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Para receber alunos em um contexto de transformação constante e de inovações aceleradas, a escola precisa ser moderna. Mas o que isso significa exatamente?
De acordo com a empresa ViewSonic especializada em
tecnologia de exibição visual, uma escola moderna é um
local projetado para alunos que serão capacitados para as
exigências do século 21, considerando os novos conceitos educacionais, como metodologias ativas. O que vai
muito além de uma arquitetura futurista ou tecnologias
sofisticadas. O portal Desafios da Educação lista alguns
fundamentos de uma escola moderna. Leia e analise as
afirmativas seguintes:
I. Revisar a missão da escola: a missão de uma escola nada mais é do que uma versão resumida dos seus objetivos e valores. Essa premissa deve ser revisada frequentemente, sobretudo por um prisma que não considere as necessidades dos alunos e da comunidade.
II. Escolha do modelo pedagógico : vários modelos pedagógicos tentam criar ambientes de aprendizagem inovadores, como sala de aula invertida e metodologias colaborativas. Parte dos novos modelos são incrementais, não necessariamente disruptivos, e estão à mercê de desaparecerem ou mesmo de se perpetuarem. A certeza, no entanto, é de que uma escola moderna não valoriza o contexto dos estudantes e nem se preocupa em desenvolver habilidades e competências adequadas ao século 21.
III. Fazer avaliações modernas, existem muitos tipos de avaliações no cenário educacional. Entre elas estão a avaliação diagnóstica, formativa, somativa, referenciada a norma e referenciada a critério. Na nova era da educação, os métodos de avaliação consideram as diferenças de cada aluno para criar um processo de aprendizagem personalizado. Entretanto, isso não significa abandonar aquilo que é tradicional, como provas e feedback. A combinação de atividades formativas e somativas é uma base convencional de avaliação.
IV. Design e arquitetura moderna, uma escola moderna é aquela que redesenha o ambiente de ensino e de aprendizagem. Disposição dos assentos, zonas de colaboração e áreas de lazer começam a ganhar relevância em projetos arquitetônicos. Os dispositivos tecnológicos também ganham espaço, e mudando itens até então tradicionais da sala de aula, como carteiras, quadros e portas. A sala de aula e o campus do futuro devem ser capazes de fornecer insights (percepções) em tempo real, ambientes mais seguros e usar recursos com eficiência.
Marque a única alternativa correta:
I. Revisar a missão da escola: a missão de uma escola nada mais é do que uma versão resumida dos seus objetivos e valores. Essa premissa deve ser revisada frequentemente, sobretudo por um prisma que não considere as necessidades dos alunos e da comunidade.
II. Escolha do modelo pedagógico : vários modelos pedagógicos tentam criar ambientes de aprendizagem inovadores, como sala de aula invertida e metodologias colaborativas. Parte dos novos modelos são incrementais, não necessariamente disruptivos, e estão à mercê de desaparecerem ou mesmo de se perpetuarem. A certeza, no entanto, é de que uma escola moderna não valoriza o contexto dos estudantes e nem se preocupa em desenvolver habilidades e competências adequadas ao século 21.
III. Fazer avaliações modernas, existem muitos tipos de avaliações no cenário educacional. Entre elas estão a avaliação diagnóstica, formativa, somativa, referenciada a norma e referenciada a critério. Na nova era da educação, os métodos de avaliação consideram as diferenças de cada aluno para criar um processo de aprendizagem personalizado. Entretanto, isso não significa abandonar aquilo que é tradicional, como provas e feedback. A combinação de atividades formativas e somativas é uma base convencional de avaliação.
IV. Design e arquitetura moderna, uma escola moderna é aquela que redesenha o ambiente de ensino e de aprendizagem. Disposição dos assentos, zonas de colaboração e áreas de lazer começam a ganhar relevância em projetos arquitetônicos. Os dispositivos tecnológicos também ganham espaço, e mudando itens até então tradicionais da sala de aula, como carteiras, quadros e portas. A sala de aula e o campus do futuro devem ser capazes de fornecer insights (percepções) em tempo real, ambientes mais seguros e usar recursos com eficiência.
Marque a única alternativa correta:
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Alfabetização, justamente por ser uma aprendizagem intensa, deve ser feita em etapas. Analise as etapas
seguintes sobre esse processo de escolarização:
I. Na fase pré-alfabetica as crianças conseguem identificar os sons das falas. Então, por exemplo, se você disser sim ou não, elas saberão interpretar isso. Outra habilidade, dessa fase, é a capacidade da criança desenhar perfeitamente seguindo as linhas e traço.
II. Na fase alfabética parcial, as crianças conseguem não só identificar os sons de letras e palavras, mas também fazer mais associações. Com isso, já é possível começar a ler e a escrever (de forma básica, ainda, claro). É quando as crianças escrevem letras e palavras curtas.
III. A fase alfabética completa representa um grande salto. Isso porque as crianças já passam a formar e ler palavras maiores, além de mais complexas. Outro ponto importante: a escrita e a leitura se dão de forma mais autônoma, ou seja, sem tanta ajuda de adultos.
IV. Na fase alfabética consolidada, a última fase alfabética — como é de se imaginar — faz com que as crianças leiam e escrevam mais palavras. As sílabas são maiores, além do que, a fonética envolve palavras mais difíceis. Todos os desafios são vencidos com muito mais naturalidade. Aqui, ainda, cabe uma observação: é extremamente importante que as crianças tenham desenvolvido, um pouco, a capacidade de interpretação.
Marque a única alternativa verdadeira:
I. Na fase pré-alfabetica as crianças conseguem identificar os sons das falas. Então, por exemplo, se você disser sim ou não, elas saberão interpretar isso. Outra habilidade, dessa fase, é a capacidade da criança desenhar perfeitamente seguindo as linhas e traço.
II. Na fase alfabética parcial, as crianças conseguem não só identificar os sons de letras e palavras, mas também fazer mais associações. Com isso, já é possível começar a ler e a escrever (de forma básica, ainda, claro). É quando as crianças escrevem letras e palavras curtas.
III. A fase alfabética completa representa um grande salto. Isso porque as crianças já passam a formar e ler palavras maiores, além de mais complexas. Outro ponto importante: a escrita e a leitura se dão de forma mais autônoma, ou seja, sem tanta ajuda de adultos.
IV. Na fase alfabética consolidada, a última fase alfabética — como é de se imaginar — faz com que as crianças leiam e escrevam mais palavras. As sílabas são maiores, além do que, a fonética envolve palavras mais difíceis. Todos os desafios são vencidos com muito mais naturalidade. Aqui, ainda, cabe uma observação: é extremamente importante que as crianças tenham desenvolvido, um pouco, a capacidade de interpretação.
Marque a única alternativa verdadeira:
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Leia os dois textos seguintes e analise as suas informações:
I. Com o passar dos anos fui-me convencendo de duas coisas: primeira, uma proposta de educação que se quer de fato transformadora, competente, democrática, emancipatória, construtivista só será possível se a escola tiver sucesso no empreendimento de formar leitores; segunda, a literatura infantil, por seu caráter lúdico-mágico é o caminho natural, a chave mágica que abre a porta de entrada principal que dá acesso ao mundo da leitura e a tudo o que ela pode proporcionar (Frantz, 2001, p. 14).
II. No Brasil, a literatura infantil chega mais tarde, inicialmente com adaptações de textos europeus feitos, por Alberto Figueiredo Pimentel, e só a partir de 1922, surge uma produção própria, pelas mãos de Monteiro Lobato. Nas últimas décadas, a literatura infantil brasileira mostra-se rica e diversificada, com vários enfoques e para todas as faixas etárias. Na evolução da literatura infantil no Brasil costuma-se dividir em duas etapas, a primeira é quanto à origem da literatura infantil, enfatizando o contexto de seu surgimento e as mudanças de concepções; já na segunda, continua enfatizando a origem da literatura infantil brasileira e sua evolução indo até a literatura contemporânea ( Cademartori, Lígia. O que é Literatura Infantil. São Paulo: Brasiliense, 1986, Coleção Primeiros Passos).
A partir da leitura dos dois textos, marque a única alternativa correta:
I. Com o passar dos anos fui-me convencendo de duas coisas: primeira, uma proposta de educação que se quer de fato transformadora, competente, democrática, emancipatória, construtivista só será possível se a escola tiver sucesso no empreendimento de formar leitores; segunda, a literatura infantil, por seu caráter lúdico-mágico é o caminho natural, a chave mágica que abre a porta de entrada principal que dá acesso ao mundo da leitura e a tudo o que ela pode proporcionar (Frantz, 2001, p. 14).
II. No Brasil, a literatura infantil chega mais tarde, inicialmente com adaptações de textos europeus feitos, por Alberto Figueiredo Pimentel, e só a partir de 1922, surge uma produção própria, pelas mãos de Monteiro Lobato. Nas últimas décadas, a literatura infantil brasileira mostra-se rica e diversificada, com vários enfoques e para todas as faixas etárias. Na evolução da literatura infantil no Brasil costuma-se dividir em duas etapas, a primeira é quanto à origem da literatura infantil, enfatizando o contexto de seu surgimento e as mudanças de concepções; já na segunda, continua enfatizando a origem da literatura infantil brasileira e sua evolução indo até a literatura contemporânea ( Cademartori, Lígia. O que é Literatura Infantil. São Paulo: Brasiliense, 1986, Coleção Primeiros Passos).
A partir da leitura dos dois textos, marque a única alternativa correta:
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A história da educação de surdos no Brasil iniciou a pedido de D. Pedro II em 1855 com a chegada do
educador Hernest Huet e criação do INES( Instituto Nacional dos surdos ) em 1857. O ensino da língua de sinais
por Huet, no Brasil, teve grande influência
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Sobre a Educação bilíngue e a política linguística
da Libras no Brasil, pode se afirmar que
I. A Educação Bilíngue de surdos deve ser trabalhada em ambientes linguísticos distintos para a aquisição da Libras por surdos como primeira língua (L1) em ambiente informal, e o aprendizado do português como segunda língua (L2) na modalidade escrita em ambiente formal de ensino.
II. A Política linguística garante o acesso das duas línguas presentes no ambiente escolar, mas tendo o Português na modalidade escrita.
III. No Brasil considerando que a maioria das crianças surdas não tem acesso a língua de sinais no ambiente familiar, por isso, é necessário que a escola promova o ensino de libras no Atendimento Educacional Especializado dentro da sala de aula no mesmo turno das demais aulas.
IV. O ensino de Libras , o ensino em Libras e o ensino da língua Portuguesa devem ser promovido no Atendimento Educacional Especializado no contraturno das aulas.
V. A Política linguística garante o acesso das duas línguas presentes no ambiente escolar, mas a língua portuguesa como é a língua de instrução.
I. A Educação Bilíngue de surdos deve ser trabalhada em ambientes linguísticos distintos para a aquisição da Libras por surdos como primeira língua (L1) em ambiente informal, e o aprendizado do português como segunda língua (L2) na modalidade escrita em ambiente formal de ensino.
II. A Política linguística garante o acesso das duas línguas presentes no ambiente escolar, mas tendo o Português na modalidade escrita.
III. No Brasil considerando que a maioria das crianças surdas não tem acesso a língua de sinais no ambiente familiar, por isso, é necessário que a escola promova o ensino de libras no Atendimento Educacional Especializado dentro da sala de aula no mesmo turno das demais aulas.
IV. O ensino de Libras , o ensino em Libras e o ensino da língua Portuguesa devem ser promovido no Atendimento Educacional Especializado no contraturno das aulas.
V. A Política linguística garante o acesso das duas línguas presentes no ambiente escolar, mas a língua portuguesa como é a língua de instrução.
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Na Libras os pares mínimos, ou seja, aqueles que
apresentam apenas uma unidade que implica mudança
de significado apresentando, portanto, uma determinada
função fonológica na língua. Neste caso analise as assertivas e assinale a alternativa que apresenta como correta
I. Os sinais de TRABALHAR e TELEVISÂO possuem a mesma configuração de mão, porém orientação diferente.
II. Os sinais de PODER e PRECISAR se diferem apenas pela configuração de mão
III. Os sinais de APRENDER e SÀBADO possuem a mesma orientação de mão, mas com ponto de articulação diferente.
IV. Os sinais de AZAR e DESCULPA se diferem apenas pela orientação da mão.
V. Os sinais de BRINCAR e TRABALHAR se diferem apenas pelo movimento.
I. Os sinais de TRABALHAR e TELEVISÂO possuem a mesma configuração de mão, porém orientação diferente.
II. Os sinais de PODER e PRECISAR se diferem apenas pela configuração de mão
III. Os sinais de APRENDER e SÀBADO possuem a mesma orientação de mão, mas com ponto de articulação diferente.
IV. Os sinais de AZAR e DESCULPA se diferem apenas pela orientação da mão.
V. Os sinais de BRINCAR e TRABALHAR se diferem apenas pelo movimento.
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Nos estudos linguísticos das línguas de sinais a
fonética descreve as unidades mínimas dos sinais. As
unidades mínimas que formam um sinal em Libras são:
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Em relação à língua de sinais, é correto afirmar:
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Observe a imagem:

Que sentido o sinal da figura representa?
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Na estrutura gramatical da língua de sinais é possível identificar a incorporação de uma informação em
apenas um sinal. É exemplo de incorporação léxico–sintático na Libras:
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