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“Educação Brasileira: Cara e falha?
É inegável o avanço no acesso da população à educação nas últimas duas décadas: a média de anos de estudos aumentou em 55% nos últimos 20 anos e pesquisas recentes mostram que 93% das crianças entre 6 e
14 anos estão matriculadas no ensino fundamental. Todavia, quando a questão é qualidade do ensino, o Brasil
continua, ano após ano, amargando as últimas colocações em rankings internacionais como o PISA, onde ranqueia 59.º em leitura, 73.º em matemática e 67.º em ciências humanas dentro dos 79 países analisados.
No tocante ao orçamento, dados do Banco Mundial de 2010 demonstram que as despesas com educação no
Brasil representam 21% do PIB per capita, muito similar a média da OCDE de 22%, semelhança essa que se
mantém até os dias atuais. Chame de investimento; chame de gasto, a verdade é que a quantidade de dinheiro que se coloca na educação brasileira é proporcionalmente semelhante à de países desenvolvidos. Assim,
se há evidências que a área da educação não sofre subfinanciamento orçamentário, qual é o real impacto do
aumento ou diminuição da alocação orçamentária na qualidade da educação pública? Será que existe algum
fator que contribui mais significativamente para a melhora no ensino público brasileiro do que o financiamento?
Um estudo da FGV/IBRE, publicado por Joana Monteiro, busca responder essa questão. Nele foram analisados a qualidade dos serviços educacionais de municípios produtores e não produtores de petróleo: graças aos
royalties, as cidades petrolíferas gastam consideravelmente mais do que as não petrolíferas. Após analisar o
censo escolar de 239 dos 256 municípios localizados na costa brasileira, nenhum dentre os quatro indicadores
estudados indicaram associação entre maiores despesas e melhores rendimentos. As notas dos alunos na Avaliação Nacional do Rendimento Escolar confirmam essa ausência de associação: “gastos extras em educação
gerados pelos recursos de royalties dos municípios produtores da costa não causaram nenhuma melhora nas
notas gerais”.
A ausência de melhora no desempenho escolar pode ser explicada por alguns pontos. O principal é o mal gerenciamento dos recursos direcionados ao financiamento da educação. Muitas perdas acabam ocorrendo por
corrupção na alocação de recursos, que ainda persiste como um problema no Brasil, ou até mesmo por conta
do método de reajuste e aumento salarial de funcionários da área. Um estudo da University College London
demonstrou que quando aumentos salariais de docentes não estão diretamente relacionados a uma melhora
no desempenho dos professores, situação frequentemente observada no Brasil, eles falham em melhorar a
qualidade do ensino como um todo. A melhor forma, portanto, de causar um impacto na educação é com uma
melhor gestão escolar."
(Texto adaptado: Gustavo Arienzo. Disponível em: https://jpfgv.com.br/artigo-de-opiniao-educacao-brasileira-cara-e-falha/).
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(Disponível em: https://aquitemplacas.com.br/produtosDetalhes.php?p=nao-esqueca-de-lavar-as-maos)
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“Saúde e higiene das mãos
Educadores e educadoras têm um papel fundamental ao garantir que seus alunos e alunas compreendam os cuidados que devem tomar para se proteger e proteger os outros contra a Covid-19, e é importante que você dê o exemplo em sala de aula.
Lavar as mãos é uma das formas mais fáceis, econômicas e eficazes de combater a propagação de germes e de manter estudantes e funcionários saudáveis.
Ensine as cinco etapas para lavar as mãos
1. Molhar as mãos com água limpa corrente.
2. Aplicar sabão suficiente para cobrir as mãos molhadas.
3. Esfregar todas as superfícies das mãos – incluindo as costas das mãos, entre os dedos e sob as unhas – por pelo menos 20 segundos. Você pode incentivar estudantes a que cantem uma música rápida nesse momento para tornar a lavagem das mãos um hábito divertido.
4. Enxaguar abundantemente com água corrente.
5. Secar as mãos com um pano limpo ou toalha descartável.
Se houver acesso limitado a pias, água corrente ou sabonete na escola, use um desinfetante para as mãos que contenha pelo menos 70% de álcool.”
(Disponível em: https://www.unicef.org/brazil/precaucoes-na-sala-de-aula-durante-pandemia-de-covid-19)
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“Saúde e higiene das mãos
Educadores e educadoras têm um papel fundamental ao garantir que seus alunos e alunas compreendam os cuidados que devem tomar para se proteger e proteger os outros contra a Covid-19, e é importante que você dê o exemplo em sala de aula.
Lavar as mãos é uma das formas mais fáceis, econômicas e eficazes de combater a propagação de germes e de manter estudantes e funcionários saudáveis.
Ensine as cinco etapas para lavar as mãos
1. Molhar as mãos com água limpa corrente.
2. Aplicar sabão suficiente para cobrir as mãos molhadas.
3. Esfregar todas as superfícies das mãos – incluindo as costas das mãos, entre os dedos e sob as unhas – por pelo menos 20 segundos. Você pode incentivar estudantes a que cantem uma música rápida nesse momento para tornar a lavagem das mãos um hábito divertido.
4. Enxaguar abundantemente com água corrente.
5. Secar as mãos com um pano limpo ou toalha descartável.
Se houver acesso limitado a pias, água corrente ou sabonete na escola, use um desinfetante para as mãos que contenha pelo menos 70% de álcool.”
(Disponível em: https://www.unicef.org/brazil/precaucoes-na-sala-de-aula-durante-pandemia-de-covid-19)
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“Saúde e higiene das mãos
Educadores e educadoras têm um papel fundamental ao garantir que seus alunos e alunas compreendam os cuidados que devem tomar para se proteger e proteger os outros contra a Covid-19, e é importante que você dê o exemplo em sala de aula.
Lavar as mãos é uma das formas mais fáceis, econômicas e eficazes de combater a propagação de germes e de manter estudantes e funcionários saudáveis.
Ensine as cinco etapas para lavar as mãos
1. Molhar as mãos com água limpa corrente.
2. Aplicar sabão suficiente para cobrir as mãos molhadas.
3. Esfregar todas as superfícies das mãos – incluindo as costas das mãos, entre os dedos e sob as unhas – por pelo menos 20 segundos. Você pode incentivar estudantes a que cantem uma música rápida nesse momento para tornar a lavagem das mãos um hábito divertido.
4. Enxaguar abundantemente com água corrente.
5. Secar as mãos com um pano limpo ou toalha descartável.
Se houver acesso limitado a pias, água corrente ou sabonete na escola, use um desinfetante para as mãos que contenha pelo menos 70% de álcool.”
(Disponível em: https://www.unicef.org/brazil/precaucoes-na-sala-de-aula-durante-pandemia-de-covid-19)
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Educadores e educadoras têm um papel fundamental ao garantir que seus alunos e alunas compreendam os cuidados que devem tomar para se proteger e proteger os outros contra a Covid-19, e é importante que você dê o exemplo em sala de aula.
Lavar as mãos é uma das formas mais fáceis, econômicas e eficazes de combater a propagação de germes e de manter estudantes e funcionários saudáveis.
Ensine as cinco etapas para lavar as mãos
1. Molhar as mãos com água limpa corrente.
2. Aplicar sabão suficiente para cobrir as mãos molhadas.
3. Esfregar todas as superfícies das mãos – incluindo as costas das mãos, entre os dedos e sob as unhas – por pelo menos 20 segundos. Você pode incentivar estudantes a que cantem uma música rápida nesse momento para tornar a lavagem das mãos um hábito divertido.
4. Enxaguar abundantemente com água corrente.
5. Secar as mãos com um pano limpo ou toalha descartável.
Se houver acesso limitado a pias, água corrente ou sabonete na escola, use um desinfetante para as mãos que contenha pelo menos 70% de álcool.”
(Disponível em: https://www.unicef.org/brazil/precaucoes-na-sala-de-aula-durante-pandemia-de-covid-19)
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Educadores e educadoras têm um papel fundamental ao garantir que seus alunos e alunas compreendam os cuidados que devem tomar para se proteger e proteger os outros contra a Covid-19, e é importante que você dê o exemplo em sala de aula.
Lavar as mãos é uma das formas mais fáceis, econômicas e eficazes de combater a propagação de germes e de manter estudantes e funcionários saudáveis.
Ensine as cinco etapas para lavar as mãos
1. Molhar as mãos com água limpa corrente.
2. Aplicar sabão suficiente para cobrir as mãos molhadas.
3. Esfregar todas as superfícies das mãos – incluindo as costas das mãos, entre os dedos e sob as unhas – por pelo menos 20 segundos. Você pode incentivar estudantes a que cantem uma música rápida nesse momento para tornar a lavagem das mãos um hábito divertido.
4. Enxaguar abundantemente com água corrente.
5. Secar as mãos com um pano limpo ou toalha descartável.
Se houver acesso limitado a pias, água corrente ou sabonete na escola, use um desinfetante para as mãos que contenha pelo menos 70% de álcool.”
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“OMS declara fim da Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional referente à COVID-19
Brasília, 5 de maio de 2023
A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou nesta sexta-feira (5/05), em Genebra, na Suíça,
o fim da Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII) referente à COVID-19.
A decisão foi tomada pelo diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, após receber a
recomendação do Comitê de Emergência encarregado de analisar periodicamente o cenário da doença.
Durante a 15ª sessão deliberativa do Comitê, na quarta-feira (4/05), seus membros
destacaram a tendência de queda nas mortes por COVID-19, o declínio nas hospitalizações
e internações em unidades de terapia intensiva relacionadas à doença, bem como os altos
níveis de imunidade da população ao SARS-CoV-2, coronavírus causador dessa enfermidade.
O fim da Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional não significa que a COVID-19
tenha deixado de ser uma ameaça à saúde. A propagação mundial da doença continua caracterizada
como uma pandemia, tendo tirado uma vida a cada três minutos apenas na semana passada. “O que
essa notícia significa é que está na hora de os países fazerem a transição do modo de emergência para
o de manejo da COVID-19 juntamente com outras doenças infecciosas”, destacou Tedros Adhanom.
Jarbas Barbosa, diretor da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), saudou a decisão
do diretor-geral da OMS de aceitar a recomendação do Comitê de Emergência. “Não devemos
baixar a guarda, precisamos continuar vacinando os grupos vulneráveis e fortalecendo a vigilância.
Também é hora de nos concentrarmos em nos preparar melhor para futuras emergências
e reconstruir melhor para um futuro mais saudável e sustentável”, destacou Barbosa”.
(Disponível em: https://www.paho.org/pt/noticias/5-5-2023-oms-declara-fim-da-emergencia-saude-publica-importancia-internacional-referente).
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“OMS declara fim da Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional referente à COVID-19
Brasília, 5 de maio de 2023
A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou nesta sexta-feira (5/05), em Genebra, na Suíça,
o fim da Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII) referente à COVID-19.
A decisão foi tomada pelo diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, após receber a
recomendação do Comitê de Emergência encarregado de analisar periodicamente o cenário da doença.
Durante a 15ª sessão deliberativa do Comitê, na quarta-feira (4/05), seus membros
destacaram a tendência de queda nas mortes por COVID-19, o declínio nas hospitalizações
e internações em unidades de terapia intensiva relacionadas à doença, bem como os altos
níveis de imunidade da população ao SARS-CoV-2, coronavírus causador dessa enfermidade.
O fim da Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional não significa que a COVID-19
tenha deixado de ser uma ameaça à saúde. A propagação mundial da doença continua caracterizada
como uma pandemia, tendo tirado uma vida a cada três minutos apenas na semana passada. “O que
essa notícia significa é que está na hora de os países fazerem a transição do modo de emergência para
o de manejo da COVID-19 juntamente com outras doenças infecciosas”, destacou Tedros Adhanom.
Jarbas Barbosa, diretor da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), saudou a decisão
do diretor-geral da OMS de aceitar a recomendação do Comitê de Emergência. “Não devemos
baixar a guarda, precisamos continuar vacinando os grupos vulneráveis e fortalecendo a vigilância.
Também é hora de nos concentrarmos em nos preparar melhor para futuras emergências
e reconstruir melhor para um futuro mais saudável e sustentável”, destacou Barbosa”.
(Disponível em: https://www.paho.org/pt/noticias/5-5-2023-oms-declara-fim-da-emergencia-saude-publica-importancia-internacional-referente).
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