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TEXTO III
Considere a expressão “O Brasil nunca teve tantas celebridades”. Marque a alternativa que apresenta a
classe gramatical das palavras que constituem essa frase: “O Brasil nunca teve tantas celebridades”, concluiu
a repórter Ana Paula Franzoia, ao realizar um levantamento sobre o fenômeno. São aqueles personagens cujos
nomes provocam logo a pergunta: “famosos quem?”. Segundo ela, eles lutam furiosamente para estar na mídia,
“dispostos a comentar qualquer assunto, participar de
qualquer brincadeira, ser jurado de qualquer programa,
pagar qualquer mico”.
E mais: a tendência é de aumentar a espécie, considerando a incessante produção em série que vem despertando no mercado novos exemplares: artistas, modelos, reality shows-Big Brothers, Casa dos Artistas é possível que chegue o dia em que [...] todos serão famosos por alguns momentos. [...]
E mais: a tendência é de aumentar a espécie, considerando a incessante produção em série que vem despertando no mercado novos exemplares: artistas, modelos, reality shows-Big Brothers, Casa dos Artistas é possível que chegue o dia em que [...] todos serão famosos por alguns momentos. [...]
(VENTURA, Zuenir. Melhores crônicas.
São Paulo: Global, 2004.p. fragmento.)
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TEXTO III
No texto, há uma expressão utilizada para fazer
referência às pessoas que correm atrás de momentos da
fama. Marque a alternativa que apresenta corretamente
essa expressão: “O Brasil nunca teve tantas celebridades”, concluiu
a repórter Ana Paula Franzoia, ao realizar um levantamento sobre o fenômeno. São aqueles personagens cujos
nomes provocam logo a pergunta: “famosos quem?”. Segundo ela, eles lutam furiosamente para estar na mídia,
“dispostos a comentar qualquer assunto, participar de
qualquer brincadeira, ser jurado de qualquer programa,
pagar qualquer mico”.
E mais: a tendência é de aumentar a espécie, considerando a incessante produção em série que vem despertando no mercado novos exemplares: artistas, modelos, reality shows-Big Brothers, Casa dos Artistas é possível que chegue o dia em que [...] todos serão famosos por alguns momentos. [...]
E mais: a tendência é de aumentar a espécie, considerando a incessante produção em série que vem despertando no mercado novos exemplares: artistas, modelos, reality shows-Big Brothers, Casa dos Artistas é possível que chegue o dia em que [...] todos serão famosos por alguns momentos. [...]
(VENTURA, Zuenir. Melhores crônicas.
São Paulo: Global, 2004.p. fragmento.)
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TEXTO II
O texto acima apresenta um ponto de vista sobre
determinado assunto. Ele se vale da argumentação para
analisar e avaliar uma questão controversa. Considerando essas características, marque a alternativa que apresenta o gênero textual no qual ele se enquadra:Sacrifícios pessoais
Quais foram os últimos sacrifícios que você fez
só para tentar ficar amigo de alguém? Provavelmente,
você mentiu um pouquinho sobre o seu gosto musical.
Se todo mundo gosta daquela banda, quem sou eu para
não gostar? Também deve ter mudado algumas vezes o
seu jeito de se vestir. Porque, se você não acompanhar a
moda, vai ser chamada de cafona. Existe acusação mais
grave?
Não se assuste. Todo mundo, alguns pouco, outros mais, faz esse tipo de coisa. Mas, às vezes, o buraco é mais embaixo. E nós acabamos fazendo coisas que realmente nos machucam só para “pegar bem” com a galera. Não, não tem nada a ver com aquele papo de mãe sobre o problema de andar com más companhias. Segundo os psicanalistas, nós fazemos isso para sermos aceitos..
E, mais do que isso, para ter uma imagem boa diante dos outros. Isso porque a gente costuma usar os outros como espelho e, vez ou outra, cai no pensamento: “Se eles me acham legal, então eu sou legal”, “se eles me acham péssima, eu sou péssima”. Deu para entender?
Não se assuste. Todo mundo, alguns pouco, outros mais, faz esse tipo de coisa. Mas, às vezes, o buraco é mais embaixo. E nós acabamos fazendo coisas que realmente nos machucam só para “pegar bem” com a galera. Não, não tem nada a ver com aquele papo de mãe sobre o problema de andar com más companhias. Segundo os psicanalistas, nós fazemos isso para sermos aceitos..
E, mais do que isso, para ter uma imagem boa diante dos outros. Isso porque a gente costuma usar os outros como espelho e, vez ou outra, cai no pensamento: “Se eles me acham legal, então eu sou legal”, “se eles me acham péssima, eu sou péssima”. Deu para entender?
(LEMOS, Nina. Folha de São Paulo.
São Paulo, Folhateen, 13 out. 2003)
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TEXTO II
Considere o fragmento: “Todo mundo, alguns
poucos outros mais, faz esse tipo de coisa. Mas, às vezes,
o buraco é mais embaixo.” Nessa citação ocorre um recurso linguístico chamado de:Sacrifícios pessoais
Quais foram os últimos sacrifícios que você fez
só para tentar ficar amigo de alguém? Provavelmente,
você mentiu um pouquinho sobre o seu gosto musical.
Se todo mundo gosta daquela banda, quem sou eu para
não gostar? Também deve ter mudado algumas vezes o
seu jeito de se vestir. Porque, se você não acompanhar a
moda, vai ser chamada de cafona. Existe acusação mais
grave?
Não se assuste. Todo mundo, alguns pouco, outros mais, faz esse tipo de coisa. Mas, às vezes, o buraco é mais embaixo. E nós acabamos fazendo coisas que realmente nos machucam só para “pegar bem” com a galera. Não, não tem nada a ver com aquele papo de mãe sobre o problema de andar com más companhias. Segundo os psicanalistas, nós fazemos isso para sermos aceitos..
E, mais do que isso, para ter uma imagem boa diante dos outros. Isso porque a gente costuma usar os outros como espelho e, vez ou outra, cai no pensamento: “Se eles me acham legal, então eu sou legal”, “se eles me acham péssima, eu sou péssima”. Deu para entender?
Não se assuste. Todo mundo, alguns pouco, outros mais, faz esse tipo de coisa. Mas, às vezes, o buraco é mais embaixo. E nós acabamos fazendo coisas que realmente nos machucam só para “pegar bem” com a galera. Não, não tem nada a ver com aquele papo de mãe sobre o problema de andar com más companhias. Segundo os psicanalistas, nós fazemos isso para sermos aceitos..
E, mais do que isso, para ter uma imagem boa diante dos outros. Isso porque a gente costuma usar os outros como espelho e, vez ou outra, cai no pensamento: “Se eles me acham legal, então eu sou legal”, “se eles me acham péssima, eu sou péssima”. Deu para entender?
(LEMOS, Nina. Folha de São Paulo.
São Paulo, Folhateen, 13 out. 2003)
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TEXTO II
Analise os vocábulos abaixo e marque a alternativa cujas palavras são acentuadas pela mesma regra de
acentuação gráfica:Sacrifícios pessoais
Quais foram os últimos sacrifícios que você fez
só para tentar ficar amigo de alguém? Provavelmente,
você mentiu um pouquinho sobre o seu gosto musical.
Se todo mundo gosta daquela banda, quem sou eu para
não gostar? Também deve ter mudado algumas vezes o
seu jeito de se vestir. Porque, se você não acompanhar a
moda, vai ser chamada de cafona. Existe acusação mais
grave?
Não se assuste. Todo mundo, alguns pouco, outros mais, faz esse tipo de coisa. Mas, às vezes, o buraco é mais embaixo. E nós acabamos fazendo coisas que realmente nos machucam só para “pegar bem” com a galera. Não, não tem nada a ver com aquele papo de mãe sobre o problema de andar com más companhias. Segundo os psicanalistas, nós fazemos isso para sermos aceitos..
E, mais do que isso, para ter uma imagem boa diante dos outros. Isso porque a gente costuma usar os outros como espelho e, vez ou outra, cai no pensamento: “Se eles me acham legal, então eu sou legal”, “se eles me acham péssima, eu sou péssima”. Deu para entender?
Não se assuste. Todo mundo, alguns pouco, outros mais, faz esse tipo de coisa. Mas, às vezes, o buraco é mais embaixo. E nós acabamos fazendo coisas que realmente nos machucam só para “pegar bem” com a galera. Não, não tem nada a ver com aquele papo de mãe sobre o problema de andar com más companhias. Segundo os psicanalistas, nós fazemos isso para sermos aceitos..
E, mais do que isso, para ter uma imagem boa diante dos outros. Isso porque a gente costuma usar os outros como espelho e, vez ou outra, cai no pensamento: “Se eles me acham legal, então eu sou legal”, “se eles me acham péssima, eu sou péssima”. Deu para entender?
(LEMOS, Nina. Folha de São Paulo.
São Paulo, Folhateen, 13 out. 2003)
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TEXTO II
No que se refere às funções de linguagem predominam, nesse texto, as funções:Sacrifícios pessoais
Quais foram os últimos sacrifícios que você fez
só para tentar ficar amigo de alguém? Provavelmente,
você mentiu um pouquinho sobre o seu gosto musical.
Se todo mundo gosta daquela banda, quem sou eu para
não gostar? Também deve ter mudado algumas vezes o
seu jeito de se vestir. Porque, se você não acompanhar a
moda, vai ser chamada de cafona. Existe acusação mais
grave?
Não se assuste. Todo mundo, alguns pouco, outros mais, faz esse tipo de coisa. Mas, às vezes, o buraco é mais embaixo. E nós acabamos fazendo coisas que realmente nos machucam só para “pegar bem” com a galera. Não, não tem nada a ver com aquele papo de mãe sobre o problema de andar com más companhias. Segundo os psicanalistas, nós fazemos isso para sermos aceitos..
E, mais do que isso, para ter uma imagem boa diante dos outros. Isso porque a gente costuma usar os outros como espelho e, vez ou outra, cai no pensamento: “Se eles me acham legal, então eu sou legal”, “se eles me acham péssima, eu sou péssima”. Deu para entender?
Não se assuste. Todo mundo, alguns pouco, outros mais, faz esse tipo de coisa. Mas, às vezes, o buraco é mais embaixo. E nós acabamos fazendo coisas que realmente nos machucam só para “pegar bem” com a galera. Não, não tem nada a ver com aquele papo de mãe sobre o problema de andar com más companhias. Segundo os psicanalistas, nós fazemos isso para sermos aceitos..
E, mais do que isso, para ter uma imagem boa diante dos outros. Isso porque a gente costuma usar os outros como espelho e, vez ou outra, cai no pensamento: “Se eles me acham legal, então eu sou legal”, “se eles me acham péssima, eu sou péssima”. Deu para entender?
(LEMOS, Nina. Folha de São Paulo.
São Paulo, Folhateen, 13 out. 2003)
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TEXTO II
A coesão, em qualquer texto, é fundamental: sem
ela não é possível entender o sentido do que se lê. Observe o emprego dos conectivos como (conjunções, preposições, advérbios, no texto) e marque a alternativa correta,
conforme a relação estabelecida por eles:Sacrifícios pessoais
Quais foram os últimos sacrifícios que você fez
só para tentar ficar amigo de alguém? Provavelmente,
você mentiu um pouquinho sobre o seu gosto musical.
Se todo mundo gosta daquela banda, quem sou eu para
não gostar? Também deve ter mudado algumas vezes o
seu jeito de se vestir. Porque, se você não acompanhar a
moda, vai ser chamada de cafona. Existe acusação mais
grave?
Não se assuste. Todo mundo, alguns pouco, outros mais, faz esse tipo de coisa. Mas, às vezes, o buraco é mais embaixo. E nós acabamos fazendo coisas que realmente nos machucam só para “pegar bem” com a galera. Não, não tem nada a ver com aquele papo de mãe sobre o problema de andar com más companhias. Segundo os psicanalistas, nós fazemos isso para sermos aceitos..
E, mais do que isso, para ter uma imagem boa diante dos outros. Isso porque a gente costuma usar os outros como espelho e, vez ou outra, cai no pensamento: “Se eles me acham legal, então eu sou legal”, “se eles me acham péssima, eu sou péssima”. Deu para entender?
Não se assuste. Todo mundo, alguns pouco, outros mais, faz esse tipo de coisa. Mas, às vezes, o buraco é mais embaixo. E nós acabamos fazendo coisas que realmente nos machucam só para “pegar bem” com a galera. Não, não tem nada a ver com aquele papo de mãe sobre o problema de andar com más companhias. Segundo os psicanalistas, nós fazemos isso para sermos aceitos..
E, mais do que isso, para ter uma imagem boa diante dos outros. Isso porque a gente costuma usar os outros como espelho e, vez ou outra, cai no pensamento: “Se eles me acham legal, então eu sou legal”, “se eles me acham péssima, eu sou péssima”. Deu para entender?
(LEMOS, Nina. Folha de São Paulo.
São Paulo, Folhateen, 13 out. 2003)
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TEXTO I
Considere as orações do texto: “A mãe de um
amigo tinha um cãozinho dessa raça.” “Ficava solto na
sala”. “Bastava eu chegar para uma visita, começava a latir.” “Passava horas soltando latidinhos estridentes.” Os
verbos “tinha”, “ficava”, “bastava”, “começava”, “passava”
estão flexionados no mesmo modo e tempo verbal. Marque a alternativa que apresenta essa flexão:Cuidado com o dono
PINSCHER. A mãe de um amigo tinha um cãozinho dessa raça.. Tamanho mínimo. Tormento máximo.
Ficava solto na sala. Bastava eu chegar para uma visita,
começava a latir. Passava horas soltando latidinhos estridentes. Mordia meus dedos com os dentinhos afiados. A
dona sorria.
— Não é uma gracinha?
Eu tinha vontade de morder a tal senhora.
— Não é uma gracinha?
Eu tinha vontade de morder a tal senhora.
(CARRASCO, Walcyr. Pequenos delitos e outras crônicas. São
Paulo: Best Seller, 2004. P.138.(fragmento)).
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TEXTO I
Considere o vocábulo: “latidinhos”. Marque a alternativa que apresenta o número de letras e de fonemas
desse vocábulo:Cuidado com o dono
PINSCHER. A mãe de um amigo tinha um cãozinho dessa raça.. Tamanho mínimo. Tormento máximo.
Ficava solto na sala. Bastava eu chegar para uma visita,
começava a latir. Passava horas soltando latidinhos estridentes. Mordia meus dedos com os dentinhos afiados. A
dona sorria.
— Não é uma gracinha?
Eu tinha vontade de morder a tal senhora.
— Não é uma gracinha?
Eu tinha vontade de morder a tal senhora.
(CARRASCO, Walcyr. Pequenos delitos e outras crônicas. São
Paulo: Best Seller, 2004. P.138.(fragmento)).
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TEXTO I
Todos os diminutivos usados no texto de Walcyr
Carrasco foram formados pelo mesmo processo. Marque
a alternativa que apresenta, corretamente, esse processo
de formação de palavras:Cuidado com o dono
PINSCHER. A mãe de um amigo tinha um cãozinho dessa raça.. Tamanho mínimo. Tormento máximo.
Ficava solto na sala. Bastava eu chegar para uma visita,
começava a latir. Passava horas soltando latidinhos estridentes. Mordia meus dedos com os dentinhos afiados. A
dona sorria.
— Não é uma gracinha?
Eu tinha vontade de morder a tal senhora.
— Não é uma gracinha?
Eu tinha vontade de morder a tal senhora.
(CARRASCO, Walcyr. Pequenos delitos e outras crônicas. São
Paulo: Best Seller, 2004. P.138.(fragmento)).
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