicitamente como um limitador da liberdade de expressão – avalia. – Mas cada caso deve ser tratado de forma individualizada. [...]

Disponível em: https://oglobo.globo.com/sociedade/brasil-cultiva-discurso-de-odio-nas-redes-sociais-mostra-pesquisa-19841017. Acesso em: 07/09/2018. Adaptado.

Analise o emprego do sinal de crase no trecho:

o combate à intolerância deve acontecer pelo fomento à tolerância e à pluralidade, não por medidas restritivas”.

Assinale a alternativa em que o emprego desse sinal está igualmente adequado.

 

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1135591 Ano: 2018
Disciplina: Enfermagem
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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A Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Centers for Disease Control and Prevention (CDC) são as principais agências envolvidas no estabelecimento de diretrizes para a prevenção de infecção no mundo. Sobre a prevenção e controle de infecções, analise as assertivas abaixo:

I. As precauções de isolamento são diretrizes criadas para evitar a transmissão de microrganismos nos hospitais. O CDC recomenda dois níveis de precauções de isolamento: a Precaução Padrão e a Precaução Baseada na Transmissão.

II. Os dogmas da precaução padrão são que todos os pacientes estão colonizados ou infectados por microrganismos, existam ou não sinais e sintomas, e que um nível uniforme de cautela deve ser adotado no atendimento a todos os pacientes.

III. Os elementos das precauções padrões são representados pela higiene das mãos e uso de luvas, sendo os outros equipamentos de proteção individual utilizados, apenas, na Precaução Baseada na Transmissão.

IV. As precauções baseadas na transmissão destinam-se ao cuidado de pacientes com doenças infecciosas supostas ou comprovadamente disseminadas pelo ar, por gotículas ou por contato.

Estão CORRETAS

 

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1127376 Ano: 2018
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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Com base na sequência ..., 17, - 20, 24, X, 35, - 42, 50, ..., pode-se concluir sobre o termo X que

 

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1126703 Ano: 2018
Disciplina: Enfermagem
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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Segundo relatório do Fundo das Nações Unidas publicado em 2017, a cada 7 minutos um adolescente, com idade entre 10 e 19 anos de idade, morre em decorrência da violência.

Em relação às situações de violência relacionadas ao adolescente, assinale a alternativa CORRETA.

 

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1126695 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE

TEXTO 1

Brasil cultiva discurso de ódio nas redes sociais, mostra pesquisa

Na Sociologia e na Literatura, o brasileiro foi por vezes tratado como cordial e hospitaleiro, mas não é isso o que ac ontece nas redes sociais: a democracia racial apregoada por Gilberto Freyre passa ao largo do que acontece diariamente nas comunidades virtuais do país. Levantamento inédito realizado pelo projeto Comunica que Muda , iniciativa da agência Nova/sb, mostra em números a intolerância do internauta tupiniquim.

Entre abril e junho, um algoritmo vasculhou plataformas como Facebook, Twitter e Instagram atrás de mensagens e textos sobre temas sensíveis, como racismo, posicionamento político e homofobia. Foram i dentificadas 393.284 menções, sendo 84% delas com abordagem negativa, de exposição do preconceito e da discriminação. Aquele brasileiro cordial não usa a internet no Brasil diz Thiago Tavares, presidente da ONG SaferNet Brasil. O que a ge nte tem visto nas redes sociais é o acirramento do discurso de ódio, de intolerância às diferenças.

Como resultado do panorama político gerado a partir das eleições de 2014, “coxinhas” e “petralhas” realizam intenso debate nas redes, na maioria das ve zes com xingamentos e discursos rasos, que incentivam o ódio e a divisão. Do total de mensagens analisadas, 219.272 tinham cunho político, sendo que 97,4% delas abordavam aspectos negativos. A segregação virtual foi materializada no muro erguido no gramado do Congresso Nacional para separar manifestantes contra e a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff.

O segundo tema com maior número de mensagens foi o ódio às mulheres. Muitos internautas parecem não entender que lugar de mulher é onde ela quiser, e a misoginia se alastra pelas redes. Assédio, pornografia de vingança, incitação ao estupro e outras violências são, por vezes, travestidos de “piadas” que são curtidas e compartilhadas, reforçando no ambiente virtual o machismo presente na sociedade. Ao todo, foram coletadas 49.544 citações que abordavam as desigualdades de gênero, sendo 88% delas com viés intolerante.

Pessoas com algum tipo de deficiência, que lutam no dia a dia por seus direitos, também são achincalhadas nas redes sociais. O levantamento captou 40.801 mensagens sobre o tema, sendo 93,4% com abordagem negativa. Termos como “leproso” e “retardado mental” e o uso da deficiência para “justificar” direitos são usados nessas citações. [...]

– Ao contrário do que muita gente acha, o Brasil é intolerante. A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no país; a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada – ressalta Bob Vieira, diretor executivo da agência Nova/sb. – As redes sociais fazem nada mais que amplificar esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.

Vieira destaca que o levantamento captou dois tipos de intolerância. O visível, em que o agressor vai direto ao ponto; e o invisível, mais sutil, que se esconde em comentários que podem passar despercebidos, pois abordam discursos que já foram incorporados pela sociedade, mas não pelas vítimas. – É quando a professora fala para a aluna alisar o cabelo para ficar bonita ou o crítico trata o Bolsa-Família como esmola – diz Vieira. [...]

Mais que constatar a existência do preconceito nas redes sociais, o estudo quer debater a tênue linha que separa o discurso de ódio do direito à liberdade de expressão. Paula Martins, diretora executiva da ONG Artigo 19, acredita que o combate à intolerância deve acontecer pelo fomento à tolerância e à pluralidade, não por medidas restritivas. – O direito à liberdade de expressão não é absoluto. Legislações tratam o discurso de ódio explicitamente como um limitador da liberdade de expressão – avalia. – Mas cada caso deve ser tratado de forma individualizada. [...]

Disponível em: https://oglobo.globo.com/sociedade/brasil-cultiva-discurso-de-odio-nas-redes-sociais-mostra-pesquisa-19841017. Acesso em: 07/09/2018. Adaptado.

No que se refere à ordem dos termos oracionais, sabemos que, em português, é mais comum que o sujeito anteceda o predicado. Assinale a alternativa que apresenta um enunciado no qual o autor do Texto 1 optou pela inversão dessa ordem.

 

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1126666 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE

TEXTO 1

Brasil cultiva discurso de ódio nas redes sociais, mostra pesquisa

Na Sociologia e na Literatura, o brasileiro foi por vezes tratado como cordial e hospitaleiro, mas não é isso o que ac ontece nas redes sociais: a democracia racial apregoada por Gilberto Freyre passa ao largo do que acontece diariamente nas comunidades virtuais do país. Levantamento inédito realizado pelo projeto Comunica que Muda , iniciativa da agência Nova/sb, mostra em números a intolerância do internauta tupiniquim.

Entre abril e junho, um algoritmo vasculhou plataformas como Facebook, Twitter e Instagram atrás de mensagens e textos sobre temas sensíveis, como racismo, posicionamento político e homofobia. Foram i dentificadas 393.284 menções, sendo 84% delas com abordagem negativa, de exposição do preconceito e da discriminação. Aquele brasileiro cordial não usa a internet no Brasil diz Thiago Tavares, presidente da ONG SaferNet Brasil. O que a ge nte tem visto nas redes sociais é o acirramento do discurso de ódio, de intolerância às diferenças.

Como resultado do panorama político gerado a partir das eleições de 2014, “coxinhas” e “petralhas” realizam intenso debate nas redes, na maioria das ve zes com xingamentos e discursos rasos, que incentivam o ódio e a divisão. Do total de mensagens analisadas, 219.272 tinham cunho político, sendo que 97,4% delas abordavam aspectos negativos. A segregação virtual foi materializada no muro erguido no gramado do Congresso Nacional para separar manifestantes contra e a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff.

O segundo tema com maior número de mensagens foi o ódio às mulheres. Muitos internautas parecem não entender que lugar de mulher é onde ela quiser, e a misoginia se alastra pelas redes. Assédio, pornografia de vingança, incitação ao estupro e outras violências são, por vezes, travestidos de “piadas” que são curtidas e compartilhadas, reforçando no ambiente virtual o machismo presente na sociedade. Ao todo, foram coletadas 49.544 citações que abordavam as desigualdades de gênero, sendo 88% delas com viés intolerante.

Pessoas com algum tipo de deficiência, que lutam no dia a dia por seus direitos, também são achincalhadas nas redes sociais. O levantamento captou 40.801 mensagens sobre o tema, sendo 93,4% com abordagem negativa. Termos como “leproso” e “retardado mental” e o uso da deficiência para “justificar” direitos são usados nessas citações. [...]

– Ao contrário do que muita gente acha, o Brasil é intolerante. A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no país; a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada – ressalta Bob Vieira, diretor executivo da agência Nova/sb. – As redes sociais fazem nada mais que amplificar esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.

Vieira destaca que o levantamento captou dois tipos de intolerância. O visível, em que o agressor vai direto ao ponto; e o invisível, mais sutil, que se esconde em comentários que podem passar despercebidos, pois abordam discursos que já foram incorporados pela sociedade, mas não pelas vítimas. – É quando a professora fala para a aluna alisar o cabelo para ficar bonita ou o crítico trata o Bolsa-Família como esmola – diz Vieira. [...]

Mais que constatar a existência do preconceito nas redes sociais, o estudo quer debater a tênue linha que separa o discurso de ódio do direito à liberdade de expressão. Paula Martins, diretora executiva da ONG Artigo 19, acredita que o combate à intolerância deve acontecer pelo fomento à tolerância e à pluralidade, não por medidas restritivas. – O direito à liberdade de expressão não é absoluto. Legislações tratam o discurso de ódio explicitamente como um limitador da liberdade de expressão – avalia. – Mas cada caso deve ser tratado de forma individualizada. [...]

Disponível em: https://oglobo.globo.com/sociedade/brasil-cultiva-discurso-de-odio-nas-redes-sociais-mostra-pesquisa-19841017. Acesso em: 07/09/2018. Adaptado.

Considerando que as orações adjetivas podem ter valor restritivo ou não restritivo, analise os enunciados apresentados a seguir.

1. [...] ‘coxinhas’ e ‘petralhas’ realizam intenso debate nas redes, na maioria das vezes com xingamentos e discursos rasos, que incentivam o ódio e a divisão.

2. Ao todo, foram coletadas 49.544 citações que abordavam as desigualdades de gênero.

3. Pessoas com algum tipo de deficiência, que lutam no dia a dia por seus direitos, também são achincalhadas nas redes sociais.

4. As redes sociais fazem nada mais que amplificar esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.

Têm valor restritivo as orações destacadas, apenas, em:

 

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1125092 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, ou AIDS, como é mais comumente conhecida, é uma doença viral, que compromete o sistema imunológico do doente podendo, caso não controlada, levar o portador a óbito. Os testes para identificar o vírus possuem uma chance de 1 em 100 de falso positivo, ou seja, de uma pessoa que não é portadora do vírus ser identificada erroneamente como portadora ou, como mais conhecido, soropositiva. O mesmo teste possui apenas uma chance em 10.000 de falso negativo, ou seja, de uma pessoa soropositiva não ser identificada pelo teste. Sabendo que, em uma cidade de mais de 10 milhões de habitantes, há, em média, um caso de AIDS a cada 100.000, que uma pessoa foi escolhida aleatoriamente na população, e, ainda, que seu teste acusou positivo, a chance de essa pessoa NÃO SER, de fato, soropositiva é

 

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1123829 Ano: 2018
Disciplina: Enfermagem
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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Sobre Cirurgia Cardíaca (CC), leia as afirmações abaixo:

I. Atualmente a cirurgia de Revascularização do Miocárdio (RM) é indicada mais tardiamente devido ao maior número de situações de risco, como reoperações, doenças associadas, entre elas diabetes mellitus tipo 2, hipertensão arterial sistêmica, nefropatia, doença pulmonar obstrutiva crônica e doença cerebrovascular e idade mais avançada dos pacientes.

II. Um sinal frequente no pós-operatório (PO) é a fibrilação atrial, uma arritmia cardíaca que está relacionada com a presença de comorbidades. Essa manifestação ocorre entre 24 e 72 horas do PO e pode se estender até os primeiros 5 dias. O surgimento da fibrilação atrial no PO de CC está relacionado à presença de fatores no pré, no intra e no PO.

III. As causas mais comuns da morbidade e mortalidade em cirurgias cardíacas são as pulmonares. Acredita-se que fatores, como anestesia geral, incisão cirúrgica, circulação extracorpórea (CEC), tempo de isquemia, intensidade de manipulação cirúrgica e número de drenos predispõem à alteração da função pulmonar, sendo relevante sobre o aparecimento de complicações respiratórias no PO.

IV. Pacientes submetidos à substituição valvar têm um risco mais elevado de reintubação, quando comparados àqueles submetidos à cirurgia de revascularização miocárdica. O comprometimento pré-operatório da função pulmonar pode piorar no pós-operatório, com queda da complacência.

Estão CORRETAS

 

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1121816 Ano: 2018
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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A Política de Humanização deve se fazer presente e estar inserida em todas as políticas e programas do Sistema Único de Saúde. Quanto aos seus princípios e diretrizes, analise as afirmativas abaixo e coloque V nas Verdadeiras e F nas Falsas.

( ) Transversalizar é reconhecer que as diferentes especialidades e práticas de saúde podem conversar com a experiência daquele que é assistido. Juntos, esses saberes podem produzir saúde de forma mais corresponsável.

( ) Transversalizar é ter em mente que trabalhadores e usuários devem buscar conhecer como funciona a gestão dos serviços e da rede de saúde, assim como participar ativamente do processo de tomada de decisão nas organizações de saúde e nas ações de saúde coletiva. Ao mesmo tempo em que o cuidado e a assistência em saúde não se restringem às responsabilidades da equipe de saúde, o usuário e sua rede sociofamiliar devem também se corresponsabilizar pelo cuidado de si nos tratamentos.

( ) A diretriz do acolhimento tem por base o fortalecimento dos direitos do cidadão, considerando a hora de chegada na unidade de saúde ou o número de ordem na fila de espera para definir as prioridades de atendimento.

( ) A diretriz da ambiência define o fortalecimento do trabalho em equipe multiprofissional, destacando o trabalho desenvolvido pelo profissional médico como a garantia da porta de entrada do usuário no serviço de saúde.

Assinale a alternativa que indica a sequência CORRETA.

 

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