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Foram encontradas 68 questões.

3177889 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Cunha-SP

Leia atentamente o poema a seguir, escrito por Cassiano Ricardo, para responder às questões de 1 a 5.

Martim Cererê – Jogador de Futebol

O pequenino vagabundo joga bola

e sai correndo atrás da bola que salta e rola)

Já quebrou quase todas as vidraças,

Inclusive a vidraça azul daquela casa

onde o sol parecia um arco-íris em brasa)

Os postes estão hirtos de tanto medo.

(O pequenino vagabundo não é brinquedo...)

E, quando o pequenino vagabundo,

cheio de sol, passa correndo entre os garotos,

de blusa verde-amarela e sapatos rotos,

aparece de pronto um guarda policial,

o homem mais barrigudo deste mundo,

com os seus botões feitos de ouro convencional,

e zás! carrega-lhe a bola!

“Estes marotos

precisam de escola)..”

O pequenino vagabundo guarda nos olhos,

durante a noite toda, a figura hedionda

do guarda metido na enorme farda

com aquele casaco comprido todo chovido

de botões amarelos.

E na sua inocência improvisa os mais lindos castelos:

e vê, pela vidraça,

a lua redonda que passa, imensa,

como uma bola jogada no céu.

“É aquele Deus, com certeza,

de que a vovó tanto fala)

Aquele Deus, amigo das crianças,

que tem uma bola branca cor de opala

e tem outra bola vermelha cor do sol:

que está jogando noite e dia futebol

e que chutou a lua agora mesmo

por trás do muro e, de manhã, por trás do morro,

chuta o sol...

A palavra “hirtos”, presente no verso “Os postes estão hirtos de tanto medo.”, pode ser substituída, sem prejuízo semântico, por:

 

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3177888 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Cunha-SP

Leia atentamente o poema a seguir, escrito por Cassiano Ricardo, para responder às questões de 1 a 5.

Martim Cererê – Jogador de Futebol

O pequenino vagabundo joga bola

e sai correndo atrás da bola que salta e rola)

Já quebrou quase todas as vidraças,

Inclusive a vidraça azul daquela casa

onde o sol parecia um arco-íris em brasa)

Os postes estão hirtos de tanto medo.

(O pequenino vagabundo não é brinquedo...)

E, quando o pequenino vagabundo,

cheio de sol, passa correndo entre os garotos,

de blusa verde-amarela e sapatos rotos,

aparece de pronto um guarda policial,

o homem mais barrigudo deste mundo,

com os seus botões feitos de ouro convencional,

e zás! carrega-lhe a bola!

“Estes marotos

precisam de escola)..”

O pequenino vagabundo guarda nos olhos,

durante a noite toda, a figura hedionda

do guarda metido na enorme farda

com aquele casaco comprido todo chovido

de botões amarelos.

E na sua inocência improvisa os mais lindos castelos:

e vê, pela vidraça,

a lua redonda que passa, imensa,

como uma bola jogada no céu.

“É aquele Deus, com certeza,

de que a vovó tanto fala)

Aquele Deus, amigo das crianças,

que tem uma bola branca cor de opala

e tem outra bola vermelha cor do sol:

que está jogando noite e dia futebol

e que chutou a lua agora mesmo

por trás do muro e, de manhã, por trás do morro,

chuta o sol...

A figura de linguagem presente nos versos “a lua redonda que passa, imensa,/ como uma bola jogada no céu” é:

 

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3177887 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Cunha-SP

Leia atentamente o poema a seguir, escrito por Cassiano Ricardo, para responder às questões de 1 a 5.

Martim Cererê – Jogador de Futebol

O pequenino vagabundo joga bola

e sai correndo atrás da bola que salta e rola)

Já quebrou quase todas as vidraças,

Inclusive a vidraça azul daquela casa

onde o sol parecia um arco-íris em brasa)

Os postes estão hirtos de tanto medo.

(O pequenino vagabundo não é brinquedo...)

E, quando o pequenino vagabundo,

cheio de sol, passa correndo entre os garotos,

de blusa verde-amarela e sapatos rotos,

aparece de pronto um guarda policial,

o homem mais barrigudo deste mundo,

com os seus botões feitos de ouro convencional,

e zás! carrega-lhe a bola!

“Estes marotos

precisam de escola)..”

O pequenino vagabundo guarda nos olhos,

durante a noite toda, a figura hedionda

do guarda metido na enorme farda

com aquele casaco comprido todo chovido

de botões amarelos.

E na sua inocência improvisa os mais lindos castelos:

e vê, pela vidraça,

a lua redonda que passa, imensa,

como uma bola jogada no céu.

“É aquele Deus, com certeza,

de que a vovó tanto fala)

Aquele Deus, amigo das crianças,

que tem uma bola branca cor de opala

e tem outra bola vermelha cor do sol:

que está jogando noite e dia futebol

e que chutou a lua agora mesmo

por trás do muro e, de manhã, por trás do morro,

chuta o sol...

Leia atentamente as afirmações a seguir:

I – A partir da descrição da vestimenta da criança, é possível afirmar sua origem simples.

II – O guarda policial que interrompe a brincadeira da personagem principal do poema pode figurar o elitismo.

III – Para a criança, o guarda policial não representa uma autoridade intimidadora)

É (São) incorreta(s) a(s) afirmação(ões):

 

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3177886 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Cunha-SP

Leia atentamente o poema a seguir, escrito por Cassiano Ricardo, para responder às questões de 1 a 5.

Martim Cererê – Jogador de Futebol

O pequenino vagabundo joga bola

e sai correndo atrás da bola que salta e rola)

Já quebrou quase todas as vidraças,

Inclusive a vidraça azul daquela casa

onde o sol parecia um arco-íris em brasa)

Os postes estão hirtos de tanto medo.

(O pequenino vagabundo não é brinquedo...)

E, quando o pequenino vagabundo,

cheio de sol, passa correndo entre os garotos,

de blusa verde-amarela e sapatos rotos,

aparece de pronto um guarda policial,

o homem mais barrigudo deste mundo,

com os seus botões feitos de ouro convencional,

e zás! carrega-lhe a bola!

“Estes marotos

precisam de escola)..”

O pequenino vagabundo guarda nos olhos,

durante a noite toda, a figura hedionda

do guarda metido na enorme farda

com aquele casaco comprido todo chovido

de botões amarelos.

E na sua inocência improvisa os mais lindos castelos:

e vê, pela vidraça,

a lua redonda que passa, imensa,

como uma bola jogada no céu.

“É aquele Deus, com certeza,

de que a vovó tanto fala)

Aquele Deus, amigo das crianças,

que tem uma bola branca cor de opala

e tem outra bola vermelha cor do sol:

que está jogando noite e dia futebol

e que chutou a lua agora mesmo

por trás do muro e, de manhã, por trás do morro,

chuta o sol...

Leia atentamente as afirmações a seguir:

I – O escritor não é rígido em relação à forma do texto: o esquema de rimas do poema não é fixo e a métrica dos versos é variável.

II – No aspecto semântico, nota-se o futebol como elemento pertencente à rotina do “pequenino vagabundo”, personagem central do poema)

III – No poema, o futebol é um potencializador da imaginação da criança)

É (São) correta(s) a(s) afirmação(ões):

 

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Assinale a alternativa cujos termos em destaque são pronomes:

 

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Em: “Ele não foi à escola hoje, porque estava doente.”, a oração em destaque é:

 

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Acerca das vozes verbais, é possível afirmar que:

 

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Assinale a alternativa que contém um exemplo de ocorrência facultativa de crase:

 

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Indique em qual frase o uso da vírgula está incorreto:

 

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Leia atentamente o poema Rosa murcha, de Casimiro de Abreu, para responder às questões de 1 a 5.

Rosa murcha

Esta rosa desbotada

Já tantas vezes beijada,

Pálido emblema de amor;

É uma folha caída

Do livro da minha vida,

Um canto imenso de dor!

Há que tempos! Bem me lembro...

Foi num dia de Novembro:

Deixava a terra natal,

A minha pátria tão cara,

O meu lindo Guanabara,

Em busca de Portugal.

Na hora da despedida

Tão cruel e tão sentida

P’ra quem sai do lar fagueiro;

Duma lágrima orvalhada,

Esta rosa foi-me dada

Ao som dum beijo primeiro.

Deixava a pátria, é verdade,

Ia morrer de saudade

Noutros climas, noutras plagas;

Mas tinha orações ferventes

Duns lábios inda inocentes

Enquanto cortasse as vagas.

E hoje, e hoje, meu Deus?!

— Hei de ir junto aos mausoléus

No fundo dos cemitérios,

E ao baço clarão da lua

Da campa na pedra nua

Interrogar os mistérios!

Carpir o lírio pendido

Pelo vento desabrido...

Da divindade aos arcanos

Dobrando a fronte saudosa,

Chorar a virgem formosa

Morta na flor dos anos!

Era um anjo! Foi pr’o céu

Envolta em místico véu

Nas asas dum querubim;

Já dorme o sono profundo,

E despediu-se do mundo

Pensando talvez em mim!

Oh! esta flor desbotada,

Já tantas vezes beijada,

Que de mistérios não tem!

Em troca do seu perfume

Quanta saudade resume

E quantos prantos também!

No verso “Oh! esta flor desbotada,”, a palavra “Oh!” é morfologicamente classificada como:

 

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