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Segundo Chalhub (1990, p. 49), "uma mensagem de nível metalinguístico implica que a seleção operada no código combine elementos que retornem ao próprio código. É necessário observar que o termo código sai do seu território linguístico e assume, livremente, conotações mais amplas – aliada à noção de linguagem.”
A esse respeito, leia os textos a seguir.
Texto I

Texto II

Texto III

Texto IV

É correto afirmar que o texto que NÃO representa especificamente a função metalinguística da linguagem está exemplificado em
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Onde estão os empregos.
Mesmo com a incerteza na economia e o alto índice de desemprego, o mercado de trabalho está em recuperação e traz oportunidades. Em especial, para setores como saúde, tecnologia e agronegócio.
Com base na leitura integral do texto e nos fatos
apresentados, informe se é verdadeiro (V) ou falso
(F) o que afirma.
( ) O avanço dos empregos formais ocorreu nos dois últimos anos, isto é, entre 2018 e 2019. ( ) O aumento no número de vagas de emprego é um fato contestado. ( ) O setor que mais cresceu foi o correspondente à execução de obras. ( ) A oferta de trabalho regrediu por conta do alto índice de desemprego. ( ) O dado otimista diz respeito ao cultivo da terra com vistas à produção animal.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é
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Por que o feedback do cliente é importante para o seu negócio?
Por que o feedback do cliente é importante para o seu negócio? Por ser relevante para que o empresário tenha uma visão estratégica sobre os seus produtos e serviços e para fornecer informações que ajudem a tornar seu negócio mais lucrativo. Essa ferramenta permitirá a ele decisões mais exitosas.
O diferencial que irá destacar a sua marca dos concorrentes, cada vez mais, é a qualidade da experiência que você oferece aos seus consumidores. Por isso, nada melhor do que utilizar o feedback do cliente a seu favor, valendo-se dos mais variados mecanismos. Os comentários e percepções colhidos por meio desse instrumento fornecem dados valiosos que poderão definir o sucesso de sua empresa.
Disponível em:<https://www.onyou.com.br/blog/por-que-o-feedback-do-cliente-e-importante-para-o-seu-negocio/>
Considere as informações apresentadas e preencha corretamente as lacunas das frases.
No primeiro período do texto, há relação de _______________ entre as informações. Em "Essa ferramenta lhe permitirá decisões mais exitosas.", a palavra destacada é um termo integrante da oração, cuja função é a de _______________. Na passagem "Por isso, nada melhor do que utilizar o feedback do cliente a seu favor, valendo-se dos mais variados mecanismos.", a oração destacada expressa, em relação à anterior, sentido que responde à pergunta: "_______________".
A sequência que preenche corretamente as lacunas das frases é
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Um país do balacobaco
Mentor Neto
1. Nossa cultura popular é uma enciclopédia aberta, envolvente e rica em termos e frases de profundidade inquestionável. Conhecimento comum, da gente simples, do dia a dia, que resultou em gotículas de sabedoria muitas vezes desprezadas. Ao longo dos anos venho colecionando inúmeras. Utilizo esta enciclopédia aberta como repositório que, acredito, poderia ser de amplo emprego por alguns brasileiros.
2. É verdade que algumas dessas expressões caíram em desuso, mas nem por isso perderam o brilhantismo. Por exemplo, no escândalo mais recente, o caso Intercept Brasil, o conselho “em boca fechada não entra mosca” teria sido de profunda utilidade.
3. Há como descrever melhor o trabalho da Lava Jato do que com um “cada enxadada uma minhoca”? Aos acusados ou suspeitos de corrupção, aos que se enriqueceram por meios ilícitos, um “bobeou, dançou” cai feito uma luva.
4. “Entornar o caldo” me parece adequado quando nos referimos à cultura de delações premiadas na qual estamos imersos. Por falar nisso, os delatores encontram um sábio conselho no “ajoelhou, tem que rezar” ou, quem sabe, no consagrado “colocar a boca no trombone”! Já aos que preferem manter o silêncio, “boca de siri” é o ideal.
5. Alguns personagens desse “bafafá” que tomou conta de nossa política são protagonistas tão importantes que merecem frases conhecidas de aplicação exclusiva, já que “entraram numa fria”. Afinal, como descrever mais precisamente o que ocorreu com aquele que “foi pego com a boca na botija”?
6. Para os destacados empresários do ramo frigorífico, um belo “mamar na vaca você não quer, né?” é incontestável. Tenho certeza de que o estimado leitor há de concordar.
7. E os deputados e senadores? E os que infringiram acordos? Ou aquilo está “um quiprocó”, “um perereco” do caramba mesmo. Alguns ministros “aparecem mais que umbigo de vedete”, mas a real é que deveriam “sair de fininho”.
8. A verdade é que o País está “do jeito que o diabo gosta” e cabe a nós acabar logo com esse “lero-lero” e “partir pras cabeças”. Afinal, amigo, nossa situação “está mais feia que bater na mãe”.
IstoÉ, n. 2581, 19 jun. 2019. Adaptado
No último parágrafo, o cronista emprega o termo "amigo" para se referir a um virtual leitor e, ao longo do texto, faz uso de termos e expressões coloquiais como, por exemplo, "bafafá" e "do balacobaco", além de valorizar adágios da cultura popular para construir sua argumentação.
É correto afirmar que essas escolhas permitem inferir que o autor
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- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- OrtografiaEmprego do Hífen
- OrtografiaGrafia e Emprego de Iniciais Maiúsculas
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
Um país do balacobaco
Mentor Neto
1. Nossa cultura popular é uma enciclopédia aberta, envolvente e rica em termos e frases de profundidade inquestionável. Conhecimento comum, da gente simples, do dia a dia, que resultou em gotículas de sabedoria muitas vezes desprezadas. Ao longo dos anos venho colecionando inúmeras. Utilizo esta enciclopédia aberta como repositório que, acredito, poderia ser de amplo emprego por alguns brasileiros.
2. É verdade que algumas dessas expressões caíram em desuso, mas nem por isso perderam o brilhantismo. Por exemplo, no escândalo mais recente, o caso Intercept Brasil, o conselho “em boca fechada não entra mosca” teria sido de profunda utilidade.
3. Há como descrever melhor o trabalho da Lava Jato do que com um “cada enxadada uma minhoca”? Aos acusados ou suspeitos de corrupção, aos que se enriqueceram por meios ilícitos, um “bobeou, dançou” cai feito uma luva.
4. “Entornar o caldo” me parece adequado quando nos referimos à cultura de delações premiadas na qual estamos imersos. Por falar nisso, os delatores encontram um sábio conselho no “ajoelhou, tem que rezar” ou, quem sabe, no consagrado “colocar a boca no trombone”! Já aos que preferem manter o silêncio, “boca de siri” é o ideal.
5. Alguns personagens desse “bafafá” que tomou conta de nossa política são protagonistas tão importantes que merecem frases conhecidas de aplicação exclusiva, já que “entraram numa fria”. Afinal, como descrever mais precisamente o que ocorreu com aquele que “foi pego com a boca na botija”?
6. Para os destacados empresários do ramo frigorífico, um belo “mamar na vaca você não quer, né?” é incontestável. Tenho certeza de que o estimado leitor há de concordar.
7. E os deputados e senadores? E os que infringiram acordos? Ou aquilo está “um quiprocó”, “um perereco” do caramba mesmo. Alguns ministros “aparecem mais que umbigo de vedete”, mas a real é que deveriam “sair de fininho”.
8. A verdade é que o País está “do jeito que o diabo gosta” e cabe a nós acabar logo com esse “lero-lero” e “partir pras cabeças”. Afinal, amigo, nossa situação “está mais feia que bater na mãe”.
IstoÉ, n. 2581, 19 jun. 2019. Adaptado
Leia a passagem transcrita do texto.
6. Para os destacados empresários do ramo frigorífico, um belo “mamar na vaca você não quer, né?” é incontestável. Tenho certeza de que o estimado leitor há de concordar.
7. E os deputados e senadores? E os que infringiram acordos? Para aquele vai um “não é flor que se cheire”. Ou aquilo está “um quiprocó”, “um perereco” do caramba mesmo. Alguns ministros “aparecem mais que umbigo de vedete”, mas a real é que deveriam “sair de fininho”.
8. A verdade é que o País está “do jeito que o diabo gosta” e cabe a nós acabar logo com esse “lero-lero” e “partir pras cabeças”. Afinal, amigo, nossa situação “está mais feia que bater na mãe”.
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre os aspectos gramaticais exemplificados.
( ) Na estrutura frasal "... cabe a nós..." (§8), o sinal indicativo de crase está ausente. Todavia, esse sinal gráfico deve ser empregado diante de pronomes pessoais.
( ) Em "E os que infringiram acordos?" (§7), a substituição do termo em destaque por "infligiram" não alterará o sentido que se quis dar ao período.
( ) No que tange à hifenização, a palavra composta "lero-lero" (§8) está grafada corretamente, segundo o Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.
( ) As palavras "incontestável" e "frigorífico" (§6) estão acentuadas obedecendo à mesma regra que determina a acentuação das palavras "empresários" (§6) e "quiprocó" (§7), respectivamente.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é
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Leia o microconto.

É correto afirmar que a última frase dessa pequena narrativa contém
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Dieta salvadora
A ciência descobre um micróbio adepto de um
alimento abundante: o lixo plástico no mar.
O ser humano revelou-se capaz de dividir o átomo, derrotar o câncer e produzir um “Dom Quixote”. Só não consegue dar um destino razoável ao lixo que produz. E não se contenta em brindar os mares, rios e lagoas com seus próprios dejetos. Intoxica-os também com garrafas plásticas, pneus, computadores, sofás e até carcaças de automóveis. Tudo que perde o uso é atirado num curso d’água, subterrâneo ou a céu aberto, que se encaminha inevitavelmente para o mar. O resultado está nas ilhas de lixo que se formam, da Guanabara ao Pacífico.
De repente, uma boa notícia. Cientistas da Grécia, Suíça, Itália, China e dos Emirados Árabes descobriram em duas ilhas gregas um micróbio marinho que se alimenta do carbono contido no plástico jogado ao mar. Parece que, depois de algum tempo ao sol e atacado pelo sal, o plástico, seja mole, como o das sacolas, ou duro, como o das embalagens, fica quebradiço – no ponto para que os micróbios, de guardanapo ao pescoço, o decomponham e façam a festa. Os cientistas estão agora criando réplicas desses micróbios, para que eles ajudem os micróbios nativos a devorar o lixo. Haja estômago.
Em “A Guerra das Salamandras”, romance de 1936 do tcheco Karel Čapek (pronuncia-se tchá-pek), um explorador descobre na costa de Sumatra uma raça de lagartos gigantes, hábeis em colher pérolas e construir diques submarinos. Em troca das pérolas que as salamandras lhe entregam, ele lhes fornece facas para se defenderem dos tubarões. O resto, você adivinhou: as salamandras se reproduzem, tornam-se milhões, ocupam os litorais, aprendem a falar e inundam os continentes. São agora bilhões e tomam o mundo.
Não quero dizer que os micróbios comedores de lixo podem se tornar as salamandras de Čapek. É que, no livro, as salamandras aprendem a gerir o mundo melhor do que nós. Com os micróbios no comando, nossos mares, pelo menos, estarão a salvo.
Ruy Castro, jornalista, biógrafo e escritor brasileiro.
Folha de S. Paulo. Caderno Opinião, p. A2, 20 mai. 2019.
“O artigo é a palavra que determina ou indetermina o substantivo. É variável em gênero e número, por isso também determina o gênero e o número do substantivo.” (BUENO, 2014, p.131).
A esse respeito, em qual oração o artigo definido, na expressão sublinhada, determina o gênero do substantivo?
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Caderno Container