Foram encontradas 40 questões.
Um garoto de cinco anos perguntou para a mãe, porque havia nas gavetas do guarda-roupas umas bolinhas brancas de cheiro forte e muito desagradável. Ouviu, como resposta, que eram bolas de naftalina e que não as colocasse nas mãos nem na boca, e a mãe o alertou que eram usadas para evitar traças nas roupas e para as visitantes indesejadas, as temidas e sujas baratas do lixo e de esgotos. Depois de vários e vários dias, o menino voltou a abrir as gavetas e viu que as bolinhas tinham diminuído muito de tamanho. Foi até a mãe e disse que aquelas bolinhas não adiantavam. Ele falou que não tinha visto nenhuma traça nem baratas. Ele achava que esses insetos haviam se alimentado delas, lambendo todas.
A mãe tinha conhecimento da mudança de estado da matéria e respondeu que houve, especificamente, uma
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A ideia de Pedagogia de Projetos foi criada no início do século passado pelo educador John Dewey. Ele tomou por base a concepção de que “educação é um processo de vida e não, uma preparação para a vida futura” (Dewey, 1897).
Assinale a alternativa que apresenta a principal característica da pedagogia de projetos.
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A Ecologia estuda a interação dos seres no ambiente em que vivem, nos ecossistemas. Para isso, muitos organismos se utilizam de estratégias para sobreviver e não correr o risco de entrar em processo de extinção. Sobre as formas estratégicas, é CORRETO afirmar que
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TEXTO 1
Brasil cultiva discurso de ódio nas redes sociais, mostra pesquisa
Na Sociologia e na Literatura, o brasileiro foi por vezes tratado como cordial e hospitaleiro, mas não é isso o que ac ontece nas redes sociais: a democracia racial apregoada por Gilberto Freyre passa ao largo do que acontece diariamente nas comunidades virtuais do país. Levantamento inédito realizado pelo projeto Comunica que Muda , iniciativa da agência Nova/sb, mostra em números a intolerância do internauta tupiniquim.
Entre abril e junho, um algoritmo vasculhou plataformas como Facebook, Twitter e Instagram atrás de mensagens e textos sobre temas sensíveis, como racismo, posicionamento político e homofobia. Foram i dentificadas 393.284 menções, sendo 84% delas com abordagem negativa, de exposição do preconceito e da discriminação. Aquele brasileiro cordial não usa a internet no Brasil diz Thiago Tavares, presidente da ONG SaferNet Brasil. O que a ge nte tem visto nas redes sociais é o acirramento do discurso de ódio, de intolerância às diferenças.
Como resultado do panorama político gerado a partir das eleições de 2014, “coxinhas” e “petralhas” realizam intenso debate nas redes, na maioria das ve zes com xingamentos e discursos rasos, que incentivam o ódio e a divisão. Do total de mensagens analisadas, 219.272 tinham cunho político, sendo que 97,4% delas abordavam aspectos negativos. A segregação virtual foi materializada no muro erguido no gramado do Congresso Nacional para separar manifestantes contra e a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff.
O segundo tema com maior número de mensagens foi o ódio às mulheres. Muitos internautas parecem não entender que lugar de mulher é onde ela quiser, e a misoginia se alastra pelas redes. Assédio, pornografia de vingança, incitação ao estupro e outras violências são, por vezes, travestidos de “piadas” que são curtidas e compartilhadas, reforçando no ambiente virtual o machismo presente na sociedade. Ao todo, foram coletadas 49.544 citações que abordavam as desigualdades de gênero, sendo 88% delas com viés intolerante.
Pessoas com algum tipo de deficiência, que lutam no dia a dia por seus direitos, também são achincalhadas nas redes sociais. O levantamento captou 40.801 mensagens sobre o tema, sendo 93,4% com abordagem negativa. Termos como “leproso” e “retardado mental” e o uso da deficiência para “justificar” direitos são usados nessas citações. [...]
– Ao contrário do que muita gente acha, o Brasil é intolerante. A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no país; a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada – ressalta Bob Vieira, diretor executivo da agência Nova/sb. – As redes sociais fazem nada mais que amplificar esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.
Vieira destaca que o levantamento captou dois tipos de intolerância. O visível, em que o agressor vai direto ao ponto; e o invisível, mais sutil, que se esconde em comentários que podem passar despercebidos, pois abordam discursos que já foram incorporados pela sociedade, mas não pelas vítimas. – É quando a professora fala para a aluna alisar o cabelo para ficar bonita ou o crítico trata o Bolsa-Família como esmola – diz Vieira. [...]
Mais que constatar a existência do preconceito nas redes sociais, o estudo quer debater a tênue linha que separa o discurso de ódio do direito à liberdade de expressão. Paula Martins, diretora executiva da ONG Artigo 19, acredita que o combate à intolerância deve acontecer pelo fomento à tolerância e à pluralidade, não por medidas restritivas. – O direito à liberdade de expressão não é absoluto. Legislações tratam o discurso de ódio explicitamente como um limitador da liberdade de expressão – avalia. – Mas cada caso deve ser tratado de forma individualizada. [...]
Disponível em: https://oglobo.globo.com/sociedade/brasil-cultiva-discurso-de-odio-nas-redes-sociais-mostra-pesquisa-19841017. Acesso em: 07/09/2018. Adaptado.
Ao circular socialmente, um texto pode cumprir diversos propósitos. No que se refere ao Texto 1, alguns de seus propósitos são:
1. fomentar uma intensa polarização política no interior da sociedade brasileira.
2. gerar reflexão acerca dos efeitos que têm preconceitos e discriminações na internet.
3. revelar resultados surpreendentes de pesquisa inédita realizada no Brasil.
4. defender a proibição da utilização das redes sociais nas disputas políticas.
Estão CORRETOS, apenas:
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O milho é um cereal milenar, muito utilizado na culinária brasileira e na de outros países. Esse alimento é obtido de uma planta monocotiledônea, cujo fruto é um cariopse, um grão com pericarpo seco ligado a uma única semente. Esse alimento é rico em carboidratos, uma substância com teor energético para ser usado pelas células em sua atividade metabólica basal ou geral. Após o desdobramento do carboidrato do milho no trato digestivo, existe a formação da glicose para o aproveitamento celular no processo da respiração celular. Contudo, a maior formação na quantidade de energia, de ATPs ocorre em nível
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De acordo com fontes do Ministério da Saúde, acidentes com escorpiões em 2015 ocorreram três vezes mais que com serpentes. No dia 01 de setembro deste ano, um menino de dois anos de idade, morador da cidade de Itambé – PE, na zona da Mata Norte, morreu após ter sido picado por um escorpião no dedo do pé, quando brincava com pedaços de madeira envelhecida no quintal da casa onde morava. Esses animais peçonhentos escolhem locais com tijolos agrupados; amontoados de metralhas; lixos; entulhos; folhas mortas; galhos secos no chão, etc. Nesses habitats, eles capturam baratas ou ferroam animais que os ameacem no local. Segundo o CEATOX-PE, o Centro de Assistência Toxológica de Pernambuco, só no semestre de 2018, já foram notificados 674 casos, 63 a mais dos registrados o ano passado. A respeito dos animais citados acima e com base na Zoologia, é CORRETO afirmar que
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A Prática pedagógica deve levar em consideração a relação professor/aluno. Essa relação tem um papel significativo no processo de ensino e aprendizagem, superando a visão de reprodução do conhecimento, sendo fundamental que o professor realize a mediação pedagógica. A ação do professor, no processo de mediação, deve prover
I. condições para que os alunos atinjam os objetivos pretendidos nas ações planejadas.
II. orientação, acompanhamento, avaliação e mediação docente em parceria com os alunos.
III. a todos os alunos os conteúdos dados em anos anteriores, complementando a formação requerida em cada nível de ensino.
IV. a superação da concepção de transferência de conteúdo e criar possibilidades para produção e construção do conhecimento.
V. informações ao setor administrativo escolar de dados necessários para que os alunos possam participar de todos os eventos escolares.
Estão CORRETOS, apenas, os itens
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No ensino de Ciências Naturais e com base nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), as tendências pedagógicas mais recentes valorizam a vivência dos discentes como critério para escolha de temas de trabalho e desenvolvimento de atividades. Com isso, há um melhor desenvolvimento da interdisciplinaridade ou da multidisciplinaridade como critério e pressuposto importante da área. Com isso, visam buscar situações significativas na vivência do alunado, integrando vários eixos e temas transversais.
Contudo, é necessário identificar essas
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O estudo da Fisiologia humana desperta grande interesse entre os alunos, principalmente no 8º ano. Nessa idade, existe um maior destaque para uma grande preocupação com a estética do corpo; com a postura correta; com a alimentação saudável; com os órgãos reprodutores e, principalmente, com as doenças sexualmente transmissíveis, destacando-se, também, a gravidez precoce e as formas de aborto.
Sobre os temas referentes ao perfeito funcionamento do organismo, assinale a alternativa CORRETA.
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TEXTO 1
Brasil cultiva discurso de ódio nas redes sociais, mostra pesquisa
Na Sociologia e na Literatura, o brasileiro foi por vezes tratado como cordial e hospitaleiro, mas não é isso o que ac ontece nas redes sociais: a democracia racial apregoada por Gilberto Freyre passa ao largo do que acontece diariamente nas comunidades virtuais do país. Levantamento inédito realizado pelo projeto Comunica que Muda , iniciativa da agência Nova/sb, mostra em números a intolerância do internauta tupiniquim.
Entre abril e junho, um algoritmo vasculhou plataformas como Facebook, Twitter e Instagram atrás de mensagens e textos sobre temas sensíveis, como racismo, posicionamento político e homofobia. Foram i dentificadas 393.284 menções, sendo 84% delas com abordagem negativa, de exposição do preconceito e da discriminação. Aquele brasileiro cordial não usa a internet no Brasil diz Thiago Tavares, presidente da ONG SaferNet Brasil. O que a ge nte tem visto nas redes sociais é o acirramento do discurso de ódio, de intolerância às diferenças.
Como resultado do panorama político gerado a partir das eleições de 2014, “coxinhas” e “petralhas” realizam intenso debate nas redes, na maioria das ve zes com xingamentos e discursos rasos, que incentivam o ódio e a divisão. Do total de mensagens analisadas, 219.272 tinham cunho político, sendo que 97,4% delas abordavam aspectos negativos. A segregação virtual foi materializada no muro erguido no gramado do Congresso Nacional para separar manifestantes contra e a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff.
O segundo tema com maior número de mensagens foi o ódio às mulheres. Muitos internautas parecem não entender que lugar de mulher é onde ela quiser, e a misoginia se alastra pelas redes. Assédio, pornografia de vingança, incitação ao estupro e outras violências são, por vezes, travestidos de “piadas” que são curtidas e compartilhadas, reforçando no ambiente virtual o machismo presente na sociedade. Ao todo, foram coletadas 49.544 citações que abordavam as desigualdades de gênero, sendo 88% delas com viés intolerante.
Pessoas com algum tipo de deficiência, que lutam no dia a dia por seus direitos, também são achincalhadas nas redes sociais. O levantamento captou 40.801 mensagens sobre o tema, sendo 93,4% com abordagem negativa. Termos como “leproso” e “retardado mental” e o uso da deficiência para “justificar” direitos são usados nessas citações. [...]
– Ao contrário do que muita gente acha, o Brasil é intolerante. A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no país; a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada – ressalta Bob Vieira, diretor executivo da agência Nova/sb. – As redes sociais fazem nada mais que amplificar esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.
Vieira destaca que o levantamento captou dois tipos de intolerância. O visível, em que o agressor vai direto ao ponto; e o invisível, mais sutil, que se esconde em comentários que podem passar despercebidos, pois abordam discursos que já foram incorporados pela sociedade, mas não pelas vítimas. – É quando a professora fala para a aluna alisar o cabelo para ficar bonita ou o crítico trata o Bolsa-Família como esmola – diz Vieira. [...]
Mais que constatar a existência do preconceito nas redes sociais, o estudo quer debater a tênue linha que separa o discurso de ódio do direito à liberdade de expressão. Paula Martins, diretora executiva da ONG Artigo 19, acredita que o combate à intolerância deve acontecer pelo fomento à tolerância e à pluralidade, não por medidas restritivas. – O direito à liberdade de expressão não é absoluto. Legislações tratam o discurso de ódio explicitamente como um limitador da liberdade de expressão – avalia. – Mas cada caso deve ser tratado de forma individualizada. [...]
Disponível em: https://oglobo.globo.com/sociedade/brasil-cultiva-discurso-de-odio-nas-redes-sociais-mostra-pesquisa-19841017. Acesso em: 07/09/2018. Adaptado.
Assinale a alternativa que apresenta a síntese da principal ideia veiculada no Texto 1.
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