Foram encontradas 40 questões.
- ÁlgebraEquações de Segundo Grau
- GeometriaGeometria PlanaTriângulosTriângulos RetângulosRelações Métricas no Triângulo Retângulo
- GeometriaGeometria PlanaÁreas e Perímetros
A base de um retângulo excede sua altura em 2 cm. Sabendo-se que sua área é 35 cm², quanto mede (em cm) a diagonal do retângulo?
Provas
- TrigonometriaFunções Trigonométricas e Funções Trigonométricas Inversas
- TrigonometriaSeno, Cosseno e Tangente
Considere a função real f(x) = 3 + 4 ⋅ sen (2x). O período da função f é:
Provas
Um hospital recebeu 960 luvas descartáveis, 1.440 máscaras cirúrgicas e 720 aventais descartáveis. Deseja-se organizar esses materiais em kits idênticos, sem misturar itens de tipos diferentes entre os kits e sem que sobre qualquer material. Sabendo-se que todos os kits devem conter a mesma quantidade de itens de cada tipo e que o número de kits deve ser o maior possível, quantos kits poderão ser montados?
Provas
Assinale a alternativa que apresenta o resultado obtido ao simplificar a expressão abaixo:
3x2 − 4x / x
Provas
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Carlos Barbosa-RS
Provas
Entre ciência e afeto: por que os nossos animais também cuidam
Por Arthur Guerra
Outro dia, vi um vídeo que me emocionou. Uma mulher idosa, internada em um hospital
havia semanas, recebe uma visita inesperada: seus gatos, trazidos pelo filho dela. As cenas me
desarmaram: o rosto dela, antes sério e cansado, se iluminou. Por algum tempo, a doença
pareceu perder espaço para dar lugar ao cuidado e ao vínculo com aqueles animais.
Em minha prática clínica, aprendi que nem todo cuidado se resume a uma prescrição
médica. Meu cão Franc foi treinado para dar suporte emocional a pacientes internados no
Instituto HC Perdizes, muitos deles, em estado terminal, afastados de seus familiares e, não
raro, sozinhos no quarto. Já pude testemunhar, de perto, o que esses encontros produzem. O
isolamento se rompe, a emoção toma conta, a ansiedade e o medo diminuem e os pacientes
voltam a se sentir amados.
A ciência vem confirmando algo que, intuitivamente, já sabemos: o contato com animais
reduz níveis de cortisol, diminui a percepção de estresse e pode aumentar a liberação de um
hormônio associado ao vínculo e ao bem-estar, como a ocitocina. Ou seja, esse é um recurso
com efeitos terapêuticos.
Não por acaso, esse efeito tem sido incorporado ao cuidado de pessoas com depressão,
ansiedade, fobias ou em situações de isolamento prolongado, como internações. Cresce também
o número de profissionais que incorporam animais de apoio emocional ao cuidado clínico da
ansiedade e da depressão. Em 2023, só nos Estados Unidos, havia mais de 115 mil animais de
suporte emocional registrados – em sua maioria cães, mas há de tudo, até pavões e cobras.
Animais de suporte emocional não substituem tratamentos. Mas eles reforçam a sensação
de não estar sozinho. Em saúde mental, isso pode mudar tudo.
Talvez seja por isso que aquele vídeo tenha me marcado tanto. Afinal de contas ▲ ele mostra
algo simples e poderoso ■ o vínculo com um animal que nos dá amor incondicional pode nos
devolver a sensação de estar vivos ★ E isso é muito.
(Disponível em: https://forbes.com.br/colunas/2026/05/dr-arthur-guerra-entre-ciencia-e-afeto-por-que-os-nossos-animais-tambem-cuidam/ – texto adaptado especialmente para esta prova)
Assinale a alternativa que apresenta os sinais de pontuação que substituem, correta e respectivamente, os símbolos ▲, ■ e ★ no trecho abaixo, retirado do texto:
“Afinal de contas ▲ ele mostra algo simples e poderoso ■ o vínculo com um animal que nos dá amor incondicional pode nos devolver a sensação de estar vivos ★E isso é muito”.
Provas
Entre ciência e afeto: por que os nossos animais também cuidam
Por Arthur Guerra
Outro dia, vi um vídeo que me emocionou. Uma mulher idosa, internada em um hospital
havia semanas, recebe uma visita inesperada: seus gatos, trazidos pelo filho dela. As cenas me
desarmaram: o rosto dela, antes sério e cansado, se iluminou. Por algum tempo, a doença
pareceu perder espaço para dar lugar ao cuidado e ao vínculo com aqueles animais.
Em minha prática clínica, aprendi que nem todo cuidado se resume a uma prescrição
médica. Meu cão Franc foi treinado para dar suporte emocional a pacientes internados no
Instituto HC Perdizes, muitos deles, em estado terminal, afastados de seus familiares e, não
raro, sozinhos no quarto. Já pude testemunhar, de perto, o que esses encontros produzem. O
isolamento se rompe, a emoção toma conta, a ansiedade e o medo diminuem e os pacientes
voltam a se sentir amados.
A ciência vem confirmando algo que, intuitivamente, já sabemos: o contato com animais
reduz níveis de cortisol, diminui a percepção de estresse e pode aumentar a liberação de um
hormônio associado ao vínculo e ao bem-estar, como a ocitocina. Ou seja, esse é um recurso
com efeitos terapêuticos.
Não por acaso, esse efeito tem sido incorporado ao cuidado de pessoas com depressão,
ansiedade, fobias ou em situações de isolamento prolongado, como internações. Cresce também
o número de profissionais que incorporam animais de apoio emocional ao cuidado clínico da
ansiedade e da depressão. Em 2023, só nos Estados Unidos, havia mais de 115 mil animais de
suporte emocional registrados – em sua maioria cães, mas há de tudo, até pavões e cobras.
Animais de suporte emocional não substituem tratamentos. Mas eles reforçam a sensação
de não estar sozinho. Em saúde mental, isso pode mudar tudo.
Talvez seja por isso que aquele vídeo tenha me marcado tanto. Afinal de contas ▲ ele mostra
algo simples e poderoso ■ o vínculo com um animal que nos dá amor incondicional pode nos
devolver a sensação de estar vivos ★ E isso é muito.
(Disponível em: https://forbes.com.br/colunas/2026/05/dr-arthur-guerra-entre-ciencia-e-afeto-por-que-os-nossos-animais-tambem-cuidam/ – texto adaptado especialmente para esta prova)
Provas
- SintaxeTermos Essenciais da Oração
- SintaxeTermos Integrantes da Oração
- SintaxeTermos Acessórios e Independentes
Entre ciência e afeto: por que os nossos animais também cuidam
Por Arthur Guerra
Outro dia, vi um vídeo que me emocionou. Uma mulher idosa, internada em um hospital
havia semanas, recebe uma visita inesperada: seus gatos, trazidos pelo filho dela. As cenas me
desarmaram: o rosto dela, antes sério e cansado, se iluminou. Por algum tempo, a doença
pareceu perder espaço para dar lugar ao cuidado e ao vínculo com aqueles animais.
Em minha prática clínica, aprendi que nem todo cuidado se resume a uma prescrição
médica. Meu cão Franc foi treinado para dar suporte emocional a pacientes internados no
Instituto HC Perdizes, muitos deles, em estado terminal, afastados de seus familiares e, não
raro, sozinhos no quarto. Já pude testemunhar, de perto, o que esses encontros produzem. O
isolamento se rompe, a emoção toma conta, a ansiedade e o medo diminuem e os pacientes
voltam a se sentir amados.
A ciência vem confirmando algo que, intuitivamente, já sabemos: o contato com animais
reduz níveis de cortisol, diminui a percepção de estresse e pode aumentar a liberação de um
hormônio associado ao vínculo e ao bem-estar, como a ocitocina. Ou seja, esse é um recurso
com efeitos terapêuticos.
Não por acaso, esse efeito tem sido incorporado ao cuidado de pessoas com depressão,
ansiedade, fobias ou em situações de isolamento prolongado, como internações. Cresce também
o número de profissionais que incorporam animais de apoio emocional ao cuidado clínico da
ansiedade e da depressão. Em 2023, só nos Estados Unidos, havia mais de 115 mil animais de
suporte emocional registrados – em sua maioria cães, mas há de tudo, até pavões e cobras.
Animais de suporte emocional não substituem tratamentos. Mas eles reforçam a sensação
de não estar sozinho. Em saúde mental, isso pode mudar tudo.
Talvez seja por isso que aquele vídeo tenha me marcado tanto. Afinal de contas ▲ ele mostra
algo simples e poderoso ■ o vínculo com um animal que nos dá amor incondicional pode nos
devolver a sensação de estar vivos ★ E isso é muito.
(Disponível em: https://forbes.com.br/colunas/2026/05/dr-arthur-guerra-entre-ciencia-e-afeto-por-que-os-nossos-animais-tambem-cuidam/ – texto adaptado especialmente para esta prova)
Sobre o trecho retirado do texto “o contato com animais reduz níveis de cortisol, diminui a percepção de estresse e pode aumentar a liberação de um hormônio associado ao vínculo e ao bem-estar, como a ocitocina”, analise as assertivas a seguir e assinale a alternativa correta.
I. O sujeito das formas verbais “reduz”, “diminui” e “pode aumentar” é o termo “o contato com animais”.
II. As expressões “níveis de cortisol” e “a percepção de estresse” exercem a função de objeto direto de formas verbais do trecho.
III. A expressão “como a ocitocina” exerce função de adjunto adverbial de modo, pois indica a maneira como o hormônio atua no organismo humano.
Provas
Entre ciência e afeto: por que os nossos animais também cuidam
Por Arthur Guerra
Outro dia, vi um vídeo que me emocionou. Uma mulher idosa, internada em um hospital
havia semanas, recebe uma visita inesperada: seus gatos, trazidos pelo filho dela. As cenas me
desarmaram: o rosto dela, antes sério e cansado, se iluminou. Por algum tempo, a doença
pareceu perder espaço para dar lugar ao cuidado e ao vínculo com aqueles animais.
Em minha prática clínica, aprendi que nem todo cuidado se resume a uma prescrição
médica. Meu cão Franc foi treinado para dar suporte emocional a pacientes internados no
Instituto HC Perdizes, muitos deles, em estado terminal, afastados de seus familiares e, não
raro, sozinhos no quarto. Já pude testemunhar, de perto, o que esses encontros produzem. O
isolamento se rompe, a emoção toma conta, a ansiedade e o medo diminuem e os pacientes
voltam a se sentir amados.
A ciência vem confirmando algo que, intuitivamente, já sabemos: o contato com animais
reduz níveis de cortisol, diminui a percepção de estresse e pode aumentar a liberação de um
hormônio associado ao vínculo e ao bem-estar, como a ocitocina. Ou seja, esse é um recurso
com efeitos terapêuticos.
Não por acaso, esse efeito tem sido incorporado ao cuidado de pessoas com depressão,
ansiedade, fobias ou em situações de isolamento prolongado, como internações. Cresce também
o número de profissionais que incorporam animais de apoio emocional ao cuidado clínico da
ansiedade e da depressão. Em 2023, só nos Estados Unidos, havia mais de 115 mil animais de
suporte emocional registrados – em sua maioria cães, mas há de tudo, até pavões e cobras.
Animais de suporte emocional não substituem tratamentos. Mas eles reforçam a sensação
de não estar sozinho. Em saúde mental, isso pode mudar tudo.
Talvez seja por isso que aquele vídeo tenha me marcado tanto. Afinal de contas ▲ ele mostra
algo simples e poderoso ■ o vínculo com um animal que nos dá amor incondicional pode nos
devolver a sensação de estar vivos ★ E isso é muito.
(Disponível em: https://forbes.com.br/colunas/2026/05/dr-arthur-guerra-entre-ciencia-e-afeto-por-que-os-nossos-animais-tambem-cuidam/ – texto adaptado especialmente para esta prova)
Provas
Entre ciência e afeto: por que os nossos animais também cuidam
Por Arthur Guerra
Outro dia, vi um vídeo que me emocionou. Uma mulher idosa, internada em um hospital
havia semanas, recebe uma visita inesperada: seus gatos, trazidos pelo filho dela. As cenas me
desarmaram: o rosto dela, antes sério e cansado, se iluminou. Por algum tempo, a doença
pareceu perder espaço para dar lugar ao cuidado e ao vínculo com aqueles animais.
Em minha prática clínica, aprendi que nem todo cuidado se resume a uma prescrição
médica. Meu cão Franc foi treinado para dar suporte emocional a pacientes internados no
Instituto HC Perdizes, muitos deles, em estado terminal, afastados de seus familiares e, não
raro, sozinhos no quarto. Já pude testemunhar, de perto, o que esses encontros produzem. O
isolamento se rompe, a emoção toma conta, a ansiedade e o medo diminuem e os pacientes
voltam a se sentir amados.
A ciência vem confirmando algo que, intuitivamente, já sabemos: o contato com animais
reduz níveis de cortisol, diminui a percepção de estresse e pode aumentar a liberação de um
hormônio associado ao vínculo e ao bem-estar, como a ocitocina. Ou seja, esse é um recurso
com efeitos terapêuticos.
Não por acaso, esse efeito tem sido incorporado ao cuidado de pessoas com depressão,
ansiedade, fobias ou em situações de isolamento prolongado, como internações. Cresce também
o número de profissionais que incorporam animais de apoio emocional ao cuidado clínico da
ansiedade e da depressão. Em 2023, só nos Estados Unidos, havia mais de 115 mil animais de
suporte emocional registrados – em sua maioria cães, mas há de tudo, até pavões e cobras.
Animais de suporte emocional não substituem tratamentos. Mas eles reforçam a sensação
de não estar sozinho. Em saúde mental, isso pode mudar tudo.
Talvez seja por isso que aquele vídeo tenha me marcado tanto. Afinal de contas ▲ ele mostra
algo simples e poderoso ■ o vínculo com um animal que nos dá amor incondicional pode nos
devolver a sensação de estar vivos ★ E isso é muito.
(Disponível em: https://forbes.com.br/colunas/2026/05/dr-arthur-guerra-entre-ciencia-e-afeto-por-que-os-nossos-animais-tambem-cuidam/ – texto adaptado especialmente para esta prova)
No trecho a seguir, retirado do texto, se a palavra “efeito” for flexionada no plural, quantas outras alterações serão necessárias para manter a correção gramatical do texto?
“Não por acaso, esse efeito tem sido incorporado ao cuidado de pessoas com depressão, ansiedade, fobias ou em situações de isolamento prolongado, como internações”.
Provas
Caderno Container