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Sobre segurança do paciente, leia as afirmações abaixo e coloque V nas Verdadeiras e F nas Falsas.
( ) A confirmação da identificação do paciente deve ser realizada antes do cuidado. Inclui a orientação da administração de medicamentos, do sangue e de hemoderivados, da coleta de material para exame, da entrega da dieta e da realização de procedimentos invasivos.
( ) A pronta identificação de pacientes em risco para o desenvolvimento de úlcera por pressão (UPP), por meio da utilização de ferramenta validada, permite a adoção imediata de medidas preventivas. A avaliação de risco deve contemplar os seguintes fatores: mobilidade, incontinência, déficit sensitivo e estado nutricional (incluindo desidratação).
( ) Expressões vagas, como “usar como de costume”, “usar como habitual”, “a critério médico”, “se necessário” (sem indicação de dose máxima, posologia e condição de uso), “uso contínuo” e “não parar”, devem ser utilizadas para facilitar as prescrições. Quando for preciso utilizar a expressão “se necessário”, deve-se obrigatoriamente definir: dose, posologia e a dose máxima diária deve estar claramente descrita como também a condição que determina o uso ou a interrupção do uso do medicamento.
( ) Antes de o paciente sair da sala de cirurgia, a equipe deverá revisar em conjunto a cirurgia realizada por meio dos seguintes passos: A conclusão da contagem de compressas e instrumentais, a identificação de qualquer amostra cirúrgica obtida, a revisão de qualquer funcionamento inadequado de equipamentos ou questões que necessitem ser solucionadas, a revisão do plano de cuidado e as providências quanto à abordagem pós-operatória e da recuperação pós-anestésica antes da remoção do paciente da sala de cirurgia.
Assinale a alternativa que indica a sequência CORRETA.
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Considere os seguintes conjuntos: !$ A=\{x ∈ \mathbb{N} \mid x \ge 8\} !$; !$ B=\{x ∈ \mathbb{R} \mid x > 0\} !$ e !$ C=\{x ∈ \mathbb{Q} \mid x^2 > 1 \} !$ onde !$ \mathbb{N} !$, !$ \mathbb{Q} !$, !$ \mathbb{R} !$ representam, respectivamente, o conjunto dos números Naturais, o conjunto dos números Racionais e o conjunto dos números Reais.
Sobre eles, é CORRETO afirmar que
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A Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) é de grande importância para o fortalecimento da atenção à pessoa com transtornos mentais e/ou com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e de outras drogas. Sobre o CAPS Ad que estão contidos na RAPS, analise as afirmativas abaixo:
I. O CAPS AD IV atende pessoas com quadros graves e intenso sofrimento decorrente do uso de crack, álcool e outras drogas. Têm como objetivos atender pessoas de todas as faixas etárias; proporcionar serviços de atenção contínua, com funcionamento vinte e quatro horas, incluindo feriados e finais de semana e ofertar assistência a urgências e emergências, contando com leitos de observação."
II. O CAPS AD IV poderá se destinar a atender adultos ou crianças e adolescentes conjuntamente, independentemente do que prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente.
III. O CAPS A D IV poderá ser lugar de referência de cuidado e proteção para usuários e familiares em situações de crise e maior gravidade, ter disponibilidade para acolher e tratar casos novos e já vinculados, sem agendamento prévio e sem qualquer outra barreira de ace sso.
IV. O CAPS AD IV dentro da sua filosofia de criação não recomenda a produção, em conjunto com o usuário e seus familiares, de um Projeto Terapêutico, que acompanhe o usuário nos contextos cotidianos, promovendo e ampliando as possibilidades de vida e mediando suas relações sociais. Essa ação deve ser única e exclusiva dos profissionais de saúde que trabalham no atendimento ao paciente.
Está CORRETO, apenas, o que se afirma em
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TEXTO 2

Disponível em: https://descomplica.com.br/blog/redacao/tema-de-redacao/tema-de-redacao-o-discurso-de-odio-no-brasil-intolerancia-ou-liberdade-de-expressao. Acesso em: 07/09/2018.
No Texto 2, alguns elementos verbais e não verbais utilizados para expressar a ideia de intolerância e ódio são:
1. na parte verbal, a relação semântica condicional estabelecida entre as ideias, introduzida pela conjunção ‘desde que’.
2. a expressão fisionômica de raiva e o movimento de bater com o cassetete que se revela no personagem que está em pé.
3. a ilustração de um personagem agredido, mesmo já subjugado (de joelhos e mãos na cabeça), caído sobre uma poça, e em que aparecem também respingos que podem aludir a lágrimas, suor ou sangue.
4. o fato de a placa que representa a ‘liberdade de expressão’ aparecer caída, com os dizeres virados para baixo.
Estão CORRETOS:
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TEXTO 1
Brasil cultiva discurso de ódio nas redes sociais, mostra pesquisa
Na Sociologia e na Literatura, o brasileiro foi por vezes tratado como cordial e hospitaleiro, mas não é isso o que ac ontece nas redes sociais: a democracia racial apregoada por Gilberto Freyre passa ao largo do que acontece diariamente nas comunidades virtuais do país. Levantamento inédito realizado pelo projeto Comunica que Muda , iniciativa da agência Nova/sb, mostra em números a intolerância do internauta tupiniquim.
Entre abril e junho, um algoritmo vasculhou plataformas como Facebook, Twitter e Instagram atrás de mensagens e textos sobre temas sensíveis, como racismo, posicionamento político e homofobia. Foram i dentificadas 393.284 menções, sendo 84% delas com abordagem negativa, de exposição do preconceito e da discriminação. Aquele brasileiro cordial não usa a internet no Brasil diz Thiago Tavares, presidente da ONG SaferNet Brasil. O que a ge nte tem visto nas redes sociais é o acirramento do discurso de ódio, de intolerância às diferenças.
Como resultado do panorama político gerado a partir das eleições de 2014, “coxinhas” e “petralhas” realizam intenso debate nas redes, na maioria das ve zes com xingamentos e discursos rasos, que incentivam o ódio e a divisão. Do total de mensagens analisadas, 219.272 tinham cunho político, sendo que 97,4% delas abordavam aspectos negativos. A segregação virtual foi materializada no muro erguido no gramado do Congresso Nacional para separar manifestantes contra e a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff.
O segundo tema com maior número de mensagens foi o ódio às mulheres. Muitos internautas parecem não entender que lugar de mulher é onde ela quiser, e a misoginia se alastra pelas redes. Assédio, pornografia de vingança, incitação ao estupro e outras violências são, por vezes, travestidos de “piadas” que são curtidas e compartilhadas, reforçando no ambiente virtual o machismo presente na sociedade. Ao todo, foram coletadas 49.544 citações que abordavam as desigualdades de gênero, sendo 88% delas com viés intolerante.
Pessoas com algum tipo de deficiência, que lutam no dia a dia por seus direitos, também são achincalhadas nas redes sociais. O levantamento captou 40.801 mensagens sobre o tema, sendo 93,4% com abordagem negativa. Termos como “leproso” e “retardado mental” e o uso da deficiência para “justificar” direitos são usados nessas citações. [...]
– Ao contrário do que muita gente acha, o Brasil é intolerante. A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no país; a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada – ressalta Bob Vieira, diretor executivo da agência Nova/sb. – As redes sociais fazem nada mais que amplificar esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.
Vieira destaca que o levantamento captou dois tipos de intolerância. O visível, em que o agressor vai direto ao ponto; e o invisível, mais sutil, que se esconde em comentários que podem passar despercebidos, pois abordam discursos que já foram incorporados pela sociedade, mas não pelas vítimas. – É quando a professora fala para a aluna alisar o cabelo para ficar bonita ou o crítico trata o Bolsa-Família como esmola – diz Vieira. [...]
Mais que constatar a existência do preconceito nas redes sociais, o estudo quer debater a tênue linha que separa o discurso de ódio do direito à liberdade de expressão. Paula Martins, diretora executiva da ONG Artigo 19, acredita que o combate à intolerância deve acontecer pelo fomento à tolerância e à pluralidade, não por medidas restritivas. – O direito à liberdade de expressão não é absoluto. Legislações tratam o discurso de ódio explicitamente como um limitador da liberdade de expressão – avalia. – Mas cada caso deve ser tratado de forma individualizada. [...]
Disponível em: https://oglobo.globo.com/sociedade/brasil-cultiva-discurso-de-odio-nas-redes-sociais-mostra-pesquisa-19841017. Acesso em: 07/09/2018. Adaptado.
“O brasileiro é cordial e hospitaleiro”. No que se refere a essa visão, difundida por alguns sociólogos, os dados apresentados no Texto 1:
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O Diabetes Mellitus refere-se a um transtorno metabólico de etiologias heterogêneas, caracterizado por hiperglicemia e distúrbios no metabolismo de carboidratos, proteínas e gorduras, resultantes de defeitos da secreção e/ou da ação da insulina; pode levar ao desenvolvimento de complicações agudas e crônicas. Para dar assistência às complicações agudas, o enfermeiro deve
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TEXTO 1
Brasil cultiva discurso de ódio nas redes sociais, mostra pesquisa
Na Sociologia e na Literatura, o brasileiro foi por vezes tratado como cordial e hospitaleiro, mas não é isso o que ac ontece nas redes sociais: a democracia racial apregoada por Gilberto Freyre passa ao largo do que acontece diariamente nas comunidades virtuais do país. Levantamento inédito realizado pelo projeto Comunica que Muda , iniciativa da agência Nova/sb, mostra em números a intolerância do internauta tupiniquim.
Entre abril e junho, um algoritmo vasculhou plataformas como Facebook, Twitter e Instagram atrás de mensagens e textos sobre temas sensíveis, como racismo, posicionamento político e homofobia. Foram i dentificadas 393.284 menções, sendo 84% delas com abordagem negativa, de exposição do preconceito e da discriminação. Aquele brasileiro cordial não usa a internet no Brasil diz Thiago Tavares, presidente da ONG SaferNet Brasil. O que a ge nte tem visto nas redes sociais é o acirramento do discurso de ódio, de intolerância às diferenças.
Como resultado do panorama político gerado a partir das eleições de 2014, “coxinhas” e “petralhas” realizam intenso debate nas redes, na maioria das ve zes com xingamentos e discursos rasos, que incentivam o ódio e a divisão. Do total de mensagens analisadas, 219.272 tinham cunho político, sendo que 97,4% delas abordavam aspectos negativos. A segregação virtual foi materializada no muro erguido no gramado do Congresso Nacional para separar manifestantes contra e a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff.
O segundo tema com maior número de mensagens foi o ódio às mulheres. Muitos internautas parecem não entender que lugar de mulher é onde ela quiser, e a misoginia se alastra pelas redes. Assédio, pornografia de vingança, incitação ao estupro e outras violências são, por vezes, travestidos de “piadas” que são curtidas e compartilhadas, reforçando no ambiente virtual o machismo presente na sociedade. Ao todo, foram coletadas 49.544 citações que abordavam as desigualdades de gênero, sendo 88% delas com viés intolerante.
Pessoas com algum tipo de deficiência, que lutam no dia a dia por seus direitos, também são achincalhadas nas redes sociais. O levantamento captou 40.801 mensagens sobre o tema, sendo 93,4% com abordagem negativa. Termos como “leproso” e “retardado mental” e o uso da deficiência para “justificar” direitos são usados nessas citações. [...]
– Ao contrário do que muita gente acha, o Brasil é intolerante. A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no país; a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada – ressalta Bob Vieira, diretor executivo da agência Nova/sb. – As redes sociais fazem nada mais que amplificar esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.
Vieira destaca que o levantamento captou dois tipos de intolerância. O visível, em que o agressor vai direto ao ponto; e o invisível, mais sutil, que se esconde em comentários que podem passar despercebidos, pois abordam discursos que já foram incorporados pela sociedade, mas não pelas vítimas. – É quando a professora fala para a aluna alisar o cabelo para ficar bonita ou o crítico trata o Bolsa-Família como esmola – diz Vieira. [...]
Mais que constatar a existência do preconceito nas redes sociais, o estudo quer debater a tênue linha que separa o discurso de ódio do direito à liberdade de expressão. Paula Martins, diretora executiva da ONG Artigo 19, acredita que o combate à intolerância deve acontecer pelo fomento à tolerância e à pluralidade, não por medidas restritivas. – O direito à liberdade de expressão não é absoluto. Legislações tratam o discurso de ódio explicitamente como um limitador da liberdade de expressão – avalia. – Mas cada caso deve ser tratado de forma individualizada. [...]
Disponível em: https://oglobo.globo.com/sociedade/brasil-cultiva-discurso-de-odio-nas-redes-sociais-mostra-pesquisa-19841017. Acesso em: 07/09/2018. Adaptado.
Assinale a alternativa na qual o termo destacado e o termo apresentado entre parênteses têm equivalência semântica.
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Em uma pesquisa com usuários de computadores, foi perguntado com qual(is) sistema(s) operacional(is) o usuário teve experiência de uso nos últimos 05 (cinco) anos, podendo este marcar qualquer quantidade de sistemas dentre as seguintes opções:
A. Windows
B. Linux
C. Android
D. Nenhum
Considerando que todos os 150 usuários entrevistados tiveram experiência em, pelo menos, um Sistema Operacional (o qual pode ou não ter sido uma das opções das letras A. e/ou B. e/ou C) e que a pesquisa indicou que 83 tiveram experiência, pelo menos, com o Windows, 97 tiveram experiência, pelo menos, com o Linux, 28 tiveram experiência, pelo menos, com o Android, 53 tiveram experiência com, pelo menos, o Windows e o Linux, 14 com, pelo menos, o Windows e o Android e 7 usuários tiveram experiência com, pelo menos, o Linux e o Android, então podemos concluir que a quantidade desses usuários que marcou APENAS a opção D., ou seja, não teve experiência de uso de nenhum dentre os três Sistemas Operacionais citados nas opções A., B. e/ou C. é igual a
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Sobre a Lei Orgânica Nº 8.080/90, leia as afirmações abaixo:
I. São objetivos do Sistema Único de Saúde (SUS): a identificação e divulgação dos fatores condicionantes e determinantes da saúde.
II. O SUS executa ações de vigilância sanitária, vigilância epidemiológica, de saúde do trabalhador e da assistência terapêutica integral, inclusive farmacêutica.
III. A universalidade é a garantia de acesso aos serviços de saúde em todos os níveis de assistência; a integralidade de assistência é um conjunto articulado e contínuo de ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema.
IV. No nível municipal, o SUS poderá organizar-se em distritos, de forma a integrar e articular recursos, técnicas e práticas voltadas para a cobertura total das ações de saúde.
Estão CORRETAS
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A doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) é uma das mais importantes afecções digestivas, tendo em vista as elevadas e crescentes incidências, a intensidade dos sintomas e a gravidade das complicações. É definida como sendo a condição que se desenvolve quando o refluxo do conteúdo gástrico causa sintomas e ou complicações. Quanto ao controle e tratamento dessa patologia, é CORRETO afirmar que
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