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Foram encontradas 378 questões.

1705472 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
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A realidade da sala de aula, na relação entre professor e aluno no mundo moderno, é marcada por constantes mudanças. São mudanças impulsionadas pelo acesso à internet e as novas tecnologias, a pluralidade cultural, os novos comportamentos, a política, a ética científica e etc. Tudo isto é movido pela modernidade que proporciona a construção do sujeito crítico na formação de um aluno questionador que reconstrói caminhos sob a orientação do professor. A discussão da avaliação em torno das áreas específicas do conhecimento e da pedagogia de projetos, fundamentando tais reflexões no caráter formativo, democratizador e ético do processo avaliativo, proporcionou uma série de programas sobre avaliação e aprendizagem significativas realizados pela TV Escola. Devido à grande repercussão da série surgiu a ideia da publicação deste livro que tem o objetivo de tornar sua leitura mais acessível aos educadores do país, ampliando a discussão que os programas suscitaram. A TV escola é sintonizado através de sinal fechado em parabólica no canal 12. Cada programa da série reuniu um grupo de estudiosos que debateu várias temáticas curriculares referentes a avaliação da aprendizagem e sua contextualização.
Disponível em: file:///C:/Users/walte/Downloads/21985-43467-1-PB%20(5).pdf
Acessado em: 28/03/2016.
O texto acima retrata a Avaliação Educacional nas diferentes concepções pedagógicas, você deve marcar a alternativa correta:
 

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1704441 Ano: 2015
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
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As Normas Regulamentadoras – NR são conjuntos de procedimentos e requisitos referentes à segurança e medicina do trabalho. Sendo assim, a NR-6 refere-se à observância obrigatória de:
 

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1703381 Ano: 2015
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
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A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nº 9. 394/1996. No Capítulo IV – Da Educação Superior. Artigo 44 – A educação superior abrangerá os seguintes cursos e programas. Este artigo está relacionado com qual alternativa abaixo:
 

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1697216 Ano: 2015
Disciplina: Educação Física
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
A Educação Física, na primeira fase do ensino fundamental deve:
 

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1697173 Ano: 2015
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
Texto para a questão.
The title of this revised and expanded second edition indicates that Allen and Valette's book now includes materials specifically designed for the ESL classroom. There is a certain logic to gathering all "foreign" language teaching techniques together. However, some ESL teachers, especially the more linguistically grounded, may resist this yoking, feeling it to be a dilution rather than an enrichment. Such feelings may be reinforced by the book's format, which spreads itself among Spanish, German, French, and ESL materials designed for use on the elementary, intermediate and advanced levels. Still, ESL teachers of all orientations should find help here.
The authors advance no one basic method. Rather, their materials are suited to all methods. As they point out in the preface, even in the case of a brand new teacher who first meets with an established program, "the manner in which the content is presented to the student . . . is left to the determination of the teacher." And "manner" equals the "techniques" of the title. Techniques ranging from art work to organizing group activities to eavesdropping are organized according to a Dewey Decimal-like system for easy retrieval.
These techniques are distributed through four parts and an appendix of sample lesson plans. Part One gives an overview of the language classroom; Two uses traditional terminology to present techniques for teaching sound systems, grammar, and vocabulary; Three treats the developmental skills of listening, speaking, reading, and writing; and Four offers techniques for introducing students to the target culture. While experienced teachers may find the book a convenient supplement and rejuvenator, it is likely to be most attractive to new teachers who are accumulating their own arsenals of classroom techniques.
JJAMES E. FORD https://ojs.lib.byu.edu/spc/index.php/TESL/article/viewFile/2932/2706, download em 04/3/2016.
In: “…now includes materials specifically designed for the ESL classroom…”, the adverb now operates a notion:
 

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1697010 Ano: 2015
Disciplina: Biologia
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
O fenótipo resulta da interação do genótipo com o ambiente. Consideremos, por exemplo, duas pessoas que tenham os mesmos tipos de alelos para pigmentação da pele; se uma delas toma sol com mais frequência que a outra, suas tonalidades de pele, fenótipo, serão diferentes e tal característica passará aos seus descendentes. O enunciado está de acordo com as ideias evolucionistas de:
 

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1689896 Ano: 2015
Disciplina: Odontologia
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
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Um paciente adulto, sexo masculino, dirige-se a uma Estratégia Saúde da Família do Município de Cristiano Otoni-MG, ao ser examinado pelo Cirurgião-Dentista da unidade, constatou-se o quadro clínico de dor intensa e localizada no elemento 14, formação inicial de edema, grande sensibilidade à palpação e percussão, resposta negativa a testes térmicos e ausência de lesão periapical na imagem radiográfica. O diagnóstico é de:

 

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1689676 Ano: 2015
Disciplina: Serviço Social
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
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Agora o nosso foco está direcionado ao Projovem, que é um dos eixos do Programa Nacional de Inclusão de Jovens, o qual foi lançado em setembro de 2007 pela Presidência da República. Diante deste cenário podemos aferir que as responsabilidades do Projovem são do:
 

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Texto para a questão.
A aprendizagem e as multilinguagens
O mundo, na Pós-Modernidade, é um mundo de palavras associadas a imagens. Ora sozinhas, ora misturadas, as palavras se consorcia(ra)m a mais outras linguagens numa proporção tal que a verdade é que o mundo hoje é constituído por mais linguagens múltiplas e intersectadas, que estimulam e encetam os jogos de forças sociais, do que quando nossos olhos sequer podiam ver isso.
Não há sequer um evento neste mundo que não se valha ou não se deixe permear pela(s) linguagem(ens). A cultura, as crenças religiosas, a sexualidade, as relações de namoro, a culinária, a educação, a política, a cognição; enfim, tudo, absolutamente tudo, tem na linguagem e em muitas delas a matéria-prima das inúmeras relações humanas, cujo objetivo maior sempre foi, desde os tempos ulteriores, mais exatamente a partir do momento em que o homem compreendeu o poder da linguagem e das demais, a aderência do Outro: a aceitabilidade do Outro. A aderente compreensão de que o que se diz/disse é crucial na sociocomunicação; é a magia que toda aula precisa realizar.
Em se tratando de Educação, evento central que será ao longo deste texto refletido, vou tratar focalmente da aula como gênero textual sociointerativo, sob a hipótese de que muitos professores não compartilham o saber de que aula é aderência; ou se o conhecem, não têm sabido como proceder para ativar a sociointeração em sala de aula. Comungaremos ao longo do texto que a aula precisa ser um processo interativo além de o ser comunicativo, buscando a aderência do Outro a partir da compreensão revelada desse Outro – e aqui entram inclusive os mercados linguísticos além da sala de aula – justo porque é intrínseco a toda aula que ela tenha a refinada inteligibilidade a que só as linguagens podem dar acesso; a difusa conexão que só as várias áreas do conhecimento humano podem propor, se vistas em forma de rede; e a necessária promoção do conhecimento humano posto e interposto que as investigações das ciências cognitivas, das ciências da educação e das ciências da linguagem têm buscado incessantemente reconstituir, de forma compreensível, como a aprendizagem se dá, na tentativa de tornar compreensível, imediato e razoado o maior de todo os bens do mundo: a sociocomunicação.
Se é certo que o trabalho docente mudou muito nas últimas décadas, não só no que se refere aos avanços significativos das ciências per si e das tecnologias a serviço da didatização dos inúmeros objetos das áreas, mas principalmente no que se refere ao olhar crítico-reflexivo, significativo e metacognitivo que subjaz as ações docentes, é certo também que continuamos vendo as áreas unicamente sob um único território que insiste em não dialogar com outras áreas; que insiste em enclausurar os objetos de ensino a áreas historicamente condicionadas, em ver esses objetos sob uma única ótica; ou ainda, em limitar que outras áreas vejam aqueles objetos de ensino sob suas óticas. Essas têm sido ainda as nossas “epistèmes”.
A necessidade de vincular todo o ensino formal a uma epistemologia que não isole, mas amplie; que não singularize, mas pluralize, sem perder o eixo da cientificidade junto com o da criatividade, é o que se espera das novas teorizações educacionais destes novos tempos.
O encaixotamento que se previu para a língua, por exemplo, como objeto de estudo somente da Linguística, não foi totalmente processado pela Sociedade do Conhecimento, porque se viu que nem tudo a Linguística poderia explicar sobre as línguas, porque há muitos outros elementos envolvidos na arena comunicativa do que somente o código. Há, entre outros, as relações de poder, as subjetividades nas escolhas lexicais, como há também questões emocionais. Todas questões fugidias do formato da caixa, porque não eram e porque não há dados inalteráveis: são-no, por conta da própria essência do objeto, voláteis, volúveis, indisciplinares.
Incorporar toda a Educação aos planos da linguagem não é colocar aquela sob os ditames desta, é na verdade ver as cenas de educação escolar por meio dos veios da linguagem, como cenas que devam ser autênticas de forma que deem autonomia aos alunos e resgatem suas criatividades cerceadas por escolas e por professores.
A verdade é que é preciso pensar a Educação como objeto da própria linguagem, reconstituindo, assim, a forma como devemos ver todas as aulas em uma escola, em uma academia. E mais: é necessário reconstituir também todas as cenas de aula que ministramos como fontes reobserváveis para que alcancemos a leitura de que só refletir sobre o se fez ou o que não se faz não é ainda o pós-moderno; é o moderno. O pós-moderno é refletir sobre a própria reflexão anteriormente feita, a ponto de retroalimentar outros novos direcionamentos disponíveis à construção de saberes sociossemióticos.
Não se pode crer que a Linguística, a Semiótica, a Pedagogia, a Psicanálise, a Psicologia ou qualquer outra forma de isolar o mundo com objetivos pré-determinados vá responder a todos os problemas educacionais do mundo e do Brasil. Não é isso! Aliás, isso seria reducionista até mesmo, sem dizer que tem caráter de uma receita, a partir de um diagnóstico, como sempre o foi durante todos os séculos, amém!
Em outras palavras, sabido qual era o problema educacional, bastaria acionar o especialista da área para que este resolvesse a questão. Até hoje algumas escolas, algumas gestões pensam assim. Os problemas são de todas as áreas e podem e devem ser analisados à luz de muitas delas. Contudo, é a linguagem o começo, o meio e o fim por que deve passar qualquer análise que busque compreender questões relativas ao mundo do saber, à aprendizagem e ao ensino.
Outro exemplo é o da Pedagogia que sozinha, legalmente instituída e institucionalizada, não consegue responder às demandas dos processos ensino e aprendizagem porque há uma complexidade a que só tem acesso se primeiro se acessarem as linguagens que subjazem as práticas discursivas escolares e escolarizadas pela própria Pedagogia. Essa possibilidade de não ser disciplinar, mas indisciplinar e/ou transdisciplinar, dá à linguagem o caráter de estar e de ver-se em outras áreas para além da Linguística, e põe todos os professores como professores de linguagem e, portanto, como negociadores de sentido (s).
A Linguística Aplicada (LA), ao que parece, tem-se espraiado muito mais naquilo que ficou à margem. Como ciência, ela consegue, por conta de não ver de forma disciplinar, mas indisciplinar, o que sozinhas outras áreas continuam a não vislumbrar; afinal, por que ver sob um único viés o que na verdade é um todo? Se se olha com apenas um olho, perde-se a possibilidade de ver as conexões da grande rede de elementos que constituem a complexidade da Educação Formal Humana.
Sem a intenção de ser a resposta a todas as questões de Educação, tampouco a “salvadora da pátria” para um ensino de línguas maternas e estrangeiras que promova de fato uma aprendizagem para o longo da vida, a LA tem como um dos objetivos provocar a reflexão a partir das reflexões já feitas por outras áreas, como uma forma de verticalizar horizontalmente questões educacionais à luz das linguagens.
A Educação de pessoas não pode ser mais enxergada como algo esvaído de propósitos políticos e desconexo das contingências e vicissitudes sociais e históricas do grupo a que as práticas discursivas didáticas são expostas. São necessários a ouvidoria e o compartilhamento de vozes até mesmo não construção de currículos, mormente se os currículos tiverem, como objeto e ação, os textos em suas multimodalidades e multissemioses.
(...).
LISBÔA, Wandré G de C. TEXTUATIVIDADE – Todo o ensino à luz das linguagens. ALVES: Belém/PA, 2016, no prelo.
Entre os expedientes linguísticos usados pelo autor em seu mapeamento argumentativo-discursivo para a defesa do ponto de vista, não se inclui:
 

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1684079 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: INAZ do Pará
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Provas:
“Fernanda mora na periferia de Minas Gerais, é aluna do 6º ano da Escola Municipal Santa Catarina. A aluna chegou à escola preocupada com o PROBLEMA da Violência que assola o local onde mora; em conversa com o professor de história surgiu a intenção de se trabalhar com o tema da violência. Sendo assim, o professor mobilizou a escola para apresentar o problema, do qual surgiu o tema, teceu os objetivos, a metodologia de trabalho, o tipo de avaliação, e iniciou uma prática com diversos professores. Com toda escola mobilizada, iniciou-se o trabalho.” (Estudo de caso)
O texto acima trata da metodologia por:
 

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