Foram encontradas 60 questões.
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta. A elaboração do Projeto Político- Pedagógico da Escola em uma Gestão Democrática da Escola Pública tem como parâmetros:
( ) consulta permanente à comunidade escolar.
( ) institucionalização da gestão democrática.
( ) um projeto sem uma direção política.
( ) lisura nos processos de definição da gestão democrática e do projeto político- pedagógico da escola.
( ) agilização das informações e transparência nas negociações no âmbito da escola e fora dela.
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Duas funcionárias de uma empresa, A e B, ficaram responsáveis pela confecção de um lote de vestidos. Quando a funcionária B começou a confeccionar seus vestidos, a funcionária A já havia confeccionado quatro vestidos. A partir desse momento, a cada hora trabalhada, a funcionária A confeccionava quatro vestidos a mais da quantidade de vestidos que confeccionou na hora anterior e a funcionária B confeccionava cinco vestidos a mais da quantidade de vestidos que confeccionou na hora anterior. Dessa forma, em uma determinada hora de trabalho, as duas funcionárias confeccionaram a mesma quantidade de vestidos, tal que essa quantidade é igual a
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Considerando o Microsoft Word 2010, versão em português, em sua instalação padrão, é correto afirmar que o recurso RÉGUA, que permite exibir as réguas usadas para medir e alinhar os objetos no documento, está disponível na guia
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Analise os textos I e II para responder à questão.
Texto I

Disponível em: https://www.espacovital.com.br/publicacao-36954-fake-news-o-mal-do-seculo-21. Acesso em: 08 dez. 2019.
Texto II
Fake News: as mentiras que viram notícias
Será que todos os que se manifestam sobre qualquer
assunto estão devidamente preparados
para utilizar devidamente os modernos canais de comunicação?
Danillo Saes
A realidade do mundo de hoje é ligada à velocidade, à digitalização e, consequentemente, à exposição em redes. Com a inserção da tecnologia no dia a dia das pessoas, é possível presenciar diversas mudanças, como o fato de um indivíduo com um perfil em uma plataforma social ser propagador de informações e não mais apenas receptor.
Este cenário de disseminação de ideias – boas ou ruins, certas ou erradas, do mesmo ponto de vista que o seu ou não – faz parte de um mundo moderno e democrático. Neste contexto, a tecnologia tem sido utilizada como ferramenta de propagação destes posicionamentos. Ao ter o poder do clique em mãos, as pessoas passam a ser mais ativas diante das informações que recebem. Os meios de comunicação mudaram as formas de divulgar suas notícias diante deste comportamento que os indivíduos passaram a adquirir com o passar do tempo. Há alguns anos, pesquisadores divulgaram artigos sobre a influência da “segunda tela”: o notebook ou o smartphone começavam a se infiltrar como coadjuvantes da tela da televisão. Telespectadores comentavam suas novelas, criticavam o técnico do seu time de futebol e faziam outros tipos de comentários. Hoje, os dispositivos móveis não são mais uma segunda tela, mas uma extensão real – e, muitas vezes, protagonista – para receber, digerir e disseminar as informações recebidas.
De meros mortais que até então era como éramos tratados pela grande mídia, como depósitos de informações – certas ou erradas, boas ou ruins, favoráveis ou contrárias –, passamos a ser também protagonistas através do “poder” que a tela de um dispositivo móvel nos dá. É incrível e, ao mesmo tempo, muito preocupante. Será que todos os que se manifestam sobre qualquer tipo de assunto estão devidamente preparados para isso? Será que têm bagagem suficiente para criticar? Os ditos “influenciadores” realmente têm o espírito crítico necessário unido à sua responsabilidade de “influenciar” ao publicar seus posicionamentos? São provocações, indagações, não afirmações.
Quando nos deparamos com as famosas fake news, por sermos ativos através das plataformas sociais, assumimos uma parcela (grande) de responsabilidade ao disseminá-las. Ao receber aquela notícia através do WhatsApp, ou aquele áudio que afirmam ser de uma determinada figura pública e, com nosso “dedinho ansioso”, compartilhamos o conteúdo em grupos com o intuito de dar “furos de reportagem” que até então eram coisa apenas de jornalistas, damos nosso aval àquela informação.
As pessoas que criam as fake news não estão isentas de responsabilidades – pelo contrário. O que desejo é provocar o leitor a desenvolver seu senso crítico diante da informação que se consome e, com isso, não tomar como verdade tudo aquilo que o impacta. O mesmo “poder” que a tecnologia nos dá para disseminar informações também nos proporciona a possibilidade de investigá-las, contestá-las, analisá-las. No entanto, investigar, contestar e analisar é trabalhoso, exige esforço de pensamento e queima de fosfato.
A diferença entre as fake news serem desmascaradas ou se transformarem em “verdade” está no pequeno intervalo de tempo entre o momento em que as consumimos e o momento em que clicamos em “encaminhar”.
Danillo Saes é coordenador de Análise e Desenvolvimento
de Sistemas da EAD Unicesumar. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/. Acesso em: 08 dez. 2019.
O texto II pode ser considerado pertencente ao gênero
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Considerando o navegador Google Chrome, versão 78 em português, para abrir as opções de "Limpar dados de navegação", basta executar qual tecla de atalho?
(Obs.: o caractere + foi utilizado apenas para interpretação).
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O caderno de uma prova de um concurso público é composto de 3 páginas, tal que cada página é dividida em duas colunas e cada uma dessas colunas tem 18 linhas, onde cada linha tem 12 letras. O total de letras dessa prova é igual a
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As tradições religiosas se valem de suas histórias sagradas para transmitir mensagens profundas aos seus seguidores. Na busca pela totalidade, pela integração, os mitos religiosos cumprem um papel fundamental. Sobre os mitos religiosos, assinale a alternativa INCORRETA.
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Analise os textos I e II para responder à questão.
Texto I

Disponível em: https://www.espacovital.com.br/publicacao-36954-fake-news-o-mal-do-seculo-21. Acesso em: 08 dez. 2019.
Texto II
Fake News: as mentiras que viram notícias
Será que todos os que se manifestam sobre qualquer
assunto estão devidamente preparados
para utilizar devidamente os modernos canais de comunicação?
Danillo Saes
A realidade do mundo de hoje é ligada à velocidade, à digitalização e, consequentemente, à exposição em redes. Com a inserção da tecnologia no dia a dia das pessoas, é possível presenciar diversas mudanças, como o fato de um indivíduo com um perfil em uma plataforma social ser propagador de informações e não mais apenas receptor.
Este cenário de disseminação de ideias – boas ou ruins, certas ou erradas, do mesmo ponto de vista que o seu ou não – faz parte de um mundo moderno e democrático. Neste contexto, a tecnologia tem sido utilizada como ferramenta de propagação destes posicionamentos. Ao ter o poder do clique em mãos, as pessoas passam a ser mais ativas diante das informações que recebem. Os meios de comunicação mudaram as formas de divulgar suas notícias diante deste comportamento que os indivíduos passaram a adquirir com o passar do tempo. Há alguns anos, pesquisadores divulgaram artigos sobre a influência da “segunda tela”: o notebook ou o smartphone começavam a se infiltrar como coadjuvantes da tela da televisão. Telespectadores comentavam suas novelas, criticavam o técnico do seu time de futebol e faziam outros tipos de comentários. Hoje, os dispositivos móveis não são mais uma segunda tela, mas uma extensão real – e, muitas vezes, protagonista – para receber, digerir e disseminar as informações recebidas.
De meros mortais que até então era como éramos tratados pela grande mídia, como depósitos de informações – certas ou erradas, boas ou ruins, favoráveis ou contrárias –, passamos a ser também protagonistas através do “poder” que a tela de um dispositivo móvel nos dá. É incrível e, ao mesmo tempo, muito preocupante. Será que todos os que se manifestam sobre qualquer tipo de assunto estão devidamente preparados para isso? Será que têm bagagem suficiente para criticar? Os ditos “influenciadores” realmente têm o espírito crítico necessário unido à sua responsabilidade de “influenciar” ao publicar seus posicionamentos? São provocações, indagações, não afirmações.
Quando nos deparamos com as famosas fake news, por sermos ativos através das plataformas sociais, assumimos uma parcela (grande) de responsabilidade ao disseminá-las. Ao receber aquela notícia através do WhatsApp, ou aquele áudio que afirmam ser de uma determinada figura pública e, com nosso “dedinho ansioso”, compartilhamos o conteúdo em grupos com o intuito de dar “furos de reportagem” que até então eram coisa apenas de jornalistas, damos nosso aval àquela informação.
As pessoas que criam as fake news não estão isentas de responsabilidades – pelo contrário. O que desejo é provocar o leitor a desenvolver seu senso crítico diante da informação que se consome e, com isso, não tomar como verdade tudo aquilo que o impacta. O mesmo “poder” que a tecnologia nos dá para disseminar informações também nos proporciona a possibilidade de investigá-las, contestá-las, analisá-las. No entanto, investigar, contestar e analisar é trabalhoso, exige esforço de pensamento e queima de fosfato.
A diferença entre as fake news serem desmascaradas ou se transformarem em “verdade” está no pequeno intervalo de tempo entre o momento em que as consumimos e o momento em que clicamos em “encaminhar”.
Danillo Saes é coordenador de Análise e Desenvolvimento
Referente ao uso da vírgula, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) Em “Com a inserção da tecnologia no dia a dia das pessoas, é possível presenciar diversas mudanças (...)”, a vírgula foi empregada para isolar uma locução adverbial de causa deslocada para o início do período.
( ) No período “Telespectadores comentavam suas novelas, criticavam o técnico do seu time de futebol e faziam outros tipos de comentários.”, a vírgula foi empregada para separar orações coordenadas sindéticas aditivas.
( ) Em “(...) como depósitos de informações – certas ou erradas, boas ou ruins, favoráveis ou contrárias (...)”, as vírgulas foram empregadas para isolar um aposto.
( ) No trecho “(...) e, com isso, não tomar como verdade tudo aquilo que o impacta.”, as vírgulas foram utilizadas para separar uma locução conjuntiva que expressa conclusão.
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Considerando o software para a manipulação de planilhas eletrônicas CALC, presente no pacote LibreOffice, versão 6 em português, após selecionar uma célula, para que seja limpa a sua formatação direta, basta utilizar qual tecla de atalho?
(Obs.: o caractere + foi utilizado apenas para interpretação).
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Acerca das principais características da religiosidade indígena, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) INCORRETA(S).
I. Cada nação indígena possui a sua própria religião, com seus ritos, cantos, danças, acessórios, símbolos, indumentária, pinturas corporais, mitos e jeitos de celebrar os importantes momentos da vida.
II. Nas comunidades indígenas, a religião é parte integrante do cotidiano. A vida gira em torno do sagrado.
III. A estrutura das religiões indígenas não permite o equilíbrio do homem com o meio e a harmonia com a “Mãe Terra”.
IV. A religiosidade indígena é marcada pela burocracia institucional, tudo gira em torno das experiências do sagrado e não em uma fundamentação teórica.
V. As comunidades indígenas acreditam nas forças da natureza e nos espíritos dos antepassados.
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