Foram encontradas 211 questões.
- MorfologiaAdvérbios
- MorfologiaConjunçõesRelações de Causa e Consequência
- MorfologiaInterjeições
- MorfologiaPreposições
Trágico acidente de leitura. (Mário Quintana).
Tão comodamente que eu estava lendo, como quem viaja num raio de lua, num tapete mágico, num trenó,
num sonho. Nem lia: deslizava. Quando de súbito a terrível palavra apareceu, apareceu e ficou plantada ali
diante de mim, focando-me: ABSCÔNDITO. Que momento passei!... O momento de imobilidade e
apreensão de quando o fotógrafo se posta atrás da máquina, envolvidos os dois no mesmo pano preto,
como um duplo monstro misterioso e corcunda... O terrível silêncio do condenado ante o pelotão de
fuzilamento, quando os soldados dormem na portaria e o capitão vai gritar: Fogo!
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Sobre o correto uso, ou não, do hífen, atribua (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa certa:
( ) Não se emprega o hífen nos elementos repetidos, com ou sem alternância vocálica ou consonântica.
( ) O hífen é empregado quando o primeiro elemento terminar por vogal igual à que inicia o segundo
elemento.
( ) No caso de o primeiro elemento terminar por vogal diferente daquela que inicia o segundo elemento,
não se emprega o hífen.
( ) Em formações com os prefixos có-, pró-, pré- e re-, estes são aglutinados com o segundo elemento
mesmo quando iniciado por o ou e.
( ) Emprega-se o hífen quando o primeiro elemento terminar por consoante igual à que inicia o segundo
elemento.
( ) Emprega-se o hífen quando o primeiro elemento terminar com acentuação gráfica, como em pós, pré e
pró.
( ) Não se emprega o hífen quando o primeiro elemento termina por b (ab-, ob-, sob-, sub-), ou d (ad-) e o
segundo elemento começa por b ou r.
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- Ortografia
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- SemânticaDenotação e Conotação
- SemânticaParônimos e Homônimos
- Interpretação de Textos
Relacione as colunas, sobre a significação das palavras e assinale a alternativa correta.
COLUNA I. A- Sinônimos. B- Antônimos. C- Homônimos. D- Parônimos. E- Polissemia. F- Conotação. G- Denotação.
COLUNA II. (1) Comprei um anel de ouro. (2) Descrição e discrição. (3) Contraveneno e antídoto. (4) Pena (pluma) e pena (dó). (5) Aço (substantivo) e asso (verbo). (6) Meu vizinho nadava em ouro. (7) Bendizer e maldizer.
COLUNA I. A- Sinônimos. B- Antônimos. C- Homônimos. D- Parônimos. E- Polissemia. F- Conotação. G- Denotação.
COLUNA II. (1) Comprei um anel de ouro. (2) Descrição e discrição. (3) Contraveneno e antídoto. (4) Pena (pluma) e pena (dó). (5) Aço (substantivo) e asso (verbo). (6) Meu vizinho nadava em ouro. (7) Bendizer e maldizer.
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Assinale a alternativa onde todas as palavras estão acentuadas pela mesma razão.
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Quanto aos parônimos, assinale a alternativa incorreta.
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2009415
Ano: 2020
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Chupinguaia-RO
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Chupinguaia-RO
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Leia o trecho a seguir, da notícia publicada por G1, em 02 de abril de 2020, e responda à próxima questão.
Fotógrafo consegue imagem rara de harpia e filhote no ninho
Um fotógrafo de Rondônia conseguiu registrar uma harpia com seu filhote no ninho, uma rara cena de
uma das maiores aves de rapina do mundo, que está ameaçada de extinção.

Filhote de harpia é visto sob os cuidados da mãe no ninho em Rolim de Moura (RO) — Foto: Carlos
Tuyama/Projeto Harpia
Com um mês e meio de vida, o filhote é visto ao lado da mãe, ambos olhando em direção à câmera. A foto
impressiona pela proximidade, já que a espécie faz seus ninhos em árvores bem altas.
"Sem dúvida a melhor forma de fotografar harpias é estando próximo a um ninho, guardando uma
distância que não perturbe as aves, claro", conta Carlos Tuyama, de 54 anos.
Uma das espécies de ave mais raras da fauna da América Latina, a harpia também é conhecida como
gavião-real e, quando adulta, passa de 2 metros de envergadura. Os casais ficam juntos por toda a vida e
se reproduzem apenas a cada 2 anos e meio, sempre no mesmo ninho.
Carlos mora em Rolim de Moura (RO) e começou a fotografar a fauna local por hobby há 5 anos.
Empresário do ramo de informática, ele e a esposa, Cristina, entraram como voluntários no Projeto Harpia
pouco depois. Desde então, ele passou a se interessar, particularmente, por aves de rapina. Ao G1, ele
falou sobre os desafios para fotografar um filhote de harpia no ninho.
"Observado do chão, um filhote só é visível quando ele tem mais que um mês de idade. Até então, ele
praticamente só fica na parte mais funda do ninho, o que impede que seja visto. Mas, conforme ele vai
crescendo, torna-se mais fácil, até ele ter uns 150 dias, quando já é bem grande mas ainda não consegue
voar" relata.
[...]
(Fonte: https://g1.globo.com/olha-que-legal/noticia/2020/04/02/fotografo-consegue-imagem-rara-de-harpiae-filhote-no-ninho.ghtml, acesso em 05 de abril de 2020).
( ) O Projeto Harpia tem cerca de 120 ninhos da espécie mapeados em todo o Brasil, parte deles inativos. A estimativa é que haja cerca de 40 ninhos de filhotes, com menos de 1 ano, nesses ninhos. ( ) O Programa de Conservação do Gavião-real, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), foi criado em 1997 e anos depois, passou a ser conhecido apenas por Projeto Harpia. ( ) Parte do trabalho de monitoramento dos ninhos inclui compreender as rotas de entrada e saída dos adultos para instalar câmeras de vídeo, sem perturbar as aves.
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2009414
Ano: 2020
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Chupinguaia-RO
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Chupinguaia-RO
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Leia o trecho a seguir, da notícia publicada por BBC News | Brasil, em 28 de fevereiro de 2020 e responda à próxima questão.
Os sinais que indicam nova alta da dengue no Brasil, em 2020, Leandro Machado (@machadoleandro) e Mariana Alvim (@marianaalvim) Da BBC News Brasil em São Paulo.

Em 2020, novo ciclo de circulação do sorotipo 2, do vírus, no país, possivelmente puxará para o alto casos de dengue, doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti.
No mesmo mês, em que o Brasil confirmou seu primeiro caso de paciente com um novo tipo de coronavírus, surgido na China, um velho conhecido dos brasileiros, deu sinais de que vai infectar ainda mais pessoas em 2020: o vírus da dengue, transmitido pelo mosquito Aedes aegypti.
O mais recente boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, com dados sobre a dengue, aponta que o número de casos prováveis da doença — aqueles que são notificados à pasta pelos Estados — cresceram 19% nas cinco primeiras semanas do ano, em comparação com o mesmo período de 2019.
Foram notificados 94.149 casos prováveis, até a quinta semana do ano, (mais precisamente de 29/12/2019 a 01/02/2020), ante 79.131, no mesmo período do ano passado.
Neste início de 2020, há a confirmação de que pelo menos 14 pessoas morreram por dengue no país. A comparação de óbitos com 2019 ainda é incerta, já que os números ainda podem mudar bastante, conforme chegam os resultados de análises laboratoriais e à medida que os Estados e municípios enviam seus informes ao ministério. Os dados do boletim atual, por exemplo, ainda não computam os casos e as mortes registrados a nível local, em fevereiro.
Mas o ministério já trabalha com um cenário de aumento de casos de dengue para este ano, e alguns municípios e Estados pelo país, decretaram alerta para uma epidemia de dengue — que é definida quando há uma taxa de 300 casos confirmados de doença, para cada 100 mil habitantes.
[...]
(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-51667748, acesso em 02 de março de 2020).
Apesar do trecho citado, é sabido que a íntegra da notícia traz mais informações. Sobre ela, preencha os parênteses com (C) certo ou (E) errado e assinale a alternativa correta:
( ) Especialistas e representantes de governos, entrevistados pela BBC News Brasil, atribuem a tendência de alta da dengue em 2020 a uma combinação de fatores: primeiro e talvez mais importante, um novo ciclo poderoso de circulação do sorotipo 2 (existem 4 sorotipos do vírus da dengue, uma classificação que corresponde à resposta de diferentes anticorpos no infectado); soma-se a isso, condições meteorológicas particulares, nos últimos meses, e ainda, fatores culturais e comportamentais da população.
( ) Mapas de casos da doença deixam claro o destaque em uma faixa do país que começa no Acre, passa pelo Centro-Oeste e por parte do Sudeste, terminando no Paraná. Estados do Nordeste, como Paraíba e Pernambuco, tiveram poucos casos em comparação com unidades de outras regiões. No Paraná, os dados do crescimento da dengue impressionam. Em fevereiro do ano passado, o Ministério da Saúde apontou que o Estado tinha 14 doentes por 100 mil habitantes; já hoje, esse número chega a 220,7 — alta de 1.471% de incidência na comparação, entre boletins dos dois períodos.
( ) "Nesse momento, estamos com um quadro de curva ascendente da doença. A tendência é de uma situação de piora impactante, pois o período de maior incidência ainda vai começar em março", diz Ivana Belmonte, coordenadora de vigilância ambiental, da Secretaria de Saúde do Paraná.
Os sinais que indicam nova alta da dengue no Brasil, em 2020, Leandro Machado (@machadoleandro) e Mariana Alvim (@marianaalvim) Da BBC News Brasil em São Paulo.

Em 2020, novo ciclo de circulação do sorotipo 2, do vírus, no país, possivelmente puxará para o alto casos de dengue, doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti.
No mesmo mês, em que o Brasil confirmou seu primeiro caso de paciente com um novo tipo de coronavírus, surgido na China, um velho conhecido dos brasileiros, deu sinais de que vai infectar ainda mais pessoas em 2020: o vírus da dengue, transmitido pelo mosquito Aedes aegypti.
O mais recente boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, com dados sobre a dengue, aponta que o número de casos prováveis da doença — aqueles que são notificados à pasta pelos Estados — cresceram 19% nas cinco primeiras semanas do ano, em comparação com o mesmo período de 2019.
Foram notificados 94.149 casos prováveis, até a quinta semana do ano, (mais precisamente de 29/12/2019 a 01/02/2020), ante 79.131, no mesmo período do ano passado.
Neste início de 2020, há a confirmação de que pelo menos 14 pessoas morreram por dengue no país. A comparação de óbitos com 2019 ainda é incerta, já que os números ainda podem mudar bastante, conforme chegam os resultados de análises laboratoriais e à medida que os Estados e municípios enviam seus informes ao ministério. Os dados do boletim atual, por exemplo, ainda não computam os casos e as mortes registrados a nível local, em fevereiro.
Mas o ministério já trabalha com um cenário de aumento de casos de dengue para este ano, e alguns municípios e Estados pelo país, decretaram alerta para uma epidemia de dengue — que é definida quando há uma taxa de 300 casos confirmados de doença, para cada 100 mil habitantes.
[...]
(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-51667748, acesso em 02 de março de 2020).
Apesar do trecho citado, é sabido que a íntegra da notícia traz mais informações. Sobre ela, preencha os parênteses com (C) certo ou (E) errado e assinale a alternativa correta:
( ) Especialistas e representantes de governos, entrevistados pela BBC News Brasil, atribuem a tendência de alta da dengue em 2020 a uma combinação de fatores: primeiro e talvez mais importante, um novo ciclo poderoso de circulação do sorotipo 2 (existem 4 sorotipos do vírus da dengue, uma classificação que corresponde à resposta de diferentes anticorpos no infectado); soma-se a isso, condições meteorológicas particulares, nos últimos meses, e ainda, fatores culturais e comportamentais da população.
( ) Mapas de casos da doença deixam claro o destaque em uma faixa do país que começa no Acre, passa pelo Centro-Oeste e por parte do Sudeste, terminando no Paraná. Estados do Nordeste, como Paraíba e Pernambuco, tiveram poucos casos em comparação com unidades de outras regiões. No Paraná, os dados do crescimento da dengue impressionam. Em fevereiro do ano passado, o Ministério da Saúde apontou que o Estado tinha 14 doentes por 100 mil habitantes; já hoje, esse número chega a 220,7 — alta de 1.471% de incidência na comparação, entre boletins dos dois períodos.
( ) "Nesse momento, estamos com um quadro de curva ascendente da doença. A tendência é de uma situação de piora impactante, pois o período de maior incidência ainda vai começar em março", diz Ivana Belmonte, coordenadora de vigilância ambiental, da Secretaria de Saúde do Paraná.
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Questão presente nas seguintes provas
2009413
Ano: 2020
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Chupinguaia-RO
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: MS CONCURSOS
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Leia o trecho a seguir, da notícia publicada por BBC News | Brasil, em 02 de março de 2020, e responda à próxima questão.
Como epidemia de coronavírus pode ter efeito positivo no meio ambiente
Redação
Da BBC News Mundo

O coronavírus tem reduzido as emissões de dióxido de carbono na China
O alívio provavelmente será momentâneo, e sua causa é uma má notícia. Mas uma das consequências
inesperadas do surto do novo coronavírus foi o ar mais limpo e a redução das emissões de gases que
contribuem para as mudanças climáticas.
O fechamento de fábricas e lojas na China, ao lado das restrições de viagens para lidar com a epidemia da
Covid-19, resultaram em um declínio substancial no consumo de combustíveis fósseis no país asiático.
Esse processo produziu uma queda de pelo menos 25% nas emissões de dióxido de carbono (CO₂) da
China, segundo cálculos de Lauri Myllyvirta, do Centro de Pesquisa em Energia e Ar Limpo (Crea), com
sede nos Estados Unidos.
"A demanda por eletricidade e produção industrial (da China) permanece bem abaixo dos níveis normais,
segundo vários indicadores", disse Myllyvirta em uma análise publicada no portal especializado Carbon
Brief, no fim de fevereiro.
"É provável que isso tenha eliminado um quarto ou mais das emissões de CO₂ do país nas duas semanas
seguintes ao feriado do Ano Novo chinês, período em que a atividade normalmente seria retomada", disse
o especialista.
E, por enquanto, a tendência permaneceu: Myllyvirta estima que, nas últimas três semanas, a China emitiu
150 milhões de toneladas métricas (mtm) de CO₂ a menos que no mesmo período do ano passado.
[...]
(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-51682790, acesso em 02 de março de 2020).
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Uma das principais funções da equipe de Enfermagem no cuidado aos pacientes é a administração de
medicamentos, exigindo dos profissionais: responsabilidade, conhecimentos e habilidades. Esses fatores
garantem a segurança do paciente. Constitui-se de várias etapas e envolve vários profissionais. O risco de
ocorrência de erros é elevado.
Com base no texto, responda à próxima questão.
I- O medicamento deve ser administrado conforme recomendado ou 1 ml/minuto caso não exista informação disponível. II- Na administração em bolus, os efeitos adversos ocorrem ao mesmo tempo e velocidade que os efeitos terapêuticos. III- A infusão rápida é a administração realizada entre 1 e 30 minutos, sendo utilizada a seringa para infusões com tempo acima de dez minutos. IV- A administração intermitente é uma administração não contínua, que requer preocupação com a manutenção da permeabilidade do cateter que permanecerá fechado nos intervalos da medicação.
Assinale a alternativa que indica somente as afirmativas corretas.
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Uma das principais funções da equipe de Enfermagem no cuidado aos pacientes é a administração de
medicamentos, exigindo dos profissionais: responsabilidade, conhecimentos e habilidades. Esses fatores
garantem a segurança do paciente. Constitui-se de várias etapas e envolve vários profissionais. O risco de
ocorrência de erros é elevado.
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