Foram encontradas 40 questões.


Texto adaptado. Disponível em: https://istoe.com.br/oceanos-sao-chave-na-luta-contra-oaquecimento/ (20/09/19)
( ) Na linha 01, o vocábulo homem poderia ser substituído por ser humano sem provocar alteração de sentido à frase. ( ) As expressão marinhas (l. 06), aquáticas (l. 21) e eólicos (l. 31) referem-se, respectivamente, às marinas, aos aquíferos e à Eólio. ( ) As palavras restauração (l. 06) e poluição (l. 10) flexionam no plural da mesma forma que o vocábulo emissões (l. 42).
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Provas


Texto adaptado. Disponível em: https://istoe.com.br/oceanos-sao-chave-na-luta-contra-oaquecimento/ (20/09/19)
I. O enunciado não se constrói com um amontoado de palavras e orações. Elas se organizam segundo princípios gerais de dependência e independência sintática e semântica, recobertos por unidades melódicas e rítmicas que sedimentam estes princípios. II. O ponto simples final, que é dos sinais o que denota maior pausa, serve para encerrar períodos que terminem por qualquer tipo de oração que não seja a interrogativa direta, a exclamativa e as reticências. III. Os dois pontos são usados na enumeração, explicação, notícia subsidiária; nas expressões que se seguem aos verbos dizer, retrucar, responder (e semelhantes) e que encerram a declaração textual; nas expressões que, enunciadas com entonação especial, sugerem, pelo contexto, causa, explicação ou consequência; e nas expressões que apresentam uma quebra de sequência das ideias. IV. Os travessões denotam interrupção ou incompletude do pensamento (ou porque se quer deixar em suspenso, ou porque os fatos se dão com breve espaço de tempo intervalar, ou porque o interlocutor toma a palavra, ou hesitação em enunciá-lo.
Quais estão corretas?
Provas


Texto adaptado. Disponível em: https://istoe.com.br/oceanos-sao-chave-na-luta-contra-oaquecimento/ (20/09/19)
I. De acordo com Azeredo, em sua Gramática Houaiss, crase, etmologicamente, significa a combinação do artigo definido feminino com a preposição a, que, ao se fundirem, é representada na escrita por um acento grave sobre a vogal a. Tal fato pode ser verificado na linha 25, ao se completar a linha tracejada. II. Crase, do grego krásis, designa, em gramática normativa, a contração da preposição a com o artigo feminino a ou as, conforme preconiza Cegalla. Na linha 28, a lacuna deve ser preenchida por às, visto que as prerrogativas para essa ocorrência podem ser cumpridas; entretanto, há também a possibilidade de preencher-se a lacuna apenas com a preposição a. III. Para Bechara, emprega-se o acento grave no a para indicar que soa como vogal aberta; ocorrendo quando representa a construção da preposição a com o artigo a ou o início de aquele(s), aquela(s), aquilo. Na linha 41, a ocorrência assinalada em negrito deveria receber o acento grave, visto que ali se evidenciam as condições para sua ocorrência.
Quais estão corretas?
Provas
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
A conta que conta
1 Um amigo meu foi escalado pela rádio em que trabalhava para fazer __ cobertura de uma
2 famosa rústica realizada em terras gaúchas numa manhã de domingo. Para ele, tratava-se de um
3 dia da semana como outro qualquer. Por isso, como não podia deixar de ser, acordou muito cedo,
4 preocupado em dar conta de mais um dia de labuta. Uma poderosa empresa da cidade era a
5 promotora do evento, que reunia um expressivo número de corredores. Entre as providências
6 tomadas para garantir o sucesso dessa ação de incentivo __ prática desportiva, uma ambulância
7 foi colocada __ disposição dos participantes em caso de atendimento emergencial. Passaram-se
8 poucos minutos após a largada para que os médicos tivessem de socorrer uma vítima de acidente
9 vascular encefálico que estava envolvida no clima daquela disputa festiva. Curiosamente, o
10 paciente não era nenhum competidor, e sim meu amigo repórter. Depois desse episódio que
11 quase o fulminou, obviamente que ele não foi mais o mesmo. A vida dele mudou, e o conselho
12 que deu dias depois de sua recuperação para um velho colega que estava sendo
13 irremediavelmente arrastado para semelhante destino ressoou taxativo: “tira o pé”.
14 Transcorrido algum tempo, conheci um diretor teatral que, ao explicar para um artista como
15 deveria encarar o palco e o público na hora dos shows, usou uma expressão extraordinariamente
16 didática e que não pode ser mal interpretada: “o menos é mais”. Ambos os aconselhamentos
17 convergem para o sentido de dizer que a energia humana tem um pico de consumo, assim como
18 a demanda de eletricidade no período que compreende o final das tardes e o início das noites nas
19 grandes cidades brasileiras. Nosso corpo e nossa mente possuem limitações a ponto de
20 esgotarem sua força e sanidade quando há exageros, e é preciso reconhecer essa realidade. Nos
21 Cadernos de formação, de José Kentenich, consta que o nadador precisa erguer a cabeça que se
22 encontra submersa para poder respirar. Nenhum cantor consegue ficar horas e horas
23 ininterruptamente pulando, correndo e agitando os fãs. Nem eles querem isso. Chega
24 “incontinenti” o momento de interpretar uma música valorizando a troca de olhares, o caminhar
25 num compasso relaxado e a suavisação do ritmo. Da mesma forma, um indivíduo não funciona
26 como uma máquina, que pode ser programada para suportar extensas jornadas em constante
27 operação, e também não executa ideias brilhantes e criativas na velocidade da luz. A Síndrome de
28 Burnout é o resultado de uma conta na qual “o mais é menos”, ou seja, o desgaste gera
29 improdutividade, a pressão obsessiva leva à ineficiência e a ânsia pelo êxito redunda em
30 fragorosa decepção. Não sofre apenas o trabalhador avariado, embora este seja o mais
31 prejudicado pelas consequências diretas da patologia, mas igualmente o gestor taylorista por
32 ignorar que o maior capital de que dispõe são os seus próprios colaboradores. Assim, tratar cada
33 um deles como “homem boi” só o afasta do caminho da prosperidade.
34 Agora, vale alertar que existe uma conta na qual o mais é mais e, consequentemente, o
35 menos é menos mesmo. Imagine a seguinte situação: você simplesmente reencontra sua esposa,
36 noiva ou namorada, ou, então, sua mãe, sua filha ou outra pessoa por quem tenha grande
37 estima. Vai economizar no beijo, no abraço, na sua manifestação de amor e de afeto? Vai
38 demonstrar frieza ou indiferença? Se a sua resposta for positiva, bom, estou dispensado de
39 esclarecer que o menos é menos, não é verdade? Do contrário, muitos pontos você estará
40 acumulando em prol da felicidade pessoal. Claro, o importante é você ser sincero e, portanto,
41 espontâneo em suas ações, mas não esqueça: para o mais ser mais, a vida clama por paixão,
42 tesão, auto-realização e qualidade na aquisição de experiências. Não tenha medo de se entregar a
43 essa causa para engordar a conta genuinamente transformadora.
Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em: https://www.linkedin.com/pulse/conta-quetiago-
pellizzaro/?trackingId=VJat68b%2BRF%2Bo9%2BXUOI06Mw%3D%3D
As lacunas situadas no primeiro parágrafo do texto são, correta e respectivamente, preenchidas com:
Provas
De acordo com Candau, trabalhar as diferenças culturais constitui o foco central do multiculturalismo, nas seguintes grandes abordagens:
I. O multiculturalismo assimilacionista.
II. O multiculturalismo diferencialista ou monoculturalismo plural.
III. O multiculturalismo interativo.
Quais estão corretas?
Provas
Ao construir e reconstruir o Projeto Político-Pedagógico (PPP) e o currículo escolar de forma democrática, é necessário pensar em relação:
I. Aos sujeitos que se quer formar.
II. Aos conhecimentos que são necessários construir.
III. Ao tipo de sociedade de que queremos fazer parte.
Quais estão corretas?
Provas
Libâneo orienta que existe pelo menos três tipos de currículo que permeiam as instituições educacionais, quais sejam:
Provas
Segundo Demo, se queremos formar um estudante como protagonista de sua sociedade do conhecimento, com qualidade formal e política, precisamos, antes, ter um professor protagonista, que seja:
Provas
Segundo Mittler, é na sala de aula que começa a inclusão ou exclusão, tanto dos portadores de necessidades especiais, quanto das crianças ditas “normais”, pois são as experiências do cotidiano vivenciadas pelas crianças na sala de aula que definem a qualidade das:
I. Experiências de aprendizagem.
II. Interações e relações sociais das crianças umas com as outras.
III. Interações e relações sociais com a comunidade escolar.
Quais estão corretas?
Provas
Para responder às questões 18 e 19 considere a Base Nacional Comum Curricular.
No Ensino Fundamental – Anos Finais, as aprendizagens, nos componentes curriculares dessa área, ampliam as práticas de linguagem conquistadas no Ensino Fundamental – Anos Iniciais, incluindo a aprendizagem de Língua Inglesa. Nesse segmento, a diversificação dos contextos permite o aprofundamento de práticas de linguagem:
I. Artísticas.
II. Corporais.
III. Linguísticas.
Quais estão corretas?
Provas
Caderno Container