Magna Concursos

Foram encontradas 60 questões.

873096 Ano: 2020
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Cariacica-ES
Se afirmarmos que não é verdade que o preço do quilo da carne está barato e o índice de inflação caiu no último mês, então é verdade afirmar que
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
754468 Ano: 2020
Disciplina: Filosofia
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Cariacica-ES
Acerca da tipologia seita-igreja e da carga ideológica que muitas vezes essa tipologia portou em sua utilização pelo senso comum e pelas religiões hegemônicas, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. O termo “seita” foi utilizado como qualificação negativa dos grupos religiosos minoritários, oriundos do cristianismo ou de outras matrizes religiosas, por aqueles que zelavam pela legitimidade e hegemonia das grandes tradições religiosas ocidentais, de modo particular nas chamadas Igrejas históricas.
II. Seita e igreja são conceitos utilizados sociologicamente como modos de organização religiosa que podem concretizar-se de duas maneiras. Primeiro, em grupos religiosos concretos, caracterizados predominantemente pelos aspectos sectários no seu modo de se organizar. Em segundo lugar, para caracterizar posturas religiosas que podem marcar grupos e indivíduos, mesmo que dentro de um grupo maior, que não tenham em seu conjunto traços sectários.
III. As noções de igreja e seita são correlacionadas: uma é formulada em relação à outra. Por outro lado, pode ocorrer um gradiente entre os tipos bipolares seita-igreja, de forma que podemos detectar os comportamentos sectários que gradativamente vão adquirindo características eclesiais e vice-versa.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
691621 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Cariacica-ES
Analise os textos I e II para responder à questão.
Texto I
Enunciado 691621-1
Disponível em: https://www.espacovital.com.br/publicacao-36954-fake-news-o-mal-do-seculo-21. Acesso em: 08 dez. 2019.
Texto II
Fake News: as mentiras que viram notícias
Será que todos os que se manifestam sobre qualquer
assunto estão devidamente preparados
para utilizar devidamente os modernos canais de comunicação?
Danillo Saes
A realidade do mundo de hoje é ligada à velocidade, à digitalização e, consequentemente, à exposição em redes. Com a inserção da tecnologia no dia a dia das pessoas, é possível presenciar diversas mudanças(A), como o fato de um indivíduo com um perfil em uma plataforma social ser propagador de informações e não mais apenas receptor.
Este cenário de disseminação de ideias – boas ou ruins, certas ou erradas, do mesmo ponto de vista que o seu ou não – faz parte de um mundo moderno e democrático. Neste contexto, a tecnologia tem sido utilizada como ferramenta de propagação destes posicionamentos. Ao ter o poder do clique em mãos, as pessoas passam a ser mais ativas diante das informações que recebem. Os meios de comunicação mudaram as formas de divulgar suas notícias diante deste comportamento que os indivíduos passaram a adquirir com o passar do tempo. Há alguns anos, pesquisadores divulgaram artigos sobre a influência da “segunda tela”: o notebook ou o smartphone começavam a se infiltrar como coadjuvantes da tela da televisão. Telespectadores comentavam suas novelas, criticavam o técnico do seu time de futebol e faziam outros tipos de comentários. Hoje, os dispositivos móveis não são mais uma segunda tela, mas uma extensão real – e, muitas vezes, protagonista – para receber, digerir e disseminar as informações recebidas.
De meros mortais que até então era como éramos tratados pela grande mídia, como depósitos de informações – certas ou erradas, boas ou ruins, favoráveis ou contrárias –, passamos a ser também protagonistas através do “poder” que a tela de um dispositivo móvel nos dá. É incrível e, ao mesmo tempo, muito preocupante(C). Será que todos os que se manifestam sobre qualquer tipo de assunto estão devidamente preparados para isso? Será que têm bagagem suficiente para criticar? Os ditos “influenciadores” realmente têm o espírito crítico necessário unido à sua responsabilidade de “influenciar” ao publicar seus posicionamentos? São provocações, indagações, não afirmações. (B)
Quando nos deparamos com as famosas fake news, por sermos ativos através das plataformas sociais, assumimos uma parcela (grande) de responsabilidade ao disseminá-las. Ao receber aquela notícia através do WhatsApp, ou aquele áudio que afirmam ser de uma determinada figura pública e, com nosso “dedinho ansioso”, compartilhamos o conteúdo em grupos com o intuito de dar “furos de reportagem” que até então eram coisa apenas de jornalistas, damos nosso aval àquela informação.
As pessoas que criam as fake news não estão isentas de responsabilidades – pelo contrário. O que desejo é provocar o leitor a desenvolver seu senso crítico diante da informação que se consome e, com isso, não tomar como verdade tudo aquilo que o impacta. O mesmo “poder” que a tecnologia nos dá para disseminar informações também nos proporciona a possibilidade de investigá-las, contestá-las, analisá-las. No entanto, investigar, contestar e analisar é trabalhoso, exige esforço de pensamento e queima de fosfato(D).
A diferença entre as fake news serem desmascaradas ou se transformarem em “verdade” está no pequeno intervalo de tempo entre o momento em que as consumimos e o momento em que clicamos em “encaminhar”.
Danillo Saes é coordenador de Análise e Desenvolvimento
Em se tratando de processos de formação de palavras, com frequência, substantivos se formam a partir de verbos, com a introdução de sufixos. Isso acontece, por exemplo, com as palavras do texto: “comunicação”, que vem de comunicar e “comportamento”, que vem de comportar-se. No entanto, em relação ao substantivo “influência”, que vem do verbo “influenciar”, o processo é diferente. Assinale a alternativa que apresenta um substantivo em destaque cuja formação seja semelhante à de “influência”.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Considere a seguinte sequência numérica de nove termos, em que são conhecidos alguns de seus termos:
(\( 1 \),,,\( 2 \),,,√\( 7 \),,\( 3 \)).
Sabendo que os termos dessa sequência foram obtidos seguindo um determinado padrão, então o seu termo central, ou seja, o quinto termo dessa sequência, é igual a
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
667542 Ano: 2020
Disciplina: Filosofia
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Cariacica-ES
Uma experiência religiosa tende a estruturar-se para que possa continuar subsistindo historicamente; deve institucionalizar sua oferta de salvação. A sequência desse percurso de institucionalização religiosa pode ser traçada, segundo a tipologia weberiana, como:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
639815 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Cariacica-ES
Analise os textos I e II para responder à questão.
Texto I
Enunciado 639815-1
Disponível em: https://www.espacovital.com.br/publicacao-36954-fake-news-o-mal-do-seculo-21. Acesso em: 08 dez. 2019.
Texto II
Fake News: as mentiras que viram notícias
Será que todos os que se manifestam sobre qualquer
assunto estão devidamente preparados
para utilizar devidamente os modernos canais de comunicação?
Danillo Saes
A realidade do mundo de hoje é ligada à velocidade, à digitalização e, consequentemente, à exposição em redes. Com a inserção da tecnologia no dia a dia das pessoas, é possível presenciar diversas mudanças, como o fato de um indivíduo com um perfil em uma plataforma social ser propagador de informações e não mais apenas receptor.
Este cenário de disseminação de ideias – boas ou ruins, certas ou erradas, do mesmo ponto de vista que o seu ou não – faz parte de um mundo moderno e democrático. Neste contexto, a tecnologia tem sido utilizada como ferramenta de propagação destes posicionamentos. Ao ter o poder do clique em mãos, as pessoas passam a ser mais ativas diante das informações que recebem. Os meios de comunicação mudaram as formas de divulgar suas notícias diante deste comportamento que os indivíduos passaram a adquirir com o passar do tempo. Há alguns anos, pesquisadores divulgaram artigos sobre a influência da “segunda tela”: o notebook ou o smartphone começavam a se infiltrar como coadjuvantes da tela da televisão. Telespectadores comentavam suas novelas, criticavam o técnico do seu time de futebol e faziam outros tipos de comentários. Hoje, os dispositivos móveis não são mais uma segunda tela, mas uma extensão real – e, muitas vezes, protagonista – para receber, digerir e disseminar as informações recebidas.
De meros mortais que até então era como éramos tratados pela grande mídia, como depósitos de informações – certas ou erradas, boas ou ruins, favoráveis ou contrárias –, passamos a ser também protagonistas através do “poder” que a tela de um dispositivo móvel nos dá. É incrível e, ao mesmo tempo, muito preocupante. Será que todos os que se manifestam sobre qualquer tipo de assunto estão devidamente preparados para isso? Será que têm bagagem suficiente para criticar? Os ditos “influenciadores” realmente têm o espírito crítico necessário unido à sua responsabilidade de “influenciar” ao publicar seus posicionamentos? São provocações, indagações, não afirmações.
Quando nos deparamos com as famosas fake news, por sermos ativos através das plataformas sociais, assumimos uma parcela (grande) de responsabilidade ao disseminá-las. Ao receber aquela notícia através do WhatsApp, ou aquele áudio que afirmam ser de uma determinada figura pública e, com nosso “dedinho ansioso”, compartilhamos o conteúdo em grupos com o intuito de dar “furos de reportagem” que até então eram coisa apenas de jornalistas, damos nosso aval àquela informação.
As pessoas que criam as fake news não estão isentas de responsabilidades – pelo contrário. O que desejo é provocar o leitor a desenvolver seu senso crítico diante da informação que se consome e, com isso, não tomar como verdade tudo aquilo que o impacta. O mesmo “poder” que a tecnologia nos dá para disseminar informações também nos proporciona a possibilidade de investigá-las, contestá-las, analisá-las. No entanto, investigar, contestar e analisar é trabalhoso, exige esforço de pensamento e queima de fosfato.
A diferença entre as fake news serem desmascaradas ou se transformarem em “verdade” está no pequeno intervalo de tempo entre o momento em que as consumimos e o momento em que clicamos em “encaminhar”.
Danillo Saes é coordenador de Análise e Desenvolvimento
de Sistemas da EAD Unicesumar. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/. Acesso em: 08 dez. 2019.
Sobre o texto I, é correto afirmar que
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
633665 Ano: 2020
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Cariacica-ES
Há algumas limitações e obstáculos à instauração de um processo democrático como parte do projeto político-pedagógico, entre elas:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
633636 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Cariacica-ES
Analise os textos I e II para responder à questão.
Texto I
Enunciado 633636-1
Disponível em: https://www.espacovital.com.br/publicacao-36954-fake-news-o-mal-do-seculo-21. Acesso em: 08 dez. 2019.
Texto II
Fake News: as mentiras que viram notícias
Será que todos os que se manifestam sobre qualquer
assunto estão devidamente preparados
para utilizar devidamente os modernos canais de comunicação?
Danillo Saes
A realidade do mundo de hoje é ligada à velocidade, à digitalização e, consequentemente, à exposição em redes. Com a inserção da tecnologia no dia a dia das pessoas, é possível presenciar diversas mudanças, como o fato de um indivíduo com um perfil em uma plataforma social ser propagador de informações e não mais apenas receptor.
Este cenário de disseminação de ideias – boas ou ruins, certas ou erradas, do mesmo ponto de vista que o seu ou não – faz parte de um mundo moderno e democrático. Neste contexto, a tecnologia tem sido utilizada como ferramenta de propagação destes posicionamentos. Ao ter o poder do clique em mãos, as pessoas passam a ser mais ativas diante das informações que recebem. Os meios de comunicação mudaram as formas de divulgar suas notícias diante deste comportamento que os indivíduos passaram a adquirir com o passar do tempo. Há alguns anos, pesquisadores divulgaram artigos sobre a influência da “segunda tela”: o notebook ou o smartphone começavam a se infiltrar como coadjuvantes da tela da televisão. Telespectadores comentavam suas novelas, criticavam o técnico do seu time de futebol e faziam outros tipos de comentários. Hoje, os dispositivos móveis não são mais uma segunda tela, mas uma extensão real – e, muitas vezes, protagonista – para receber, digerir e disseminar as informações recebidas.
De meros mortais que até então era como éramos tratados pela grande mídia, como depósitos de informações – certas ou erradas, boas ou ruins, favoráveis ou contrárias –, passamos a ser também protagonistas através do “poder” que a tela de um dispositivo móvel nos dá. É incrível e, ao mesmo tempo, muito preocupante. Será que todos os que se manifestam sobre qualquer tipo de assunto estão devidamente preparados para isso? Será que têm bagagem suficiente para criticar? Os ditos “influenciadores” realmente têm o espírito crítico necessário unido à sua responsabilidade de “influenciar” ao publicar seus posicionamentos? São provocações, indagações, não afirmações.
Quando nos deparamos com as famosas fake news, por sermos ativos através das plataformas sociais, assumimos uma parcela (grande) de responsabilidade ao disseminá-las. Ao receber aquela notícia através do WhatsApp, ou aquele áudio que afirmam ser de uma determinada figura pública e, com nosso “dedinho ansioso”, compartilhamos o conteúdo em grupos com o intuito de dar “furos de reportagem” que até então eram coisa apenas de jornalistas, damos nosso aval àquela informação.
As pessoas que criam as fake news não estão isentas de responsabilidades – pelo contrário. O que desejo é provocar o leitor a desenvolver seu senso crítico diante da informação que se consome e, com isso, não tomar como verdade tudo aquilo que o impacta. O mesmo “poder” que a tecnologia nos dá para disseminar informações também nos proporciona a possibilidade de investigá-las, contestá-las, analisá-las. No entanto, investigar, contestar e analisar é trabalhoso, exige esforço de pensamento e queima de fosfato.
A diferença entre as fake news serem desmascaradas ou se transformarem em “verdade” está no pequeno intervalo de tempo entre o momento em que as consumimos e o momento em que clicamos em “encaminhar”.
Danillo Saes é coordenador de Análise e Desenvolvimento
“O que desejo é provocar o leitor a desenvolver seu senso crítico diante da informação que se consome e, com isso, não tomar como verdade tudo aquilo que o impacta. O mesmo “poder” que a tecnologia nos dá para disseminar informações também nos proporciona a possibilidade de investigá-las, contestá- las, analisá- las. No entanto, investigar, contestar e analisar é trabalhoso, exige esforço de pensamento e queima de fosfato”.
Levando em consideração a função coesiva dos elementos destacados no texto apresentado, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. Os pronomes “seu” e “o” fazem referência a um mesmo termo.
II. O pronome “que” retoma o substantivo antecedente “poder” e introduz a oração adjetiva: “que a tecnologia nos dá”.
III. O pronome pessoal do caso oblíquo “las”, nas três vezes em que é empregado, refere-se ao termo “informações” e tem função sintática de objeto indireto.
IV. Tal pronome “las” refere-se à 2ª pessoa do plural.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
160163 Ano: 2020
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Cariacica-ES
Na abordagem de ensino cognitivista, a sociedade
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
552172 Ano: 2020
Disciplina: Filosofia
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Cariacica-ES
O pensador alemão Rudolf Otto entende que a religião não é uma experiência apropriada e explicada racionalmente, mas uma experiência do sagrado, presente na própria consciência do ser humano. Para Otto, o sagrado como um ser “completamente outro” pode ser entendido como
Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas