Foram encontradas 40 questões.
A Lei n° 325 de 1959, que regula o estatuto dos
funcionários públicos municipais de Cubatão,
estabelece normas claras sobre o provimento de
cargos, especialmente em relação ao exercício
interino. Analise as seguintes afirmativas referentes
às disposições da Lei sobre o provimento interino e
efetivo de cargos.
I. A Lei estipula que a ocupação interina de um cargo que exige concurso não isenta o ocupante de participar do concurso para nomeação efetiva, independentemente do tempo de serviço.
II. Interinos em cargos que demandam concurso são inscritos automaticamente no primeiro concurso que ocorrer após sua nomeação interina.
III. A exoneração de interinos ocorre após a homologação dos resultados do concurso, para aqueles que não forem habilitados.
Está correto o que se afirma em:
I. A Lei estipula que a ocupação interina de um cargo que exige concurso não isenta o ocupante de participar do concurso para nomeação efetiva, independentemente do tempo de serviço.
II. Interinos em cargos que demandam concurso são inscritos automaticamente no primeiro concurso que ocorrer após sua nomeação interina.
III. A exoneração de interinos ocorre após a homologação dos resultados do concurso, para aqueles que não forem habilitados.
Está correto o que se afirma em:
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Mariana está organizando sua rotina de estudos para
um concurso e reservou 4 horas por dia de segunda
a sexta-feira para estudar 6 horas no sábado e 2
horas no domingo. Seguindo esse planejamento,
quantas horas ela estuda em 4 semanas?
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Uma fábrica de chocolate produz 1.200 barras de 250
gramas por dia, mas desse total, cerca de 5% das
barras são desperdiçadas. Qual é a quantidade de
material (em quilos) que não é desperdiçado?
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Ana tem um salário de R$ 4.000,00 e a empresa na
qual trabalha anunciou um aumento de 15%. Se o
desconto de contribuição sindical em seu pagamento
é de 5%, quanto ela passará a pagar nesta
contribuição?
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Ana está preparando um bolo para o aniversário de
sua avó, cuja receita leva 2/3 de xícara de farinha de
trigo na massa e 1/5 no recheio. Se uma xícara
corresponde a 200 gramas, qual é a quantidade
aproximada de trigo que ela usará?
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Em uma reunião realizada entre os moradores de um
prédio, ficou acordado que a taxa de condomínio
será aumentada em 20% durante um determinado
período para que sejam feitas algumas reformas,
mas que, passado este período, o valor pago naquele
momento terá um desconto de 5%. Se o valor sem
acréscimo é de R$ 550,00, qual será depois da
reforma?
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- FundamentosUnidades de Medida
- GeometriaGeometria PlanaTriângulos
- GeometriaGeometria PlanaÁreas e Perímetros
André vai cercar com tela uma região triangular do
seu sítio, com medidas dos lados de 6,5 metros, 4,8
metros e 7,2 metros e vai instalar um portão que
ocupará 80 cm em cada um dos lados. Qual é a
medida total de tela que ele usará, descontando os
portões?
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeConectivos
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- Interpretação de Textos
A bênção infindável
Os mineiros têm um cuidado especial com seus pais.
Nunca os deixam a sós com suas lembranças.
Levam-nos para jantar, festas e praças, com orgulho do
carinho público no braço dado e no beijo na cabeça
grisalha. Aqui, não há idade para sair. Os idosos seguem
frequentando bares e shows, enquanto há vida e
esperança.
Ser adulto em Minas não significa deixar de ser filho. Os
mineiros cedem espaço ao passado, envaidecidos por
ajudar. Estão presentes até o último suspiro dos pais,
traduzindo suas últimas palavras como tradutores da
transcendência. E, mesmo após a partida, os filhos
mineiros não se despedem de imediato; choram ao longo
dos anos, com lágrimas que saciam a saudade.
As casas mineiras guardam relíquias familiares − móveis,
quadros, livros − como um museu de amor. Mais que
decoração, esses objetos carregam a alma da família.
Nada é descartado: um radinho, um relógio parado,
pratos de porcelana, ou uma cadeira de varanda. Tudo
mantém viva a memória.
Para os mineiros, o passado é uma bênção. A cidade
natal não é só onde nasceram, mas onde repousam os
mortos. É comum desejar ser enterrado junto aos pais,
sangue do mesmo sangue, no interior, perpetuando o
laço familiar.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/a-bencao-infinda
vel-1.2229260
Qual alternativa altera o sentido original da frase?
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A bênção infindável
Os mineiros têm um cuidado especial com seus pais.
Nunca os deixam a sós com suas lembranças.
Levam-nos para jantar, festas e praças, com orgulho do
carinho público no braço dado e no beijo na cabeça
grisalha. Aqui, não há idade para sair. Os idosos seguem
frequentando bares e shows, enquanto há vida e
esperança.
Ser adulto em Minas não significa deixar de ser filho. Os
mineiros cedem espaço ao passado, envaidecidos por
ajudar. Estão presentes até o último suspiro dos pais,
traduzindo suas últimas palavras como tradutores da
transcendência. E, mesmo após a partida, os filhos
mineiros não se despedem de imediato; choram ao longo
dos anos, com lágrimas que saciam a saudade.
As casas mineiras guardam relíquias familiares − móveis,
quadros, livros − como um museu de amor. Mais que
decoração, esses objetos carregam a alma da família.
Nada é descartado: um radinho, um relógio parado,
pratos de porcelana, ou uma cadeira de varanda. Tudo
mantém viva a memória.
Para os mineiros, o passado é uma bênção. A cidade
natal não é só onde nasceram, mas onde repousam os
mortos. É comum desejar ser enterrado junto aos pais,
sangue do mesmo sangue, no interior, perpetuando o
laço familiar.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/a-bencao-infinda
vel-1.2229260
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A bênção infindável
Os mineiros têm um cuidado especial com seus pais.
Nunca os deixam a sós com suas lembranças.
Levam-nos para jantar, festas e praças, com orgulho do
carinho público no braço dado e no beijo na cabeça
grisalha. Aqui, não há idade para sair. Os idosos seguem
frequentando bares e shows, enquanto há vida e
esperança.
Ser adulto em Minas não significa deixar de ser filho. Os
mineiros cedem espaço ao passado, envaidecidos por
ajudar. Estão presentes até o último suspiro dos pais,
traduzindo suas últimas palavras como tradutores da
transcendência. E, mesmo após a partida, os filhos
mineiros não se despedem de imediato; choram ao longo
dos anos, com lágrimas que saciam a saudade.
As casas mineiras guardam relíquias familiares − móveis,
quadros, livros − como um museu de amor. Mais que
decoração, esses objetos carregam a alma da família.
Nada é descartado: um radinho, um relógio parado,
pratos de porcelana, ou uma cadeira de varanda. Tudo
mantém viva a memória.
Para os mineiros, o passado é uma bênção. A cidade
natal não é só onde nasceram, mas onde repousam os
mortos. É comum desejar ser enterrado junto aos pais,
sangue do mesmo sangue, no interior, perpetuando o
laço familiar.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/a-bencao-infinda
vel-1.2229260
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