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Foram encontradas 30 questões.

2944768 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Campos do Jordão-SP
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Um clube está construindo um espaço para crianças em uma área retangular onde o comprimento da área é o triplo da largura. Sabe-se que o perímetro da área é de 48 metros. Desta forma, qual a diferença entre a metragem de uma das dimensões maiores para uma das dimensões menores?
 

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2944767 Ano: 2023
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Campos do Jordão-SP
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O Departamento de Educação de um município realizou uma pesquisa para avaliar o desempenho de escolas em dois critérios: desempenho acadêmico dos estudantes e infraestrutura das escolas. Cada escola foi avaliada em ambos os critérios, e a importância relativa de cada critério foi definida da seguinte forma:

• O desempenho acadêmico dos estudantes tem um peso de 70% na avaliação.
• A infraestrutura das escolas tem um peso de 30% na avaliação.

A composição de ambas as notas gerou um Índice Global Escolar (IGE).
Uma escola, aqui chamada de “Escola A” obteve uma pontuação de 80 em desempenho acadêmico dos estudantes e uma pontuação de 60 em infraestrutura. Já a “Escola B”, por sua vez, obteve uma pontuação de 70 em desempenho acadêmico dos estudantes e uma pontuação de 80 em infraestrutura.

Qual é a diferença entre os IGEs das escolas A e B?
 

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2944766 Ano: 2023
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Campos do Jordão-SP
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Uma livraria observou suas vendas de duas obras: “A chegada do amanhã” e “O retorno para o ontem” que custam, 30 e 50 reais respectivamente. Em uma semana vendeu 60 unidades entre as duas obras e arrecadou R$ 2100,00 com as vendas. Quantos de cada obra foram vendidos no período analisado?
 

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2944765 Ano: 2023
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Campos do Jordão-SP
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Maria, que busca entender os princípios financeiros com profundidade, decidiu ajudar um amigo em apuros financeiros emprestando-lhe R$ 5.000,00. No entanto, ela estava determinada a não apenas emprestar o dinheiro, mas também a garantir que seu investimento fosse adequadamente remunerado. Com essa motivação, ela estabeleceu um contrato com seu amigo, estipulando que ele deveria reembolsar o valor após 6 meses, com a inclusão de juros simples calculados a uma taxa anual de 12%. Considerando o acordo minuciosamente estabelecido entre Maria e seu amigo, qual é o valor total que seu amigo deve pagar a ela após 1 semestre?
 

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2944757 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Campos do Jordão-SP
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Texto para a questão

O PÔR DO SOL E A ORQUÍDEA
(com adaptações)

Rubem Alves


O sol estava se pondo. O pôr do sol a fez lembrar-se do seu pai. E ela começou a falar. Ele estava mortalmente enfermo e sabia disso. Ela abandonou o seu trabalho para estar com ele. E conversavam sobre a partida que se aproximava.
Tranquilamente. Aqueles que aceitam a chegada da morte ficam tranquilos.
Disse-me que a hora que seu pai mais amava era o crepúsculo.
Desde menina, ele se assentava com ela e ia mostrando a beleza das nuvens incendiadas, a progressiva e rápida sucessão das cores, azul, verde, amarelo, abóbora, vermelho, roxo…
À medida que a morte se aproximava, a fraqueza aumentava. Mas, mesmo fraco, queria ver o pôr do sol. Talvez pela irmandade de um homem que morre e um sol que se põe.
Numa dessas tardes, ela não conseguiu conter as lágrimas. Chorou. Ele a abraçou e colocou seu dedo sobre os seus lábios. “Não quero que você chore…” E, apontando para o sol que se punha, disse: “Eu estarei lá…”.
E contou-me também de uma orquídea que silenciosamente acompanhou esses momentos de despedida.
A orquídea, depois que seu pai partiu para o pôr do sol, se recusou a parar de florir…
Será que o seu pai foi morar na orquídea? É possível…

Rubem Alves, no livro “Ostra feliz não faz pérola”. Editora Planeta, 2008.


Ao afirmar que “Numa dessas tardes, ela não conseguiu conter as lágrimas”, o termo em destaque refere-se:
 

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2944756 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Campos do Jordão-SP
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Texto para a questão

O PÔR DO SOL E A ORQUÍDEA
(com adaptações)

Rubem Alves


O sol estava se pondo. O pôr do sol a fez lembrar-se do seu pai. E ela começou a falar. Ele estava mortalmente enfermo e sabia disso. Ela abandonou o seu trabalho para estar com ele. E conversavam sobre a partida que se aproximava.
Tranquilamente. Aqueles que aceitam a chegada da morte ficam tranquilos.
Disse-me que a hora que seu pai mais amava era o crepúsculo.
Desde menina, ele se assentava com ela e ia mostrando a beleza das nuvens incendiadas, a progressiva e rápida sucessão das cores, azul, verde, amarelo, abóbora, vermelho, roxo…
À medida que a morte se aproximava, a fraqueza aumentava. Mas, mesmo fraco, queria ver o pôr do sol. Talvez pela irmandade de um homem que morre e um sol que se põe.
Numa dessas tardes, ela não conseguiu conter as lágrimas. Chorou. Ele a abraçou e colocou seu dedo sobre os seus lábios. “Não quero que você chore…” E, apontando para o sol que se punha, disse: “Eu estarei lá…”.
E contou-me também de uma orquídea que silenciosamente acompanhou esses momentos de despedida.
A orquídea, depois que seu pai partiu para o pôr do sol, se recusou a parar de florir…
Será que o seu pai foi morar na orquídea? É possível…

Rubem Alves, no livro “Ostra feliz não faz pérola”. Editora Planeta, 2008.


Em “Mas, mesmo fraco, queria ver o pôr do sol”, o termo em destaque poderia ser substituído, sem alteração de sentido, por:
 

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2944755 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Campos do Jordão-SP
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Texto para a questão

O PÔR DO SOL E A ORQUÍDEA
(com adaptações)

Rubem Alves


O sol estava se pondo. O pôr do sol a fez lembrar-se do seu pai. E ela começou a falar. Ele estava mortalmente enfermo e sabia disso. Ela abandonou o seu trabalho para estar com ele. E conversavam sobre a partida que se aproximava.
Tranquilamente. Aqueles que aceitam a chegada da morte ficam tranquilos.
Disse-me que a hora que seu pai mais amava era o crepúsculo.
Desde menina, ele se assentava com ela e ia mostrando a beleza das nuvens incendiadas, a progressiva e rápida sucessão das cores, azul, verde, amarelo, abóbora, vermelho, roxo…
À medida que a morte se aproximava, a fraqueza aumentava. Mas, mesmo fraco, queria ver o pôr do sol. Talvez pela irmandade de um homem que morre e um sol que se põe.
Numa dessas tardes, ela não conseguiu conter as lágrimas. Chorou. Ele a abraçou e colocou seu dedo sobre os seus lábios. “Não quero que você chore…” E, apontando para o sol que se punha, disse: “Eu estarei lá…”.
E contou-me também de uma orquídea que silenciosamente acompanhou esses momentos de despedida.
A orquídea, depois que seu pai partiu para o pôr do sol, se recusou a parar de florir…
Será que o seu pai foi morar na orquídea? É possível…

Rubem Alves, no livro “Ostra feliz não faz pérola”. Editora Planeta, 2008.


Ocorre a elipse do sujeito, como mecanismo de coesão, em:
 

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2944754 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Campos do Jordão-SP
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Texto para a questão

O PÔR DO SOL E A ORQUÍDEA
(com adaptações)

Rubem Alves


O sol estava se pondo. O pôr do sol a fez lembrar-se do seu pai. E ela começou a falar. Ele estava mortalmente enfermo e sabia disso. Ela abandonou o seu trabalho para estar com ele. E conversavam sobre a partida que se aproximava.
Tranquilamente. Aqueles que aceitam a chegada da morte ficam tranquilos.
Disse-me que a hora que seu pai mais amava era o crepúsculo.
Desde menina, ele se assentava com ela e ia mostrando a beleza das nuvens incendiadas, a progressiva e rápida sucessão das cores, azul, verde, amarelo, abóbora, vermelho, roxo…
À medida que a morte se aproximava, a fraqueza aumentava. Mas, mesmo fraco, queria ver o pôr do sol. Talvez pela irmandade de um homem que morre e um sol que se põe.
Numa dessas tardes, ela não conseguiu conter as lágrimas. Chorou. Ele a abraçou e colocou seu dedo sobre os seus lábios. “Não quero que você chore…” E, apontando para o sol que se punha, disse: “Eu estarei lá…”.
E contou-me também de uma orquídea que silenciosamente acompanhou esses momentos de despedida.
A orquídea, depois que seu pai partiu para o pôr do sol, se recusou a parar de florir…
Será que o seu pai foi morar na orquídea? É possível…

Rubem Alves, no livro “Ostra feliz não faz pérola”. Editora Planeta, 2008.


Assinale a alternativa gramaticalmente correta quanto à regência verbal:
 

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2944753 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Campos do Jordão-SP
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Texto para a questão

O PÔR DO SOL E A ORQUÍDEA
(com adaptações)

Rubem Alves


O sol estava se pondo. O pôr do sol a fez lembrar-se do seu pai. E ela começou a falar. Ele estava mortalmente enfermo e sabia disso. Ela abandonou o seu trabalho para estar com ele. E conversavam sobre a partida que se aproximava.
Tranquilamente. Aqueles que aceitam a chegada da morte ficam tranquilos.
Disse-me que a hora que seu pai mais amava era o crepúsculo.
Desde menina, ele se assentava com ela e ia mostrando a beleza das nuvens incendiadas, a progressiva e rápida sucessão das cores, azul, verde, amarelo, abóbora, vermelho, roxo…
À medida que a morte se aproximava, a fraqueza aumentava. Mas, mesmo fraco, queria ver o pôr do sol. Talvez pela irmandade de um homem que morre e um sol que se põe.
Numa dessas tardes, ela não conseguiu conter as lágrimas. Chorou. Ele a abraçou e colocou seu dedo sobre os seus lábios. “Não quero que você chore…” E, apontando para o sol que se punha, disse: “Eu estarei lá…”.
E contou-me também de uma orquídea que silenciosamente acompanhou esses momentos de despedida.
A orquídea, depois que seu pai partiu para o pôr do sol, se recusou a parar de florir… Será que o seu pai foi morar na orquídea? É possível…

Rubem Alves, no livro “Ostra feliz não faz pérola”. Editora Planeta, 2008.


Em “Ela abandonou o seu trabalho para estar com ele”, o termo em destaque estabelece ideia de:

 

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2944752 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Campos do Jordão-SP
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Texto para a questão

O PÔR DO SOL E A ORQUÍDEA
(com adaptações)

Rubem Alves


O sol estava se pondo. O pôr do sol a fez lembrar-se do seu pai. E ela começou a falar. Ele estava mortalmente enfermo e sabia disso. Ela abandonou o seu trabalho para estar com ele. E conversavam sobre a partida que se aproximava.
Tranquilamente. Aqueles que aceitam a chegada da morte ficam tranquilos.
Disse-me que a hora que seu pai mais amava era o crepúsculo.
Desde menina, ele se assentava com ela e ia mostrando a beleza das nuvens incendiadas, a progressiva e rápida sucessão das cores, azul, verde, amarelo, abóbora, vermelho, roxo…
À medida que a morte se aproximava, a fraqueza aumentava. Mas, mesmo fraco, queria ver o pôr do sol. Talvez pela irmandade de um homem que morre e um sol que se põe.
Numa dessas tardes, ela não conseguiu conter as lágrimas. Chorou. Ele a abraçou e colocou seu dedo sobre os seus lábios. “Não quero que você chore…” E, apontando para o sol que se punha, disse: “Eu estarei lá…”.
E contou-me também de uma orquídea que silenciosamente acompanhou esses momentos de despedida.
A orquídea, depois que seu pai partiu para o pôr do sol, se recusou a parar de florir…
Será que o seu pai foi morar na orquídea? É possível…

Rubem Alves, no livro “Ostra feliz não faz pérola”. Editora Planeta, 2008.


No texto de Rubem Alves, o que faz a personagem se lembrar de seu pai é:
 

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