Foram encontradas 40 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que o tamanho do seu pescoço pode dizer sobre
sua saúde?
Muitos associam o ganho de peso ao aumento da
barriga ou ao aperto das roupas, mas o pescoço também
revela sinais importantes sobre a saúde. Se estiver mais
grosso ou mais fino que o normal, pode indicar
desequilíbrios no organismo.
O Índice de Massa Corporal (IMC) é o método mais
comum para estimar gordura corporal, mas não
considera diferenças de composição muscular. Por isso,
a medição da circunferência do pescoço tornou-se um
parâmetro adicional. De acordo com Shiv Kumar Sarin,
do ILBS em Delhi, a medida ideal é de trinta e três a
trinta e cinco centímetros para mulheres e de trinta e
sete a quarenta centímetros para homens.
Fora do contexto atlético, um pescoço espesso pode
sinalizar acúmulo de gordura e risco de obesidade.
Segundo Amitav Banerjee, professor do DY Medical
College, um pescoço grosso indica que o corpo caminha
para a obesidade, associada a várias doenças. Essa
gordura é metabolicamente ativa e reflete o volume de
gordura visceral, que interfere nos níveis de açúcar,
colesterol e pressão arterial.
Ahmed Elbediwy, da Universidade Kingston, explica que
quanto maior o excesso de peso, maior será o pescoço.
O espessamento pode indicar síndrome metabólica,
conjunto de fatores que aumentam o risco de diabetes
tipo 2, doenças cardíacas e apneia do sono. O médico
Mohsin Wali acrescenta que quem tem pescoço grosso
pode apresentar colesterol alto, fígado gorduroso e
pressão elevada.
Apesar disso, Elbediwy orienta a não se alarmar: hábitos
saudáveis, prática de exercícios e sono adequado
ajudam a equilibrar o metabolismo e reduzir gordura
corporal.
Já um pescoço muito fino, embora considerado
esteticamente atraente em algumas culturas, pode
apontar anemia. O médico Atreya Niharachandra afirma
que esses casos exigem reposição de ferro, vitaminas e,
às vezes, transfusões.
Certas pessoas também apresentam uma vértebra
cervical extra — condição congênita e geralmente
inofensiva, descoberta por acaso em exames. Outra
alteração comum é o bócio, causado pelo aumento da
glândula tireoide. Embora indolor, o NHS recomenda
avaliação médica.
Observar o pescoço, portanto, fornece indícios valiosos
sobre o corpo. Diante do espelho, ele pode revelar mais
sobre sua saúde do que você imagina.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1lqjrz6520o.adaptado.
Com base nas informações do texto-base, é correto afirmar que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que o tamanho do seu pescoço pode dizer sobre
sua saúde?
Muitos associam o ganho de peso ao aumento da
barriga ou ao aperto das roupas, mas o pescoço também
revela sinais importantes sobre a saúde. Se estiver mais
grosso ou mais fino que o normal, pode indicar
desequilíbrios no organismo.
O Índice de Massa Corporal (IMC) é o método mais
comum para estimar gordura corporal, mas não
considera diferenças de composição muscular. Por isso,
a medição da circunferência do pescoço tornou-se um
parâmetro adicional. De acordo com Shiv Kumar Sarin,
do ILBS em Delhi, a medida ideal é de trinta e três a
trinta e cinco centímetros para mulheres e de trinta e
sete a quarenta centímetros para homens.
Fora do contexto atlético, um pescoço espesso pode
sinalizar acúmulo de gordura e risco de obesidade.
Segundo Amitav Banerjee, professor do DY Medical
College, um pescoço grosso indica que o corpo caminha
para a obesidade, associada a várias doenças. Essa
gordura é metabolicamente ativa e reflete o volume de
gordura visceral, que interfere nos níveis de açúcar,
colesterol e pressão arterial.
Ahmed Elbediwy, da Universidade Kingston, explica que
quanto maior o excesso de peso, maior será o pescoço.
O espessamento pode indicar síndrome metabólica,
conjunto de fatores que aumentam o risco de diabetes
tipo 2, doenças cardíacas e apneia do sono. O médico
Mohsin Wali acrescenta que quem tem pescoço grosso
pode apresentar colesterol alto, fígado gorduroso e
pressão elevada.
Apesar disso, Elbediwy orienta a não se alarmar: hábitos
saudáveis, prática de exercícios e sono adequado
ajudam a equilibrar o metabolismo e reduzir gordura
corporal.
Já um pescoço muito fino, embora considerado
esteticamente atraente em algumas culturas, pode
apontar anemia. O médico Atreya Niharachandra afirma
que esses casos exigem reposição de ferro, vitaminas e,
às vezes, transfusões.
Certas pessoas também apresentam uma vértebra
cervical extra — condição congênita e geralmente
inofensiva, descoberta por acaso em exames. Outra
alteração comum é o bócio, causado pelo aumento da
glândula tireoide. Embora indolor, o NHS recomenda
avaliação médica.
Observar o pescoço, portanto, fornece indícios valiosos
sobre o corpo. Diante do espelho, ele pode revelar mais
sobre sua saúde do que você imagina.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1lqjrz6520o.adaptado.
Com base na classificação sintática das orações, é correto afirmar que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que o tamanho do seu pescoço pode dizer sobre
sua saúde?
Muitos associam o ganho de peso ao aumento da
barriga ou ao aperto das roupas, mas o pescoço também
revela sinais importantes sobre a saúde. Se estiver mais
grosso ou mais fino que o normal, pode indicar
desequilíbrios no organismo.
O Índice de Massa Corporal (IMC) é o método mais
comum para estimar gordura corporal, mas não
considera diferenças de composição muscular. Por isso,
a medição da circunferência do pescoço tornou-se um
parâmetro adicional. De acordo com Shiv Kumar Sarin,
do ILBS em Delhi, a medida ideal é de trinta e três a
trinta e cinco centímetros para mulheres e de trinta e
sete a quarenta centímetros para homens.
Fora do contexto atlético, um pescoço espesso pode
sinalizar acúmulo de gordura e risco de obesidade.
Segundo Amitav Banerjee, professor do DY Medical
College, um pescoço grosso indica que o corpo caminha
para a obesidade, associada a várias doenças. Essa
gordura é metabolicamente ativa e reflete o volume de
gordura visceral, que interfere nos níveis de açúcar,
colesterol e pressão arterial.
Ahmed Elbediwy, da Universidade Kingston, explica que
quanto maior o excesso de peso, maior será o pescoço.
O espessamento pode indicar síndrome metabólica,
conjunto de fatores que aumentam o risco de diabetes
tipo 2, doenças cardíacas e apneia do sono. O médico
Mohsin Wali acrescenta que quem tem pescoço grosso
pode apresentar colesterol alto, fígado gorduroso e
pressão elevada.
Apesar disso, Elbediwy orienta a não se alarmar: hábitos
saudáveis, prática de exercícios e sono adequado
ajudam a equilibrar o metabolismo e reduzir gordura
corporal.
Já um pescoço muito fino, embora considerado
esteticamente atraente em algumas culturas, pode
apontar anemia. O médico Atreya Niharachandra afirma
que esses casos exigem reposição de ferro, vitaminas e,
às vezes, transfusões.
Certas pessoas também apresentam uma vértebra
cervical extra — condição congênita e geralmente
inofensiva, descoberta por acaso em exames. Outra
alteração comum é o bócio, causado pelo aumento da
glândula tireoide. Embora indolor, o NHS recomenda
avaliação médica.
Observar o pescoço, portanto, fornece indícios valiosos
sobre o corpo. Diante do espelho, ele pode revelar mais
sobre sua saúde do que você imagina.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1lqjrz6520o.adaptado.
Com base na classificação das palavras destacadas, é correto afirmar que o termo "já" é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que o tamanho do seu pescoço pode dizer sobre
sua saúde?
Muitos associam o ganho de peso ao aumento da
barriga ou ao aperto das roupas, mas o pescoço também
revela sinais importantes sobre a saúde. Se estiver mais
grosso ou mais fino que o normal, pode indicar
desequilíbrios no organismo.
O Índice de Massa Corporal (IMC) é o método mais
comum para estimar gordura corporal, mas não
considera diferenças de composição muscular. Por isso,
a medição da circunferência do pescoço tornou-se um
parâmetro adicional. De acordo com Shiv Kumar Sarin,
do ILBS em Delhi, a medida ideal é de trinta e três a
trinta e cinco centímetros para mulheres e de trinta e
sete a quarenta centímetros para homens.
Fora do contexto atlético, um pescoço espesso pode
sinalizar acúmulo de gordura e risco de obesidade.
Segundo Amitav Banerjee, professor do DY Medical
College, um pescoço grosso indica que o corpo caminha
para a obesidade, associada a várias doenças. Essa
gordura é metabolicamente ativa e reflete o volume de
gordura visceral, que interfere nos níveis de açúcar,
colesterol e pressão arterial.
Ahmed Elbediwy, da Universidade Kingston, explica que
quanto maior o excesso de peso, maior será o pescoço.
O espessamento pode indicar síndrome metabólica,
conjunto de fatores que aumentam o risco de diabetes
tipo 2, doenças cardíacas e apneia do sono. O médico
Mohsin Wali acrescenta que quem tem pescoço grosso
pode apresentar colesterol alto, fígado gorduroso e
pressão elevada.
Apesar disso, Elbediwy orienta a não se alarmar: hábitos
saudáveis, prática de exercícios e sono adequado
ajudam a equilibrar o metabolismo e reduzir gordura
corporal.
Já um pescoço muito fino, embora considerado
esteticamente atraente em algumas culturas, pode
apontar anemia. O médico Atreya Niharachandra afirma
que esses casos exigem reposição de ferro, vitaminas e,
às vezes, transfusões.
Certas pessoas também apresentam uma vértebra
cervical extra — condição congênita e geralmente
inofensiva, descoberta por acaso em exames. Outra
alteração comum é o bócio, causado pelo aumento da
glândula tireoide. Embora indolor, o NHS recomenda
avaliação médica.
Observar o pescoço, portanto, fornece indícios valiosos
sobre o corpo. Diante do espelho, ele pode revelar mais
sobre sua saúde do que você imagina.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1lqjrz6520o.adaptado.
Com base nas regras de concordância nominal, é correto afirmar que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Tumba do faraó Tutancâmon é exibida por inteiro
pela primeira vez em novo museu egípcio
Próximo à Grande Pirâmide de Quéops, o Egito inaugura
o Grande Museu Egípcio (GEM), considerado o maior
museu arqueológico do mundo. O complexo reúne cerca
de cem mil artefatos que abrangem sete milênios de
história, desde o período pré-dinástico até as eras grega
e romana, consolidando-se como um novo marco
cultural.
Egiptólogos veem o GEM como símbolo da reivindicação
pela devolução de antiguidades egípcias mantidas no
exterior, como a Pedra de Roseta, do Museu Britânico.
Entre as atrações principais está a exposição completa
do túmulo de Tutancâmon, apresentada integralmente
pela primeira vez desde sua descoberta por Howard
Carter em 1922, com todos os mais de cinco mil objetos
originais, incluindo a icônica máscara de ouro, o trono e
as carruagens do jovem faraó.
Segundo Tarek Tawfik, ex-diretor do GEM, o objetivo foi
oferecer ao público a mesma experiência vivida por
Carter, exibindo o túmulo em sua totalidade, sem peças
armazenadas ou dispersas em outros museus.
Com investimento de cerca de um bilhão de dólares, o
museu espera receber até oito milhões de visitantes por
ano, impulsionando o turismo egípcio. Para o egiptólogo
Ahmed Seddik, o GEM inaugura uma nova era de ouro
para a egiptologia, abrigando também o barco funerário
de Khufu, com quatro mil e quinhentos anos, uma das
embarcações mais remotas e bem preservadas do
mundo antigo.
O edifício monumental, de quinhentos mil metros
quadrados — equivalente a setenta campos de futebol
—, exibe fachada revestida por hieróglifos e alabastro
translúcido, com entrada em forma de pirâmide. Entre
seus destaques estão um obelisco de três mil e duzentos
anos, uma estátua de onze metros de Ramsés II e uma
escadaria ladeada por reis e rainhas do Egito, que
conduz a uma janela com vista direta para as pirâmides
de Gizé.
Idealizado em 1992 e iniciado em 2005, o projeto
enfrentou atrasos por crises financeiras, pela Primavera
Árabe, pela pandemia e por conflitos regionais. Sua
conclusão representa o orgulho nacional do Egito
moderno e sua capacidade de se equiparar aos grandes
centros de arqueologia do mundo.
O arqueólogo Zahi Hawass afirma que o museu fortalece
o pedido de repatriação de peças como a Pedra de
Roseta, o Zodíaco de Dendera e o Busto de Nefertiti,
retirados sob pretextos colonialistas. Ele lidera
campanhas por sua devolução, apoiadas por centenas
de milhares de assinaturas. A egiptóloga Monica Hanna
reforça que o GEM comprova a excelência egípcia na
preservação e legitima a solicitação de retorno dos artefatos.
O entusiasmo da comunidade científica é evidente:
restauradores egípcios recuperaram meticulosamente
peças de Tutancâmon, como sua armadura de tecidos e
couro, em trabalhos elogiados internacionalmente. Para
Tawfik, o museu é um tributo à história antiga e à força
do Egito contemporâneo, que reafirma seu papel como
guardião e protagonista de sua própria herança.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjw99yx83n7o.adaptado.
Nesse contexto, a inauguração do museu representa
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Tumba do faraó Tutancâmon é exibida por inteiro
pela primeira vez em novo museu egípcio
Próximo à Grande Pirâmide de Quéops, o Egito inaugura
o Grande Museu Egípcio (GEM), considerado o maior
museu arqueológico do mundo. O complexo reúne cerca
de cem mil artefatos que abrangem sete milênios de
história, desde o período pré-dinástico até as eras grega
e romana, consolidando-se como um novo marco
cultural.
Egiptólogos veem o GEM como símbolo da reivindicação
pela devolução de antiguidades egípcias mantidas no
exterior, como a Pedra de Roseta, do Museu Britânico.
Entre as atrações principais está a exposição completa
do túmulo de Tutancâmon, apresentada integralmente
pela primeira vez desde sua descoberta por Howard
Carter em 1922, com todos os mais de cinco mil objetos
originais, incluindo a icônica máscara de ouro, o trono e
as carruagens do jovem faraó.
Segundo Tarek Tawfik, ex-diretor do GEM, o objetivo foi
oferecer ao público a mesma experiência vivida por
Carter, exibindo o túmulo em sua totalidade, sem peças
armazenadas ou dispersas em outros museus.
Com investimento de cerca de um bilhão de dólares, o
museu espera receber até oito milhões de visitantes por
ano, impulsionando o turismo egípcio. Para o egiptólogo
Ahmed Seddik, o GEM inaugura uma nova era de ouro
para a egiptologia, abrigando também o barco funerário
de Khufu, com quatro mil e quinhentos anos, uma das
embarcações mais remotas e bem preservadas do
mundo antigo.
O edifício monumental, de quinhentos mil metros
quadrados — equivalente a setenta campos de futebol
—, exibe fachada revestida por hieróglifos e alabastro
translúcido, com entrada em forma de pirâmide. Entre
seus destaques estão um obelisco de três mil e duzentos
anos, uma estátua de onze metros de Ramsés II e uma
escadaria ladeada por reis e rainhas do Egito, que
conduz a uma janela com vista direta para as pirâmides
de Gizé.
Idealizado em 1992 e iniciado em 2005, o projeto
enfrentou atrasos por crises financeiras, pela Primavera
Árabe, pela pandemia e por conflitos regionais. Sua
conclusão representa o orgulho nacional do Egito
moderno e sua capacidade de se equiparar aos grandes
centros de arqueologia do mundo.
O arqueólogo Zahi Hawass afirma que o museu fortalece
o pedido de repatriação de peças como a Pedra de
Roseta, o Zodíaco de Dendera e o Busto de Nefertiti,
retirados sob pretextos colonialistas. Ele lidera
campanhas por sua devolução, apoiadas por centenas
de milhares de assinaturas. A egiptóloga Monica Hanna
reforça que o GEM comprova a excelência egípcia na
preservação e legitima a solicitação de retorno dos artefatos.
O entusiasmo da comunidade científica é evidente:
restauradores egípcios recuperaram meticulosamente
peças de Tutancâmon, como sua armadura de tecidos e
couro, em trabalhos elogiados internacionalmente. Para
Tawfik, o museu é um tributo à história antiga e à força
do Egito contemporâneo, que reafirma seu papel como
guardião e protagonista de sua própria herança.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjw99yx83n7o.adaptado.
Com base na análise sintática do período acima, é correto afirmar que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Tumba do faraó Tutancâmon é exibida por inteiro
pela primeira vez em novo museu egípcio
Próximo à Grande Pirâmide de Quéops, o Egito inaugura
o Grande Museu Egípcio (GEM), considerado o maior
museu arqueológico do mundo. O complexo reúne cerca
de cem mil artefatos que abrangem sete milênios de
história, desde o período pré-dinástico até as eras grega
e romana, consolidando-se como um novo marco
cultural.
Egiptólogos veem o GEM como símbolo da reivindicação
pela devolução de antiguidades egípcias mantidas no
exterior, como a Pedra de Roseta, do Museu Britânico.
Entre as atrações principais está a exposição completa
do túmulo de Tutancâmon, apresentada integralmente
pela primeira vez desde sua descoberta por Howard
Carter em 1922, com todos os mais de cinco mil objetos
originais, incluindo a icônica máscara de ouro, o trono e
as carruagens do jovem faraó.
Segundo Tarek Tawfik, ex-diretor do GEM, o objetivo foi
oferecer ao público a mesma experiência vivida por
Carter, exibindo o túmulo em sua totalidade, sem peças
armazenadas ou dispersas em outros museus.
Com investimento de cerca de um bilhão de dólares, o
museu espera receber até oito milhões de visitantes por
ano, impulsionando o turismo egípcio. Para o egiptólogo
Ahmed Seddik, o GEM inaugura uma nova era de ouro
para a egiptologia, abrigando também o barco funerário
de Khufu, com quatro mil e quinhentos anos, uma das
embarcações mais remotas e bem preservadas do
mundo antigo.
O edifício monumental, de quinhentos mil metros
quadrados — equivalente a setenta campos de futebol
—, exibe fachada revestida por hieróglifos e alabastro
translúcido, com entrada em forma de pirâmide. Entre
seus destaques estão um obelisco de três mil e duzentos
anos, uma estátua de onze metros de Ramsés II e uma
escadaria ladeada por reis e rainhas do Egito, que
conduz a uma janela com vista direta para as pirâmides
de Gizé.
Idealizado em 1992 e iniciado em 2005, o projeto
enfrentou atrasos por crises financeiras, pela Primavera
Árabe, pela pandemia e por conflitos regionais. Sua
conclusão representa o orgulho nacional do Egito
moderno e sua capacidade de se equiparar aos grandes
centros de arqueologia do mundo.
O arqueólogo Zahi Hawass afirma que o museu fortalece
o pedido de repatriação de peças como a Pedra de
Roseta, o Zodíaco de Dendera e o Busto de Nefertiti,
retirados sob pretextos colonialistas. Ele lidera
campanhas por sua devolução, apoiadas por centenas
de milhares de assinaturas. A egiptóloga Monica Hanna
reforça que o GEM comprova a excelência egípcia na
preservação e legitima a solicitação de retorno dos artefatos.
O entusiasmo da comunidade científica é evidente:
restauradores egípcios recuperaram meticulosamente
peças de Tutancâmon, como sua armadura de tecidos e
couro, em trabalhos elogiados internacionalmente. Para
Tawfik, o museu é um tributo à história antiga e à força
do Egito contemporâneo, que reafirma seu papel como
guardião e protagonista de sua própria herança.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjw99yx83n7o.adaptado.
Com base nas regras de uso do acento indicativo de crase, é correto afirmar que o emprego do sinal nas expressões destacadas ocorre
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Tumba do faraó Tutancâmon é exibida por inteiro
pela primeira vez em novo museu egípcio
Próximo à Grande Pirâmide de Quéops, o Egito inaugura
o Grande Museu Egípcio (GEM), considerado o maior
museu arqueológico do mundo. O complexo reúne cerca
de cem mil artefatos que abrangem sete milênios de
história, desde o período pré-dinástico até as eras grega
e romana, consolidando-se como um novo marco
cultural.
Egiptólogos veem o GEM como símbolo da reivindicação
pela devolução de antiguidades egípcias mantidas no
exterior, como a Pedra de Roseta, do Museu Britânico.
Entre as atrações principais está a exposição completa
do túmulo de Tutancâmon, apresentada integralmente
pela primeira vez desde sua descoberta por Howard
Carter em 1922, com todos os mais de cinco mil objetos
originais, incluindo a icônica máscara de ouro, o trono e
as carruagens do jovem faraó.
Segundo Tarek Tawfik, ex-diretor do GEM, o objetivo foi
oferecer ao público a mesma experiência vivida por
Carter, exibindo o túmulo em sua totalidade, sem peças
armazenadas ou dispersas em outros museus.
Com investimento de cerca de um bilhão de dólares, o
museu espera receber até oito milhões de visitantes por
ano, impulsionando o turismo egípcio. Para o egiptólogo
Ahmed Seddik, o GEM inaugura uma nova era de ouro
para a egiptologia, abrigando também o barco funerário
de Khufu, com quatro mil e quinhentos anos, uma das
embarcações mais remotas e bem preservadas do
mundo antigo.
O edifício monumental, de quinhentos mil metros
quadrados — equivalente a setenta campos de futebol
—, exibe fachada revestida por hieróglifos e alabastro
translúcido, com entrada em forma de pirâmide. Entre
seus destaques estão um obelisco de três mil e duzentos
anos, uma estátua de onze metros de Ramsés II e uma
escadaria ladeada por reis e rainhas do Egito, que
conduz a uma janela com vista direta para as pirâmides
de Gizé.
Idealizado em 1992 e iniciado em 2005, o projeto
enfrentou atrasos por crises financeiras, pela Primavera
Árabe, pela pandemia e por conflitos regionais. Sua
conclusão representa o orgulho nacional do Egito
moderno e sua capacidade de se equiparar aos grandes
centros de arqueologia do mundo.
O arqueólogo Zahi Hawass afirma que o museu fortalece
o pedido de repatriação de peças como a Pedra de
Roseta, o Zodíaco de Dendera e o Busto de Nefertiti,
retirados sob pretextos colonialistas. Ele lidera
campanhas por sua devolução, apoiadas por centenas
de milhares de assinaturas. A egiptóloga Monica Hanna
reforça que o GEM comprova a excelência egípcia na
preservação e legitima a solicitação de retorno dos artefatos.
O entusiasmo da comunidade científica é evidente:
restauradores egípcios recuperaram meticulosamente
peças de Tutancâmon, como sua armadura de tecidos e
couro, em trabalhos elogiados internacionalmente. Para
Tawfik, o museu é um tributo à história antiga e à força
do Egito contemporâneo, que reafirma seu papel como
guardião e protagonista de sua própria herança.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjw99yx83n7o.adaptado.
De acordo com a estrutura sintática da oração apresentada, é correto afirmar que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Tumba do faraó Tutancâmon é exibida por inteiro
pela primeira vez em novo museu egípcio
Próximo à Grande Pirâmide de Quéops, o Egito inaugura
o Grande Museu Egípcio (GEM), considerado o maior
museu arqueológico do mundo. O complexo reúne cerca
de cem mil artefatos que abrangem sete milênios de
história, desde o período pré-dinástico até as eras grega
e romana, consolidando-se como um novo marco
cultural.
Egiptólogos veem o GEM como símbolo da reivindicação
pela devolução de antiguidades egípcias mantidas no
exterior, como a Pedra de Roseta, do Museu Britânico.
Entre as atrações principais está a exposição completa
do túmulo de Tutancâmon, apresentada integralmente
pela primeira vez desde sua descoberta por Howard
Carter em 1922, com todos os mais de cinco mil objetos
originais, incluindo a icônica máscara de ouro, o trono e
as carruagens do jovem faraó.
Segundo Tarek Tawfik, ex-diretor do GEM, o objetivo foi
oferecer ao público a mesma experiência vivida por
Carter, exibindo o túmulo em sua totalidade, sem peças
armazenadas ou dispersas em outros museus.
Com investimento de cerca de um bilhão de dólares, o
museu espera receber até oito milhões de visitantes por
ano, impulsionando o turismo egípcio. Para o egiptólogo
Ahmed Seddik, o GEM inaugura uma nova era de ouro
para a egiptologia, abrigando também o barco funerário
de Khufu, com quatro mil e quinhentos anos, uma das
embarcações mais remotas e bem preservadas do
mundo antigo.
O edifício monumental, de quinhentos mil metros
quadrados — equivalente a setenta campos de futebol
—, exibe fachada revestida por hieróglifos e alabastro
translúcido, com entrada em forma de pirâmide. Entre
seus destaques estão um obelisco de três mil e duzentos
anos, uma estátua de onze metros de Ramsés II e uma
escadaria ladeada por reis e rainhas do Egito, que
conduz a uma janela com vista direta para as pirâmides
de Gizé.
Idealizado em 1992 e iniciado em 2005, o projeto
enfrentou atrasos por crises financeiras, pela Primavera
Árabe, pela pandemia e por conflitos regionais. Sua
conclusão representa o orgulho nacional do Egito
moderno e sua capacidade de se equiparar aos grandes
centros de arqueologia do mundo.
O arqueólogo Zahi Hawass afirma que o museu fortalece
o pedido de repatriação de peças como a Pedra de
Roseta, o Zodíaco de Dendera e o Busto de Nefertiti,
retirados sob pretextos colonialistas. Ele lidera
campanhas por sua devolução, apoiadas por centenas
de milhares de assinaturas. A egiptóloga Monica Hanna
reforça que o GEM comprova a excelência egípcia na
preservação e legitima a solicitação de retorno dos artefatos.
O entusiasmo da comunidade científica é evidente:
restauradores egípcios recuperaram meticulosamente
peças de Tutancâmon, como sua armadura de tecidos e
couro, em trabalhos elogiados internacionalmente. Para
Tawfik, o museu é um tributo à história antiga e à força
do Egito contemporâneo, que reafirma seu papel como
guardião e protagonista de sua própria herança.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjw99yx83n7o.adaptado.
O edifício monumental, de quinhentos mil metros quadrados, "exibe" fachada revestida por hieróglifos e alabastro translúcido, com entrada em forma de pirâmide.
Com base nas regras de regência verbal, é correto afirmar que o verbo destacado é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
4088678
Ano: 2026
Disciplina: Administração Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Contagem-MG
Disciplina: Administração Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Contagem-MG
Provas:
Em uma repartição pública, foi elaborado um
organograma vertical para representar a estrutura
hierárquica dos setores e cargos. O objetivo era deixar
clara a relação de subordinação e o fluxo de
comunicação entre os diferentes níveis da instituição.
Com base nas características desse tipo de organograma, assinale a alternativa INCORRETA:
Com base nas características desse tipo de organograma, assinale a alternativa INCORRETA:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container