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Uma das efetivas conquistas que os educadores progressistas conseguiram registrar na Constituição de 1988, referendada na Lei de Diretrizes e Bases (LDB) de 1996, foi a gestão democrática do ensino público, como um dos princípios em que se deve consolidar a Educação Nacional. Nessa perspectiva, para efetivar a gestão democrática na escola, uma das ações primordiais tem sido a elaboração da proposta pedagógica escolar. Sobre o projeto pedagógico, analise os itens abaixo:

I. A incumbência primordial da escola é a elaboração e execução do Projeto Pedagógico.

II. A elaboração da proposta pedagógica da escola deve ser entendida como uma tarefa coletiva, para a qual devem colaborar representantes de todos os segmentos envolvidos.

III. Para elaborar e executar o projeto pedagógico, a escola deve trabalhar com a diversidade de experiências, de conhecimento e proposições.

IV. Na elaboração do projeto pedagógico, todos devem participar, ou seja, a totalidade dos professores, alunos, funcionários e comunidade.

V. A execução das ações na escola fica mais organizada, criativa e inserida no contexto da comunidade, se o projeto for construído de forma democrática e participativa.

Estão CORRETOS apenas

 

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1144459 Ano: 2018
Disciplina: Biologia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais, voltados para a educação contemporânea, o ensino de Ciências Naturais é uma das áreas em que se pode reconstruir a relação ser humano/natureza em outros termos. Para os discentes, isso vai ajudá-los diretamente no desenvolvimento de uma

 

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1144377 Ano: 2018
Disciplina: Física
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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Num dia muito nublado, mas pouco chuvoso, um menino de 10 anos de idade foi à praia, com os pais e os irmãos menores. Lá, aproveitou para brincar com a sobra de um pedaço de gelo da caixa térmica com os alimentos que levaram. Chamou os irmãos para mostrar que o gelo não afundava, boiava, mesmo se derretendo lentamente, na água muito fria. Noutro dia, na escola, ele aproveitou o ocorrido e perguntou ao professor de Ciências o que havia, de fato, ocorrido para o gelo não afundar.

Prontamente, teve do docente como resposta CORRETA que

 

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Segundo Libâneo (1990), o papel da escola, na tendência progressista crítico-social dos conteúdos, é

 

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1139035 Ano: 2018
Disciplina: Física
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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A Física está relacionada diretamente com o ensino das Ciências Naturais. Ela envolve os conhecimentos sobre: matéria; energia; trajetórias; movimentos; estados físicos da matéria; leis de Newton; a luz; o magnetismo; o eletromagnetismo; o som, etc. Todos esses tópicos são muito importantes para entendermos melhor os avanços tecnológicos que ocorrem velozmente no mundo, atualmente.

Sobre os assuntos que são abordados pela Física, assinale a alternativa CORRETA.

 

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O currículo orientado para desenvolver competências é aquele que permite ao estudante agir com eficiência, utilizando propriedade, conhecimentos e valores na ação que desenvolve e agindo com a mesma propriedade em situações diversas (Cruz, 2001). Nessa perspectiva, o trabalho curricular para o desenvolvimento de competências se efetiva na

 

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1137554 Ano: 2018
Disciplina: Biologia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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O Brasil tem aproximadamente 13,7% da água doce que existe no planeta. Mas, em alguns locais, sem saneamento básico, ocorrem contaminações por ações antrópicas. A água é de fundamental importância para a manutenção da vida, sendo um líquido necessário para as células de todos os seres vivos, os microscópicos e os macroscópicos. Porém, quando não tratada adequadamente, a água poderá transmitir doenças ao trato gastrintestinal e causar severos prejuízos ao organismo do indivíduo. Por exemplo, quando uma pessoa tem diarreias aquosas frequentes com fortes dores abdominais, provocadas pela ingestão de frutas, verduras e hortaliças que tenham sido contaminadas por cistos da ameba, que é um protozoário causador da amebíase, específico da classe dos

 

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1136630 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE

TEXTO 1

Brasil cultiva discurso de ódio nas redes sociais, mostra pesquisa

Na Sociologia e na Literatura, o brasileiro foi por vezes tratado como cordial e hospitaleiro, mas não é isso o que ac ontece nas redes sociais: a democracia racial apregoada por Gilberto Freyre passa ao largo do que acontece diariamente nas comunidades virtuais do país. Levantamento inédito realizado pelo projeto Comunica que Muda , iniciativa da agência Nova/sb, mostra em números a intolerância do internauta tupiniquim.

Entre abril e junho, um algoritmo vasculhou plataformas como Facebook, Twitter e Instagram atrás de mensagens e textos sobre temas sensíveis, como racismo, posicionamento político e homofobia. Foram i dentificadas 393.284 menções, sendo 84% delas com abordagem negativa, de exposição do preconceito e da discriminação. Aquele brasileiro cordial não usa a internet no Brasil diz Thiago Tavares, presidente da ONG SaferNet Brasil. O que a ge nte tem visto nas redes sociais é o acirramento do discurso de ódio, de intolerância às diferenças.

Como resultado do panorama político gerado a partir das eleições de 2014, “coxinhas” e “petralhas” realizam intenso debate nas redes, na maioria das ve zes com xingamentos e discursos rasos, que incentivam o ódio e a divisão. Do total de mensagens analisadas, 219.272 tinham cunho político, sendo que 97,4% delas abordavam aspectos negativos. A segregação virtual foi materializada no muro erguido no gramado do Congresso Nacional para separar manifestantes contra e a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff.

O segundo tema com maior número de mensagens foi o ódio às mulheres. Muitos internautas parecem não entender que lugar de mulher é onde ela quiser, e a misoginia se alastra pelas redes. Assédio, pornografia de vingança, incitação ao estupro e outras violências são, por vezes, travestidos de “piadas” que são curtidas e compartilhadas, reforçando no ambiente virtual o machismo presente na sociedade. Ao todo, foram coletadas 49.544 citações que abordavam as desigualdades de gênero, sendo 88% delas com viés intolerante.

Pessoas com algum tipo de deficiência, que lutam no dia a dia por seus direitos, também são achincalhadas nas redes sociais. O levantamento captou 40.801 mensagens sobre o tema, sendo 93,4% com abordagem negativa. Termos como “leproso” e “retardado mental” e o uso da deficiência para “justificar” direitos são usados nessas citações. [...]

– Ao contrário do que muita gente acha, o Brasil é intolerante. A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no país; a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada – ressalta Bob Vieira, diretor executivo da agência Nova/sb. – As redes sociais fazem nada mais que amplificar esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.

Vieira destaca que o levantamento captou dois tipos de intolerância. O visível, em que o agressor vai direto ao ponto; e o invisível, mais sutil, que se esconde em comentários que podem passar despercebidos, pois abordam discursos que já foram incorporados pela sociedade, mas não pelas vítimas. – É quando a professora fala para a aluna alisar o cabelo para ficar bonita ou o crítico trata o Bolsa-Família como esmola – diz Vieira. [...]

Mais que constatar a existência do preconceito nas redes sociais, o estudo quer debater a tênue linha que separa o discurso de ódio do direito à liberdade de expressão. Paula Martins, diretora executiva da ONG Artigo 19, acredita que o combate à intolerância deve acontecer pelo fomento à tolerância e à pluralidade, não por medidas restritivas. – O direito à liberdade de expressão não é absoluto. Legislações tratam o discurso de ódio explicitamente como um limitador da liberdade de expressão – avalia. – Mas cada caso deve ser tratado de forma individualizada. [...]

Disponível em: https://oglobo.globo.com/sociedade/brasil-cultiva-discurso-de-odio-nas-redes-sociais-mostra-pesquisa-19841017. Acesso em: 07/09/2018. Adaptado.

Analise o emprego do sinal de crase no trecho:

o combate à intolerância deve acontecer pelo fomento à tolerância e à pluralidade, não por medidas restritivas”.

Assinale a alternativa em que o emprego desse sinal está igualmente adequado.

 

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1126695 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE

TEXTO 1

Brasil cultiva discurso de ódio nas redes sociais, mostra pesquisa

Na Sociologia e na Literatura, o brasileiro foi por vezes tratado como cordial e hospitaleiro, mas não é isso o que ac ontece nas redes sociais: a democracia racial apregoada por Gilberto Freyre passa ao largo do que acontece diariamente nas comunidades virtuais do país. Levantamento inédito realizado pelo projeto Comunica que Muda , iniciativa da agência Nova/sb, mostra em números a intolerância do internauta tupiniquim.

Entre abril e junho, um algoritmo vasculhou plataformas como Facebook, Twitter e Instagram atrás de mensagens e textos sobre temas sensíveis, como racismo, posicionamento político e homofobia. Foram i dentificadas 393.284 menções, sendo 84% delas com abordagem negativa, de exposição do preconceito e da discriminação. Aquele brasileiro cordial não usa a internet no Brasil diz Thiago Tavares, presidente da ONG SaferNet Brasil. O que a ge nte tem visto nas redes sociais é o acirramento do discurso de ódio, de intolerância às diferenças.

Como resultado do panorama político gerado a partir das eleições de 2014, “coxinhas” e “petralhas” realizam intenso debate nas redes, na maioria das ve zes com xingamentos e discursos rasos, que incentivam o ódio e a divisão. Do total de mensagens analisadas, 219.272 tinham cunho político, sendo que 97,4% delas abordavam aspectos negativos. A segregação virtual foi materializada no muro erguido no gramado do Congresso Nacional para separar manifestantes contra e a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff.

O segundo tema com maior número de mensagens foi o ódio às mulheres. Muitos internautas parecem não entender que lugar de mulher é onde ela quiser, e a misoginia se alastra pelas redes. Assédio, pornografia de vingança, incitação ao estupro e outras violências são, por vezes, travestidos de “piadas” que são curtidas e compartilhadas, reforçando no ambiente virtual o machismo presente na sociedade. Ao todo, foram coletadas 49.544 citações que abordavam as desigualdades de gênero, sendo 88% delas com viés intolerante.

Pessoas com algum tipo de deficiência, que lutam no dia a dia por seus direitos, também são achincalhadas nas redes sociais. O levantamento captou 40.801 mensagens sobre o tema, sendo 93,4% com abordagem negativa. Termos como “leproso” e “retardado mental” e o uso da deficiência para “justificar” direitos são usados nessas citações. [...]

– Ao contrário do que muita gente acha, o Brasil é intolerante. A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no país; a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada – ressalta Bob Vieira, diretor executivo da agência Nova/sb. – As redes sociais fazem nada mais que amplificar esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.

Vieira destaca que o levantamento captou dois tipos de intolerância. O visível, em que o agressor vai direto ao ponto; e o invisível, mais sutil, que se esconde em comentários que podem passar despercebidos, pois abordam discursos que já foram incorporados pela sociedade, mas não pelas vítimas. – É quando a professora fala para a aluna alisar o cabelo para ficar bonita ou o crítico trata o Bolsa-Família como esmola – diz Vieira. [...]

Mais que constatar a existência do preconceito nas redes sociais, o estudo quer debater a tênue linha que separa o discurso de ódio do direito à liberdade de expressão. Paula Martins, diretora executiva da ONG Artigo 19, acredita que o combate à intolerância deve acontecer pelo fomento à tolerância e à pluralidade, não por medidas restritivas. – O direito à liberdade de expressão não é absoluto. Legislações tratam o discurso de ódio explicitamente como um limitador da liberdade de expressão – avalia. – Mas cada caso deve ser tratado de forma individualizada. [...]

Disponível em: https://oglobo.globo.com/sociedade/brasil-cultiva-discurso-de-odio-nas-redes-sociais-mostra-pesquisa-19841017. Acesso em: 07/09/2018. Adaptado.

No que se refere à ordem dos termos oracionais, sabemos que, em português, é mais comum que o sujeito anteceda o predicado. Assinale a alternativa que apresenta um enunciado no qual o autor do Texto 1 optou pela inversão dessa ordem.

 

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A organização escolar em ciclos de aprendizagem tem como base uma concepção de desenvolvimento e de aprendizagem que se pauta

 

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