Foram encontradas 40 questões.
Em um conjunto administrativo, havia inicialmente 480 processos, dos quais 62,5% estavam
concluídos. Após a retirada de parte dos processos pendentes, os concluídos passaram a representar
75% do total restante. Considerando que apenas processos pendentes foram retirados, determine
quantos processos foram retirados ao todo.
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Uma instituição distribuirá 252 marcadores azuis e 396 marcadores vermelhos entre um grupo de
servidores. Cada servidor contemplado deve receber a mesma quantidade de marcadores azuis e a
mesma quantidade de marcadores vermelhos que os demais, de modo que não haja sobra de nenhum
marcador. O número máximo de servidores que podem ser contemplados nessas condições é:
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A soma das idades de um professor e de seu aluno é igual a 91 anos. Sabe-se que a idade do aluno
corresponde a 30% da idade do professor. Considerando essas informações e a relação proporcional
entre as idades, determine a diferença, em anos, entre a idade do professor e a do aluno.
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4199049
Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Campina Grande Sul-PR
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Campina Grande Sul-PR
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Uma empresa organizou três manuais técnicos para setores diferentes. O manual A terá 72 páginas, o
manual B terá 64 páginas e o manual C terá 58 páginas. Ao comparar os conteúdos, verificou-se que A
e B possuem 18 páginas em comum, A e C possuem 12 páginas em comum e B e C possuem 10 páginas
em comum. Sabe-se que exatamente 6 páginas são comuns aos três manuais simultaneamente. Para
que cada página com conteúdo distinto seja contabilizada apenas uma vez, o total de páginas diferentes
necessárias para compor os três manuais é:
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Em um dia de operação em uma empresa de logística, a razão entre o número de entregas feitas por
motocicletas (M) e o número de entregas feitas por vans (V), nessa ordem, foi de 5/13. Sabendo que,
nesse dia, foram realizadas 324 entregas no total considerando apenas esses dois meios de transporte, a
diferença entre o número de entregas feitas por vans e o número de entregas feitas por motocicletas foi
de:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
OMS aprova primeiro tratamento de malária para recém-nascidos
-
Assim como a grande maioria das enfermidades transmitidas por mosquitos, a malária é uma doença
tropical negligenciada. Por isso, só agora o primeiro tratamento destinado a recém-nascidos e bebês
pequenos (pesando entre dois e cinco quilos) foi pré-qualificado pela Organização Mundial da Saúde
(OMS).
Essa é a principal novidade da instituição alusiva ao Dia Internacional da Malária – que ocorreu em 25
de abril. De acordo com um comunicado da OMS, a designação de pré-qualificação indica que o
medicamento atende a padrões internacionais de qualidade, segurança e eficácia. "A pré-qualificação
da OMS permitirá compras pelo setor público, contribuindo para fechar uma lacuna histórica de
tratamento para cerca de 30 milhões de bebês que nascem a cada ano em áreas endêmicas de malária
na África", diz a publicação.
Esse é um tratamento que une arteméter e lumefantrina. Atualmente, bebês com malária são
medicados com formulações destinadas a crianças mais velhas. Isso aumenta o risco de erros de
dosagem, efeitos colaterais e toxicidade.
"Durante séculos, a malária roubou filhos de seus pais, e saúde, recursos e esperança das
comunidades", diz Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS. "Mas hoje a história está
mudando. Novas vacinas, testes para diagnóstico, mosquiteiros de nova geração e medicamentos
eficazes, inclusive os adaptados para os mais jovens, estão ajudando a reverter esse quadro. Acabar
com a malária em nossa vida já não é um sonho — é uma possibilidade real, mas apenas com efetivo
compromisso político e financeiro. Agora nós podemos. Agora nós devemos", complementa.
[...]
Segundo o mais recente relatório da OMS sobre a malária, houve uma estimativa de 282 milhões de
casos e 610 mil mortes em 2024. Isso representa um aumento em relação ao ano anterior. Apesar de ser
facilmente tratável, uma pesquisa publicada em abril aponta que a malária pode afetar a cognição de
crianças até uma década após a infecção.
As duas vacinas desenvolvidas contra a malária são recentes, com a pioneira sendo aprovada pela
OMS em 2021. Camarões foi o primeiro país com uma campanha de vacinação, realizada em 2024
para bebês.
Transmitida pelo mosquito-prego (Anopheles), a doença é endêmica na Amazônia, mas os imunizantes
não estão disponíveis em nosso país. O principal motivo é o fato de que as vacinas disponíveis agem
sobre o parasita plasmodium falciparum e mais de 80% dos casos brasileiros são causados pelo
plasmodium vivax.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
OMS aprova primeiro tratamento de malária para recém-nascidos
-
Assim como a grande maioria das enfermidades transmitidas por mosquitos, a malária é uma doença
tropical negligenciada. Por isso, só agora o primeiro tratamento destinado a recém-nascidos e bebês
pequenos (pesando entre dois e cinco quilos) foi pré-qualificado pela Organização Mundial da Saúde
(OMS).
Essa é a principal novidade da instituição alusiva ao Dia Internacional da Malária – que ocorreu em 25
de abril. De acordo com um comunicado da OMS, a designação de pré-qualificação indica que o
medicamento atende a padrões internacionais de qualidade, segurança e eficácia. "A pré-qualificação
da OMS permitirá compras pelo setor público, contribuindo para fechar uma lacuna histórica de
tratamento para cerca de 30 milhões de bebês que nascem a cada ano em áreas endêmicas de malária
na África", diz a publicação.
Esse é um tratamento que une arteméter e lumefantrina. Atualmente, bebês com malária são
medicados com formulações destinadas a crianças mais velhas. Isso aumenta o risco de erros de
dosagem, efeitos colaterais e toxicidade.
"Durante séculos, a malária roubou filhos de seus pais, e saúde, recursos e esperança das
comunidades", diz Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS. "Mas hoje a história está
mudando. Novas vacinas, testes para diagnóstico, mosquiteiros de nova geração e medicamentos
eficazes, inclusive os adaptados para os mais jovens, estão ajudando a reverter esse quadro. Acabar
com a malária em nossa vida já não é um sonho — é uma possibilidade real, mas apenas com efetivo
compromisso político e financeiro. Agora nós podemos. Agora nós devemos", complementa.
[...]
Segundo o mais recente relatório da OMS sobre a malária, houve uma estimativa de 282 milhões de
casos e 610 mil mortes em 2024. Isso representa um aumento em relação ao ano anterior. Apesar de ser
facilmente tratável, uma pesquisa publicada em abril aponta que a malária pode afetar a cognição de
crianças até uma década após a infecção.
As duas vacinas desenvolvidas contra a malária são recentes, com a pioneira sendo aprovada pela
OMS em 2021. Camarões foi o primeiro país com uma campanha de vacinação, realizada em 2024
para bebês.
Transmitida pelo mosquito-prego (Anopheles), a doença é endêmica na Amazônia, mas os imunizantes
não estão disponíveis em nosso país. O principal motivo é o fato de que as vacinas disponíveis agem
sobre o parasita plasmodium falciparum e mais de 80% dos casos brasileiros são causados pelo
plasmodium vivax.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
OMS aprova primeiro tratamento de malária para recém-nascidos
-
Assim como a grande maioria das enfermidades transmitidas por mosquitos, a malária é uma doença
tropical negligenciada. Por isso, só agora o primeiro tratamento destinado a recém-nascidos e bebês
pequenos (pesando entre dois e cinco quilos) foi pré-qualificado pela Organização Mundial da Saúde
(OMS).
Essa é a principal novidade da instituição alusiva ao Dia Internacional da Malária – que ocorreu em 25
de abril. De acordo com um comunicado da OMS, a designação de pré-qualificação indica que o
medicamento atende a padrões internacionais de qualidade, segurança e eficácia. "A pré-qualificação
da OMS permitirá compras pelo setor público, contribuindo para fechar uma lacuna histórica de
tratamento para cerca de 30 milhões de bebês que nascem a cada ano em áreas endêmicas de malária
na África", diz a publicação.
Esse é um tratamento que une arteméter e lumefantrina. Atualmente, bebês com malária são
medicados com formulações destinadas a crianças mais velhas. Isso aumenta o risco de erros de
dosagem, efeitos colaterais e toxicidade.
"Durante séculos, a malária roubou filhos de seus pais, e saúde, recursos e esperança das
comunidades", diz Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS. "Mas hoje a história está
mudando. Novas vacinas, testes para diagnóstico, mosquiteiros de nova geração e medicamentos
eficazes, inclusive os adaptados para os mais jovens, estão ajudando a reverter esse quadro. Acabar
com a malária em nossa vida já não é um sonho — é uma possibilidade real, mas apenas com efetivo
compromisso político e financeiro. Agora nós podemos. Agora nós devemos", complementa.
[...]
Segundo o mais recente relatório da OMS sobre a malária, houve uma estimativa de 282 milhões de
casos e 610 mil mortes em 2024. Isso representa um aumento em relação ao ano anterior. Apesar de ser
facilmente tratável, uma pesquisa publicada em abril aponta que a malária pode afetar a cognição de
crianças até uma década após a infecção.
As duas vacinas desenvolvidas contra a malária são recentes, com a pioneira sendo aprovada pela
OMS em 2021. Camarões foi o primeiro país com uma campanha de vacinação, realizada em 2024
para bebês.
Transmitida pelo mosquito-prego (Anopheles), a doença é endêmica na Amazônia, mas os imunizantes
não estão disponíveis em nosso país. O principal motivo é o fato de que as vacinas disponíveis agem
sobre o parasita plasmodium falciparum e mais de 80% dos casos brasileiros são causados pelo
plasmodium vivax.
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- SintaxeConectivos
- MorfologiaPronomesPronomes Demonstrativos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
OMS aprova primeiro tratamento de malária para recém-nascidos
-
Assim como a grande maioria das enfermidades transmitidas por mosquitos, a malária é uma doença
tropical negligenciada. Por isso, só agora o primeiro tratamento destinado a recém-nascidos e bebês
pequenos (pesando entre dois e cinco quilos) foi pré-qualificado pela Organização Mundial da Saúde
(OMS).
Essa é a principal novidade da instituição alusiva ao Dia Internacional da Malária – que ocorreu em 25
de abril. De acordo com um comunicado da OMS, a designação de pré-qualificação indica que o
medicamento atende a padrões internacionais de qualidade, segurança e eficácia. "A pré-qualificação
da OMS permitirá compras pelo setor público, contribuindo para fechar uma lacuna histórica de
tratamento para cerca de 30 milhões de bebês que nascem a cada ano em áreas endêmicas de malária
na África", diz a publicação.
Esse é um tratamento que une arteméter e lumefantrina. Atualmente, bebês com malária são
medicados com formulações destinadas a crianças mais velhas. Isso aumenta o risco de erros de
dosagem, efeitos colaterais e toxicidade.
"Durante séculos, a malária roubou filhos de seus pais, e saúde, recursos e esperança das
comunidades", diz Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS. "Mas hoje a história está
mudando. Novas vacinas, testes para diagnóstico, mosquiteiros de nova geração e medicamentos
eficazes, inclusive os adaptados para os mais jovens, estão ajudando a reverter esse quadro. Acabar
com a malária em nossa vida já não é um sonho — é uma possibilidade real, mas apenas com efetivo
compromisso político e financeiro. Agora nós podemos. Agora nós devemos", complementa.
[...]
Segundo o mais recente relatório da OMS sobre a malária, houve uma estimativa de 282 milhões de
casos e 610 mil mortes em 2024. Isso representa um aumento em relação ao ano anterior. Apesar de ser
facilmente tratável, uma pesquisa publicada em abril aponta que a malária pode afetar a cognição de
crianças até uma década após a infecção.
As duas vacinas desenvolvidas contra a malária são recentes, com a pioneira sendo aprovada pela
OMS em 2021. Camarões foi o primeiro país com uma campanha de vacinação, realizada em 2024
para bebês.
Transmitida pelo mosquito-prego (Anopheles), a doença é endêmica na Amazônia, mas os imunizantes
não estão disponíveis em nosso país. O principal motivo é o fato de que as vacinas disponíveis agem
sobre o parasita plasmodium falciparum e mais de 80% dos casos brasileiros são causados pelo
plasmodium vivax.
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Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
OMS aprova primeiro tratamento de malária para recém-nascidos
-
Assim como a grande maioria das enfermidades transmitidas por mosquitos, a malária é uma doença
tropical negligenciada. Por isso, só agora o primeiro tratamento destinado a recém-nascidos e bebês
pequenos (pesando entre dois e cinco quilos) foi pré-qualificado pela Organização Mundial da Saúde
(OMS).
Essa é a principal novidade da instituição alusiva ao Dia Internacional da Malária – que ocorreu em 25
de abril. De acordo com um comunicado da OMS, a designação de pré-qualificação indica que o
medicamento atende a padrões internacionais de qualidade, segurança e eficácia. "A pré-qualificação
da OMS permitirá compras pelo setor público, contribuindo para fechar uma lacuna histórica de
tratamento para cerca de 30 milhões de bebês que nascem a cada ano em áreas endêmicas de malária
na África", diz a publicação.
Esse é um tratamento que une arteméter e lumefantrina. Atualmente, bebês com malária são
medicados com formulações destinadas a crianças mais velhas. Isso aumenta o risco de erros de
dosagem, efeitos colaterais e toxicidade.
"Durante séculos, a malária roubou filhos de seus pais, e saúde, recursos e esperança das
comunidades", diz Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS. "Mas hoje a história está
mudando. Novas vacinas, testes para diagnóstico, mosquiteiros de nova geração e medicamentos
eficazes, inclusive os adaptados para os mais jovens, estão ajudando a reverter esse quadro. Acabar
com a malária em nossa vida já não é um sonho — é uma possibilidade real, mas apenas com efetivo
compromisso político e financeiro. Agora nós podemos. Agora nós devemos", complementa.
[...]
Segundo o mais recente relatório da OMS sobre a malária, houve uma estimativa de 282 milhões de
casos e 610 mil mortes em 2024. Isso representa um aumento em relação ao ano anterior. Apesar de ser
facilmente tratável, uma pesquisa publicada em abril aponta que a malária pode afetar a cognição de
crianças até uma década após a infecção.
As duas vacinas desenvolvidas contra a malária são recentes, com a pioneira sendo aprovada pela
OMS em 2021. Camarões foi o primeiro país com uma campanha de vacinação, realizada em 2024
para bebês.
Transmitida pelo mosquito-prego (Anopheles), a doença é endêmica na Amazônia, mas os imunizantes
não estão disponíveis em nosso país. O principal motivo é o fato de que as vacinas disponíveis agem
sobre o parasita plasmodium falciparum e mais de 80% dos casos brasileiros são causados pelo
plasmodium vivax.
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