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De acordo com a Portaria n. 104, de 25 de janeiro de 2011, a Lista de Notificação Compulsória contempla doenças, agravos e eventos de importância para a saúde pública de abrangência nacional em toda a rede de saúde pública e privada. Fazem parte dessa lista:
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Leia o caso clínico a seguir.
Na semana passada, a menina F., de nove anos, teve que sair mais cedo da escola porque ficou doente, apresentando vômitos, dor abdominal e dor de cabeça, logo depois de comer o lanche servido pela escola durante o recreio. Quando F. melhorou e voltou às aulas, ficou sabendo que muitos de seus coleguinhas também ficaram doentes com os mesmos sintomas.
Esse evento, ocorrido na escola de F., é considerado
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No artigo 198 da Constituição Federal de 1988, as ações e serviços públicos de saúde se conformam em uma rede regionalizada e hierarquizada e constituem um sistema único, regido pelas seguintes diretrizes:
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De acordo com a Lei n. 8.142, de 28 de dezembro de 1990, o Conselho de Saúde, de caráter permanente e deliberativo, é composto de representantes do governo, prestadores de serviço, profissionais de saúde e usuários, na seguinte proporção:
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Leia o Texto 2 para responder às questões de 06 a 09.
Texto 2
1 Com três voltas, destranco a fechadura de quatro faces. Destravo o pino superior de correntinha e o inferior de tramela metálica. Abro a porta e brado com os cães, para não me sujarem. Sigo pelo corredor com a pasta usual do trabalho, sem me atentar para o sol matutino. Paro no primeiro portão procurando a chave do outro, separada. Passo pelo segundo portão, este de ferro, caminhando até a garagem. Desligo o alarme sonoro do carro, depois destranco a porta. Abro o capô e reponho o cabo da bobina. Entro no carro para retirar as travas, primeiro a do câmbio depois a do volante. A chave da ignição por si mesma anula a trava do volante que vem de fábrica. Puxo o afogador e dou partida para esquentar o motor, enquanto desço para abrir o portão da garagem. Trava dupla na vertical, cadeado do meio e a corrente de meia polegada... pronto! Entro no carro, engreno a ré, saio devagar levantando os vidros e travando a porta. Deixo à minha esposa a tarefa de retrancar tudo.
2 No engarrafamento provocado pelo semáforo, vejo, pelo retrovisor externo, alguns garotos de rua se aproximarem. Checo as travas da porta, ok. Um deles olha para mim, através do vidro. Mostra-me um bilhetinho. Balanço a cabeça em sinal negativo. Segue. O tráfego não demora. Agora vem um homem, com alguma coisa na mão sob um jornal. Não. São dois homens. O carro à minha frente começa a se deslocar lentamente. Acelero o meu, fazendo escândalo. Sobe o RPM no painel. Saio tão lentamente quanto o carro da frente. Logo para de novo. Maldito trânsito. Não tem guardas. Meia hora depois avisto o prédio do escritório.
3 Na entrada da garagem do prédio o segurança confere minha credencial de estacionamento. “Pode seguir,” me diz. Estaciono na minha vaga e fecho o carro, confiando no seguro do “Park way”. Entro no elevador e me dou com o décimo terceiro andar. Toco a campainha eletrônica e a secretária pergunta quem é. “Sou eu”, respondo. Um sibilo metálico destrava a porta de vidro e outro a de madeira. Eu entro, falo um bom-dia mecânico, destranco minha sala, sento-me e respiro. “Ufa! Cheguei.”
4 Deschaveio minhas gavetas. “Não acredito! Esqueci a senha do meu programa em casa.”
CASTRO, Cláudio de. O pão de cada dia. Goiânia: Grupo Educart, 2012. p. 79-80.
A palavra “deschaveio”, no último parágrafo do texto, é um uso incomum para significar “abrir gaveta”, embora apresente um processo produtivo de formação de palavras da língua portuguesa. Nesse caso, trata-se de
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Leia o Texto 2 para responder às questões de 06 a 09.
Texto 2
1 Com três voltas, destranco a fechadura de quatro faces. Destravo o pino superior de correntinha e o inferior de tramela metálica. Abro a porta e brado com os cães, para não me sujarem. Sigo pelo corredor com a pasta usual do trabalho, sem me atentar para o sol matutino. Paro no primeiro portão procurando a chave do outro, separada. Passo pelo segundo portão, este de ferro, caminhando até a garagem. Desligo o alarme sonoro do carro, depois destranco a porta. Abro o capô e reponho o cabo da bobina. Entro no carro para retirar as travas, primeiro a do câmbio depois a do volante. A chave da ignição por si mesma anula a trava do volante que vem de fábrica. Puxo o afogador e dou partida para esquentar o motor, enquanto desço para abrir o portão da garagem. Trava dupla na vertical, cadeado do meio e a corrente de meia polegada... pronto! Entro no carro, engreno a ré, saio devagar levantando os vidros e travando a porta. Deixo à minha esposa a tarefa de retrancar tudo.
2 No engarrafamento provocado pelo semáforo, vejo, pelo retrovisor externo, alguns garotos de rua se aproximarem. Checo as travas da porta, ok. Um deles olha para mim, através do vidro. Mostra-me um bilhetinho. Balanço a cabeça em sinal negativo. Segue. O tráfego não demora. Agora vem um homem, com alguma coisa na mão sob um jornal. Não. São dois homens. O carro à minha frente começa a se deslocar lentamente. Acelero o meu, fazendo escândalo. Sobe o RPM no painel. Saio tão lentamente quanto o carro da frente. Logo para de novo. Maldito trânsito. Não tem guardas. Meia hora depois avisto o prédio do escritório.
3 Na entrada da garagem do prédio o segurança confere minha credencial de estacionamento. “Pode seguir,” me diz. Estaciono na minha vaga e fecho o carro, confiando no seguro do “Park way”. Entro no elevador e me dou com o décimo terceiro andar. Toco a campainha eletrônica e a secretária pergunta quem é. “Sou eu”, respondo. Um sibilo metálico destrava a porta de vidro e outro a de madeira. Eu entro, falo um bom-dia mecânico, destranco minha sala, sento-me e respiro. “Ufa! Cheguei.”
4 Deschaveio minhas gavetas. “Não acredito! Esqueci a senha do meu programa em casa.”
CASTRO, Cláudio de. O pão de cada dia. Goiânia: Grupo Educart, 2012. p. 79-80.
Ao longo do texto, a palavra “trava” adquire duplo sentido. Esses sentidos estão relacionados aos travamentos que indicam, ao mesmo tempo,
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Leia o Texto 2 para responder às questões de 06 a 09.
Texto 2
1 Com três voltas, destranco a fechadura de quatro faces. Destravo o pino superior de correntinha e o inferior de tramela metálica. Abro a porta e brado com os cães, para não me sujarem. Sigo pelo corredor com a pasta usual do trabalho, sem me atentar para o sol matutino. Paro no primeiro portão procurando a chave do outro, separada. Passo pelo segundo portão, este de ferro, caminhando até a garagem. Desligo o alarme sonoro do carro, depois destranco a porta. Abro o capô e reponho o cabo da bobina. Entro no carro para retirar as travas, primeiro a do câmbio depois a do volante. A chave da ignição por si mesma anula a trava do volante que vem de fábrica. Puxo o afogador e dou partida para esquentar o motor, enquanto desço para abrir o portão da garagem. Trava dupla na vertical, cadeado do meio e a corrente de meia polegada... pronto! Entro no carro, engreno a ré, saio devagar levantando os vidros e travando a porta. Deixo à minha esposa a tarefa de retrancar tudo.
2 No engarrafamento provocado pelo semáforo, vejo, pelo retrovisor externo, alguns garotos de rua se aproximarem. Checo as travas da porta, ok. Um deles olha para mim, através do vidro. Mostra-me um bilhetinho. Balanço a cabeça em sinal negativo. Segue. O tráfego não demora. Agora vem um homem, com alguma coisa na mão sob um jornal. Não. São dois homens. O carro à minha frente começa a se deslocar lentamente. Acelero o meu, fazendo escândalo. Sobe o RPM no painel. Saio tão lentamente quanto o carro da frente. Logo para de novo. Maldito trânsito. Não tem guardas. Meia hora depois avisto o prédio do escritório.
3 Na entrada da garagem do prédio o segurança confere minha credencial de estacionamento. “Pode seguir,” me diz. Estaciono na minha vaga e fecho o carro, confiando no seguro do “Park way”. Entro no elevador e me dou com o décimo terceiro andar. Toco a campainha eletrônica e a secretária pergunta quem é. “Sou eu”, respondo. Um sibilo metálico destrava a porta de vidro e outro a de madeira. Eu entro, falo um bom-dia mecânico, destranco minha sala, sento-me e respiro. “Ufa! Cheguei.”
4 Deschaveio minhas gavetas. “Não acredito! Esqueci a senha do meu programa em casa.”
CASTRO, Cláudio de. O pão de cada dia. Goiânia: Grupo Educart, 2012. p. 79-80.
A progressão do Texto 2 é garantida pelo emprego reiterado de
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Leia o Texto 2 para responder às questões de 06 a 09.
Texto 2
1 Com três voltas, destranco a fechadura de quatro faces. Destravo o pino superior de correntinha e o inferior de tramela metálica. Abro a porta e brado com os cães, para não me sujarem. Sigo pelo corredor com a pasta usual do trabalho, sem me atentar para o sol matutino. Paro no primeiro portão procurando a chave do outro, separada. Passo pelo segundo portão, este de ferro, caminhando até a garagem. Desligo o alarme sonoro do carro, depois destranco a porta. Abro o capô e reponho o cabo da bobina. Entro no carro para retirar as travas, primeiro a do câmbio depois a do volante. A chave da ignição por si mesma anula a trava do volante que vem de fábrica. Puxo o afogador e dou partida para esquentar o motor, enquanto desço para abrir o portão da garagem. Trava dupla na vertical, cadeado do meio e a corrente de meia polegada... pronto! Entro no carro, engreno a ré, saio devagar levantando os vidros e travando a porta. Deixo à minha esposa a tarefa de retrancar tudo.
2 No engarrafamento provocado pelo semáforo, vejo, pelo retrovisor externo, alguns garotos de rua se aproximarem. Checo as travas da porta, ok. Um deles olha para mim, através do vidro. Mostra-me um bilhetinho. Balanço a cabeça em sinal negativo. Segue. O tráfego não demora. Agora vem um homem, com alguma coisa na mão sob um jornal. Não. São dois homens. O carro à minha frente começa a se deslocar lentamente. Acelero o meu, fazendo escândalo. Sobe o RPM no painel. Saio tão lentamente quanto o carro da frente. Logo para de novo. Maldito trânsito. Não tem guardas. Meia hora depois avisto o prédio do escritório.
3 Na entrada da garagem do prédio o segurança confere minha credencial de estacionamento. “Pode seguir,” me diz. Estaciono na minha vaga e fecho o carro, confiando no seguro do “Park way”. Entro no elevador e me dou com o décimo terceiro andar. Toco a campainha eletrônica e a secretária pergunta quem é. “Sou eu”, respondo. Um sibilo metálico destrava a porta de vidro e outro a de madeira. Eu entro, falo um bom-dia mecânico, destranco minha sala, sento-me e respiro. “Ufa! Cheguei.”
4 Deschaveio minhas gavetas. “Não acredito! Esqueci a senha do meu programa em casa.”
CASTRO, Cláudio de. O pão de cada dia. Goiânia: Grupo Educart, 2012. p. 79-80.
O tema central do Texto 2 é a
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O Programa Nacional de Imunização organiza toda a política nacional de vacinação para a população brasileira. Esse programa tem como missão o controle, a erradicação e a eliminação de doenças imunopreveníveis. A gestão de suas ações é compartilhada pela União, estados, Distrito Federal e municípios, sendo responsabilidade da esfera federal
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Releia o Texto 2 e leia o Texto 3 a seguir para responder à questão.
O tema secundário do Texto 2 é a condição do trânsito nas grandes cidades. Nesse sentido, o recurso linguístico e a função considerados na composição do Texto 3 são, respectivamente:
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