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Foram encontradas 33 questões.

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De acordo com as normas prescritas pela gramática normativa, assinale a opção em que a regência NÃO está correta:

 

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Identifique a alternativa em que uma das frases das alternativas apresenta ERRO de concordância, de acordo com a norma culta:

 

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Pecados do Século XXI
As versões modernas para a luxúria, a inveja, o orgulho, a ira, a avareza, a preguiça e a gula.
Os setes pecados capitais do cristianismo – inveja, avareza, gula, preguiça, ira, orgulho e luxúria – adquiriram novas versões neste final de século. A maioria movida a compulsões por trabalho, consumo, sucesso, prazeres e lucro, valores de uma sociedade que trocou a existência natural pelo acúmulo de sensações e de bens materiais.
O psicanalista Eduardo Losicer, um dos membros do Aspas (Associação de Pesquisadores e Analistas da Subjetividade), que está ____ frente da pesquisa sobre as novas psicopatologias, explica que o indivíduo contemporâneo obedece essencialmente___ ordens externas, enquanto suas demandas internas caem no vazio e dão origem ____ compulsões:
- O paraíso atual é obrigatório. Não há mais a moralidade do pecado, na qual o pecador vivia um conflito interno entre ceder ou não ____ tentação. Não há possibilidade de escolha entre o céu e o inferno. Vivemos ______ a moralidade dos mandados. São ordens que devem ser obedecidas, ______ pena de exclusão do sistema. Esta é a ameaça. Vivemos hoje como se cada indivíduo fosse apenas um conjunto de leis, um superego.
Os indivíduos contemporâneos vêm sofrendo de ausência cada vez maior de vida interior.
- Este vazio na alma dá origem a condutas compulsivas para preencher este vazio afetivo com dinheiro, roupas, trabalho, imagens de jornais, cinema e TV, bebida ou drogas pesadas. É preciso preencher um vazio existencial e afetivo.
Para o antigo pecado capital da avareza, temos hoje o seu avesso: o consumismo desenfreado e compulsivo do perdulário contemporâneo, para quem o que importa não é ser alguém, mas ter tudo e, se possível, todos ____ sua volta. A criativa preguiça, tão elogiada pelos defensores da vida contemplativa, prazerosa e lúdica, transformou-se em mania de trabalho. O pecado da luxúria, que levava homens e mulheres ____ pensar ou a fazer sexo em __________, é hoje um hábito do telespectador: o voyeurismo. Quem tem ódio do Governo, do time rival ou do parceiro que lhe deu um fora debocha, ironiza e ridiculariza estes desafetos. Já não há mais lugar para a ira. O orgulho está em baixa. Pouca gente se orgulha de si mesmo ou da vida que leva (...) todo mundo sabe que hoje em dia é fundamental se autopromover. Não resistir ao apelo de uma caixa de bombons importados...
Este era o pecado da gula, praticamente superado por uma legião de mulheres que buscam um corpo cada vez mais magro e mais jovem. A aparência do bom moço, adotada por ídolos do esporte, executivos de empresas e apresentadores de TV, encobre um sujeito dissimulado que cumpre um papel preestabelecido. É a nova versão do invejoso, que já não deseja ser o outro, mas algo imaginário e, portanto, irreal.
Márcia Cezimbra (texto adaptado)

A palavra invejoso ao ser flexionada no plural muda o timbre da vogal tônica.

Assinale a alternativa em que a palavra NÃO sofre mudança de timbre ao ser flexionada no plural:

 

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Pecados do Século XXI
As versões modernas para a luxúria, a inveja, o orgulho, a ira, a avareza, a preguiça e a gula.
Os setes pecados capitais do cristianismo – inveja, avareza, gula, preguiça, ira, orgulho e luxúria – adquiriram novas versões neste final de século. A maioria movida a compulsões por trabalho, consumo, sucesso, prazeres e lucro, valores de uma sociedade que trocou a existência natural pelo acúmulo de sensações e de bens materiais.
O psicanalista Eduardo Losicer, um dos membros do Aspas (Associação de Pesquisadores e Analistas da Subjetividade), que está ____ frente da pesquisa sobre as novas psicopatologias, explica que o indivíduo contemporâneo obedece essencialmente___ ordens externas, enquanto suas demandas internas caem no vazio e dão origem ____ compulsões:
- O paraíso atual é obrigatório. Não há mais a moralidade do pecado, na qual o pecador vivia um conflito interno entre ceder ou não ____ tentação. Não há possibilidade de escolha entre o céu e o inferno. Vivemos ______ a moralidade dos mandados. São ordens que devem ser obedecidas, ______ pena de exclusão do sistema. Esta é a ameaça. Vivemos hoje como se cada indivíduo fosse apenas um conjunto de leis, um superego.
Os indivíduos contemporâneos vêm sofrendo de ausência cada vez maior de vida interior.
- Este vazio na alma dá origem a condutas compulsivas para preencher este vazio afetivo com dinheiro, roupas, trabalho, imagens de jornais, cinema e TV, bebida ou drogas pesadas. É preciso preencher um vazio existencial e afetivo.
Para o antigo pecado capital da avareza, temos hoje o seu avesso: o consumismo desenfreado e compulsivo do perdulário contemporâneo, para quem o que importa não é ser alguém, mas ter tudo e, se possível, todos ____ sua volta. A criativa preguiça, tão elogiada pelos defensores da vida contemplativa, prazerosa e lúdica, transformou-se em mania de trabalho. O pecado da luxúria, que levava homens e mulheres ____ pensar ou a fazer sexo em __________, é hoje um hábito do telespectador: o voyeurismo. Quem tem ódio do Governo, do time rival ou do parceiro que lhe deu um fora debocha, ironiza e ridiculariza estes desafetos. Já não há mais lugar para a ira. O orgulho está em baixa. Pouca gente se orgulha de si mesmo ou da vida que leva (...) todo mundo sabe que hoje em dia é fundamental se autopromover. Não resistir ao apelo de uma caixa de bombons importados...
Este era o pecado da gula, praticamente superado por uma legião de mulheres que buscam um corpo cada vez mais magro e mais jovem. A aparência do bom moço, adotada por ídolos do esporte, executivos de empresas e apresentadores de TV, encobre um sujeito dissimulado que cumpre um papel preestabelecido. É a nova versão do invejoso, que já não deseja ser o outro, mas algo imaginário e, portanto, irreal.
Márcia Cezimbra (texto adaptado)

Todas as afirmações abaixo estão corretas, exceto:

 

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Pecados do Século XXI
As versões modernas para a luxúria, a inveja, o orgulho, a ira, a avareza, a preguiça e a gula.
Os setes pecados capitais do cristianismo – inveja, avareza, gula, preguiça, ira, orgulho e luxúria – adquiriram novas versões neste final de século. A maioria movida a compulsões por trabalho, consumo, sucesso, prazeres e lucro, valores de uma sociedade que trocou a existência natural pelo acúmulo de sensações e de bens materiais.
O psicanalista Eduardo Losicer, um dos membros do Aspas (Associação de Pesquisadores e Analistas da Subjetividade), que está ____ frente da pesquisa sobre as novas psicopatologias, explica que o indivíduo contemporâneo obedece essencialmente___ ordens externas, enquanto suas demandas internas caem no vazio e dão origem ____ compulsões:
- O paraíso atual é obrigatório. Não há mais a moralidade do pecado, na qual o pecador vivia um conflito interno entre ceder ou não ____ tentação. Não há possibilidade de escolha entre o céu e o inferno. Vivemos ______ a moralidade dos mandados. São ordens que devem ser obedecidas, ______ pena de exclusão do sistema. Esta é a ameaça. Vivemos hoje como se cada indivíduo fosse apenas um conjunto de leis, um superego.
Os indivíduos contemporâneos vêm sofrendo de ausência cada vez maior de vida interior.
- Este vazio na alma dá origem a condutas compulsivas para preencher este vazio afetivo com dinheiro, roupas, trabalho, imagens de jornais, cinema e TV, bebida ou drogas pesadas. É preciso preencher um vazio existencial e afetivo.
Para o antigo pecado capital da avareza, temos hoje o seu avesso: o consumismo desenfreado e compulsivo do perdulário contemporâneo, para quem o que importa não é ser alguém, mas ter tudo e, se possível, todos ____ sua volta. A criativa preguiça, tão elogiada pelos defensores da vida contemplativa, prazerosa e lúdica, transformou-se em mania de trabalho. O pecado da luxúria, que levava homens e mulheres ____ pensar ou a fazer sexo em __________, é hoje um hábito do telespectador: o voyeurismo. Quem tem ódio do Governo, do time rival ou do parceiro que lhe deu um fora debocha, ironiza e ridiculariza estes desafetos. Já não há mais lugar para a ira. O orgulho está em baixa. Pouca gente se orgulha de si mesmo ou da vida que leva (...) todo mundo sabe que hoje em dia é fundamental se autopromover. Não resistir ao apelo de uma caixa de bombons importados...
Este era o pecado da gula, praticamente superado por uma legião de mulheres que buscam um corpo cada vez mais magro e mais jovem. A aparência do bom moço, adotada por ídolos do esporte, executivos de empresas e apresentadores de TV, encobre um sujeito dissimulado que cumpre um papel preestabelecido. É a nova versão do invejoso, que já não deseja ser o outro, mas algo imaginário e, portanto, irreal.
Márcia Cezimbra (texto adaptado)

Leia, abaixo, os fragmentos extraídos do texto:

“Pouca gente se orgulha de si mesmo ou da vida que leva...”

“É a nova versão do invejoso, que já não deseja ser o outro, mas algo imaginário e, portanto, irreal.”

As conjunções destacadas expressam, respectivamente, relação de:

 

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Pecados do Século XXI
As versões modernas para a luxúria, a inveja, o orgulho, a ira, a avareza, a preguiça e a gula.
Os setes pecados capitais do cristianismo – inveja, avareza, gula, preguiça, ira, orgulho e luxúria – adquiriram novas versões neste final de século. A maioria movida a compulsões por trabalho, consumo, sucesso, prazeres e lucro, valores de uma sociedade que trocou a existência natural pelo acúmulo de sensações e de bens materiais.
O psicanalista Eduardo Losicer, um dos membros do Aspas (Associação de Pesquisadores e Analistas da Subjetividade), que está ____ frente da pesquisa sobre as novas psicopatologias, explica que o indivíduo contemporâneo obedece essencialmente___ ordens externas, enquanto suas demandas internas caem no vazio e dão origem ____ compulsões:
- O paraíso atual é obrigatório. Não há mais a moralidade do pecado, na qual o pecador vivia um conflito interno entre ceder ou não ____ tentação. Não há possibilidade de escolha entre o céu e o inferno. Vivemos ______ a moralidade dos mandados. São ordens que devem ser obedecidas, ______ pena de exclusão do sistema. Esta é a ameaça. Vivemos hoje como se cada indivíduo fosse apenas um conjunto de leis, um superego.
Os indivíduos contemporâneos vêm sofrendo de ausência cada vez maior de vida interior.
- Este vazio na alma dá origem a condutas compulsivas para preencher este vazio afetivo com dinheiro, roupas, trabalho, imagens de jornais, cinema e TV, bebida ou drogas pesadas. É preciso preencher um vazio existencial e afetivo.
Para o antigo pecado capital da avareza, temos hoje o seu avesso: o consumismo desenfreado e compulsivo do perdulário contemporâneo, para quem o que importa não é ser alguém, mas ter tudo e, se possível, todos ____ sua volta. A criativa preguiça, tão elogiada pelos defensores da vida contemplativa, prazerosa e lúdica, transformou-se em mania de trabalho. O pecado da luxúria, que levava homens e mulheres ____ pensar ou a fazer sexo em __________, é hoje um hábito do telespectador: o voyeurismo. Quem tem ódio do Governo, do time rival ou do parceiro que lhe deu um fora debocha, ironiza e ridiculariza estes desafetos. Já não há mais lugar para a ira. O orgulho está em baixa. Pouca gente se orgulha de si mesmo ou da vida que leva (...) todo mundo sabe que hoje em dia é fundamental se autopromover. Não resistir ao apelo de uma caixa de bombons importados...
Este era o pecado da gula, praticamente superado por uma legião de mulheres que buscam um corpo cada vez mais magro e mais jovem. A aparência do bom moço, adotada por ídolos do esporte, executivos de empresas e apresentadores de TV, encobre um sujeito dissimulado que cumpre um papel preestabelecido. É a nova versão do invejoso, que já não deseja ser o outro, mas algo imaginário e, portanto, irreal.
Márcia Cezimbra (texto adaptado)

Todas as palavras seguem a mesma regra de acentuação gráfica da palavra ídolos na alternativa:

 

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Pecados do Século XXI
As versões modernas para a luxúria, a inveja, o orgulho, a ira, a avareza, a preguiça e a gula.
Os setes pecados capitais do cristianismo – inveja, avareza, gula, preguiça, ira, orgulho e luxúria – adquiriram novas versões neste final de século. A maioria movida a compulsões por trabalho, consumo, sucesso, prazeres e lucro, valores de uma sociedade que trocou a existência natural pelo acúmulo de sensações e de bens materiais.
O psicanalista Eduardo Losicer, um dos membros do Aspas (Associação de Pesquisadores e Analistas da Subjetividade), que está ____ frente da pesquisa sobre as novas psicopatologias, explica que o indivíduo contemporâneo obedece essencialmente___ ordens externas, enquanto suas demandas internas caem no vazio e dão origem ____ compulsões:
- O paraíso atual é obrigatório. Não há mais a moralidade do pecado, na qual o pecador vivia um conflito interno entre ceder ou não ____ tentação. Não há possibilidade de escolha entre o céu e o inferno. Vivemos ______ a moralidade dos mandados. São ordens que devem ser obedecidas, ______ pena de exclusão do sistema. Esta é a ameaça. Vivemos hoje como se cada indivíduo fosse apenas um conjunto de leis, um superego.
Os indivíduos contemporâneos vêm sofrendo de ausência cada vez maior de vida interior.
- Este vazio na alma dá origem a condutas compulsivas para preencher este vazio afetivo com dinheiro, roupas, trabalho, imagens de jornais, cinema e TV, bebida ou drogas pesadas. É preciso preencher um vazio existencial e afetivo.
Para o antigo pecado capital da avareza, temos hoje o seu avesso: o consumismo desenfreado e compulsivo do perdulário contemporâneo, para quem o que importa não é ser alguém, mas ter tudo e, se possível, todos ____ sua volta. A criativa preguiça, tão elogiada pelos defensores da vida contemplativa, prazerosa e lúdica, transformou-se em mania de trabalho. O pecado da luxúria, que levava homens e mulheres ____ pensar ou a fazer sexo em __________, é hoje um hábito do telespectador: o voyeurismo. Quem tem ódio do Governo, do time rival ou do parceiro que lhe deu um fora debocha, ironiza e ridiculariza estes desafetos. Já não há mais lugar para a ira. O orgulho está em baixa. Pouca gente se orgulha de si mesmo ou da vida que leva (...) todo mundo sabe que hoje em dia é fundamental se autopromover. Não resistir ao apelo de uma caixa de bombons importados...
Este era o pecado da gula, praticamente superado por uma legião de mulheres que buscam um corpo cada vez mais magro e mais jovem. A aparência do bom moço, adotada por ídolos do esporte, executivos de empresas e apresentadores de TV, encobre um sujeito dissimulado que cumpre um papel preestabelecido. É a nova versão do invejoso, que já não deseja ser o outro, mas algo imaginário e, portanto, irreal.
Márcia Cezimbra (texto adaptado)

De acordo com o texto, assinale a afirmação correta:

 

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Pecados do Século XXI
As versões modernas para a luxúria, a inveja, o orgulho, a ira, a avareza, a preguiça e a gula.
Os setes pecados capitais do cristianismo – inveja, avareza, gula, preguiça, ira, orgulho e luxúria – adquiriram novas versões neste final de século. A maioria movida a compulsões por trabalho, consumo, sucesso, prazeres e lucro, valores de uma sociedade que trocou a existência natural pelo acúmulo de sensações e de bens materiais.
O psicanalista Eduardo Losicer, um dos membros do Aspas (Associação de Pesquisadores e Analistas da Subjetividade), que está ____ frente da pesquisa sobre as novas psicopatologias, explica que o indivíduo contemporâneo obedece essencialmente___ ordens externas, enquanto suas demandas internas caem no vazio e dão origem ____ compulsões:
- O paraíso atual é obrigatório. Não há mais a moralidade do pecado, na qual o pecador vivia um conflito interno entre ceder ou não ____ tentação. Não há possibilidade de escolha entre o céu e o inferno. Vivemos ______ a moralidade dos mandados. São ordens que devem ser obedecidas, ______ pena de exclusão do sistema. Esta é a ameaça. Vivemos hoje como se cada indivíduo fosse apenas um conjunto de leis, um superego.
Os indivíduos contemporâneos vêm sofrendo de ausência cada vez maior de vida interior.
- Este vazio na alma dá origem a condutas compulsivas para preencher este vazio afetivo com dinheiro, roupas, trabalho, imagens de jornais, cinema e TV, bebida ou drogas pesadas. É preciso preencher um vazio existencial e afetivo.
Para o antigo pecado capital da avareza, temos hoje o seu avesso: o consumismo desenfreado e compulsivo do perdulário contemporâneo, para quem o que importa não é ser alguém, mas ter tudo e, se possível, todos ____ sua volta. A criativa preguiça, tão elogiada pelos defensores da vida contemplativa, prazerosa e lúdica, transformou-se em mania de trabalho. O pecado da luxúria, que levava homens e mulheres ____ pensar ou a fazer sexo em __________, é hoje um hábito do telespectador: o voyeurismo. Quem tem ódio do Governo, do time rival ou do parceiro que lhe deu um fora debocha, ironiza e ridiculariza estes desafetos. Já não há mais lugar para a ira. O orgulho está em baixa. Pouca gente se orgulha de si mesmo ou da vida que leva (...) todo mundo sabe que hoje em dia é fundamental se autopromover. Não resistir ao apelo de uma caixa de bombons importados...
Este era o pecado da gula, praticamente superado por uma legião de mulheres que buscam um corpo cada vez mais magro e mais jovem. A aparência do bom moço, adotada por ídolos do esporte, executivos de empresas e apresentadores de TV, encobre um sujeito dissimulado que cumpre um papel preestabelecido. É a nova versão do invejoso, que já não deseja ser o outro, mas algo imaginário e, portanto, irreal.
Márcia Cezimbra (texto adaptado)

Leia os fragmentos extraídos do texto:

“...o consumismo desenfreado e compulsivo do perdulário contemporâneo...”

“...encobre um sujeito dissimulado que cumpre um papel preestabelecido.”

As palavras destacadas estão correta e respectivamente interpretadas, de acordo com o seu sentido no texto em:

 

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1459677 Ano: 2016
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: REIS & REIS
Orgão: Pref. Cascalho Rico-MG
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Leia o poema de Carlos Drummond de Andrade para responder à questão 36.

MÃOS DADAS

Não serei o poeta de um mundo caduco.

Também não cantarei o mundo futuro.

Estou preso à vida e olho meus companheiros.

Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças.

Entre eles, considero a enorme realidade.

O presente é tão grande, não nos afastemos.

Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.

Não serei o cantor de uma mulher, de uma história,

não direi os suspiros ao anoitecer, a paisagem vista da janela,

não distribuirei entorpecentes ou cartas de suicida,

não fugirei para as ilhas nem serei raptado por serafins.

O tempo é a minha matéria, o tempo presente, os homens presentes, a vida presente.

O Realismo e o Naturalismo, estilos de época contemporâneos na literatura brasileira, têm características que os aproximam e características que os distinguem. Das opções abaixo, há uma que não é verdadeira. Isso ocorre em:

Questão Anulada

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