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Homem, 71 anos, procurou o PS com quadro de dor abdominal aguda, periumbilical, de forte intensidade, iniciada há cerca de 2 horas. Nega patologias prévias. Ao exame físico, apresenta ritmo cardíaco irregular, com frequência de 110 bpm e dor abdominal à palpação. Realizou eletrocardiograma que diagnosticou fibrilação atrial. TC de abdome com contraste intravenoso mostrou oclusões em ramos da artéria mesentérica superior.
Qual das seguintes porções do trato GI provavelmente foi afetada neste paciente?
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Mulher de 32 anos, com AIDS, é internada na UTI por pneumonia por Pneumocystis jirovecii. Evoluiu com choque séptico, sendo entubada por insuficiência respiratóira. No quinto dia de ventilação mecânica, desenvolve melena volumosa. Realizou EDA que mostrou uma grande úlcera antral, classificação III de Forrest. Biópsias mostram levedura com pseudo-hifas.
Qual é o diagnóstico da lesão ulcerada?
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Durante a carcinogênese do esôfago de Barrett, as células epiteliais apresentam acúmulo de múltiplas alterações genéticas e epigenéticas que levam as células a apresentarem os principais atributos fisiológicos de malignidade.
Qual das opções a seguir apresenta alteração genética que contribui para progressão neoplásica do esôfago de Barrett?
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Homem de 38 anos com DRGE e esofagite grau D de Los Angeles, iniciou tratamento com omeprazol, 40 mg, 2 vezes ao dia, há uma semana. Paciente tem antecedente de embolia pulmonar há 2 meses e vem em uso de varfarina (INR = 3).
Devido a essa associação medicamentosa este paciente está em risco de qual complicação?
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Mulher de 66 anos com osteoporose grave (T-score – 3,5) teve fratura de coluna lombar após trauma leve. Iniciou uso de alendronato, vitamina D e carbonato de cálcio.
Dentre as opções a seguir, qual é a recomendação para evitar lesão esofágica pelo alendronato?
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Um homem de 65 anos está tomando omeprazol nos últimos 12 anos para DRGE. Devido a esse medicamento o paciente tem risco aumentado de
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Homem, 45 anos de idade, com doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) faz uso crônico de inibidor de bomba de prótons (IBP). Realizou endoscopia digestiva alta (EDA), que mostrou aspecto de epitelização colunar com 4 cm de extensão, sem irregularidade ou nodulações. Foram realizadas biópsias dos quatro quadrantes, a cada 1 cm, cujo anatomopatológico diagnosticou esôfago de Barrett com displasia de baixo grau.
Qual seria a melhor conduta neste caso clínico?
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O esfíncter esofágico inferior do esôfago (EEI) é a principal estrutura da barreira antirrefluxo. É formado por um anel muscular circular de 2,5 a 4,5 cm de comprimento. Em pacientes com pressão normal do EEI, qual é o principal mecanismo fisiopatogênico na doença do refluxo gastresofágico?
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Mulher, 38 anos, procura assistência médica por pirose crônica e episódios de disfagia para sólidos e líquidos nos últimos meses. Relata um episódio de impactação alimentar há 1 mês, com resolução espontânea. Antecedente alergia a várias drogas e alimentos. Realizou endoscopia digestiva alta (EDA), não sendo observadas alterações.
Qual é o próximo passo na investigação deste caso clínico?
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Mulher de 67 anos é avaliada em consulta de acompanhamento por insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida. Ela relata dispneia ao carregar mantimentos do carro ou subir uma ladeira. Ela não tem outros sintomas. Os medicamentos em uso são carvedilol (12,5 mg/dia), espironolactona (25 mg/dia), enalapril (40 mg/dia), furosemida (40 mg/dia) e dapagliflozina. Ao exame físico: pressão arterial: 108 x 72 mmHg, frequência cardíaca: 58 bpm; o restante do exame não é digno de nota. Os estudos laboratoriais revelam um nível de creatinina sérica de 1,3 mg/dL e eletrólitos normais. O ecocardiograma prévio mostrou uma fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 37%. Nesse momento, a conduta correta é
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