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A ciência que precisamos para o oceano que queremos.
O oceano é o maior ecossistema do nosso
planeta. Ele estabiliza o clima, armazena carbono, produz
oxigênio, sustenta uma inimaginável e dá
suporte direto ao bem-estar humano por meio de recursos
alimentares, minerais e energéticos, além de fornecer
serviços culturais e recreativos.
Infelizmente, apesar das melhorias nas ações de
gestão e conservação, a Primeira Avaliação Global Integrada
das Nações Unidas sobre o Ambiente Marinho concluiu que
grande parte do oceano está agora seriamente degradada.
Considerando que a população mundial atingirá cerca de 9
bilhões de pessoas até 2050, os impactos no oceano
associados às atividades humanas irão aumentar.
A ação somente poderá ser eficaz se tiver como
base o conhecimento científico sólido. Existe uma
necessidade cada vez maior de encontrar soluções
científicas que nos permitam compreender as mudanças que
estão ocorrendo no nosso oceano e recuperar sua saúde em
declínio.
A ciência oceânica realizou grandes progressos ao
longo do último século ao explorar, descrever, compreender
e melhorar a nossa capacidade de prever mudanças no
sistema oceânico.
Na próxima década, teremos uma enorme
oportunidade de aproveitar os avanços da ciência para alcançar uma melhor compreensão sobre o
sistema oceânico. Isso permitirá o fornecimento de
informações oportunas sobre a situação dos oceanos e irá
possibilitar a articulação de cenários e caminhos integrados
para o desenvolvimento sustentável.
A ciência oceânica pode nos ajudar a abordar os
impactos da mudança climática, da poluição marinha, da
acidificação dos oceanos, da perda de espécies marinhas e
da degradação de ambientes marinhos e costeiros. Para
alcançar o desenvolvimento sustentável, precisamos de uma
ciência de qualidade para influenciar a tomada de decisões e
elevar o nível de conhecimento de todos os atores
envolvidos.
(Fonte: Unesco - adaptado.)
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A ciência que precisamos para o oceano que queremos.
O oceano é o maior ecossistema do nosso
planeta. Ele estabiliza o clima, armazena carbono, produz
oxigênio, sustenta uma inimaginável e dá
suporte direto ao bem-estar humano por meio de recursos
alimentares, minerais e energéticos, além de fornecer
serviços culturais e recreativos.
Infelizmente, apesar das melhorias nas ações de
gestão e conservação, a Primeira Avaliação Global Integrada
das Nações Unidas sobre o Ambiente Marinho concluiu que
grande parte do oceano está agora seriamente degradada.
Considerando que a população mundial atingirá cerca de 9
bilhões de pessoas até 2050, os impactos no oceano
associados às atividades humanas irão aumentar.
A ação somente poderá ser eficaz se tiver como
base o conhecimento científico sólido. Existe uma
necessidade cada vez maior de encontrar soluções
científicas que nos permitam compreender as mudanças que
estão ocorrendo no nosso oceano e recuperar sua saúde em
declínio.
A ciência oceânica realizou grandes progressos ao
longo do último século ao explorar, descrever, compreender
e melhorar a nossa capacidade de prever mudanças no
sistema oceânico.
Na próxima década, teremos uma enorme
oportunidade de aproveitar os avanços da ciência para alcançar uma melhor compreensão sobre o
sistema oceânico. Isso permitirá o fornecimento de
informações oportunas sobre a situação dos oceanos e irá
possibilitar a articulação de cenários e caminhos integrados
para o desenvolvimento sustentável.
A ciência oceânica pode nos ajudar a abordar os
impactos da mudança climática, da poluição marinha, da
acidificação dos oceanos, da perda de espécies marinhas e
da degradação de ambientes marinhos e costeiros. Para
alcançar o desenvolvimento sustentável, precisamos de uma
ciência de qualidade para influenciar a tomada de decisões e
elevar o nível de conhecimento de todos os atores
envolvidos.
(Fonte: Unesco - adaptado.)
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Considerando-se o uso dos porquês, assinalar a
alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:
Não estudou precisava ajudar a família. Esse é o de não ter finalizado o Ensino Médio.
Não estudou precisava ajudar a família. Esse é o de não ter finalizado o Ensino Médio.
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Considerando-se as frases abaixo, numerar a 2ª coluna de
acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que
apresenta a sequência CORRETA:
(1) A maioria dos alunos respeita seus professores; ele, , não faz o mesmo.
(2) Precisas trabalhar preferes descansar?
(3) Retorno tarde hoje. , não me espere.
( ) Portanto.
( ) No entanto.
( ) Ou.
(1) A maioria dos alunos respeita seus professores; ele, , não faz o mesmo.
(2) Precisas trabalhar preferes descansar?
(3) Retorno tarde hoje. , não me espere.
( ) Portanto.
( ) No entanto.
( ) Ou.
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Considerando-se as regras de acentuação, assinalar a
alternativa que apresenta a regra aplicada à palavra
“legítimo”:
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Existe um fenômeno no qual alguns substantivos
funcionam como adjetivos. Em relação a essa concordância
nominal específica, assinalar a alternativa CORRETA:
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Assinalar a alternativa em que o emprego da crase está
INCORRETO:
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O inverno é conhecido como a estação onde aumento nos casos de doenças respiratórias, mas esse não é
o único ponto de atenção com a saúde durante a época do
frio. As doenças cardiovasculares são a maior causa de
internação e de morte no mundo quando se trata de
doenças clínicas não traumáticas. De acordo com o Instituto
Nacional de Cardiologia, as ocorrências de Infarto Agudo do
Miocárdio (IAM) podem aumentar em até 30%,
especialmente em temperaturas abaixo de 14°C. Pacientes
com idades entre 75 e 84 anos e aqueles que já apresentam
doenças relacionadas ao coração são os mais vulneráveis.
Para Vitor Barzilai, médico cardiologista e coordenador
de UTIs do Instituto de Cardiologia e Transplantes do Distrito
Federal, de modo geral, existe um aumento em torno de
30% das doenças cardiovasculares no inverno, onde o IAM
se destaca por seu crescimento. Os índices de Acidente
Vascular Cerebral (AVC) também se intensificam nesse
período, podendo ter um crescimento de até 20%. Barzilai
destaca ainda o aumento de até 5% nos casos de dissecção
de aorta, que é quando a camada interna da principal artéria
que se ramifica a partir do coração e leva sangue para todo o
corpo, acaba se rompendo ou sofrendo um descolamento.
Em 2021, aumento no registro de casos de
doenças do coração entre os meses de junho e setembro,
representando 36,8% do total de internados no ano,
segundo o Sistema de Informações Hospitalares do Sistema
Único de Saúde (SIH/SUS).
Quando grande queda da temperatura, o
corpo humano passa por uma termorregulação, um
mecanismo para regular a temperatura corporal para
mantê-la em equilíbrio. A vasoconstrição, que faz parte
desse processo, provoca a contração dos vasos sanguíneos
e, consequentemente, o aumento da pressão sanguínea,
evitando a perda excessiva de calor. Com a queda brusca da
temperatura ambiente, a vasoconstrição nos vasos do
coração pode resultar em infarto, angina (dor no peito) e até
mesmo na morte súbita.
Por isso, no inverno, é importante estar bem
agasalhado, manter a prática regular de atividade física e
hábitos alimentares saudáveis, evitar o tabagismo e reduzir
o consumo de álcool. Estas orientações valem
principalmente para aquelas pessoas que já possuem fatores
de risco para doenças cardiovasculares, como hipertensão
arterial e diabetes.
É importante, ainda, manter o acompanhamento
dessas condições crônicas, procurando uma Unidade Básica
de Saúde mais próxima, para o adequado controle dos níveis
pressóricos e glicêmicos. As doenças cardiovasculares
podem ocorrer em qualquer estação do ano e todos os
cuidados devem ser contínuos.
(Fonte: gov.br - adaptado.)
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O inverno é conhecido como a estação onde aumento nos casos de doenças respiratórias, mas esse não é
o único ponto de atenção com a saúde durante a época do
frio. As doenças cardiovasculares são a maior causa de
internação e de morte no mundo quando se trata de
doenças clínicas não traumáticas. De acordo com o Instituto
Nacional de Cardiologia, as ocorrências de Infarto Agudo do
Miocárdio (IAM) podem aumentar em até 30%,
especialmente em temperaturas abaixo de 14°C. Pacientes
com idades entre 75 e 84 anos e aqueles que já apresentam
doenças relacionadas ao coração são os mais vulneráveis.
Para Vitor Barzilai, médico cardiologista e coordenador
de UTIs do Instituto de Cardiologia e Transplantes do Distrito
Federal, de modo geral, existe um aumento em torno de
30% das doenças cardiovasculares no inverno, onde o IAM
se destaca por seu crescimento. Os índices de Acidente
Vascular Cerebral (AVC) também se intensificam nesse
período, podendo ter um crescimento de até 20%. Barzilai
destaca ainda o aumento de até 5% nos casos de dissecção
de aorta, que é quando a camada interna da principal artéria
que se ramifica a partir do coração e leva sangue para todo o
corpo, acaba se rompendo ou sofrendo um descolamento.
Em 2021, aumento no registro de casos de
doenças do coração entre os meses de junho e setembro,
representando 36,8% do total de internados no ano,
segundo o Sistema de Informações Hospitalares do Sistema
Único de Saúde (SIH/SUS).
Quando grande queda da temperatura, o
corpo humano passa por uma termorregulação, um
mecanismo para regular a temperatura corporal para
mantê-la em equilíbrio. A vasoconstrição, que faz parte
desse processo, provoca a contração dos vasos sanguíneos
e, consequentemente, o aumento da pressão sanguínea,
evitando a perda excessiva de calor. Com a queda brusca da
temperatura ambiente, a vasoconstrição nos vasos do
coração pode resultar em infarto, angina (dor no peito) e até
mesmo na morte súbita.
Por isso, no inverno, é importante estar bem
agasalhado, manter a prática regular de atividade física e
hábitos alimentares saudáveis, evitar o tabagismo e reduzir
o consumo de álcool. Estas orientações valem
principalmente para aquelas pessoas que já possuem fatores
de risco para doenças cardiovasculares, como hipertensão
arterial e diabetes.
É importante, ainda, manter o acompanhamento
dessas condições crônicas, procurando uma Unidade Básica
de Saúde mais próxima, para o adequado controle dos níveis
pressóricos e glicêmicos. As doenças cardiovasculares
podem ocorrer em qualquer estação do ano e todos os
cuidados devem ser contínuos.
(Fonte: gov.br - adaptado.)
( ) A vasoconstrição faz parte do processo de termorregulação.
( ) A vasoconstrição evita a perda excessiva de calor.
( ) A vasoconstrição não está associada à temperatura ambiente.
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O inverno é conhecido como a estação onde aumento nos casos de doenças respiratórias, mas esse não é
o único ponto de atenção com a saúde durante a época do
frio. As doenças cardiovasculares são a maior causa de
internação e de morte no mundo quando se trata de
doenças clínicas não traumáticas. De acordo com o Instituto
Nacional de Cardiologia, as ocorrências de Infarto Agudo do
Miocárdio (IAM) podem aumentar em até 30%,
especialmente em temperaturas abaixo de 14°C. Pacientes
com idades entre 75 e 84 anos e aqueles que já apresentam
doenças relacionadas ao coração são os mais vulneráveis.
Para Vitor Barzilai, médico cardiologista e coordenador
de UTIs do Instituto de Cardiologia e Transplantes do Distrito
Federal, de modo geral, existe um aumento em torno de
30% das doenças cardiovasculares no inverno, onde o IAM
se destaca por seu crescimento. Os índices de Acidente
Vascular Cerebral (AVC) também se intensificam nesse
período, podendo ter um crescimento de até 20%. Barzilai
destaca ainda o aumento de até 5% nos casos de dissecção
de aorta, que é quando a camada interna da principal artéria
que se ramifica a partir do coração e leva sangue para todo o
corpo, acaba se rompendo ou sofrendo um descolamento.
Em 2021, aumento no registro de casos de
doenças do coração entre os meses de junho e setembro,
representando 36,8% do total de internados no ano,
segundo o Sistema de Informações Hospitalares do Sistema
Único de Saúde (SIH/SUS).
Quando grande queda da temperatura, o
corpo humano passa por uma termorregulação, um
mecanismo para regular a temperatura corporal para
mantê-la em equilíbrio. A vasoconstrição, que faz parte
desse processo, provoca a contração dos vasos sanguíneos
e, consequentemente, o aumento da pressão sanguínea,
evitando a perda excessiva de calor. Com a queda brusca da
temperatura ambiente, a vasoconstrição nos vasos do
coração pode resultar em infarto, angina (dor no peito) e até
mesmo na morte súbita.
Por isso, no inverno, é importante estar bem
agasalhado, manter a prática regular de atividade física e
hábitos alimentares saudáveis, evitar o tabagismo e reduzir
o consumo de álcool. Estas orientações valem
principalmente para aquelas pessoas que já possuem fatores
de risco para doenças cardiovasculares, como hipertensão
arterial e diabetes.
É importante, ainda, manter o acompanhamento
dessas condições crônicas, procurando uma Unidade Básica
de Saúde mais próxima, para o adequado controle dos níveis
pressóricos e glicêmicos. As doenças cardiovasculares
podem ocorrer em qualquer estação do ano e todos os
cuidados devem ser contínuos.
(Fonte: gov.br - adaptado.)
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