Foram encontradas 25 questões.
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Cunha-SP
Leia o poema Infância de Carlos Drummond de Andrade e responda as 3 (três) primeiras questões:
Meu pai montava a cavalo, ia para o campo.
Minha mãe ficava sentada cosendo.
Meu irmão pequeno dormia.
Eu sozinho menino entre mangueiras
lia a história de Robinson Crusoé,
comprida história que não acaba mais.
No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu
a ninar nos longes da senzala - e nunca se esqueceu
chamava para o café.
Café preto que nem a preta velha
café gostoso
café bom.
Minha mãe ficava sentada cosendo
olhando para mim:
- Psiu... Não acorde o menino.
Para o berço onde pousou um mosquito.
E dava um suspiro... que fundo!
Lá longe meu pai campeava
no mato sem fim da fazenda.
E eu não sabia que minha história
era mais bonita que a de Robinson Crusoé.
Do ponto de vista da escrita literária pode-se afirmar que o poema:
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Escolha a alternativa que completa corretamente as frases quanto ao uso obrigatório da crase:
I) Por que não se senta sombra?
II) Falou tudo claras.
III) Vivem turras.
IV) medida que falava, mais confiante ficava.
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O mesmo processo de formação da palavra "feminismo” é observado em três alternativas. Portanto, apenas uma delas não pertence ao mesmo processo, qual é?
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- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemHipérbole
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemMetáfora
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemMetonímia
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemSinestesia
Quais são, respectivamente, as figuras de linguagem que os trechos representam?
I - “Você é raio de saudade,
Meteoro da paixão (...)” (canção "Meteoro" de Luan Santana)
II - "Paixão cruel, desenfreada
Te trago mil rosas roubadas
Pra desculpar minhas mentiras
Minhas mancadas (...)" (“exagerado” do cantor Cazuza)
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Assinale a única frase que se completa com a segunda forma entre parênteses:
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No período: “Os cadernos que comprei estavam sujos.” a partícula “que” funciona como e sintaticamente como .
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- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoPredicativo
- SintaxeTermos Integrantes da OraçãoComplemento Nominal
- SintaxeTermos Acessórios e IndependentesTermos AcessóriosAdjunto Adnominal
“A escola está muito bonita.“ O termo grifado se trata de um:
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Leia atentamente e assinale a alternativa se aplica demonstra a alternativa que define corretamente o resultado da questão:
I - Os jogadores andam pelo gramado cansados. Predicado verbo-nominal: é aquele que tem dois núcleos: um verbo e um nome.
II - Carlito correu a São Silvestre na semana passada. O predicado verbal é um tipo de predicado que tem como núcleo um verbo ou uma locução verbal que transmite a ideia de ação. ...
III- Maria Ophélia é incompetente no que faz. O predicado nominal é um tipo de predicado que tem como núcleo um nome (substantivo ou adjetivo). ...sujeito + verbo de ligação + predicativo do sujeito. ...
IV - Laurinha continua falando. O predicado verbal é um tipo de predicado que tem como núcleo um verbo ou uma locução verbal que transmite a ideia de ação. ...
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Leia o poema Infância de Carlos Drummond de Andrade e responda as 3 (três) primeiras questões:
Meu pai montava a cavalo, ia para o campo.
Minha mãe ficava sentada cosendo.
Meu irmão pequeno dormia.
Eu sozinho menino entre mangueiras
lia a história de Robinson Crusoé,
comprida história que não acaba mais.
No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu
a ninar nos longes da senzala - e nunca se esqueceu
chamava para o café.
Café preto que nem a preta velha
café gostoso
café bom.
Minha mãe ficava sentada cosendo
olhando para mim:
- Psiu... Não acorde o menino.
Para o berço onde pousou um mosquito.
E dava um suspiro... que fundo!
Lá longe meu pai campeava
no mato sem fim da fazenda.
E eu não sabia que minha história
era mais bonita que a de Robinson Crusoé.
O termo “cosendo” significa que a mãe estava:
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Leia o poema Infância de Carlos Drummond de Andrade e responda as 3 (três) primeiras questões:
Meu pai montava a cavalo, ia para o campo.
Minha mãe ficava sentada cosendo.
Meu irmão pequeno dormia.
Eu sozinho menino entre mangueiras
lia a história de Robinson Crusoé,
comprida história que não acaba mais.
No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu
a ninar nos longes da senzala - e nunca se esqueceu
chamava para o café.
Café preto que nem a preta velha
café gostoso
café bom.
Minha mãe ficava sentada cosendo
olhando para mim:
- Psiu... Não acorde o menino.
Para o berço onde pousou um mosquito.
E dava um suspiro... que fundo!
Lá longe meu pai campeava
no mato sem fim da fazenda.
E eu não sabia que minha história
era mais bonita que a de Robinson Crusoé.
No texto, o eu poético representa um menino que:
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