Foram encontradas 50 questões.
Analise as afirmativas a seguir:
I. Um auditório possui 20 filas com 28 assentos, cada. Há, ainda, uma fila extra com 20 assentos. Sabe-se que já foram vendidos 360 ingressos para um espetáculo nesse auditório. Então, é correto afirmar que o número total de ingressos que ainda faltam ser vendidos para completar a lotação do espaço é superior a 204 e inferior a 231.
II. Uma companhia de distribuição de gás está construindo uma tubulação que parte da cidade A até a cidade B, em quatro meses. No primeiro mês, foram construídos 40 km de tubulação. No segundo mês, foram construídos 10% a mais que no primeiro mês. No terceiro mês, foi construída a mesma quantidade de tubulação que o segundo mês. No quarto mês, a companhia teve um progresso idêntico ao terceiro mês. Assim, considerando apenas as informações apresentadas, é correto afirmar que, ao longo dos quatro meses, foram construídos mais de 147 km e menos de 161 km de tubulação.
Marque a alternativa CORRETA:
I. Um auditório possui 20 filas com 28 assentos, cada. Há, ainda, uma fila extra com 20 assentos. Sabe-se que já foram vendidos 360 ingressos para um espetáculo nesse auditório. Então, é correto afirmar que o número total de ingressos que ainda faltam ser vendidos para completar a lotação do espaço é superior a 204 e inferior a 231.
II. Uma companhia de distribuição de gás está construindo uma tubulação que parte da cidade A até a cidade B, em quatro meses. No primeiro mês, foram construídos 40 km de tubulação. No segundo mês, foram construídos 10% a mais que no primeiro mês. No terceiro mês, foi construída a mesma quantidade de tubulação que o segundo mês. No quarto mês, a companhia teve um progresso idêntico ao terceiro mês. Assim, considerando apenas as informações apresentadas, é correto afirmar que, ao longo dos quatro meses, foram construídos mais de 147 km e menos de 161 km de tubulação.
Marque a alternativa CORRETA:
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Analise as afirmativas a seguir:
I. Em uma cidade, sabe-se que 17% das famílias têm casa própria e 22% têm pelo menos um automóvel. O número total de famílias que têm, ao mesmo tempo, uma casa própria e um automóvel corresponde a 8%. Assim, considerando exclusivamente as informações apresentadas, é correto afirmar que o percentual das famílias que não têm casa própria nem automóvel é superior a 59,5% e inferior a 65,4%.
II. Para satisfazer adequadamente a seguinte equação de 1º grau: 57X + 188 = 2.069, o valor da incógnita “X” deve ser um número ímpar, maior que 30 e menor que 37.
III. A razão entre a quantia que Maria gasta e a quantia que ela recebe de salário por mês é de 4/5. O que resta ao final do mês, Maria investe em uma aplicação financeira. Sabe-se que neste mês o salário dela foi de R$ 1.200. Assim, considerando exclusivamente os dados apresentados, é correto afirmar que a quantia investida na aplicação financeira é superior a R$ 218 e inferior a R$ 275.
Marque a alternativa CORRETA:
I. Em uma cidade, sabe-se que 17% das famílias têm casa própria e 22% têm pelo menos um automóvel. O número total de famílias que têm, ao mesmo tempo, uma casa própria e um automóvel corresponde a 8%. Assim, considerando exclusivamente as informações apresentadas, é correto afirmar que o percentual das famílias que não têm casa própria nem automóvel é superior a 59,5% e inferior a 65,4%.
II. Para satisfazer adequadamente a seguinte equação de 1º grau: 57X + 188 = 2.069, o valor da incógnita “X” deve ser um número ímpar, maior que 30 e menor que 37.
III. A razão entre a quantia que Maria gasta e a quantia que ela recebe de salário por mês é de 4/5. O que resta ao final do mês, Maria investe em uma aplicação financeira. Sabe-se que neste mês o salário dela foi de R$ 1.200. Assim, considerando exclusivamente os dados apresentados, é correto afirmar que a quantia investida na aplicação financeira é superior a R$ 218 e inferior a R$ 275.
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Analise as afirmativas a seguir:
I. Ana recebeu um pagamento de R$ 840. Desse valor, ela gastou 1/4 com roupas; 2/5 com combustível; e 3/10 com alimentos. Nessas condições, o valor que ainda lhe restou, após as despesas descritas, foi superior a R$ 37,50 e inferior a R$ 56,10.
II. Em uma sala estão 20 crianças e 110 adolescentes. Assim, é correto afirmar que é necessário que mais de 39 adolescentes saiam da sala para que o total de crianças presentes represente 20% do total de indivíduos na sala.
Marque a alternativa CORRETA:
I. Ana recebeu um pagamento de R$ 840. Desse valor, ela gastou 1/4 com roupas; 2/5 com combustível; e 3/10 com alimentos. Nessas condições, o valor que ainda lhe restou, após as despesas descritas, foi superior a R$ 37,50 e inferior a R$ 56,10.
II. Em uma sala estão 20 crianças e 110 adolescentes. Assim, é correto afirmar que é necessário que mais de 39 adolescentes saiam da sala para que o total de crianças presentes represente 20% do total de indivíduos na sala.
Marque a alternativa CORRETA:
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Analise as afirmativas a seguir:
I. Uma empresa possui 2 produtos: A e B. Sabe-se que 15 clientes compraram pelo menos um dos produtos A ou B. Destes, 10 clientes não compraram o produto B e 2 não compraram o produto A. Assim, considerando exclusivamente as informações apresentadas, é correto afirmar que o número de clientes que compraram os produtos A e B é maior que 4 e menor que 9.
II. Em uma sala há cinco adolescentes e um adulto. Os adolescentes pesam, respectivamente: 68 kg, 67 kg, 70 kg, 76 kg e 83 kg. O adulto pesa 82 kg. Assim, considerando exclusivamente as informações apresentadas, é correto afirmar que o peso do adulto é mais de 17% superior à média de peso dos adolescentes.
III. Em uma sacola havia 220 confeitos, os quais foram igualmente divididos em quatro caixas. Os confeitos de duas dessas caixas foram repartidos entre 10 crianças. O conteúdo das outras duas caixas restantes, por sua vez, foram repartidos entre 11 adolescentes. Assim, considerando exclusivamente as informações apresentadas, é correto afirmar que a quantidade de confeitos recebida por cada adolescente equivale a um número maior que 3 e menor que 9.
Marque a alternativa CORRETA
I. Uma empresa possui 2 produtos: A e B. Sabe-se que 15 clientes compraram pelo menos um dos produtos A ou B. Destes, 10 clientes não compraram o produto B e 2 não compraram o produto A. Assim, considerando exclusivamente as informações apresentadas, é correto afirmar que o número de clientes que compraram os produtos A e B é maior que 4 e menor que 9.
II. Em uma sala há cinco adolescentes e um adulto. Os adolescentes pesam, respectivamente: 68 kg, 67 kg, 70 kg, 76 kg e 83 kg. O adulto pesa 82 kg. Assim, considerando exclusivamente as informações apresentadas, é correto afirmar que o peso do adulto é mais de 17% superior à média de peso dos adolescentes.
III. Em uma sacola havia 220 confeitos, os quais foram igualmente divididos em quatro caixas. Os confeitos de duas dessas caixas foram repartidos entre 10 crianças. O conteúdo das outras duas caixas restantes, por sua vez, foram repartidos entre 11 adolescentes. Assim, considerando exclusivamente as informações apresentadas, é correto afirmar que a quantidade de confeitos recebida por cada adolescente equivale a um número maior que 3 e menor que 9.
Marque a alternativa CORRETA
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TAXAS DE JUROS
A atual política econômica do Banco Central (BC) jogou a
taxa básica de juros da economia (Selic) ao menor patamar
da história, a 2,25% ao ano. Apesar de um novo corte na Selic
ainda ser cogitado para a próxima reunião do Copom
(Comitê de Política Monetária), a redução dos juros a um
patamar de 0%, como atualmente ocorre em países da
Europa, no Japão e nos Estados Unidos, é algo amplamente
descartado pelos economistas.
Igor Mundstock, economista do Grupo Laatus, classifica
como “inimaginável” a queda da taxa de juros brasileira a
zero. “Não é possível porque temos um risco muito maior do
que há nos Estados Unidos, que estão com a taxa a zero e
são os detentores da moeda mais poderosa do mundo”,
avalia ele. “O Brasil com a taxa de juros a zero não
conseguiria conter a especulação em cima do câmbio e nem
a saída de capital, porque os investidores ingressam no
Brasil para desfrutar justamente dessa taxa de juros mais
elevada”, afirma Igor.
Mundstock diz ainda que a taxa de juros brasileira zerada iria
proporcionar uma alta dos preços da economia. Segundo
ele, esse cenário obrigaria uma alta muito rápida dos juros
na sequência. “O Banco Central precisa agir de uma forma
muito paciente”, explica ele.
Sempre que o BC opta pela redução dos juros básicos, como
aconteceu durante a pandemia do novo coronavírus, o
objetivo é estimular a economia nacional. Isso acontece
porque o crédito mais barato tende a incentivar a
produtividade e impulsionar o consumo das famílias.
Para Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos, as
recentes reduções dos juros no Brasil seguiram uma
tendência mundial “para o bem do governo e o mal dos
investidores". Ele, no entanto, não aposta em novos cortes
significativos da Selic. “No Brasil, o Banco Central quer evitar
uma taxa de juros real muito negativa”, de acordo com
Adriano.
Somente nos últimos quatro anos, a Selic já desabou 12
pontos percentuais, passando de 14,25% para 2,25% ao ano.
Para os economistas consultados semanalmente pelo BC, a
taxa básica ainda deve passar por mais uma queda de 0,25
ponto percentual, para 2% ao ano, patamar que deve persistir
até o final de 2020.
“É provável que no próximo encontro do BC ele faça mais um
corte, o que ficou aberto na última ata do Copom, mas seria
um corte não tão forte como foram os dois últimos, de 0,75
ponto percentual, dependendo do desenrolar da crise do
coronavírus”, afirma Mundstock.
Por Alexandre Garcia, do R7, em julho de 2020 (disponível
em: https://bit.ly/3j5GbF7). Com adaptações.
I. Para Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos, as recentes reduções dos juros no Brasil seguiram uma tendência mundial, de acordo com o texto.
II. A atual política econômica do Banco Central jogou a taxa básica de juros da economia (Selic) ao menor patamar da história, a 2,25% ao ano, de acordo com o texto.
III. Igor Mundstock afirma, no texto, que os investidores estrangeiros ingressam no Brasil para desfrutar da taxa de juros mais reduzida e do câmbio forte.
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TAXAS DE JUROS
A atual política econômica do Banco Central (BC) jogou a taxa básica de juros da economia (Selic) ao menor patamar da história, a 2,25% ao ano. Apesar de um novo corte na Selic ainda ser cogitado para a próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), a redução dos juros a um patamar de 0%, como atualmente ocorre em países da Europa, no Japão e nos Estados Unidos, é algo amplamente descartado pelos economistas.
Igor Mundstock, economista do Grupo Laatus, classifica
como “inimaginável” a queda da taxa de juros brasileira a
zero. “Não é possível porque temos um risco muito maior do
que há nos Estados Unidos, que estão com a taxa a zero e
são os detentores da moeda mais poderosa do mundo”,
avalia ele. “O Brasil com a taxa de juros a zero não
conseguiria conter a especulação em cima do câmbio e nem
a saída de capital, porque os investidores ingressam no
Brasil para desfrutar justamente dessa taxa de juros mais
elevada”, afirma Igor.
Mundstock diz ainda que a taxa de juros brasileira zerada iria
proporcionar uma alta dos preços da economia. Segundo
ele, esse cenário obrigaria uma alta muito rápida dos juros
na sequência. “O Banco Central precisa agir de uma forma
muito paciente”, explica ele.
Sempre que o BC opta pela redução dos juros básicos, como
aconteceu durante a pandemia do novo coronavírus, o
objetivo é estimular a economia nacional. Isso acontece
porque o crédito mais barato tende a incentivar a
produtividade e impulsionar o consumo das famílias.
Para Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos, as
recentes reduções dos juros no Brasil seguiram uma
tendência mundial “para o bem do governo e o mal dos
investidores". Ele, no entanto, não aposta em novos cortes
significativos da Selic. “No Brasil, o Banco Central quer evitar
uma taxa de juros real muito negativa”, de acordo com
Adriano.
Somente nos últimos quatro anos, a Selic já desabou 12
pontos percentuais, passando de 14,25% para 2,25% ao ano.
Para os economistas consultados semanalmente pelo BC, a
taxa básica ainda deve passar por mais uma queda de 0,25
ponto percentual, para 2% ao ano, patamar que deve persistir
até o final de 2020.
“É provável que no próximo encontro do BC ele faça mais um
corte, o que ficou aberto na última ata do Copom, mas seria
um corte não tão forte como foram os dois últimos, de 0,75
ponto percentual, dependendo do desenrolar da crise do
coronavírus”, afirma Mundstock.
Por Alexandre Garcia, do R7, em julho de 2020 (disponível
em: https://bit.ly/3j5GbF7). Com adaptações.
I. No texto, Mundstock diz que a taxa de juros brasileira zerada iria proporcionar uma redução expressiva dos preços da economia, gerando inflação.
II. Nos últimos quatro anos, afirma o texto, a Selic já desabou 12 pontos percentuais, passando de 14,25% para 2,25% ao mês.
III. Para os economistas consultados semanalmente pelo Banco Central, a taxa básica de juros ainda deve passar por mais uma queda de 0,25 ponto percentual, para 2% ao ano, patamar que deve persistir até o final de 2020, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
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TAXAS DE JUROS
A atual política econômica do Banco Central (BC) jogou a taxa básica de juros da economia (Selic) ao menor patamar da história, a 2,25% ao ano. Apesar de um novo corte na Selic ainda ser cogitado para a próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), a redução dos juros a um patamar de 0%, como atualmente ocorre em países da Europa, no Japão e nos Estados Unidos, é algo amplamente descartado pelos economistas.
Igor Mundstock, economista do Grupo Laatus, classifica
como “inimaginável” a queda da taxa de juros brasileira a
zero. “Não é possível porque temos um risco muito maior do
que há nos Estados Unidos, que estão com a taxa a zero e
são os detentores da moeda mais poderosa do mundo”,
avalia ele. “O Brasil com a taxa de juros a zero não
conseguiria conter a especulação em cima do câmbio e nem
a saída de capital, porque os investidores ingressam no
Brasil para desfrutar justamente dessa taxa de juros mais
elevada”, afirma Igor.
Mundstock diz ainda que a taxa de juros brasileira zerada iria
proporcionar uma alta dos preços da economia. Segundo
ele, esse cenário obrigaria uma alta muito rápida dos juros
na sequência. “O Banco Central precisa agir de uma forma
muito paciente”, explica ele.
Sempre que o BC opta pela redução dos juros básicos, como
aconteceu durante a pandemia do novo coronavírus, o
objetivo é estimular a economia nacional. Isso acontece
porque o crédito mais barato tende a incentivar a
produtividade e impulsionar o consumo das famílias.
Para Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos, as
recentes reduções dos juros no Brasil seguiram uma
tendência mundial “para o bem do governo e o mal dos
investidores". Ele, no entanto, não aposta em novos cortes
significativos da Selic. “No Brasil, o Banco Central quer evitar
uma taxa de juros real muito negativa”, de acordo com
Adriano.
Somente nos últimos quatro anos, a Selic já desabou 12
pontos percentuais, passando de 14,25% para 2,25% ao ano.
Para os economistas consultados semanalmente pelo BC, a
taxa básica ainda deve passar por mais uma queda de 0,25
ponto percentual, para 2% ao ano, patamar que deve persistir
até o final de 2020.
“É provável que no próximo encontro do BC ele faça mais um
corte, o que ficou aberto na última ata do Copom, mas seria
um corte não tão forte como foram os dois últimos, de 0,75
ponto percentual, dependendo do desenrolar da crise do
coronavírus”, afirma Mundstock.
Por Alexandre Garcia, do R7, em julho de 2020 (disponível
em: https://bit.ly/3j5GbF7). Com adaptações.
I. De acordo com o texto, Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos, aposta em novos cortes significativos da Selic ainda em 2020, pois essa possibilidade vinha sendo apresentada pelo Banco Central desde 2019.
II. Na avaliação de Igor Mundstock, apresentada no texto, a queda da taxa de juros brasileira a zero não é possível porque o Brasil tem um risco muito maior do que há nos Estados Unidos, que estão com a taxa a zero e são os detentores da moeda mais poderosa do mundo.
III. O texto afirma que, para Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos, no Brasil, o Banco Central quer evitar uma taxa de juros real muito negativa.
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TAXAS DE JUROS
A atual política econômica do Banco Central (BC) jogou a taxa básica de juros da economia (Selic) ao menor patamar da história, a 2,25% ao ano. Apesar de um novo corte na Selic ainda ser cogitado para a próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), a redução dos juros a um patamar de 0%, como atualmente ocorre em países da Europa, no Japão e nos Estados Unidos, é algo amplamente descartado pelos economistas.
Igor Mundstock, economista do Grupo Laatus, classifica
como “inimaginável” a queda da taxa de juros brasileira a
zero. “Não é possível porque temos um risco muito maior do
que há nos Estados Unidos, que estão com a taxa a zero e
são os detentores da moeda mais poderosa do mundo”,
avalia ele. “O Brasil com a taxa de juros a zero não
conseguiria conter a especulação em cima do câmbio e nem
a saída de capital, porque os investidores ingressam no
Brasil para desfrutar justamente dessa taxa de juros mais
elevada”, afirma Igor.
Mundstock diz ainda que a taxa de juros brasileira zerada iria
proporcionar uma alta dos preços da economia. Segundo
ele, esse cenário obrigaria uma alta muito rápida dos juros
na sequência. “O Banco Central precisa agir de uma forma
muito paciente”, explica ele.
Sempre que o BC opta pela redução dos juros básicos, como
aconteceu durante a pandemia do novo coronavírus, o
objetivo é estimular a economia nacional. Isso acontece
porque o crédito mais barato tende a incentivar a
produtividade e impulsionar o consumo das famílias.
Para Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos, as
recentes reduções dos juros no Brasil seguiram uma
tendência mundial “para o bem do governo e o mal dos
investidores". Ele, no entanto, não aposta em novos cortes
significativos da Selic. “No Brasil, o Banco Central quer evitar
uma taxa de juros real muito negativa”, de acordo com
Adriano.
Somente nos últimos quatro anos, a Selic já desabou 12
pontos percentuais, passando de 14,25% para 2,25% ao ano.
Para os economistas consultados semanalmente pelo BC, a
taxa básica ainda deve passar por mais uma queda de 0,25
ponto percentual, para 2% ao ano, patamar que deve persistir
até o final de 2020.
“É provável que no próximo encontro do BC ele faça mais um
corte, o que ficou aberto na última ata do Copom, mas seria
um corte não tão forte como foram os dois últimos, de 0,75
ponto percentual, dependendo do desenrolar da crise do
coronavírus”, afirma Mundstock.
Por Alexandre Garcia, do R7, em julho de 2020 (disponível
em: https://bit.ly/3j5GbF7). Com adaptações.
I. De acordo com as informações apresentadas pelo texto, o Banco Central planeja, ainda em 2020, reduzir os juros a um patamar de 0%, como atualmente ocorre em países da Europa, no Japão e nos Estados Unidos.
II. Segundo Mundstock, no texto, o cenário de taxa de juros zerada e alta dos preços da economia obrigaria uma alta muito rápida dos juros na sequência, e o Banco Central precisa agir de uma forma muito paciente.
III. Sempre que o Banco Central opta pela redução dos juros básicos, como aconteceu durante a pandemia do novo coronavírus, o objetivo é estimular a economia nacional, de acordo com as informações apresentadas pelo texto.
Marque a alternativa CORRETA:
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TAXAS DE JUROS
A atual política econômica do Banco Central (BC) jogou a taxa básica de juros da economia (Selic) ao menor patamar da história, a 2,25% ao ano. Apesar de um novo corte na Selic ainda ser cogitado para a próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), a redução dos juros a um patamar de 0%, como atualmente ocorre em países da Europa, no Japão e nos Estados Unidos, é algo amplamente descartado pelos economistas.
Igor Mundstock, economista do Grupo Laatus, classifica
como “inimaginável” a queda da taxa de juros brasileira a
zero. “Não é possível porque temos um risco muito maior do
que há nos Estados Unidos, que estão com a taxa a zero e
são os detentores da moeda mais poderosa do mundo”,
avalia ele. “O Brasil com a taxa de juros a zero não
conseguiria conter a especulação em cima do câmbio e nem
a saída de capital, porque os investidores ingressam no
Brasil para desfrutar justamente dessa taxa de juros mais
elevada”, afirma Igor.
Mundstock diz ainda que a taxa de juros brasileira zerada iria
proporcionar uma alta dos preços da economia. Segundo
ele, esse cenário obrigaria uma alta muito rápida dos juros
na sequência. “O Banco Central precisa agir de uma forma
muito paciente”, explica ele.
Sempre que o BC opta pela redução dos juros básicos, como
aconteceu durante a pandemia do novo coronavírus, o
objetivo é estimular a economia nacional. Isso acontece
porque o crédito mais barato tende a incentivar a
produtividade e impulsionar o consumo das famílias.
Para Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos, as
recentes reduções dos juros no Brasil seguiram uma
tendência mundial “para o bem do governo e o mal dos
investidores". Ele, no entanto, não aposta em novos cortes
significativos da Selic. “No Brasil, o Banco Central quer evitar
uma taxa de juros real muito negativa”, de acordo com
Adriano.
Somente nos últimos quatro anos, a Selic já desabou 12
pontos percentuais, passando de 14,25% para 2,25% ao ano.
Para os economistas consultados semanalmente pelo BC, a
taxa básica ainda deve passar por mais uma queda de 0,25
ponto percentual, para 2% ao ano, patamar que deve persistir
até o final de 2020.
“É provável que no próximo encontro do BC ele faça mais um
corte, o que ficou aberto na última ata do Copom, mas seria
um corte não tão forte como foram os dois últimos, de 0,75
ponto percentual, dependendo do desenrolar da crise do
coronavírus”, afirma Mundstock.
Por Alexandre Garcia, do R7, em julho de 2020 (disponível
em: https://bit.ly/3j5GbF7). Com adaptações.
I. A redução dos juros básicos no Brasil acontece porque o crédito mais barato tende a incentivar a produtividade e tolher o consumo das famílias, de acordo com as informações apresentadas pelo texto.
II. No texto, Mundstock afirma que é provável que no próximo encontro do Banco Central haja mais um corte na Selic, dependendo do desenrolar da crise do coronavírus. Esse novo corte, entretanto, não seria tão forte como foram os dois últimos, que foram de 0,75 ponto percentual.
III. O economista do Grupo Laatus, Igor Mundstock, classifica como “desejável” a queda da taxa de juros brasileira a um patamar abaixo de zero, de acordo com o texto.
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TAXAS DE JUROS
A atual política econômica do Banco Central (BC) jogou a taxa básica de juros da economia (Selic) ao menor patamar da história, a 2,25% ao ano. Apesar de um novo corte na Selic ainda ser cogitado para a próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), a redução dos juros a um patamar de 0%, como atualmente ocorre em países da Europa, no Japão e nos Estados Unidos, é algo amplamente descartado pelos economistas.
Igor Mundstock, economista do Grupo Laatus, classifica
como “inimaginável” a queda da taxa de juros brasileira a
zero. “Não é possível porque temos um risco muito maior do
que há nos Estados Unidos, que estão com a taxa a zero e
são os detentores da moeda mais poderosa do mundo”,
avalia ele. “O Brasil com a taxa de juros a zero não
conseguiria conter a especulação em cima do câmbio e nem
a saída de capital, porque os investidores ingressam no
Brasil para desfrutar justamente dessa taxa de juros mais
elevada”, afirma Igor.
Mundstock diz ainda que a taxa de juros brasileira zerada iria
proporcionar uma alta dos preços da economia. Segundo
ele, esse cenário obrigaria uma alta muito rápida dos juros
na sequência. “O Banco Central precisa agir de uma forma
muito paciente”, explica ele.
Sempre que o BC opta pela redução dos juros básicos, como
aconteceu durante a pandemia do novo coronavírus, o
objetivo é estimular a economia nacional. Isso acontece
porque o crédito mais barato tende a incentivar a
produtividade e impulsionar o consumo das famílias.
Para Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos, as
recentes reduções dos juros no Brasil seguiram uma
tendência mundial “para o bem do governo e o mal dos
investidores". Ele, no entanto, não aposta em novos cortes
significativos da Selic. “No Brasil, o Banco Central quer evitar
uma taxa de juros real muito negativa”, de acordo com
Adriano.
Somente nos últimos quatro anos, a Selic já desabou 12
pontos percentuais, passando de 14,25% para 2,25% ao ano.
Para os economistas consultados semanalmente pelo BC, a
taxa básica ainda deve passar por mais uma queda de 0,25
ponto percentual, para 2% ao ano, patamar que deve persistir
até o final de 2020.
“É provável que no próximo encontro do BC ele faça mais um
corte, o que ficou aberto na última ata do Copom, mas seria
um corte não tão forte como foram os dois últimos, de 0,75
ponto percentual, dependendo do desenrolar da crise do
coronavírus”, afirma Mundstock.
Por Alexandre Garcia, do R7, em julho de 2020 (disponível
em: https://bit.ly/3j5GbF7). Com adaptações.
I. Com a taxa de juros a zero, o Brasil conseguiria finalmente conter a especulação em cima do câmbio e a saída de capital, afirma Igor Mundstock no texto.
II. De acordo com o texto, o Banco Central pretende elevar a taxa básica de juros como uma forma de estimular os brasileiros a investir em empresas estrangeiras na bolsa de valores.
III. Apesar de um novo corte na Selic ainda ser cogitado para a próxima reunião do Comitê de Política Monetária, a redução dos juros a um patamar de 0% é algo amplamente descartado pelos economistas, de acordo com as informações apresentadas pelo texto.
Marque a alternativa CORRETA:
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