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Foram encontradas 529 questões.

103561 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Crescer
Orgão: Pref. Coivaras-PI
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A pontuação foi empregada corretamente em:

 

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103560 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Crescer
Orgão: Pref. Coivaras-PI
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A concordância verbal não está de acordo com a norma culta em:

 

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103559 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Crescer
Orgão: Pref. Coivaras-PI
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“O computador é que é meu inimigo.” 2º§

No período acima há uma oração subordinada substantiva:

 

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103558 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Crescer
Orgão: Pref. Coivaras-PI
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“Quando lhe perguntei o título, levei um susto:” 7º§ O sujeito dos verbos destacados é classificado como:

 

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103557 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Crescer
Orgão: Pref. Coivaras-PI
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“Quando lhe perguntei o título, levei um susto:” 7º§ A palavra destacada na frase apresenta a seguinte classe e função:

 

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103556 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Crescer
Orgão: Pref. Coivaras-PI
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Por isso mesmo, hoje, estou às voltas com o próximo livro.” 7º§

Marque a opção que justifica corretamente o emprego da crase.

 

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103555 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Crescer
Orgão: Pref. Coivaras-PI
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enunciado 1931313-1

É correto afirmar sobre o processo de formação da palavra "imortal”:

 

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103554 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Crescer
Orgão: Pref. Coivaras-PI
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Assinale a alternativa em que não há erro quanto ao emprego das palavras:

 

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103553 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Crescer
Orgão: Pref. Coivaras-PI
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LEIA, COM ATENÇÃO, O TEXTO A SEGUIR, POIS AS QUESTÕES DE 21 A 24 SÃO REFERENTES A ELE.

O inimigo do Computador


O escritor e acadêmico Ariano Suassuna esteve no Rio de Janeiro. Como sempre, sua aula-espetáculo foi um sucesso, reunindo centenas de alunos e professores no Teatro R. Magalhães Jr., da Academia Brasileira de Letras. O pretexto foi o encerramento da Maratona Escolar, promovida pela Secretaria Municipal de Educação, que teve o dramaturgo e poeta paraibano como objeto de estudos da garotada, empolgada pelas suas obras, com destaque especial para “O Auto da Compadecida”.

De início, sentado numa cadeira no palco, Ariano fez questão de esclarecer uma dúvida: “Disseram que eu sou inimigo do computador. Não é bem isso. O computador é que é meu inimigo.” Explicou que teve uma experiência extremamente desagradável com o uso da máquina:

“ - Bati o meu nome no computador. Ariano. Veio Ariano. Coloquei o nome do meio (Vilar). Veio ‘vilão’. Não entendi. E fiquei indignado mesmo quando bati Suassuna. Com tantos esses, o computador, no corretor ortográfico, colocou ‘assassino’. Então, em vez de ser Ariano Vilar Suassuna, virei Ariano Vilão Assassino. Não é para virar inimigo dele?”

Como sempre, contando uma série infindável de causos, Ariano foi aplaudidíssimo. Mas também provocou choros de emoção, ao contar histórias tristes, como o assassinato do seu pai. Durante uma hora, apesar dos seus 85 anos bem vividos, não demonstrou nenhum cansaço. Cada vez que discorria sobre determinada passagem da sua obra ou da sua vida era coroado de aplausos. Como ao explicar a frase: “Quem lê nunca está sozinho.”

Reclamou da exigência dos pernósticos em relação ao uso da língua portuguesa. “O nordestino fala ‘nóis’ e é assim que eu escrevo. Mas, quando na televisão, por exemplo, forçam a barra para exigir que atores ou atrizes falem na prosódia que não dominam, fico com raiva. Isso logo se nota. Certos diretores pensam que somos idiotas.”

Ariano repetiu na ABL (onde participou do tradicional chá acadêmico) que não é otimista nem pessimista, mas acha que hoje se caminha melhor na questão da desigualdade social. Foi bem objetivo nas suas considerações: “Os otimistas costumam ser ingênuos e os pessimistas, amargos. Sou um homem da esperança. Sonho com o dia em que o sol de Deus dará justiça para todos.”

Falou ainda do orgulho de ser nordestino e do absoluto desinteresse pelas viagens internacionais: “Nunca saí do Brasil e não sinto a menor necessidade de fazê-lo. Sei de tudo utilizando a televisão e o computador.” Ainda confessou que adora as novelas de televisão, como forma de expressão da nossa cultura. E confessou que ainda não está na hora de parar de produzir: “Quando vem a inspiração, não há razão para driblá-la. Por isso mesmo, hoje, estou às voltas com o próximo livro.” Quando lhe perguntei o título, levei um susto: “O jumento sedutor.” Prometeu que íamos no surpreender com o seu enredo. Esperemos.


Arnaldo Niskier – Texto adaptado

Todo texto possui parágrafos em sua estrutura. Sobre essa organização é incorreto afirmar:

 

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103552 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Crescer
Orgão: Pref. Coivaras-PI
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LEIA, COM ATENÇÃO, O TEXTO A SEGUIR, POIS AS QUESTÕES DE 21 A 24 SÃO REFERENTES A ELE.

O inimigo do Computador


O escritor e acadêmico Ariano Suassuna esteve no Rio de Janeiro. Como sempre, sua aula-espetáculo foi um sucesso, reunindo centenas de alunos e professores no Teatro R. Magalhães Jr., da Academia Brasileira de Letras. O pretexto foi o encerramento da Maratona Escolar, promovida pela Secretaria Municipal de Educação, que teve o dramaturgo e poeta paraibano como objeto de estudos da garotada, empolgada pelas suas obras, com destaque especial para “O Auto da Compadecida”.

De início, sentado numa cadeira no palco, Ariano fez questão de esclarecer uma dúvida: “Disseram que eu sou inimigo do computador. Não é bem isso. O computador é que é meu inimigo.” Explicou que teve uma experiência extremamente desagradável com o uso da máquina:

“ - Bati o meu nome no computador. Ariano. Veio Ariano. Coloquei o nome do meio (Vilar). Veio ‘vilão’. Não entendi. E fiquei indignado mesmo quando bati Suassuna. Com tantos esses, o computador, no corretor ortográfico, colocou ‘assassino’. Então, em vez de ser Ariano Vilar Suassuna, virei Ariano Vilão Assassino. Não é para virar inimigo dele?”

Como sempre, contando uma série infindável de causos, Ariano foi aplaudidíssimo. Mas também provocou choros de emoção, ao contar histórias tristes, como o assassinato do seu pai. Durante uma hora, apesar dos seus 85 anos bem vividos, não demonstrou nenhum cansaço. Cada vez que discorria sobre determinada passagem da sua obra ou da sua vida era coroado de aplausos. Como ao explicar a frase: “Quem lê nunca está sozinho.”

Reclamou da exigência dos pernósticos em relação ao uso da língua portuguesa. “O nordestino fala ‘nóis’ e é assim que eu escrevo. Mas, quando na televisão, por exemplo, forçam a barra para exigir que atores ou atrizes falem na prosódia que não dominam, fico com raiva. Isso logo se nota. Certos diretores pensam que somos idiotas.”

Ariano repetiu na ABL (onde participou do tradicional chá acadêmico) que não é otimista nem pessimista, mas acha que hoje se caminha melhor na questão da desigualdade social. Foi bem objetivo nas suas considerações: “Os otimistas costumam ser ingênuos e os pessimistas, amargos. Sou um homem da esperança. Sonho com o dia em que o sol de Deus dará justiça para todos.”

Falou ainda do orgulho de ser nordestino e do absoluto desinteresse pelas viagens internacionais: “Nunca saí do Brasil e não sinto a menor necessidade de fazê-lo. Sei de tudo utilizando a televisão e o computador.” Ainda confessou que adora as novelas de televisão, como forma de expressão da nossa cultura. E confessou que ainda não está na hora de parar de produzir: “Quando vem a inspiração, não há razão para driblá-la. Por isso mesmo, hoje, estou às voltas com o próximo livro.” Quando lhe perguntei o título, levei um susto: “O jumento sedutor.” Prometeu que íamos no surpreender com o seu enredo. Esperemos.


Arnaldo Niskier – Texto adaptado

É incorreto afirmar que, para o desenvolvimento do texto, o autor fez uso do seguinte recurso:

 

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