Foram encontradas 228 questões.

Esse texto é
Provas
A história do preconceito linguístico no Brasil remonta e coincide com a implantação da língua portuguesa em solo nacional, de forma cabal e definitiva, a partir de 1758, com a Lei do Diretório dos Índios. A partir dessa medida, Portugal expulsa os jesuítas do país, praticamente silencia a língua geral, ou tupi da Costa, a língua veicular de índios, brancos e negros até então, e impõe efetivamente o português. Nesse processo, há registros de lutas e chacinas, que não fazem parte das páginas da história oficial do país.
Essa trajetória de imposição linguística assume requintes igualmente cruéis no século XX, mais especificamente entre 1941 e 1945, durante o Estado Novo de Getúlio Vargas. Registram-se nesses anos, segundo Oliveira (2000), o fechamento de gráficas, a ocupação de escolas comunitárias, além de perseguições e torturas. O governo Vargas, em nome do purismo e da homogeneização linguística, empreende ferrenha perseguição aos usos das comunidades de imigração estrangeira, notadamente na região Sul do país. Assim, a população de origem europeia, sobretudo alemães, italianos e seus descendentes, estava proibida, por força de lei, de se expressar, em qualquer lugar, hora e condição, por outra língua que não fosse a portuguesa.
(OLIVEIRA, R. O. Preconceito linguístico, variação e o papel da universidade. Cadernos de Letras da UFF –
Dossiê: Preconceito linguístico e cânone literário, n. 36, p. 115-129, 1. sem. 2008. p. 116-117 – com alterações)
Segundo as regras de acentuação gráfica, todas as proparoxítonas devem ser acentuadas. Assinale a alternativa em que TODAS as palavras exemplificam essa regra.
Provas
A história do preconceito linguístico no Brasil remonta e coincide com a implantação da língua portuguesa em solo nacional, de forma cabal e definitiva, a partir de 1758, com a Lei do Diretório dos Índios. A partir dessa medida, Portugal expulsa os jesuítas do país, praticamente silencia a língua geral, ou tupi da Costa, a língua veicular de índios, brancos e negros até então, e impõe efetivamente o português. Nesse processo, há registros de lutas e chacinas, que não fazem parte das páginas da história oficial do país.
Essa trajetória de imposição linguística assume requintes igualmente cruéis no século XX, mais especificamente entre 1941 e 1945, durante o Estado Novo de Getúlio Vargas. Registram-se nesses anos, segundo Oliveira (2000), o fechamento de gráficas, a ocupação de escolas comunitárias, além de perseguições e torturas. O governo Vargas, em nome do purismo e da homogeneização linguística, empreende ferrenha perseguição aos usos das comunidades de imigração estrangeira, notadamente na região Sul do país. Assim, a população de origem europeia, sobretudo alemães, italianos e seus descendentes, estava proibida, por força de lei, de se expressar, em qualquer lugar, hora e condição, por outra língua que não fosse a portuguesa.
(OLIVEIRA, R. O. Preconceito linguístico, variação e o papel da universidade. Cadernos de Letras da UFF –
Dossiê: Preconceito linguístico e cânone literário, n. 36, p. 115-129, 1. sem. 2008. p. 116-117 – com alterações)
Assinale a alternativa que apresenta análise INCORRETA em relação à concordância verbal.
Provas
A história do preconceito linguístico no Brasil remonta e coincide com a implantação da língua portuguesa em solo nacional, de forma cabal e definitiva, a partir de 1758, com a Lei do Diretório dos Índios. A partir dessa medida, Portugal expulsa os jesuítas do país, praticamente silencia a língua geral, ou tupi da Costa, a língua veicular de índios, brancos e negros até então, e impõe efetivamente o português. Nesse processo, há registros de lutas e chacinas, que não fazem parte das páginas da história oficial do país.
Essa trajetória de imposição linguística assume requintes igualmente cruéis no século XX, mais especificamente entre 1941 e 1945, durante o Estado Novo de Getúlio Vargas. Registram-se nesses anos, segundo Oliveira (2000), o fechamento de gráficas, a ocupação de escolas comunitárias, além de perseguições e torturas. O governo Vargas, em nome do purismo e da homogeneização linguística, empreende ferrenha perseguição aos usos das comunidades de imigração estrangeira, notadamente na região Sul do país. Assim, a população de origem europeia, sobretudo alemães, italianos e seus descendentes, estava proibida, por força de lei, de se expressar, em qualquer lugar, hora e condição, por outra língua que não fosse a portuguesa.
(OLIVEIRA, R. O. Preconceito linguístico, variação e o papel da universidade. Cadernos de Letras da UFF –
Dossiê: Preconceito linguístico e cânone literário, n. 36, p. 115-129, 1. sem. 2008. p. 116-117 – com alterações)
Assinale a alternativa que apresenta uma análise semântica ADEQUADA em relação aos elementos do 1º parágrafo.
Provas
A história do preconceito linguístico no Brasil remonta e coincide com a implantação da língua portuguesa em solo nacional, de forma cabal e definitiva, a partir de 1758, com a Lei do Diretório dos Índios. A partir dessa medida, Portugal expulsa os jesuítas do país, praticamente silencia a língua geral, ou tupi da Costa, a língua veicular de índios, brancos e negros até então, e impõe efetivamente o português. Nesse processo, há registros de lutas e chacinas, que não fazem parte das páginas da história oficial do país.
Essa trajetória de imposição linguística assume requintes igualmente cruéis no século XX, mais especificamente entre 1941 e 1945, durante o Estado Novo de Getúlio Vargas. Registram-se nesses anos, segundo Oliveira (2000), o fechamento de gráficas, a ocupação de escolas comunitárias, além de perseguições e torturas. O governo Vargas, em nome do purismo e da homogeneização linguística, empreende ferrenha perseguição aos usos das comunidades de imigração estrangeira, notadamente na região Sul do país. Assim, a população de origem europeia, sobretudo alemães, italianos e seus descendentes, estava proibida, por força de lei, de se expressar, em qualquer lugar, hora e condição, por outra língua que não fosse a portuguesa.
(OLIVEIRA, R. O. Preconceito linguístico, variação e o papel da universidade. Cadernos de Letras da UFF –
Dossiê: Preconceito linguístico e cânone literário, n. 36, p. 115-129, 1. sem. 2008. p. 116-117 – com alterações)
Apresentam-se, abaixo, reescrita deste período: “O governo Vargas, em nome do purismo e da homogeneização linguística, empreende ferrenha perseguição aos usos das comunidades de imigração estrangeira, notadamente na região Sul do país”. Assinale a alternativa cuja reescrita modifica o sentido do enunciado.
Provas
A história do preconceito linguístico no Brasil remonta e coincide com a implantação da língua portuguesa em solo nacional, de forma cabal e definitiva, a partir de 1758, com a Lei do Diretório dos Índios. A partir dessa medida, Portugal expulsa os jesuítas do país, praticamente silencia a língua geral, ou tupi da Costa, a língua veicular de índios, brancos e negros até então, e impõe efetivamente o português. Nesse processo, há registros de lutas e chacinas, que não fazem parte das páginas da história oficial do país.
Essa trajetória de imposição linguística assume requintes igualmente cruéis no século XX, mais especificamente entre 1941 e 1945, durante o Estado Novo de Getúlio Vargas. Registram-se nesses anos, segundo Oliveira (2000), o fechamento de gráficas, a ocupação de escolas comunitárias, além de perseguições e torturas. O governo Vargas, em nome do purismo e da homogeneização linguística, empreende ferrenha perseguição aos usos das comunidades de imigração estrangeira, notadamente na região Sul do país. Assim, a população de origem europeia, sobretudo alemães, italianos e seus descendentes, estava proibida, por força de lei, de se expressar, em qualquer lugar, hora e condição, por outra língua que não fosse a portuguesa.
(OLIVEIRA, R. O. Preconceito linguístico, variação e o papel da universidade. Cadernos de Letras da UFF –
Dossiê: Preconceito linguístico e cânone literário, n. 36, p. 115-129, 1. sem. 2008. p. 116-117 – com alterações)
Assinale a alternativa que apresenta análise integralmente CORRETA em relação às estruturas/aos elementos linguísticos.
Provas
A história do preconceito linguístico no Brasil remonta e coincide com a implantação da língua portuguesa em solo nacional, de forma cabal e definitiva, a partir de 1758, com a Lei do Diretório dos Índios. A partir dessa medida, Portugal expulsa os jesuítas do país, praticamente silencia a língua geral, ou tupi da Costa, a língua veicular de índios, brancos e negros até então, e impõe efetivamente o português. Nesse processo, há registros de lutas e chacinas, que não fazem parte das páginas da história oficial do país.
Essa trajetória de imposição linguística assume requintes igualmente cruéis no século XX, mais especificamente entre 1941 e 1945, durante o Estado Novo de Getúlio Vargas. Registram-se nesses anos, segundo Oliveira (2000), o fechamento de gráficas, a ocupação de escolas comunitárias, além de perseguições e torturas. O governo Vargas, em nome do purismo e da homogeneização linguística, empreende ferrenha perseguição aos usos das comunidades de imigração estrangeira, notadamente na região Sul do país. Assim, a população de origem europeia, sobretudo alemães, italianos e seus descendentes, estava proibida, por força de lei, de se expressar, em qualquer lugar, hora e condição, por outra língua que não fosse a portuguesa.
(OLIVEIRA, R. O. Preconceito linguístico, variação e o papel da universidade. Cadernos de Letras da UFF –
Dossiê: Preconceito linguístico e cânone literário, n. 36, p. 115-129, 1. sem. 2008. p. 116-117 – com alterações)
Assinale a alternativa INCORRETA, de acordo com o conteúdo do texto.
Provas
Considere o fragmento abaixo para responder à questão.
[...] quero deixar claro que a norma-padrão não faz parte da língua, isto é, não é um modo de falar autêntico, não é uma variedade do português brasileiro contemporâneo. Ela só aparece, e ainda assim nunca integralmente obedecida, em textos escritos com alto monitoramento estilístico, nos quais, porém, já é bastante significativa a presença das inovações linguísticas próprias da verdadeira língua dos brasileiros.
(BAGNO, M. Preconceito linguístico. 56. ed. São Paulo: Parábola Editorial, 2015. p. 13)
Assinale a alternativa em que todos os elementos apresentados funcionam como ADJETIVOS no texto.
Provas
Considere o fragmento abaixo para responder à questão.
[...] quero deixar claro que a norma-padrão não faz parte da língua, isto é, não é um modo de falar autêntico, não é uma variedade do português brasileiro contemporâneo. Ela só aparece, e ainda assim nunca integralmente obedecida, em textos escritos com alto monitoramento estilístico, nos quais, porém, já é bastante significativa a presença das inovações linguísticas próprias da verdadeira língua dos brasileiros.
(BAGNO, M. Preconceito linguístico. 56. ed. São Paulo: Parábola Editorial, 2015. p. 13)
Assinale a alternativa que apresenta análise integralmente CORRETA em relação às estruturas/aos elementos linguísticos.
Provas
Considere o fragmento abaixo para responder à questão.
[...] quero deixar claro que a norma-padrão não faz parte da língua, isto é, não é um modo de falar autêntico, não é uma variedade do português brasileiro contemporâneo. Ela só aparece, e ainda assim nunca integralmente obedecida, em textos escritos com alto monitoramento estilístico, nos quais, porém, já é bastante significativa a presença das inovações linguísticas próprias da verdadeira língua dos brasileiros.
(BAGNO, M. Preconceito linguístico. 56. ed. São Paulo: Parábola Editorial, 2015. p. 13)
Assinale a alternativa que apresenta o sentido da expressão “norma-padrão” conforme a perspectiva assumida no texto.
Provas
Caderno Container