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4088128
Ano: 2026
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Contagem-MG
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Contagem-MG
Provas:
Um técnico em informática foi designado para auxiliar na
manutenção do sistema de cadastro de alunos de uma
escola. O sistema utiliza um banco de dados relacional
para armazenar informações como nome, matrícula,
curso e notas. Com base nos conceitos fundamentais
sobre bancos de dados, analise as afirmativas a seguir:
I.Em um banco de dados relacional, os dados são armazenados em tabelas, que se organizam em linhas e colunas, facilitando a manipulação e a consulta das informações.
II.A chave primária é um campo que identifica de forma única cada registro de uma tabela e não pode conter valores repetidos ou vazios. III.O comando DELETE é utilizado para alterar dados existentes em uma tabela, substituindo valores antigos por novos.
IV.A normalização é o processo de organização das tabelas com o objetivo de eliminar redundâncias e evitar inconsistências nos dados.
V.O relacionamento entre tabelas é feito por meio de chaves primárias e chaves estrangeiras, garantindo a integridade referencial do banco de dados.
Com base nas afirmativas, assinale a alternativa correta:
I.Em um banco de dados relacional, os dados são armazenados em tabelas, que se organizam em linhas e colunas, facilitando a manipulação e a consulta das informações.
II.A chave primária é um campo que identifica de forma única cada registro de uma tabela e não pode conter valores repetidos ou vazios. III.O comando DELETE é utilizado para alterar dados existentes em uma tabela, substituindo valores antigos por novos.
IV.A normalização é o processo de organização das tabelas com o objetivo de eliminar redundâncias e evitar inconsistências nos dados.
V.O relacionamento entre tabelas é feito por meio de chaves primárias e chaves estrangeiras, garantindo a integridade referencial do banco de dados.
Com base nas afirmativas, assinale a alternativa correta:
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Analise as afirmativas a seguir sobre o uso de
ferramentas do Microsoft Word e do Microsoft Excel no
ambiente Windows, e assinale a alternativa correta.
I.No Microsoft Word, é possível criar um sumário automático desde que os títulos do documento estejam formatados com estilos de título (Título 1, Título 2, etc.), permitindo atualização automática se o conteúdo for alterado.
II.No Microsoft Excel, a função =MÉDIA(A1:A10) devolve a média aritmética dos valores numéricos contidos nas células de A1 a A10, ignorando células vazias ou com texto.
III.O Excel permite criar gráficos dinâmicos diretamente a partir de Tabelas Dinâmicas, recurso útil para representar visualmente resumos de dados sem necessidade de fórmulas adicionais.
IV.No Word, ao aplicar a formatação Ajustar texto/Em volta em uma imagem, ela fica congelada interferindo na posição do texto.
Com base nas afirmativas, assinale a alternativa correta:
I.No Microsoft Word, é possível criar um sumário automático desde que os títulos do documento estejam formatados com estilos de título (Título 1, Título 2, etc.), permitindo atualização automática se o conteúdo for alterado.
II.No Microsoft Excel, a função =MÉDIA(A1:A10) devolve a média aritmética dos valores numéricos contidos nas células de A1 a A10, ignorando células vazias ou com texto.
III.O Excel permite criar gráficos dinâmicos diretamente a partir de Tabelas Dinâmicas, recurso útil para representar visualmente resumos de dados sem necessidade de fórmulas adicionais.
IV.No Word, ao aplicar a formatação Ajustar texto/Em volta em uma imagem, ela fica congelada interferindo na posição do texto.
Com base nas afirmativas, assinale a alternativa correta:
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4088126
Ano: 2026
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Contagem-MG
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Contagem-MG
Provas:
Os sistemas operacionais Microsoft, desde o MS-DOS
até as versões mais recentes do Windows, evoluíram em
arquitetura, interface e gerenciamento de recursos.
Acerca dessa evolução e os conceitos gerais de
sistemas operacionais, analise as afirmativas a seguir e
assinale V (verdadeiro) ou F (falso):
( ) O MS-DOS operava em modo texto e utilizava uma estrutura de comandos sequenciais, sem suporte nativo a multitarefa, exigindo execução de um programa por vez.
( ) O Windows, a partir das versões baseadas no NT, incorporou um modelo de segurança com controle de permissões por usuário e sistema de arquivos compatível com NTFS.
( ) Diferentemente do MS-DOS, o Windows não mantém compatibilidade com comandos executados via prompt, tornando impossível executar instruções como DIR ou COPY nas versões atuais.
( ) O gerenciamento de memória no MS-DOS era limitado a 640 KB de memória convencional, o que impunha restrições significativas para aplicações de maior porte.
( ) Os sistemas operacionais modernos contam com recursos como abstração do hardware, gerenciamento de processos, controle de concorrência e organização do sistema de arquivos. No MS-DOS, esses elementos estavam ausentes ou eram bastante limitados, especialmente no que diz respeito à multitarefa e ao controle simultâneo de atividades.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de verdadeiro (V) ou falso (F) de cima para baixo:
( ) O MS-DOS operava em modo texto e utilizava uma estrutura de comandos sequenciais, sem suporte nativo a multitarefa, exigindo execução de um programa por vez.
( ) O Windows, a partir das versões baseadas no NT, incorporou um modelo de segurança com controle de permissões por usuário e sistema de arquivos compatível com NTFS.
( ) Diferentemente do MS-DOS, o Windows não mantém compatibilidade com comandos executados via prompt, tornando impossível executar instruções como DIR ou COPY nas versões atuais.
( ) O gerenciamento de memória no MS-DOS era limitado a 640 KB de memória convencional, o que impunha restrições significativas para aplicações de maior porte.
( ) Os sistemas operacionais modernos contam com recursos como abstração do hardware, gerenciamento de processos, controle de concorrência e organização do sistema de arquivos. No MS-DOS, esses elementos estavam ausentes ou eram bastante limitados, especialmente no que diz respeito à multitarefa e ao controle simultâneo de atividades.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de verdadeiro (V) ou falso (F) de cima para baixo:
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Entre os navegadores mais utilizados no ambiente
corporativo, como Microsoft Edge, Mozilla Firefox e
Google Chrome, existem diferenças importantes quanto
ao desempenho, segurança e compatibilidade.
Sobreo uso dessas ferramentas, assinale a alternativa correta:
Sobreo uso dessas ferramentas, assinale a alternativa correta:
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4088124
Ano: 2026
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Contagem-MG
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Contagem-MG
Provas:
Em uma empresa de médio porte que armazena dados
de clientes em servidores próprios, o setor de TI
identificou acessos não autorizados em horários fora do
expediente. O analista responsável foi orientado a
revisar as políticas de segurança, os controles de acesso
e os procedimentos de autenticação.
Considerando boas práticas de Segurança da Informação, assinale a alternativa correta:
Considerando boas práticas de Segurança da Informação, assinale a alternativa correta:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Tumba do faraó Tutancâmon é exibida por inteiro
pela primeira vez em novo museu egípcio
Próximo à Grande Pirâmide de Quéops, o Egito inaugura
o Grande Museu Egípcio (GEM), considerado o maior
museu arqueológico do mundo. O complexo reúne cerca
de cem mil artefatos que abrangem sete milênios de
história, desde o período pré-dinástico até as eras grega
e romana, consolidando-se como um novo marco
cultural.
Egiptólogos veem o GEM como símbolo da reivindicação
pela devolução de antiguidades egípcias mantidas no
exterior, como a Pedra de Roseta, do Museu Britânico.
Entre as atrações principais está a exposição completa
do túmulo de Tutancâmon, apresentada integralmente
pela primeira vez desde sua descoberta por Howard
Carter em 1922, com todos os mais de cinco mil objetos
originais, incluindo a icônica máscara de ouro, o trono e
as carruagens do jovem faraó.
Segundo Tarek Tawfik, ex-diretor do GEM, o objetivo foi
oferecer ao público a mesma experiência vivida por
Carter, exibindo o túmulo em sua totalidade, sem peças
armazenadas ou dispersas em outros museus.
Com investimento de cerca de um bilhão de dólares, o
museu espera receber até oito milhões de visitantes por
ano, impulsionando o turismo egípcio. Para o egiptólogo
Ahmed Seddik, o GEM inaugura uma nova era de ouro
para a egiptologia, abrigando também o barco funerário
de Khufu, com quatro mil e quinhentos anos, uma das
embarcações mais remotas e bem preservadas do
mundo antigo.
O edifício monumental, de quinhentos mil metros
quadrados — equivalente a setenta campos de futebol
—, exibe fachada revestida por hieróglifos e alabastro
translúcido, com entrada em forma de pirâmide. Entre
seus destaques estão um obelisco de três mil e duzentos
anos, uma estátua de onze metros de Ramsés II e uma
escadaria ladeada por reis e rainhas do Egito, que
conduz a uma janela com vista direta para as pirâmides
de Gizé.
Idealizado em 1992 e iniciado em 2005, o projeto
enfrentou atrasos por crises financeiras, pela Primavera
Árabe, pela pandemia e por conflitos regionais. Sua
conclusão representa o orgulho nacional do Egito
moderno e sua capacidade de se equiparar aos grandes
centros de arqueologia do mundo.
O arqueólogo Zahi Hawass afirma que o museu fortalece
o pedido de repatriação de peças como a Pedra de
Roseta, o Zodíaco de Dendera e o Busto de Nefertiti,
retirados sob pretextos colonialistas. Ele lidera
campanhas por sua devolução, apoiadas por centenas
de milhares de assinaturas. A egiptóloga Monica Hanna
reforça que o GEM comprova a excelência egípcia na
preservação e legitima a solicitação de retorno dos artefatos.
O entusiasmo da comunidade científica é evidente:
restauradores egípcios recuperaram meticulosamente
peças de Tutancâmon, como sua armadura de tecidos e
couro, em trabalhos elogiados internacionalmente. Para
Tawfik, o museu é um tributo à história antiga e à força
do Egito contemporâneo, que reafirma seu papel como
guardião e protagonista de sua própria herança.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjw99yx83n7o.adaptado.
Nesse contexto, a inauguração do museu representa
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Tumba do faraó Tutancâmon é exibida por inteiro
pela primeira vez em novo museu egípcio
Próximo à Grande Pirâmide de Quéops, o Egito inaugura
o Grande Museu Egípcio (GEM), considerado o maior
museu arqueológico do mundo. O complexo reúne cerca
de cem mil artefatos que abrangem sete milênios de
história, desde o período pré-dinástico até as eras grega
e romana, consolidando-se como um novo marco
cultural.
Egiptólogos veem o GEM como símbolo da reivindicação
pela devolução de antiguidades egípcias mantidas no
exterior, como a Pedra de Roseta, do Museu Britânico.
Entre as atrações principais está a exposição completa
do túmulo de Tutancâmon, apresentada integralmente
pela primeira vez desde sua descoberta por Howard
Carter em 1922, com todos os mais de cinco mil objetos
originais, incluindo a icônica máscara de ouro, o trono e
as carruagens do jovem faraó.
Segundo Tarek Tawfik, ex-diretor do GEM, o objetivo foi
oferecer ao público a mesma experiência vivida por
Carter, exibindo o túmulo em sua totalidade, sem peças
armazenadas ou dispersas em outros museus.
Com investimento de cerca de um bilhão de dólares, o
museu espera receber até oito milhões de visitantes por
ano, impulsionando o turismo egípcio. Para o egiptólogo
Ahmed Seddik, o GEM inaugura uma nova era de ouro
para a egiptologia, abrigando também o barco funerário
de Khufu, com quatro mil e quinhentos anos, uma das
embarcações mais remotas e bem preservadas do
mundo antigo.
O edifício monumental, de quinhentos mil metros
quadrados — equivalente a setenta campos de futebol
—, exibe fachada revestida por hieróglifos e alabastro
translúcido, com entrada em forma de pirâmide. Entre
seus destaques estão um obelisco de três mil e duzentos
anos, uma estátua de onze metros de Ramsés II e uma
escadaria ladeada por reis e rainhas do Egito, que
conduz a uma janela com vista direta para as pirâmides
de Gizé.
Idealizado em 1992 e iniciado em 2005, o projeto
enfrentou atrasos por crises financeiras, pela Primavera
Árabe, pela pandemia e por conflitos regionais. Sua
conclusão representa o orgulho nacional do Egito
moderno e sua capacidade de se equiparar aos grandes
centros de arqueologia do mundo.
O arqueólogo Zahi Hawass afirma que o museu fortalece
o pedido de repatriação de peças como a Pedra de
Roseta, o Zodíaco de Dendera e o Busto de Nefertiti,
retirados sob pretextos colonialistas. Ele lidera
campanhas por sua devolução, apoiadas por centenas
de milhares de assinaturas. A egiptóloga Monica Hanna
reforça que o GEM comprova a excelência egípcia na
preservação e legitima a solicitação de retorno dos artefatos.
O entusiasmo da comunidade científica é evidente:
restauradores egípcios recuperaram meticulosamente
peças de Tutancâmon, como sua armadura de tecidos e
couro, em trabalhos elogiados internacionalmente. Para
Tawfik, o museu é um tributo à história antiga e à força
do Egito contemporâneo, que reafirma seu papel como
guardião e protagonista de sua própria herança.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjw99yx83n7o.adaptado.
Com base na análise sintática do período acima, é correto afirmar que
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Tumba do faraó Tutancâmon é exibida por inteiro
pela primeira vez em novo museu egípcio
Próximo à Grande Pirâmide de Quéops, o Egito inaugura
o Grande Museu Egípcio (GEM), considerado o maior
museu arqueológico do mundo. O complexo reúne cerca
de cem mil artefatos que abrangem sete milênios de
história, desde o período pré-dinástico até as eras grega
e romana, consolidando-se como um novo marco
cultural.
Egiptólogos veem o GEM como símbolo da reivindicação
pela devolução de antiguidades egípcias mantidas no
exterior, como a Pedra de Roseta, do Museu Britânico.
Entre as atrações principais está a exposição completa
do túmulo de Tutancâmon, apresentada integralmente
pela primeira vez desde sua descoberta por Howard
Carter em 1922, com todos os mais de cinco mil objetos
originais, incluindo a icônica máscara de ouro, o trono e
as carruagens do jovem faraó.
Segundo Tarek Tawfik, ex-diretor do GEM, o objetivo foi
oferecer ao público a mesma experiência vivida por
Carter, exibindo o túmulo em sua totalidade, sem peças
armazenadas ou dispersas em outros museus.
Com investimento de cerca de um bilhão de dólares, o
museu espera receber até oito milhões de visitantes por
ano, impulsionando o turismo egípcio. Para o egiptólogo
Ahmed Seddik, o GEM inaugura uma nova era de ouro
para a egiptologia, abrigando também o barco funerário
de Khufu, com quatro mil e quinhentos anos, uma das
embarcações mais remotas e bem preservadas do
mundo antigo.
O edifício monumental, de quinhentos mil metros
quadrados — equivalente a setenta campos de futebol
—, exibe fachada revestida por hieróglifos e alabastro
translúcido, com entrada em forma de pirâmide. Entre
seus destaques estão um obelisco de três mil e duzentos
anos, uma estátua de onze metros de Ramsés II e uma
escadaria ladeada por reis e rainhas do Egito, que
conduz a uma janela com vista direta para as pirâmides
de Gizé.
Idealizado em 1992 e iniciado em 2005, o projeto
enfrentou atrasos por crises financeiras, pela Primavera
Árabe, pela pandemia e por conflitos regionais. Sua
conclusão representa o orgulho nacional do Egito
moderno e sua capacidade de se equiparar aos grandes
centros de arqueologia do mundo.
O arqueólogo Zahi Hawass afirma que o museu fortalece
o pedido de repatriação de peças como a Pedra de
Roseta, o Zodíaco de Dendera e o Busto de Nefertiti,
retirados sob pretextos colonialistas. Ele lidera
campanhas por sua devolução, apoiadas por centenas
de milhares de assinaturas. A egiptóloga Monica Hanna
reforça que o GEM comprova a excelência egípcia na
preservação e legitima a solicitação de retorno dos artefatos.
O entusiasmo da comunidade científica é evidente:
restauradores egípcios recuperaram meticulosamente
peças de Tutancâmon, como sua armadura de tecidos e
couro, em trabalhos elogiados internacionalmente. Para
Tawfik, o museu é um tributo à história antiga e à força
do Egito contemporâneo, que reafirma seu papel como
guardião e protagonista de sua própria herança.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjw99yx83n7o.adaptado.
Com base nas regras de uso do acento indicativo de crase, é correto afirmar que o emprego do sinal nas expressões destacadas ocorre
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Tumba do faraó Tutancâmon é exibida por inteiro
pela primeira vez em novo museu egípcio
Próximo à Grande Pirâmide de Quéops, o Egito inaugura
o Grande Museu Egípcio (GEM), considerado o maior
museu arqueológico do mundo. O complexo reúne cerca
de cem mil artefatos que abrangem sete milênios de
história, desde o período pré-dinástico até as eras grega
e romana, consolidando-se como um novo marco
cultural.
Egiptólogos veem o GEM como símbolo da reivindicação
pela devolução de antiguidades egípcias mantidas no
exterior, como a Pedra de Roseta, do Museu Britânico.
Entre as atrações principais está a exposição completa
do túmulo de Tutancâmon, apresentada integralmente
pela primeira vez desde sua descoberta por Howard
Carter em 1922, com todos os mais de cinco mil objetos
originais, incluindo a icônica máscara de ouro, o trono e
as carruagens do jovem faraó.
Segundo Tarek Tawfik, ex-diretor do GEM, o objetivo foi
oferecer ao público a mesma experiência vivida por
Carter, exibindo o túmulo em sua totalidade, sem peças
armazenadas ou dispersas em outros museus.
Com investimento de cerca de um bilhão de dólares, o
museu espera receber até oito milhões de visitantes por
ano, impulsionando o turismo egípcio. Para o egiptólogo
Ahmed Seddik, o GEM inaugura uma nova era de ouro
para a egiptologia, abrigando também o barco funerário
de Khufu, com quatro mil e quinhentos anos, uma das
embarcações mais remotas e bem preservadas do
mundo antigo.
O edifício monumental, de quinhentos mil metros
quadrados — equivalente a setenta campos de futebol
—, exibe fachada revestida por hieróglifos e alabastro
translúcido, com entrada em forma de pirâmide. Entre
seus destaques estão um obelisco de três mil e duzentos
anos, uma estátua de onze metros de Ramsés II e uma
escadaria ladeada por reis e rainhas do Egito, que
conduz a uma janela com vista direta para as pirâmides
de Gizé.
Idealizado em 1992 e iniciado em 2005, o projeto
enfrentou atrasos por crises financeiras, pela Primavera
Árabe, pela pandemia e por conflitos regionais. Sua
conclusão representa o orgulho nacional do Egito
moderno e sua capacidade de se equiparar aos grandes
centros de arqueologia do mundo.
O arqueólogo Zahi Hawass afirma que o museu fortalece
o pedido de repatriação de peças como a Pedra de
Roseta, o Zodíaco de Dendera e o Busto de Nefertiti,
retirados sob pretextos colonialistas. Ele lidera
campanhas por sua devolução, apoiadas por centenas
de milhares de assinaturas. A egiptóloga Monica Hanna
reforça que o GEM comprova a excelência egípcia na
preservação e legitima a solicitação de retorno dos artefatos.
O entusiasmo da comunidade científica é evidente:
restauradores egípcios recuperaram meticulosamente
peças de Tutancâmon, como sua armadura de tecidos e
couro, em trabalhos elogiados internacionalmente. Para
Tawfik, o museu é um tributo à história antiga e à força
do Egito contemporâneo, que reafirma seu papel como
guardião e protagonista de sua própria herança.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjw99yx83n7o.adaptado.
De acordo com a estrutura sintática da oração apresentada, é correto afirmar que
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Tumba do faraó Tutancâmon é exibida por inteiro
pela primeira vez em novo museu egípcio
Próximo à Grande Pirâmide de Quéops, o Egito inaugura
o Grande Museu Egípcio (GEM), considerado o maior
museu arqueológico do mundo. O complexo reúne cerca
de cem mil artefatos que abrangem sete milênios de
história, desde o período pré-dinástico até as eras grega
e romana, consolidando-se como um novo marco
cultural.
Egiptólogos veem o GEM como símbolo da reivindicação
pela devolução de antiguidades egípcias mantidas no
exterior, como a Pedra de Roseta, do Museu Britânico.
Entre as atrações principais está a exposição completa
do túmulo de Tutancâmon, apresentada integralmente
pela primeira vez desde sua descoberta por Howard
Carter em 1922, com todos os mais de cinco mil objetos
originais, incluindo a icônica máscara de ouro, o trono e
as carruagens do jovem faraó.
Segundo Tarek Tawfik, ex-diretor do GEM, o objetivo foi
oferecer ao público a mesma experiência vivida por
Carter, exibindo o túmulo em sua totalidade, sem peças
armazenadas ou dispersas em outros museus.
Com investimento de cerca de um bilhão de dólares, o
museu espera receber até oito milhões de visitantes por
ano, impulsionando o turismo egípcio. Para o egiptólogo
Ahmed Seddik, o GEM inaugura uma nova era de ouro
para a egiptologia, abrigando também o barco funerário
de Khufu, com quatro mil e quinhentos anos, uma das
embarcações mais remotas e bem preservadas do
mundo antigo.
O edifício monumental, de quinhentos mil metros
quadrados — equivalente a setenta campos de futebol
—, exibe fachada revestida por hieróglifos e alabastro
translúcido, com entrada em forma de pirâmide. Entre
seus destaques estão um obelisco de três mil e duzentos
anos, uma estátua de onze metros de Ramsés II e uma
escadaria ladeada por reis e rainhas do Egito, que
conduz a uma janela com vista direta para as pirâmides
de Gizé.
Idealizado em 1992 e iniciado em 2005, o projeto
enfrentou atrasos por crises financeiras, pela Primavera
Árabe, pela pandemia e por conflitos regionais. Sua
conclusão representa o orgulho nacional do Egito
moderno e sua capacidade de se equiparar aos grandes
centros de arqueologia do mundo.
O arqueólogo Zahi Hawass afirma que o museu fortalece
o pedido de repatriação de peças como a Pedra de
Roseta, o Zodíaco de Dendera e o Busto de Nefertiti,
retirados sob pretextos colonialistas. Ele lidera
campanhas por sua devolução, apoiadas por centenas
de milhares de assinaturas. A egiptóloga Monica Hanna
reforça que o GEM comprova a excelência egípcia na
preservação e legitima a solicitação de retorno dos artefatos.
O entusiasmo da comunidade científica é evidente:
restauradores egípcios recuperaram meticulosamente
peças de Tutancâmon, como sua armadura de tecidos e
couro, em trabalhos elogiados internacionalmente. Para
Tawfik, o museu é um tributo à história antiga e à força
do Egito contemporâneo, que reafirma seu papel como
guardião e protagonista de sua própria herança.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjw99yx83n7o.adaptado.
O edifício monumental, de quinhentos mil metros quadrados, "exibe" fachada revestida por hieróglifos e alabastro translúcido, com entrada em forma de pirâmide.
Com base nas regras de regência verbal, é correto afirmar que o verbo destacado é
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