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TEXTO 2

Disponível em: https://descomplica.com.br/blog/redacao/tema-de-redacao/tema-de-redacao-o-discurso-de-odio-no-brasil-intolerancia-ou-liberdade-de-expressao. Acesso em: 07/09/2018.
No Texto 2, alguns elementos verbais e não verbais utilizados para expressar a ideia de intolerância e ódio são:
1. na parte verbal, a relação semântica condicional estabelecida entre as ideias, introduzida pela conjunção ‘desde que’.
2. a expressão fisionômica de raiva e o movimento de bater com o cassetete que se revela no personagem que está em pé.
3. a ilustração de um personagem agredido, mesmo já subjugado (de joelhos e mãos na cabeça), caído sobre uma poça, e em que aparecem também respingos que podem aludir a lágrimas, suor ou sangue.
4. o fato de a placa que representa a ‘liberdade de expressão’ aparecer caída, com os dizeres virados para baixo.
Estão CORRETOS:
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O desafio precisa se constituir como ponto de partida para que a sala de aula possa ser um ambiente de aprendizagem, no qual as crianças se envolvam em criar, inventar modos diferentes de se fazer matemática. Sobre a essa premissa, analise as afirmativas abaixo e coloque (V) nas Verdadeiras e (F) nas Falsas.
( ) Os professores precisam no Ensino de Matemática criar tarefas ou situações-problema, de tal forma que a solução possa ser obtida rapidamente, por meio de uma conta, sendo primordial que a criança se sinta desafiada a descobrir o que precisaria fazer para solucioná-las.
( ) A investigação matemática permite ao aluno pensar a partir de uma situação na qual se prevê que ele fará observações e descobertas bem como cometerá erros e acertos e, sobretudo, terá que tomar decisões.
( ) No contexto da investigação matemática, o professor e os alunos, embora tenham conhecimentos diferentes, ambos estão interessados na ocorrência de aprendizagens e no processo de negociação.
( ) Nas aulas com investigações/explorações matemáticas, os tempos disponibilizados são iguais aos das aulas consideradas tradicionais, embora as tarefas de características necessitem de uma organização da turma, geralmente em grupo.
( ) Em uma investigação/exploração matemática, o professor é quem escolhe um ponto de partida, e os alunos é que definem os problemas dentro da situação e tentam resolvê-los por seus próprios caminhos.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA.
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TEXTO 1
Brasil cultiva discurso de ódio nas redes sociais, mostra pesquisa
Na Sociologia e na Literatura, o brasileiro foi por vezes tratado como cordial e hospitaleiro, mas não é isso o que ac ontece nas redes sociais: a democracia racial apregoada por Gilberto Freyre passa ao largo do que acontece diariamente nas comunidades virtuais do país. Levantamento inédito realizado pelo projeto Comunica que Muda , iniciativa da agência Nova/sb, mostra em números a intolerância do internauta tupiniquim.
Entre abril e junho, um algoritmo vasculhou plataformas como Facebook, Twitter e Instagram atrás de mensagens e textos sobre temas sensíveis, como racismo, posicionamento político e homofobia. Foram i dentificadas 393.284 menções, sendo 84% delas com abordagem negativa, de exposição do preconceito e da discriminação. Aquele brasileiro cordial não usa a internet no Brasil diz Thiago Tavares, presidente da ONG SaferNet Brasil. O que a ge nte tem visto nas redes sociais é o acirramento do discurso de ódio, de intolerância às diferenças.
Como resultado do panorama político gerado a partir das eleições de 2014, “coxinhas” e “petralhas” realizam intenso debate nas redes, na maioria das ve zes com xingamentos e discursos rasos, que incentivam o ódio e a divisão. Do total de mensagens analisadas, 219.272 tinham cunho político, sendo que 97,4% delas abordavam aspectos negativos. A segregação virtual foi materializada no muro erguido no gramado do Congresso Nacional para separar manifestantes contra e a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff.
O segundo tema com maior número de mensagens foi o ódio às mulheres. Muitos internautas parecem não entender que lugar de mulher é onde ela quiser, e a misoginia se alastra pelas redes. Assédio, pornografia de vingança, incitação ao estupro e outras violências são, por vezes, travestidos de “piadas” que são curtidas e compartilhadas, reforçando no ambiente virtual o machismo presente na sociedade. Ao todo, foram coletadas 49.544 citações que abordavam as desigualdades de gênero, sendo 88% delas com viés intolerante.
Pessoas com algum tipo de deficiência, que lutam no dia a dia por seus direitos, também são achincalhadas nas redes sociais. O levantamento captou 40.801 mensagens sobre o tema, sendo 93,4% com abordagem negativa. Termos como “leproso” e “retardado mental” e o uso da deficiência para “justificar” direitos são usados nessas citações. [...]
– Ao contrário do que muita gente acha, o Brasil é intolerante. A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no país; a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada – ressalta Bob Vieira, diretor executivo da agência Nova/sb. – As redes sociais fazem nada mais que amplificar esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.
Vieira destaca que o levantamento captou dois tipos de intolerância. O visível, em que o agressor vai direto ao ponto; e o invisível, mais sutil, que se esconde em comentários que podem passar despercebidos, pois abordam discursos que já foram incorporados pela sociedade, mas não pelas vítimas. – É quando a professora fala para a aluna alisar o cabelo para ficar bonita ou o crítico trata o Bolsa-Família como esmola – diz Vieira. [...]
Mais que constatar a existência do preconceito nas redes sociais, o estudo quer debater a tênue linha que separa o discurso de ódio do direito à liberdade de expressão. Paula Martins, diretora executiva da ONG Artigo 19, acredita que o combate à intolerância deve acontecer pelo fomento à tolerância e à pluralidade, não por medidas restritivas. – O direito à liberdade de expressão não é absoluto. Legislações tratam o discurso de ódio explicitamente como um limitador da liberdade de expressão – avalia. – Mas cada caso deve ser tratado de forma individualizada. [...]
Disponível em: https://oglobo.globo.com/sociedade/brasil-cultiva-discurso-de-odio-nas-redes-sociais-mostra-pesquisa-19841017. Acesso em: 07/09/2018. Adaptado.
“O brasileiro é cordial e hospitaleiro”. No que se refere a essa visão, difundida por alguns sociólogos, os dados apresentados no Texto 1:
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TEXTO 1
Brasil cultiva discurso de ódio nas redes sociais, mostra pesquisa
Na Sociologia e na Literatura, o brasileiro foi por vezes tratado como cordial e hospitaleiro, mas não é isso o que ac ontece nas redes sociais: a democracia racial apregoada por Gilberto Freyre passa ao largo do que acontece diariamente nas comunidades virtuais do país. Levantamento inédito realizado pelo projeto Comunica que Muda , iniciativa da agência Nova/sb, mostra em números a intolerância do internauta tupiniquim.
Entre abril e junho, um algoritmo vasculhou plataformas como Facebook, Twitter e Instagram atrás de mensagens e textos sobre temas sensíveis, como racismo, posicionamento político e homofobia. Foram i dentificadas 393.284 menções, sendo 84% delas com abordagem negativa, de exposição do preconceito e da discriminação. Aquele brasileiro cordial não usa a internet no Brasil diz Thiago Tavares, presidente da ONG SaferNet Brasil. O que a ge nte tem visto nas redes sociais é o acirramento do discurso de ódio, de intolerância às diferenças.
Como resultado do panorama político gerado a partir das eleições de 2014, “coxinhas” e “petralhas” realizam intenso debate nas redes, na maioria das ve zes com xingamentos e discursos rasos, que incentivam o ódio e a divisão. Do total de mensagens analisadas, 219.272 tinham cunho político, sendo que 97,4% delas abordavam aspectos negativos. A segregação virtual foi materializada no muro erguido no gramado do Congresso Nacional para separar manifestantes contra e a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff.
O segundo tema com maior número de mensagens foi o ódio às mulheres. Muitos internautas parecem não entender que lugar de mulher é onde ela quiser, e a misoginia se alastra pelas redes. Assédio, pornografia de vingança, incitação ao estupro e outras violências são, por vezes, travestidos de “piadas” que são curtidas e compartilhadas, reforçando no ambiente virtual o machismo presente na sociedade. Ao todo, foram coletadas 49.544 citações que abordavam as desigualdades de gênero, sendo 88% delas com viés intolerante.
Pessoas com algum tipo de deficiência, que lutam no dia a dia por seus direitos, também são achincalhadas nas redes sociais. O levantamento captou 40.801 mensagens sobre o tema, sendo 93,4% com abordagem negativa. Termos como “leproso” e “retardado mental” e o uso da deficiência para “justificar” direitos são usados nessas citações. [...]
– Ao contrário do que muita gente acha, o Brasil é intolerante. A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no país; a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada – ressalta Bob Vieira, diretor executivo da agência Nova/sb. – As redes sociais fazem nada mais que amplificar esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.
Vieira destaca que o levantamento captou dois tipos de intolerância. O visível, em que o agressor vai direto ao ponto; e o invisível, mais sutil, que se esconde em comentários que podem passar despercebidos, pois abordam discursos que já foram incorporados pela sociedade, mas não pelas vítimas. – É quando a professora fala para a aluna alisar o cabelo para ficar bonita ou o crítico trata o Bolsa-Família como esmola – diz Vieira. [...]
Mais que constatar a existência do preconceito nas redes sociais, o estudo quer debater a tênue linha que separa o discurso de ódio do direito à liberdade de expressão. Paula Martins, diretora executiva da ONG Artigo 19, acredita que o combate à intolerância deve acontecer pelo fomento à tolerância e à pluralidade, não por medidas restritivas. – O direito à liberdade de expressão não é absoluto. Legislações tratam o discurso de ódio explicitamente como um limitador da liberdade de expressão – avalia. – Mas cada caso deve ser tratado de forma individualizada. [...]
Disponível em: https://oglobo.globo.com/sociedade/brasil-cultiva-discurso-de-odio-nas-redes-sociais-mostra-pesquisa-19841017. Acesso em: 07/09/2018. Adaptado.
Assinale a alternativa na qual o termo destacado e o termo apresentado entre parênteses têm equivalência semântica.
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Sobre o Sistema Digestório, assinale a alternativa INCORRETA.
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Na Base Nacional Comum Curricular (2017), o currículo de Ciências foi organizado em três unidades temáticas, que se repetem ao longo de todo o Ensino Fundamental: Matéria e Energia, Vida e Evolução e Terra e Universo. Sobre isso, todas as alternativas abaixo estão corretas, EXCETO:
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
O papel e a atuação do professor não são os mesm os do passado antes ele acreditava que detinha todo o conhecimento a ser repassado ao aluno e que a sala de aula era o único local de atuação, considerando se o dono desse espaço. Com base n a promulgação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional LDBEN nº 9394/96, em seu Art. 13, sobre as proposições que os docentes passaram a ter desde então, analis e os itens abaixo:
I. Participar integralmente da organização da matrícula e dos documentos dos alunos das turmas nas quais vai trabalhar.
II. Elaborar e cumprir plano de trabalho, segundo a proposta pedagógica da instituição onde trabalha.
III. Zelar pela aprendizagem dos alunos e estabelecer estratégias de recuperação para os alunos de menor rendimento.
IV. Participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino onde atua.
V. Colaborar n as atividades de articulação da escola com as famílias e a comunidade.
Estão CORRETOS, apenas,
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Sobre as inter-relações entre oralidade e escrita no componente curricular língua portuguesa, assinale a alternativa INCORRETA.
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Para facilitar o processo de ensino e aprendizagem em Arte e a integração das linguagens do componente curricular, foram propostas pela Base Nacional Comum Curricular (2017) algumas dimensões, como
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Leia o texto a seguir:
A alfabetização concede a prática __________________ à característica de constituir-se como um trabalho de ensino-aprendizagem que valoriza o ________________________, a aprendizagem das convenções ortográficas, a inserção do sujeito que aprende e também ensina em práticas da leitura e da escrita em diferentes contextos socioculturais. Logo, os espaços em que se consolidam as práticas alfabetizadoras são espaços de múltiplas e diversificadas relações entre a criança e os objetos __________________________.
Assinale a alternativa cujos termos preenchem, CORRETA e respectivamente, as lacunas.
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