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Foram encontradas 40 questões.

1987314 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cananéia-SP
Um guarda noturno faz a ronda num quarteirão em formato de um paralelogramo com 115 metros no lado menor e 215 metros no lado maior, conforme a figura.
enunciado 1371180-1
Todas as noites, ele percorre 4 vezes o perímetro completo desse quarteirão. Ele percorre a cada noite, nessa ronda, um total de
 

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1987308 Ano: 2020
Disciplina: Estatística
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cananéia-SP
A tabela a seguir apresenta a distribuição das principais atividades de um grupo de crianças de uma escola de educação infantil.
enunciado 1371174-1enunciado 1371174-2
Sabendo-se que esse grupo de crianças permanece na escola 6 horas diariamente de 2ª a 6ª feira, o total de horas semanais que eles realizam outras atividades é de
 

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1987298 Ano: 2020
Disciplina: Estatística
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cananéia-SP
O gráfico a seguir apresenta as despesas mensais de uma pequena empresa.
enunciado 1371164-1
Nessa empresa, o custo da mão de obra representa, do total de despesas:
 

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O direito à liberdade, ao respeito e à dignidade é um dos cinco direitos fundamentais garantidos pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Conforme artigo 17 dessa Lei, respeitar a criança e o adolescente consiste na inviolabilidade da sua integridade física, psíquica e moral, abrangendo a preservação da imagem, da identidade, da autonomia, dos valores, ideias e crenças, dos espaços e objetos
 

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1987255 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cananéia-SP

eia o texto para responder à questão.

Confiando no vento

Naquele dia, Leila se lembrou do avô distante que os irmãos mais velhos o descrevem como um homem franzino, sempre de boina e chupando balas. O menino estrangeiro, o clandestino, interno do abrigo de menores, o alfaiate no lombo do burro com sua máquina, o tocador de bandolim que falava uma língua só dele, mistura de português, francês e árabe.

A lembrança do avô veio à memória de Leila, especialmente se recordou de uma história com as peras do quintal dele. Ele estava já com setenta e muitos anos quando, pela primeira vez, começou a ter problemas de saúde. Cada dia uma coisa, aquele varejo implacável do envelhecer. O filho e a nora quiseram levá-lo ao médico, mas ele se recusou. O médico foi até sua casa e ele não quis recebê-lo. Remédios, nem pensar. E o avô de Leila só definhando, recusando qualquer tipo de tratamento.

Até que um dia, provavelmente para se livrar da insistência da família, ele, homem de pouquíssimas palavras, deu uma explicação definitiva para seu comportamento:

− Sabem aquelas peras lá do quintal? Quando estão muito maduras, elas caem com o vento. Vocês já viram alguém amarrar alguma delas no galho para durar mais tempo? Não, porque a gente confia no vento. Ele sabe a hora certa. Então, por favor, não queiram me amarrar na árvore. Me deixem em paz. Eu estou esperando o vento.

Poucos dias depois, uma brisa levou sem alarde o alfaiate. Numa cultura que nega a existência da velhice, ora admite que ela existe, mas a promove artificialmente à condição de melhor etapa da vida, saber respeitar a direção e a intensidade dos ventos, ao que tudo indica, é algo que ninguém quer.

As árvores estão cheias de peras amarradas que lutam, não só para não caírem, mas para não demonstrarem que amadureceram. O avô de Leila, que tanta estranheza causou com sua teimosia contra os homens e sua obediência à natureza, provavelmente iria se assustar com os pomares de hoje.

(Leila Ferreira. Viver não dói. São Paulo: Globo, 2013. Adaptado)

A forma verbal destacada está no tempo presente em:
 

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Sempre que direitos da criança ou do adolescente, reconhecidos no ECA forem ameaçados ou violados, corresponde uma ou mais medidas específicas de proteção. Aplicadas pela autoridade competente, uma dessas medidas, definidas no artigo 101 (IV) do ECA, é a inclusão da família, da criança e do adolescente em serviços e programas oficiais ou comunitários de proteção, apoio e
 

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1987199 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cananéia-SP
O uso da vírgula está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa em:
 

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1987191 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cananéia-SP
Numa prova havia 15 questões de língua portuguesa, 15 de matemática e 10 de conhecimentos específicos. Um candidato resolveu dividir o tempo de duração de 3 horas dessa prova pelo número de questões. O tempo que ele encontrou para cada questão foi
 

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1987177 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cananéia-SP
Uma auxiliar de cozinha, no mês de outubro, fez 12 horas-extras e recebeu, por essas horas, R$ 138,00. No mês de novembro, ela fez 18 horas-extras que serão pagas em duas parcelas iguais. Sabendo-se que o valor da hora- -extra não sofreu alteração de outubro para novembro, em cada parcela ela receberá
 

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1987170 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cananéia-SP

eia o texto para responder à questão.

Confiando no vento

Naquele dia, Leila se lembrou do avô distante que os irmãos mais velhos o descrevem como um homem franzino, sempre de boina e chupando balas. O menino estrangeiro, o clandestino, interno do abrigo de menores, o alfaiate no lombo do burro com sua máquina, o tocador de bandolim que falava uma língua só dele, mistura de português, francês e árabe.

A lembrança do avô veio à memória de Leila, especialmente se recordou de uma história com as peras do quintal dele. Ele estava já com setenta e muitos anos quando, pela primeira vez, começou a ter problemas de saúde. Cada dia uma coisa, aquele varejo implacável do envelhecer. O filho e a nora quiseram levá-lo ao médico, mas ele se recusou. O médico foi até sua casa e ele não quis recebê-lo. Remédios, nem pensar. E o avô de Leila só definhando, recusando qualquer tipo de tratamento.

Até que um dia, provavelmente para se livrar da insistência da família, ele, homem de pouquíssimas palavras, deu uma explicação definitiva para seu comportamento:

− Sabem aquelas peras lá do quintal? Quando estão muito maduras, elas caem com o vento. Vocês já viram alguém amarrar alguma delas no galho para durar mais tempo? Não, porque a gente confia no vento. Ele sabe a hora certa. Então, por favor, não queiram me amarrar na árvore. Me deixem em paz. Eu estou esperando o vento.

Poucos dias depois, uma brisa levou sem alarde o alfaiate. Numa cultura que nega a existência da velhice, ora admite que ela existe, mas a promove artificialmente à condição de melhor etapa da vida, saber respeitar a direção e a intensidade dos ventos, ao que tudo indica, é algo que ninguém quer.

As árvores estão cheias de peras amarradas que lutam, não só para não caírem, mas para não demonstrarem que amadureceram. O avô de Leila, que tanta estranheza causou com sua teimosia contra os homens e sua obediência à natureza, provavelmente iria se assustar com os pomares de hoje.

(Leila Ferreira. Viver não dói. São Paulo: Globo, 2013. Adaptado)

Segundo o texto, é correto afirmar que
 

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