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Uma mulher de 35 anos, G4P3, com histórico de três cesarianas anteriores, foi submetida a uma cesariana eletiva na 38ª semana de gestação devido à presença de placenta prévia marginal diagnosticada em ultrassonografia. Durante o procedimento, após a extração do feto, se observou dificuldade na dequitação placentária e sangramento abundante. Apesar das medidas farmacológicas e mecânicas para controle do sangramento, este persistiu. Qual é o diagnóstico provável da causa da hemorragia pós parto nesta paciente?
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Uma gestante secundigesta de 29 anos, com 41 semanas de gestação, é admitida em trabalho de parto ativo. Sua primeira gestação resultou em parto vaginal normal sem complicações. Durante o trabalho de parto atual, a dilatação cervical progride adequadamente, e o feto se encontra em apresentação cefálica, posição occipitoanterior esquerda. Na fase expulsiva, após uma hora de esforços expulsivos eficazes, a cabeça fetal atinge o plano +3 de De Lee, mas não há progressão adicional. As contrações uterinas permanecem adequadas, e os batimentos cardíacos fetais estão em 140 bpm. Considerando os critérios e indicações obstétricas, qual é a conduta apropriada para o desfecho deste parto?
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Uma gestante primigesta de 26 anos, com 40 semanas de gestação, deu entrada na maternidade em trabalho de parto. No exame inicial, apresentava dilatação cervical de 5 cm, apagamento de 70% e a apresentação cefálica estava no plano zero de De Lee. As contrações uterinas ocorriam a cada 3 minutos, com duração de 50 segundos e boa intensidade. Os batimentos cardíacos fetais estavam em 140 bpm, regulares. O partograma foi iniciado corretamente.
Após 6 horas de evolução, a paciente apresenta dilatação cervical de 6 cm, com contrações a cada 4 minutos, duração de 40 segundos e intensidade moderada. A apresentação fetal permanece no plano zero de De Lee. Os batimentos cardíacos fetais estão em 145 bpm. Com base nos dados do partograma e nas diretrizes obstétricas, qual é o diagnóstico em relação à evolução do trabalho de parto desta paciente?
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Uma gestante de 30 anos, G2P1, com 28 semanas de gestação, realizou teste oral de tolerância à glicose com 75g, apresentando os seguintes resultados:
“Glicemia de jejum de 95 mg/dL; glicemia de 1 hora de 190 mg/dL e; glicemia de 2 horas de 160 mg/Dl”.
De acordo com os critérios diagnósticos para diabetes gestacional, qual é o diagnóstico e a conduta adequada para esta paciente?
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Uma mulher de 32 anos, diagnosticada com carcinoma de ovário em estágio inicial, é informada pela equipe médica sobre a necessidade de cirurgia. Ela expressa o desejo de preservar sua fertilidade, pois planeja ter filhos no futuro. Considerando as possibilidades terapêuticas e os princípios éticos, qual deve ser a conduta médica?
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Uma gestante de 32 anos, G2P1, comparece à consulta de prénatal com 16 semanas de gestação. Seu histórico obstétrico inclui um parto prematuro espontâneo às 28 semanas na gestação anterior. Ela tem diagnóstico de hipertensão arterial crônica controlada com metildopa. Ao exame físico, apresenta pressão arterial de 140/90 mmHg e não possui outras alterações. De acordo com os critérios de estratificação de risco do Ministério da Saúde, qual é a conduta mais adequada em relação ao acompanhamento desta gestação?
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Em relação ao tratamento do câncer de mama em estágio inicial, qual das seguintes opções terapêuticas tem sido considerada menos invasiva e igualmente eficaz em relação à mastectomia radical?
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Uma mulher de 68 anos, multípara (G5P5), apresenta sensação de massa vaginal, incontinência urinária de esforço e constipação crônica. Ao exame físico, observa-se prolapso uterino de terceiro grau, cistocele e retocele. Em relação ao manejo cirúrgico desta paciente, qual é a melhor opção terapêutica?
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Uma menina de 15 anos é encaminhada para avaliação médica devido à ausência de menarca e à presença de mamas pouco desenvolvidas. Durante o exame físico, são observadas características sexuais secundárias pouco pronunciadas. Os exames laboratoriais revelam baixos níveis de estrogênio e elevados níveis de FSH e LH. Qual é a causa mais provável para essa condição?
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Uma paciente em trabalho de parto apresenta contrações uterinas regulares e efetivas, com dilatação cervical progressiva. No entanto, após atingir 8 cm de dilatação, a progressão da dilatação cessa, apesar das contrações uterinas persistirem. Essa situação caracteriza qual fase disfuncional do trabalho de parto?
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