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Foram encontradas 34 questões.

2133586 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Campo Mourão-PR

As cooperativas de uma cidade fazem grandes lotes de roupas. Para fazer esses lotes em 16 dias, são necessários 25 costureiros trabalhando 8 horas por dia. Quantos dias são necessários para que 50 costureiros trabalhando com mesmo rendimento em jornadas de 6 horas por dia façam os mesmos lotes?

 

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2116827 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Campo Mourão-PR

Tito escolheu dois números naturais, m e n, para estudar as relações entre eles. Observou que o quadrado de m é igual ao sucessor de n. Observou também que o dobro de m é igual ao sucessor de n. Qual o valor de m + n?

 

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2116826 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Campo Mourão-PR

Seja !$ f:ℝ→ℝ !$ uma função definida por ƒ (x) = - 7 + 12x . Qual é o valor de ƒ (1) + ƒ (-2)?

 

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2091287 Ano: 2021
Disciplina: Medicina
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Campo Mourão-PR
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Assinale alternativa CORRETA de ações realizadas pelo médico, na função de auditor:

 

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2091273 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Campo Mourão-PR

No Brasil, utiliza-se unidades de medidas padronizadas para diversas grandezas. Assinale a alternativa que apresenta unidades de medida de comprimento, área de superfície e volume nessa ordem.

 

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2091272 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Campo Mourão-PR

Em uma cidade, um poste de espessura desprezível está sustentado por dois cabos presos ao chão, como ilustra a figura.

Enunciado 1557997-1

Sabendo que AB mede 6 m, que tg(30°) = !$ \dfrac{\sqrt{3}}{3} !$ e que tg(45°) = 1, assinale a alternativa que apresenta a medida de EF.

 

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2091271 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Campo Mourão-PR

O texto a seguir foi extraído da obra O Abolicionismo, escrita pelo diplomata Joaquim Nabuco à época da escravidão no Brasil. Leia-o atentamente para responder as próximas questões.


“No princípio da nossa colonização, Portugal descarregava no nosso território os seus criminosos, as suas mulheres erradas, as suas fezes sociais todas, no meio das quais excepcionalmente vinham emigrantes de outra posição. No século XVI ou XVII o espírito de emigração não estava bastante desenvolvido em Portugal para mover o povo, como desde o fim do século passado até hoje, a procurar na América portuguesa o bem-estar e a fortuna que não achava na Península. Os poucos portugueses que se arriscavam a atravessar o oceano à vela e a ir estabelecer-se nos terrenos incultos do Brasil, representavam a minoria dos espíritos aventureiros, absolutamente destemidos, indiferentes aos piores transes na luta da vida, minoria que em Portugal, hoje mesmo, não é grande e não podia sê-lo, há dois ou três séculos. Apesar de se haver estendido pelo mundo todo o domínio português à América do Sul, à África ocidental, austral e oriental, à Índia e até à China, Portugal não tinha corpo, nem forças, para possuir mais do que nominalmente esse imenso império. Por isso, o território do Brasil foi distribuído entre donatários sem meios, nem capitais, nem recursos de ordem alguma, para colonizar as suas capitanias, isto é, de fato entregue aos jesuítas. A população européia era insignificante para ocupar essas ilimitadas expansões de terra, cuja fecundidade a tentava. Estando a África nas mãos de Portugal, começou então o povoamento da América por negros; lançou-se, por assim dizer, uma ponte entre a África e o Brasil, pela qual passaram milhões de africanos, e estendeu-se o hábitat da raça negra das margens do Congo e do Zambeze às do São Francisco e do Paraíba do Sul. A africanização do Brasil pela escravidão é uma nódoa que a mãe-pátria imprimiu na sua própria face, na sua língua, e na única obra nacional verdadeiramente duradoura que conseguiu fundar. Se Portugal tivesse tido no século XVI a intuição de que a escravidão é sempre um erro, e força bastante para puni-la como crime, o Brasil não se teria tornado no que vemos; seria ainda talvez uma colônia portuguesa, mas estaria crescendo sadio, forte e viril como o Canadá e a Austrália”


(Trecho com adaptações).

Ao se reportar às origens históricas da escravidão do Brasil, Joaquim Nabuco faz referência ao Congo e ao Zambeze. Embora não mencione diretamente, está implícito no texto que esses nomes próprios dizem respeito a:

 

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2091270 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Campo Mourão-PR

O texto a seguir foi extraído da obra O Abolicionismo, escrita pelo diplomata Joaquim Nabuco à época da escravidão no Brasil. Leia-o atentamente para responder as próximas questões.


“No princípio da nossa colonização, Portugal descarregava no nosso território os seus criminosos, as suas mulheres erradas, as suas fezes sociais todas, no meio das quais excepcionalmente vinham emigrantes de outra posição. No século XVI ou XVII o espírito de emigração não estava bastante desenvolvido em Portugal para mover o povo, como desde o fim do século passado até hoje, a procurar na América portuguesa o bem-estar e a fortuna que não achava na Península. Os poucos portugueses que se arriscavam a atravessar o oceano à vela e a ir estabelecer-se nos terrenos incultos do Brasil, representavam a minoria dos espíritos aventureiros, absolutamente destemidos, indiferentes aos piores transes na luta da vida, minoria que em Portugal, hoje mesmo, não é grande e não podia sê-lo, há dois ou três séculos. Apesar de se haver estendido pelo mundo todo o domínio português à América do Sul, à África ocidental, austral e oriental, à Índia e até à China, Portugal não tinha corpo, nem forças, para possuir mais do que nominalmente esse imenso império. Por isso, o território do Brasil foi distribuído entre donatários sem meios, nem capitais, nem recursos de ordem alguma, para colonizar as suas capitanias, isto é, de fato entregue aos jesuítas. A população européia era insignificante para ocupar essas ilimitadas expansões de terra, cuja fecundidade a tentava. Estando a África nas mãos de Portugal, começou então o povoamento da América por negros; lançou-se, por assim dizer, uma ponte entre a África e o Brasil, pela qual passaram milhões de africanos, e estendeu-se o hábitat da raça negra das margens do Congo e do Zambeze às do São Francisco e do Paraíba do Sul. A africanização do Brasil pela escravidão é uma nódoa que a mãe-pátria imprimiu na sua própria face, na sua língua, e na única obra nacional verdadeiramente duradoura que conseguiu fundar. Se Portugal tivesse tido no século XVI a intuição de que a escravidão é sempre um erro, e força bastante para puni-la como crime, o Brasil não se teria tornado no que vemos; seria ainda talvez uma colônia portuguesa, mas estaria crescendo sadio, forte e viril como o Canadá e a Austrália”


(Trecho com adaptações).

O autor do texto afirma que o povoamento da América por negros se iniciou quando a África estava “nas mãos de Portugal”. Nesse caso, o autor se vale de linguagem figurada, que pode ser categorizada como:

 

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2040815 Ano: 2021
Disciplina: Medicina
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Campo Mourão-PR
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Paciente masculino, de 18 anos, sem comorbidades, com quadro de febre, cefaleia, dor retrorbitária e mialgia busca atendimento médico. Ele não apresenta sinais de alarme ou choque, no entanto sua prova do laço positivara. Após a notificação da suspeita de dengue, assinale a alternativa que contenha sua classificação de risco e correspondente manejo clínico:

 

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2040814 Ano: 2021
Disciplina: Medicina
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Campo Mourão-PR
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De acordo com recomendações para a prevenção de infecções relacionadas à assistência à saúde é CORRETO afirmar:

 

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