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Foram encontradas 40 questões.

1092478 Ano: 2018
Disciplina: Geografia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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Observe o Texto da Agência IBGE Notícias:

Estudo mostra consolidação das áreas urbanas do país

Por Marcelo Benedicto. Última atualização: 25/06/2018

As 120 concentrações urbanas mapeadas na publicação “Áreas Urbanizadas do Brasil 2015”, lançada hoje pelo IBGE, mostram o retrato de um país que vem consolidando seu processo de urbanização. Prova disso é a predominância de áreas caracterizadas por uma ocupação contínua, com pouco espaçamento entre as construções.

Uma novidade em relação à divulgação anterior, dedicada às concentrações urbanas acima de 300 mil habitantes, esta publicação inclui as áreas por municípios. O recorte municipal mostrou que, das dez maiores áreas urbanizadas do país, apenas Campinas (SP) não é uma capital: São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF), Curitiba (PR), Goiânia (GO), Belo Horizonte (MG), Fortaleza (CE), Manaus (AM) e Campo Grande (MS). Segundo o estudo, 84% das concentrações urbanas do país são classificadas como densas, o que é um indicativo da consolidação do processo de urbanização. “Podemos pensar em áreas densas como aquelas com uma casa ao lado da outra, com quintal, padrão de arruamento, até áreas com prédios”, diz Maurício. Ainda segundo ele, as áreas pouco densas, que completam os outros 16%, são aquelas com construções mais espaçadas e muitos terrenos vazios.

Disponível em: <https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/21495-estudo-mostra-consolidacao-das-areas-urbanas-do-pais>. Acesso em: 30 ago. 2018 (adaptado).

Com base no texto e nos conhecimentos sobre urbanização no Brasil, analise as proposições a seguir:

I. As regiões urbanas apresentam taxas de crescimento populacional ao longo das últimas décadas.

II. O fenômeno da conurbação é resultado do crescimento das concentrações urbanas entre cidades.

III. As concentrações urbanas são classificadas como densas, formadas por construções espaçadas e áreas desocupadas.

IV. As dez maiores áreas urbanas do Brasil são capitais e localizam-se nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

Está(ão) CORRETA(S)

 

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1087593 Ano: 2018
Disciplina: Geografia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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Sobre as características da dinâmica da população, assinale a alternativa CORRETA.

 

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1086018 Ano: 2018
Disciplina: Geografia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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Sobre os domínios vegetacionais da Terra, assinale a alternativa CORRETA.

 

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1084550 Ano: 2018
Disciplina: Geografia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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Sobre as generalidades do espaço agrário, analise as afirmativas a seguir:

I. Os modelos de produção agrícola também foram se aperfeiçoando, na medida em que o advento tecnológico permitiu avanços em termos de produtividade.

II. Fatores, como a mecanização do campo, aperfeiçoamento da engenharia genética, disponibilidade de informações meteorológicas, contribuem para o aprimoramento de práticas agrárias.

III. Pode-se classificar como sistema intensivo um modelo de produção agrícola tradicional, marcado pela utilização de atividades com tração animal de búfalos e dependência direta dos fatores externos naturais.

IV. Conhecida como Revolução Verde, o surgimento de práticas modernas de produtividade agropecuária na década de 1960 permitiu o desenvolvimento de técnicas agrícolas baseadas nos princípios da agricultura familiar e da Agroecologia.

Estão CORRETAS

 

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A ideia de Pedagogia de Projetos foi criada no início do século passado pelo educador John Dewey. Ele tomou por base a concepção de que “educação é um processo de vida e não, uma preparação para a vida futura” (Dewey, 1897).

Assinale a alternativa que apresenta a principal característica da pedagogia de projetos.

 

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1072588 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE

TEXTO 1

Brasil cultiva discurso de ódio nas redes sociais, mostra pesquisa

Na Sociologia e na Literatura, o brasileiro foi por vezes tratado como cordial e hospitaleiro, mas não é isso o que ac ontece nas redes sociais: a democracia racial apregoada por Gilberto Freyre passa ao largo do que acontece diariamente nas comunidades virtuais do país. Levantamento inédito realizado pelo projeto Comunica que Muda , iniciativa da agência Nova/sb, mostra em números a intolerância do internauta tupiniquim.

Entre abril e junho, um algoritmo vasculhou plataformas como Facebook, Twitter e Instagram atrás de mensagens e textos sobre temas sensíveis, como racismo, posicionamento político e homofobia. Foram i dentificadas 393.284 menções, sendo 84% delas com abordagem negativa, de exposição do preconceito e da discriminação. Aquele brasileiro cordial não usa a internet no Brasil diz Thiago Tavares, presidente da ONG SaferNet Brasil. O que a ge nte tem visto nas redes sociais é o acirramento do discurso de ódio, de intolerância às diferenças.

Como resultado do panorama político gerado a partir das eleições de 2014, “coxinhas” e “petralhas” realizam intenso debate nas redes, na maioria das ve zes com xingamentos e discursos rasos, que incentivam o ódio e a divisão. Do total de mensagens analisadas, 219.272 tinham cunho político, sendo que 97,4% delas abordavam aspectos negativos. A segregação virtual foi materializada no muro erguido no gramado do Congresso Nacional para separar manifestantes contra e a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff.

O segundo tema com maior número de mensagens foi o ódio às mulheres. Muitos internautas parecem não entender que lugar de mulher é onde ela quiser, e a misoginia se alastra pelas redes. Assédio, pornografia de vingança, incitação ao estupro e outras violências são, por vezes, travestidos de “piadas” que são curtidas e compartilhadas, reforçando no ambiente virtual o machismo presente na sociedade. Ao todo, foram coletadas 49.544 citações que abordavam as desigualdades de gênero, sendo 88% delas com viés intolerante.

Pessoas com algum tipo de deficiência, que lutam no dia a dia por seus direitos, também são achincalhadas nas redes sociais. O levantamento captou 40.801 mensagens sobre o tema, sendo 93,4% com abordagem negativa. Termos como “leproso” e “retardado mental” e o uso da deficiência para “justificar” direitos são usados nessas citações. [...]

– Ao contrário do que muita gente acha, o Brasil é intolerante. A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no país; a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada – ressalta Bob Vieira, diretor executivo da agência Nova/sb. – As redes sociais fazem nada mais que amplificar esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.

Vieira destaca que o levantamento captou dois tipos de intolerância. O visível, em que o agressor vai direto ao ponto; e o invisível, mais sutil, que se esconde em comentários que podem passar despercebidos, pois abordam discursos que já foram incorporados pela sociedade, mas não pelas vítimas. – É quando a professora fala para a aluna alisar o cabelo para ficar bonita ou o crítico trata o Bolsa-Família como esmola – diz Vieira. [...]

Mais que constatar a existência do preconceito nas redes sociais, o estudo quer debater a tênue linha que separa o discurso de ódio do direito à liberdade de expressão. Paula Martins, diretora executiva da ONG Artigo 19, acredita que o combate à intolerância deve acontecer pelo fomento à tolerância e à pluralidade, não por medidas restritivas. – O direito à liberdade de expressão não é absoluto. Legislações tratam o discurso de ódio explicitamente como um limitador da liberdade de expressão – avalia. – Mas cada caso deve ser tratado de forma individualizada. [...]

Disponível em: https://oglobo.globo.com/sociedade/brasil-cultiva-discurso-de-odio-nas-redes-sociais-mostra-pesquisa-19841017. Acesso em: 07/09/2018. Adaptado.

Ao circular socialmente, um texto pode cumprir diversos propósitos. No que se refere ao Texto 1, alguns de seus propósitos são:

1. fomentar uma intensa polarização política no interior da sociedade brasileira.

2. gerar reflexão acerca dos efeitos que têm preconceitos e discriminações na internet.

3. revelar resultados surpreendentes de pesquisa inédita realizada no Brasil.

4. defender a proibição da utilização das redes sociais nas disputas políticas.

Estão CORRETOS, apenas:

 

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A Prática pedagógica deve levar em consideração a relação professor/aluno. Essa relação tem um papel significativo no processo de ensino e aprendizagem, superando a visão de reprodução do conhecimento, sendo fundamental que o professor realize a mediação pedagógica. A ação do professor, no processo de mediação, deve prover

I. condições para que os alunos atinjam os objetivos pretendidos nas ações planejadas.

II. orientação, acompanhamento, avaliação e mediação docente em parceria com os alunos.

III. a todos os alunos os conteúdos dados em anos anteriores, complementando a formação requerida em cada nível de ensino.

IV. a superação da concepção de transferência de conteúdo e criar possibilidades para produção e construção do conhecimento.

V. informações ao setor administrativo escolar de dados necessários para que os alunos possam participar de todos os eventos escolares.

Estão CORRETOS, apenas, os itens

 

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1064064 Ano: 2018
Disciplina: Geografia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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Sobre os Domínios Morfoclimáticos do Brasil, assinale a alternativa INCORRETA.

 

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1060068 Ano: 2018
Disciplina: Geografia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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Observe o fragmento de texto abaixo:

A GEOGRAFIA E A CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA

Por Amélia Luísa Damiani

O espaço social exige a discussão da apropriação. Um espaço realiza-se como social quando é, de fato, apropriado. Desembocamos na questão da cidadania. A exclusão multiforme, com relação ao espaço, constitui e reflete a redução do cidadão a usuário, nos termos de Milton Santos, em O Espaço do cidadão; ou o comprometimento da figura do usuário, nos termos enriquecidos da discussão, enfrentada por Odete Carvalho de Lima Seabra, em A insurreição do uso. Compreendo cidadania envolvendo, claramente, a questão da sociedade civil e suas formas de apropriação do mundo produzido por ela, para além das formas de representação política, que se desenvolveram e, muitas vezes, substituem a apropriação concreta, por sua mistificação e espetacularização. Nos usos cotidianos, os limites de apropriação se evidenciam. No mundo espetacular da representação, política ou religiosa, frequentemente ambas, o simulacro do uso se realiza.

DAMIANI, A. L. A Geografia e a Construção da Cidadania In: CARLOS, A. F. A. (org.). Geografia na Sala de Aula. São Paulo: Contexto, 2008. p. 51. (Adaptado)

Com base no texto e nos seus conhecimentos, é CORRETO afirmar que a autora defende que

 

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1055029 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE

TEXTO 1

Brasil cultiva discurso de ódio nas redes sociais, mostra pesquisa

Na Sociologia e na Literatura, o brasileiro foi por vezes tratado como cordial e hospitaleiro, mas não é isso o que ac ontece nas redes sociais: a democracia racial apregoada por Gilberto Freyre passa ao largo do que acontece diariamente nas comunidades virtuais do país. Levantamento inédito realizado pelo projeto Comunica que Muda , iniciativa da agência Nova/sb, mostra em números a intolerância do internauta tupiniquim.

Entre abril e junho, um algoritmo vasculhou plataformas como Facebook, Twitter e Instagram atrás de mensagens e textos sobre temas sensíveis, como racismo, posicionamento político e homofobia. Foram i dentificadas 393.284 menções, sendo 84% delas com abordagem negativa, de exposição do preconceito e da discriminação. Aquele brasileiro cordial não usa a internet no Brasil diz Thiago Tavares, presidente da ONG SaferNet Brasil. O que a ge nte tem visto nas redes sociais é o acirramento do discurso de ódio, de intolerância às diferenças.

Como resultado do panorama político gerado a partir das eleições de 2014, “coxinhas” e “petralhas” realizam intenso debate nas redes, na maioria das ve zes com xingamentos e discursos rasos, que incentivam o ódio e a divisão. Do total de mensagens analisadas, 219.272 tinham cunho político, sendo que 97,4% delas abordavam aspectos negativos. A segregação virtual foi materializada no muro erguido no gramado do Congresso Nacional para separar manifestantes contra e a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff.

O segundo tema com maior número de mensagens foi o ódio às mulheres. Muitos internautas parecem não entender que lugar de mulher é onde ela quiser, e a misoginia se alastra pelas redes. Assédio, pornografia de vingança, incitação ao estupro e outras violências são, por vezes, travestidos de “piadas” que são curtidas e compartilhadas, reforçando no ambiente virtual o machismo presente na sociedade. Ao todo, foram coletadas 49.544 citações que abordavam as desigualdades de gênero, sendo 88% delas com viés intolerante.

Pessoas com algum tipo de deficiência, que lutam no dia a dia por seus direitos, também são achincalhadas nas redes sociais. O levantamento captou 40.801 mensagens sobre o tema, sendo 93,4% com abordagem negativa. Termos como “leproso” e “retardado mental” e o uso da deficiência para “justificar” direitos são usados nessas citações. [...]

– Ao contrário do que muita gente acha, o Brasil é intolerante. A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no país; a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada – ressalta Bob Vieira, diretor executivo da agência Nova/sb. – As redes sociais fazem nada mais que amplificar esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.

Vieira destaca que o levantamento captou dois tipos de intolerância. O visível, em que o agressor vai direto ao ponto; e o invisível, mais sutil, que se esconde em comentários que podem passar despercebidos, pois abordam discursos que já foram incorporados pela sociedade, mas não pelas vítimas. – É quando a professora fala para a aluna alisar o cabelo para ficar bonita ou o crítico trata o Bolsa-Família como esmola – diz Vieira. [...]

Mais que constatar a existência do preconceito nas redes sociais, o estudo quer debater a tênue linha que separa o discurso de ódio do direito à liberdade de expressão. Paula Martins, diretora executiva da ONG Artigo 19, acredita que o combate à intolerância deve acontecer pelo fomento à tolerância e à pluralidade, não por medidas restritivas. – O direito à liberdade de expressão não é absoluto. Legislações tratam o discurso de ódio explicitamente como um limitador da liberdade de expressão – avalia. – Mas cada caso deve ser tratado de forma individualizada. [...]

Disponível em: https://oglobo.globo.com/sociedade/brasil-cultiva-discurso-de-odio-nas-redes-sociais-mostra-pesquisa-19841017. Acesso em: 07/09/2018. Adaptado.

Assinale a alternativa que apresenta a síntese da principal ideia veiculada no Texto 1.

 

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