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Para aproximar a produção escrita das necessidades enfrentadas no dia a dia, o caminho atual é focar no desenvolvimento dos comportamentos de leitores e escritores. Para que a criança possa produzir textos escritos de qualidade, é necessário que o professor desenvolva algumas estratégias, dentre elas:
I. ter acesso a diversas atividades com amplo repertório de leituras.
II. ler em voz alta, sempre que solicitado e, em seguida, copiar o texto lido.
III. desenvolver o contato com textos de finalidades comunicativas diversas, como jornal, fábulas, artigos opinativos, quadrinhos e outros.
IV. buscar e copiar textos disponíveis nas mídias como exemplo.
V. aprender a analisar e reescrever os textos produzidos individualmente e em grupos.
Estão CORRETAS
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Com relação à educação ambiental voltada para o processamento do lixo e resíduos sólidos nas cidades, analise as afirmações a seguir e assinale a INCORRETA.
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
No Art 32 da Lei 9394/96 LDB, o ensino fundamental obrigatório, com duração de 9 (nove) anos, gratuito na escola pública, terá por objetivo a formação básica do cidadão e deve se iniciar aos
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Texto 1
Renata Meirelles: “Brincar não é só alegria”
A brincadeira é uma forma de entender as dores da vida e as crianças precisam de tempo e espaço para vivê-la livremente
Você já jogou bila ou batizou uma boneca feita de capim? Há 22 anos, Renata Meirelles viaja pelo Brasil em busca de brincadeiras como essas. Desde 2000, a educadora paulistana de 48 anos, formada em Educação Física, documenta os modos tradicionais de brincar com a ajuda do marido, o cineasta David Reeks, e, mais recentemente, também com a dos filhos. Assim nasceu o projeto Território do Brincar (bit.ly/brincarterritorio), que abarca produções como o documentário homônimo de 2015, além de livros, séries infantis e artigos.
NOVA ESCOLA: O que é o brincar?
Renata Meirelles: O brincar é o mecanismo que permite conectar-se com o que há de vivo dentro de si, dos outros e dos objetos. O brincar não pode ter um fim: ele é a própria vida se expressando. No entanto, vivemos em um mundo que valoriza o que é quantificável. E o brincar não se mede, não se avalia se aquela é ou não uma boa brincadeira. Qualquer brincar que não seja espontâneo deixa de ser brincadeira para se tornar atividade.
NE: Qual é a importância do brincar para a aprendizagem?
RM: O aprendizado que traz o conhecimento como um fim é exatamente o oposto do que as crianças fazem no brincar espontâneo. O brincar livre é quando a criança vai explorar, ver o mundo, criar conexões e aprender a se frustrar. A brincadeira é cheia de angústia, de dor, não é só idílica. Ela é dura, como precisa ser. A brincadeira traz fortemente a alegria, mas não brincamos só para ser felizes mas também para entender as dores da vida. Na Educação Infantil, as crianças precisam ter 100% do seu corpo brincando.
NE: Jogar videogame ou jogos no celular é brincar?
RM: O que há de imprevisível nas tecnologias ou telas? As regras já estão definidas, o caminho é concreto. Onde há a interação, a busca de autonomia e a percepção sensorial? Não penso que devemos implodir a tecnologia, mas não vejo benefícios para a Educação Infantil. Nessa etapa, quando se fazem conexões via corpo, a tecnologia é restritiva. O uso da tecnologia para a criança pequena está muito mais ligado a uma necessidade do adulto do que da criança.
NE: O que você diria para um educador que quer trazer o brincar livre para os alunos?
RM: Acredite no potencial do brincar e dê tempo para as crianças. Deixe elas irem, mas não as abandone. Acompanhe, mas perceba junto com a criança o que é o não planejamento e o que isso cria nos pequenos: quando você não planeja, o que eles fazem? Não precisa necessariamente brincar junto o tempo todo. Ganha-se mais observando ativamente a criança na sua integridade do brincar.
NE: O que aproxima as brincadeiras no Brasil?
RM: Fico encantada ao observar as similaridades nas brincadeiras em realidades diferentes. O contexto é diverso, mas a essência é muito parecida. Brincar de casinha, por exemplo, é uma brincadeira que existe de norte a sul. Ao mesmo tempo, brincar com armas é uma brincadeira unânime em várias realidades. Mas a arma como um processo heroico que potencializa a luz e a sombra, que constrói heróis, mais do que destrói os inimigos. Por isso, não posso negar que há uma conexão muito forte que une as crianças no brincar. É uma linguagem universal.
Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/12452/renata-meirelles-brincar-nao-e-so-alegria Acesso em: 21 set. 2018. Adaptado.
Releia estes dois enunciados: “(...) e dê tempo para as crianças. Deixe elas irem, mas não as abandone.”. Acerca dos padrões sintáticos envolvidos na formulação dos enunciados, analise as afirmativas a seguir.
1. Para atender à norma-padrão, o segundo enunciado deveria ser formulado do seguinte modo: “Deixe-as ir, mas não as abandone.”.
2. A opção pelo emprego do pronome “elas” no segundo enunciado decorre da necessidade de distinguir os referentes “o educador” e “as crianças”.
3. No segundo enunciado, o emprego do pronome “elas” na função de complemento verbal constitui uma marca do registro cotidiano, comum na linguagem coloquial.
4. Apesar de não atender inteiramente à norma-padrão, o segundo enunciado é perfeitamente legível e ambas as formas pronominais têm por referente o termo “as crianças”.
Estão CORRETAS, apenas:
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Um Sistema de Numeração (SND) é um conjunto de símbolos e de regras utilizado para escrever números (CENTURION, 1994). Essas normas permitem operar quantidades de forma organizada, chegando a resultados consistentes. Nos primeiros anos do ensino fundamental, os professores precisam trabalhar o SND, explicando suas peculiaridades. Analise as proposições que tratam das características do Sistema de Numeração Decimal.
I. É posicional; um mesmo algarismo em diferentes posições assume diferentes valores.
II. As trocas são feitas a cada agrupamento de dez (por isso, dizemos que a base é dez); dez unidades formam uma dezena; dez dezenas formam uma centena e assim por diante.
III. O símbolo zero representa a ausência de quantidade.
IV. Usa dez símbolos para representar qualquer quantidade.
V. Um mesmo número tem valores e símbolos diferentes.
Estão CORRETAS apenas
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Texto 1
Renata Meirelles: “Brincar não é só alegria”
A brincadeira é uma forma de entender as dores da vida e as crianças precisam de tempo e espaço para vivê-la livremente
Você já jogou bila ou batizou uma boneca feita de capim? Há 22 anos, Renata Meirelles viaja pelo Brasil em busca de brincadeiras como essas. Desde 2000, a educadora paulistana de 48 anos, formada em Educação Física, documenta os modos tradicionais de brincar com a ajuda do marido, o cineasta David Reeks, e, mais recentemente, também com a dos filhos. Assim nasceu o projeto Território do Brincar (bit.ly/brincarterritorio), que abarca produções como o documentário homônimo de 2015, além de livros, séries infantis e artigos.
NOVA ESCOLA: O que é o brincar?
Renata Meirelles: O brincar é o mecanismo que permite conectar-se com o que há de vivo dentro de si, dos outros e dos objetos. O brincar não pode ter um fim: ele é a própria vida se expressando. No entanto, vivemos em um mundo que valoriza o que é quantificável. E o brincar não se mede, não se avalia se aquela é ou não uma boa brincadeira. Qualquer brincar que não seja espontâneo deixa de ser brincadeira para se tornar atividade.
NE: Qual é a importância do brincar para a aprendizagem?
RM: O aprendizado que traz o conhecimento como um fim é exatamente o oposto do que as crianças fazem no brincar espontâneo. O brincar livre é quando a criança vai explorar, ver o mundo, criar conexões e aprender a se frustrar. A brincadeira é cheia de angústia, de dor, não é só idílica. Ela é dura, como precisa ser. A brincadeira traz fortemente a alegria, mas não brincamos só para ser felizes mas também para entender as dores da vida. Na Educação Infantil, as crianças precisam ter 100% do seu corpo brincando.
NE: Jogar videogame ou jogos no celular é brincar?
RM: O que há de imprevisível nas tecnologias ou telas? As regras já estão definidas, o caminho é concreto. Onde há a interação, a busca de autonomia e a percepção sensorial? Não penso que devemos implodir a tecnologia, mas não vejo benefícios para a Educação Infantil. Nessa etapa, quando se fazem conexões via corpo, a tecnologia é restritiva. O uso da tecnologia para a criança pequena está muito mais ligado a uma necessidade do adulto do que da criança.
NE: O que você diria para um educador que quer trazer o brincar livre para os alunos?
RM: Acredite no potencial do brincar e dê tempo para as crianças. Deixe elas irem, mas não as abandone. Acompanhe, mas perceba junto com a criança o que é o não planejamento e o que isso cria nos pequenos: quando você não planeja, o que eles fazem? Não precisa necessariamente brincar junto o tempo todo. Ganha-se mais observando ativamente a criança na sua integridade do brincar.
NE: O que aproxima as brincadeiras no Brasil?
RM: Fico encantada ao observar as similaridades nas brincadeiras em realidades diferentes. O contexto é diverso, mas a essência é muito parecida. Brincar de casinha, por exemplo, é uma brincadeira que existe de norte a sul. Ao mesmo tempo, brincar com armas é uma brincadeira unânime em várias realidades. Mas a arma como um processo heroico que potencializa a luz e a sombra, que constrói heróis, mais do que destrói os inimigos. Por isso, não posso negar que há uma conexão muito forte que une as crianças no brincar. É uma linguagem universal.
Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/12452/renata-meirelles-brincar-nao-e-so-alegria Acesso em: 21 set. 2018. Adaptado.
O enunciado: “O brincar não pode ter um fim: ele é a própria vida se expressando.” está articulado de modo a manter os sentidos originalmente pretendidos em:
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Sobre as tendências pedagógicas progressistas, analise as proposições a seguir:
I. Investigar e analisar, de forma conteudista, o currículo e as realidades sociais.
II. O processo educacional possibilita a compreensão da realidade histórica e social.
III. O sujeito aprendente é considerado um ser que constrói seu conhecimento e sua realidade.
IV. Elas assumem um caráter pedagógico e instrucional ao mesmo tempo.
V. A escola propicia práticas democráticas, para formar um cidadão consciente e participativo.
Estão CORRETAS
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aprendizagem torna-se significativa quando trabalhamos com situações problematizadoras. A resolução de problemas é um paradigma de ensino-aprendizagem, que coloca o aluno como foco central dessa interação e torna-o capaz de
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
- LDB: Lei de Diretrizes e BasesDa Educação e Dos Princípios e Fins da Educ. Nacional (arts. 1º ao 3º)
O Art. 3º da Lei de Diretrizes e Bases (LDB) de 1996 preconiza a gestão democrática do ensino público como um dos princípios em que se deve consolidar a Educação Nacional. As alternativas a seguir apresentam elementos constituintes das ações numa gestão democrática da escola, EXCETO:
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A problemática do lixo das grandes regiões metropolitanas do país é muito preocupante. Entre as soluções corretas para reduzir o acúmulo desse material nos aterros sanitários, assinale a alternativa CORRETA.
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