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1127322 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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A Pedagogia de Projetos ou Projeto de Trabalho na escola traduz uma visão diferente do que seja conhecimento e currículo e representa uma outra maneira de organizar o trabalho na escola. Sobre as características desse tipo de trabalho, analise os itens abaixo:

I. Apresenta vínculo dos conteúdos escolares entre si e com os conhecimentos e saberes produzidos no contexto social e cultural.

II. Remete sempre ao currículo pré-estabelecido pelo contexto escolar.

III. Implica o desenvolvimento de atividades práticas, de estratégias de pesquisa.

IV. Busca o uso de diferentes fontes de informação, de sua representação, análise e interpretação.

V. Organiza-se com todos os alunos, e os mais desenvolvidos são muito valorizados.

Estão CORRETOS

 

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1127161 Ano: 2018
Disciplina: Geografia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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Desde a Antiguidade, o homem já utilizava o calor do sol como fonte de energia para se aquecer e praticar suas atividades. Com o tempo, aprendeu a usar também o fogo, principalmente para se aquecer em tempos de frio e para preparar alimentos. Assim, o ser humano foi descobrindo novas e mais modernas formas de utilizar energia. Atualmente, classificam-se as fontes de energia em renováveis e não renováveis. As fontes renováveis são aquelas que não se esgotam ou que podem ser reaproveitadas; já as fontes não renováveis são aquelas que, cedo ou tarde, irão se esgotar. Analise as proposições que tratam de fontes renováveis e não renováveis e coloque (V) nas Verdadeiras e (F) nas Falsas.

( ) Entre as principais fontes não renováveis, temos o petróleo, o carvão mineral, a energia nuclear e o gás natural.

( ) Dentre as fontes renováveis, merecem destaque a hidroeletricidade, a energia eólica, a energia solar e a biomassa.

( ) Hidroeletricidade utiliza a força das águas do mar para mover as turbinas que, ao girarem, produzem energia.

( ) A energia solar renovável é formada por placas bem finas, geralmente compostas por silício. Quando elas são aquecidas pelo sol, seus átomos produzem corrente elétrica.

( ) Petróleo é considerado o principal recurso natural utilizado pelo homem como fonte de energia, sendo transformado em combustível e retirado do subsolo, geralmente de regiões de rios profundos e caudalosos.

Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA.

 

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1125010 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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Texto 1

Renata Meirelles: “Brincar não é só alegria”

A brincadeira é uma forma de entender as dores da vida e as crianças precisam de tempo e espaço para vivê-la livremente

Você já jogou bila ou batizou uma boneca feita de capim? Há 22 anos, Renata Meirelles viaja pelo Brasil em busca de brincadeiras como essas. Desde 2000, a educadora paulistana de 48 anos, formada em Educação Física, documenta os modos tradicionais de brincar com a ajuda do marido, o cineasta David Reeks, e, mais recentemente, também com a dos filhos. Assim nasceu o projeto Território do Brincar (bit.ly/brincarterritorio), que abarca produções como o documentário homônimo de 2015, além de livros, séries infantis e artigos.

NOVA ESCOLA: O que é o brincar?

Renata Meirelles: O brincar é o mecanismo que permite conectar-se com o que há de vivo dentro de si, dos outros e dos objetos. O brincar não pode ter um fim: ele é a própria vida se expressando. No entanto, vivemos em um mundo que valoriza o que é quantificável. E o brincar não se mede, não se avalia se aquela é ou não uma boa brincadeira. Qualquer brincar que não seja espontâneo deixa de ser brincadeira para se tornar atividade.

NE: Qual é a importância do brincar para a aprendizagem?

RM: O aprendizado que traz o conhecimento como um fim é exatamente o oposto do que as crianças fazem no brincar espontâneo. O brincar livre é quando a criança vai explorar, ver o mundo, criar conexões e aprender a se frustrar. A brincadeira é cheia de angústia, de dor, não é só idílica. Ela é dura, como precisa ser. A brincadeira traz fortemente a alegria, mas não brincamos só para ser felizes mas também para entender as dores da vida. Na Educação Infantil, as crianças precisam ter 100% do seu corpo brincando.

NE: Jogar videogame ou jogos no celular é brincar?

RM: O que há de imprevisível nas tecnologias ou telas? As regras já estão definidas, o caminho é concreto. Onde há a interação, a busca de autonomia e a percepção sensorial? Não penso que devemos implodir a tecnologia, mas não vejo benefícios para a Educação Infantil. Nessa etapa, quando se fazem conexões via corpo, a tecnologia é restritiva. O uso da tecnologia para a criança pequena está muito mais ligado a uma necessidade do adulto do que da criança.

NE: O que você diria para um educador que quer trazer o brincar livre para os alunos?

RM: Acredite no potencial do brincar e dê tempo para as crianças. Deixe elas irem, mas não as abandone. Acompanhe, mas perceba junto com a criança o que é o não planejamento e o que isso cria nos pequenos: quando você não planeja, o que eles fazem? Não precisa necessariamente brincar junto o tempo todo. Ganha-se mais observando ativamente a criança na sua integridade do brincar.

NE: O que aproxima as brincadeiras no Brasil?

RM: Fico encantada ao observar as similaridades nas brincadeiras em realidades diferentes. O contexto é diverso, mas a essência é muito parecida. Brincar de casinha, por exemplo, é uma brincadeira que existe de norte a sul. Ao mesmo tempo, brincar com armas é uma brincadeira unânime em várias realidades. Mas a arma como um processo heroico que potencializa a luz e a sombra, que constrói heróis, mais do que destrói os inimigos. Por isso, não posso negar que há uma conexão muito forte que une as crianças no brincar. É uma linguagem universal.

Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/12452/renata-meirelles-brincar-nao-e-so-alegria Acesso em: 21 set. 2018. Adaptado.

Assinale a alternativa em que a concordância verbal está em conformidade com a norma-padrão da língua.

 

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1124941 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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As tecnologias da informação e da comunicação – TIC têm sido incorporadas na sociedade de um modo geral; na educação, há muita resistência ao seu uso na maioria das escolas. No entanto, o uso das TIC nos processos educacionais é de grande importância, mas, para usá-las com sucesso, é preciso considerarmos algumas premissas. Sobre elas, assinale a alternativa CORRETA.

 

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1120855 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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Texto 1

Renata Meirelles: “Brincar não é só alegria”

A brincadeira é uma forma de entender as dores da vida e as crianças precisam de tempo e espaço para vivê-la livremente

Você já jogou bila ou batizou uma boneca feita de capim? Há 22 anos, Renata Meirelles viaja pelo Brasil em busca de brincadeiras como essas. Desde 2000, a educadora paulistana de 48 anos, formada em Educação Física, documenta os modos tradicionais de brincar com a ajuda do marido, o cineasta David Reeks, e, mais recentemente, também com a dos filhos. Assim nasceu o projeto Território do Brincar (bit.ly/brincarterritorio), que abarca produções como o documentário homônimo de 2015, além de livros, séries infantis e artigos.

NOVA ESCOLA: O que é o brincar?

Renata Meirelles: O brincar é o mecanismo que permite conectar-se com o que há de vivo dentro de si, dos outros e dos objetos. O brincar não pode ter um fim: ele é a própria vida se expressando. No entanto, vivemos em um mundo que valoriza o que é quantificável. E o brincar não se mede, não se avalia se aquela é ou não uma boa brincadeira. Qualquer brincar que não seja espontâneo deixa de ser brincadeira para se tornar atividade.

NE: Qual é a importância do brincar para a aprendizagem?

RM: O aprendizado que traz o conhecimento como um fim é exatamente o oposto do que as crianças fazem no brincar espontâneo. O brincar livre é quando a criança vai explorar, ver o mundo, criar conexões e aprender a se frustrar. A brincadeira é cheia de angústia, de dor, não é só idílica. Ela é dura, como precisa ser. A brincadeira traz fortemente a alegria, mas não brincamos só para ser felizes mas também para entender as dores da vida. Na Educação Infantil, as crianças precisam ter 100% do seu corpo brincando.

NE: Jogar videogame ou jogos no celular é brincar?

RM: O que há de imprevisível nas tecnologias ou telas? As regras já estão definidas, o caminho é concreto. Onde há a interação, a busca de autonomia e a percepção sensorial? Não penso que devemos implodir a tecnologia, mas não vejo benefícios para a Educação Infantil. Nessa etapa, quando se fazem conexões via corpo, a tecnologia é restritiva. O uso da tecnologia para a criança pequena está muito mais ligado a uma necessidade do adulto do que da criança.

NE: O que você diria para um educador que quer trazer o brincar livre para os alunos?

RM: Acredite no potencial do brincar e dê tempo para as crianças. Deixe elas irem, mas não as abandone. Acompanhe, mas perceba junto com a criança o que é o não planejamento e o que isso cria nos pequenos: quando você não planeja, o que eles fazem? Não precisa necessariamente brincar junto o tempo todo. Ganha-se mais observando ativamente a criança na sua integridade do brincar.

NE: O que aproxima as brincadeiras no Brasil?

RM: Fico encantada ao observar as similaridades nas brincadeiras em realidades diferentes. O contexto é diverso, mas a essência é muito parecida. Brincar de casinha, por exemplo, é uma brincadeira que existe de norte a sul. Ao mesmo tempo, brincar com armas é uma brincadeira unânime em várias realidades. Mas a arma como um processo heroico que potencializa a luz e a sombra, que constrói heróis, mais do que destrói os inimigos. Por isso, não posso negar que há uma conexão muito forte que une as crianças no brincar. É uma linguagem universal.

Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/12452/renata-meirelles-brincar-nao-e-so-alegria Acesso em: 21 set. 2018. Adaptado.

Assinale a alternativa que está em conformidade com as ideias do Texto 1.

 

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1120801 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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A professora do 4º ano do ensino fundamental precisa trabalhar um assunto do currículo, as características físicas e químicas que influenciam ou afetam o Ecossistema. Pela amplitude do assunto, a professora decidiu desenvolver um projeto didático com sua turma. No desenvolvimento do projeto, há alguns objetivos e critérios prioritários em termos da aprendizagem, a serem alcançados pelos alunos. Sobre eles, analise os itens abaixo:

I. Fixar a exposição do assunto feita pelo professor, logo após realizar exercícios de fixação e pesquisas na internet.

II. Construir o seu próprio conhecimento, desenvolvendo investigação ampla sobre os temas estudados.

III. Levantar problematizações das questões com a professora e os colegas, consultando diversas mídias.

IV. Integrar os saberes adquiridos a atitudes participativas na escola e na comunidade.

V. Sistematizar os conhecimentos a partir das informações pesquisadas e compartilhadas entre alunos-alunos e alunos-professor.

Estão CORRETOS apenas

 

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1108086 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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31. Numa turma de 3º ano do ensino fundamental a professora precisa trabalhar um assunto de História, o t empo cronológico. Para introduzir o assunto ela primeiro conversa com a turma e pergunta a elas o que entendem por linha do tempo. Em um outro momento a professora sugere que as crianças pesquisem, junto com os seus familiares, os acontecimentos mais mar cantes de suas vidas, ressaltando as datas em que ocorreram, no período entre o seu nascimento até os dias de hoje. Depois de ter esse material em mãos, a professora colabora para que cada criança construa a sua linha do tempo. Essa atividade oportuniza q ue o s alunos

 

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1103046 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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Texto 1

Renata Meirelles: “Brincar não é só alegria”

A brincadeira é uma forma de entender as dores da vida e as crianças precisam de tempo e espaço para vivê-la livremente

Você já jogou bila ou batizou uma boneca feita de capim? Há 22 anos, Renata Meirelles viaja pelo Brasil em busca de brincadeiras como essas. Desde 2000, a educadora paulistana de 48 anos, formada em Educação Física, documenta os modos tradicionais de brincar com a ajuda do marido, o cineasta David Reeks, e, mais recentemente, também com a dos filhos. Assim nasceu o projeto Território do Brincar (bit.ly/brincarterritorio), que abarca produções como o documentário homônimo de 2015, além de livros, séries infantis e artigos.

NOVA ESCOLA: O que é o brincar?

Renata Meirelles: O brincar é o mecanismo que permite conectar-se com o que há de vivo dentro de si, dos outros e dos objetos. O brincar não pode ter um fim: ele é a própria vida se expressando. No entanto, vivemos em um mundo que valoriza o que é quantificável. E o brincar não se mede, não se avalia se aquela é ou não uma boa brincadeira. Qualquer brincar que não seja espontâneo deixa de ser brincadeira para se tornar atividade.

NE: Qual é a importância do brincar para a aprendizagem?

RM: O aprendizado que traz o conhecimento como um fim é exatamente o oposto do que as crianças fazem no brincar espontâneo. O brincar livre é quando a criança vai explorar, ver o mundo, criar conexões e aprender a se frustrar. A brincadeira é cheia de angústia, de dor, não é só idílica. Ela é dura, como precisa ser. A brincadeira traz fortemente a alegria, mas não brincamos só para ser felizes mas também para entender as dores da vida. Na Educação Infantil, as crianças precisam ter 100% do seu corpo brincando.

NE: Jogar videogame ou jogos no celular é brincar?

RM: O que há de imprevisível nas tecnologias ou telas? As regras já estão definidas, o caminho é concreto. Onde há a interação, a busca de autonomia e a percepção sensorial? Não penso que devemos implodir a tecnologia, mas não vejo benefícios para a Educação Infantil. Nessa etapa, quando se fazem conexões via corpo, a tecnologia é restritiva. O uso da tecnologia para a criança pequena está muito mais ligado a uma necessidade do adulto do que da criança.

NE: O que você diria para um educador que quer trazer o brincar livre para os alunos?

RM: Acredite no potencial do brincar e dê tempo para as crianças. Deixe elas irem, mas não as abandone. Acompanhe, mas perceba junto com a criança o que é o não planejamento e o que isso cria nos pequenos: quando você não planeja, o que eles fazem? Não precisa necessariamente brincar junto o tempo todo. Ganha-se mais observando ativamente a criança na sua integridade do brincar.

NE: O que aproxima as brincadeiras no Brasil?

RM: Fico encantada ao observar as similaridades nas brincadeiras em realidades diferentes. O contexto é diverso, mas a essência é muito parecida. Brincar de casinha, por exemplo, é uma brincadeira que existe de norte a sul. Ao mesmo tempo, brincar com armas é uma brincadeira unânime em várias realidades. Mas a arma como um processo heroico que potencializa a luz e a sombra, que constrói heróis, mais do que destrói os inimigos. Por isso, não posso negar que há uma conexão muito forte que une as crianças no brincar. É uma linguagem universal.

Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/12452/renata-meirelles-brincar-nao-e-so-alegria Acesso em: 21 set. 2018. Adaptado.

Acerca do funcionamento dos pronomes na promoção da coesão do Texto 1, analise as afirmativas a seguir.

1. Em: “A brincadeira é uma forma de entender as dores da vida e as crianças precisam de tempo e espaço para vivê-la livremente”, o pronome destacado em “vivê-la” substitui “forma” e evita a repetição desse termo.

2. Em: “Você já jogou bila ou batizou uma boneca feita de capim? Há 22 anos, Renata Meirelles viaja pelo Brasil em busca de brincadeiras como essas.”, o pronome sublinhado retoma os termos “bila” e “boneca feita de capim”.

3. No trecho: “O brincar não pode ter um fim: ele é a própria vida se expressando.”, o pronome “ele” está substituindo o termo “um fim”.

4. Em: “(...) não se avalia se aquela é ou não uma boa brincadeira.”, o termo “brincadeira” não aparece após “aquela”, mas pode ser recuperado pelo leitor: se aquela (brincadeira) é ou não uma boa brincadeira.

Estão CORRETAS, apenas:

 

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1102992 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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A professora Lena trabalha no 3º ano com crianças entre 8 e 10 anos; o conteúdo do currículo escolar será acerca do estado de Pernambuco. Sobre esse conteúdo, vejamos a seguir parte de um texto trabalhado:

O Estado de Pernambuco é uma das unidades da Federação brasileira localizada na região Nordeste; ocupa uma área de 98.146,315 km2. Esse espaço geográfico abrange diversas paisagens, constituídas a partir da interação entre os elementos naturais, sendo que os principais são: relevo, clima, vegetação e hidrografia. O relevo do estado é formado basicamente por três tipos: planície costeira, planalto e depressão. Grande parte do território estadual, cerca de 76%, possui um relevo relativamente plano, não ultrapassa os 600 metros de altitude. As planícies se encontram em áreas próximas ao litoral. À medida que se afasta do litoral, a altitude aumenta e pode atingir até 1.200 metros.

Como estratégia de ensino mais adequada para as crianças apreenderem o assunto de forma ativa e participativa, ela utilizou

 

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1101355 Ano: 2018
Disciplina: Biologia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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A professora do 2º ano da Escola Renascer propôs a seguinte atividade a seus alunos.

Os vegetais e os animais são seres vivos. Observe, nas figuras, o que acontece com a semente do feijão.

Enunciado 1101355-1

O FEIJÃO É UM SER VIVO, PORQUE A SEMENTE

  • nasce, brota e aquece.
  • brota, cresce e desenvolve.
  • cresce, aumenta e morre.
  • enfeita, nasce e aumenta.

Assinale a alternativa que contempla as competências do conhecimento cientifico desenvolvido pelo aluno nessa atividade.

 

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