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Assinale a alternativa que contém a correta relação temperatura/ tempo, por ocasião do processamento manual de filmes radiográficos, com substância reveladora nova.
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Considera-se o cimento de ionômero de vidro pronto para ser inserido na cavidade dentária quando sua consistência for
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Um comerciante comprou um relógio por R$ 20,00 para revendê-lo por R$ 80,00. Uma pessoa comprou esse relógio pagando com uma nota de R$ 100,00. O comerciante, após dar o troco à pessoa, percebeu que a nota de R$ 100,00 era falsa. O prejuízo total que o comerciante teve com esse relógio foi de
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Para iluminar uma sala Caio utiliza exatamente 3 velas, cada vela de uma marca diferente e que são consumidas totalmente em 24 minutos, 36 minutos e 42 minutos, respectivamente. Apenas uma vela de cada marca fica acesa por vez e cada vez que uma vela se apaga, imediatamente Caio acende outra da mesma marca, repetindo esse processo até que as 3 velas se apaguem ao mesmo tempo. Após acender simultaneamente as 3 primeiras velas, o tempo total que a sala ficará iluminada será de
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308702
Ano: 2010
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Diadema-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Diadema-SP
O dissidente chinês Liu Xiaobo conquistou a edição 2010 do Prêmio Nobel. Poeta e professor de literatura, Liu cumpre uma sentença de 11 anos por “incitar a subversão ao poder do Estado”, após assinar um manifesto em 2008, no qual defende uma reforma democrática na China.
(http://ultimosegundo.ig.com.br, 08.10.2010. Adaptado)
A notícia é sobre o vencedor do Prêmio Nobel
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Para a realização da exodontia do dente 36, pode-se utilizar o fórceps de número
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A aplicação tópica de flúor realizada no consultório odontológico deve ser feita
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Maratona para fazer o bem
O processo é longo e pode envolver entrevista, dinâmica de grupo, cursos, estágio supervisionado, prova de conhecimentos gerais e formatura no final. Em muitos casos, quem falta é eliminado.
A maratona, quem diria, não é para conseguir um emprego ou uma bolsa de estudos: é para fazer trabalho voluntário. Se antes bastava querer para doar seu tempo em prol de crianças pobres, pessoas doentes, deficientes ou das florestas do planeta, hoje não é bem assim. Organizações não governamentais estão profissionalizando o recrutamento de voluntários, promovendo seleções e cursos de capacitação que podem durar quase um ano.
Os motivos para a mudança são muitos. A necessidade de preparar o voluntário para lidar com a metodologia da ONG, com o público atendido e com o ambiente de atuação é um deles. Outras razões são a tentativa de torná-lo mais comprometido – “um voluntário descompromissado e despreparado mais atrapalha do que ajuda”, dizem alguns – e a inevitabilidade de ter que selecionar diante de uma procura maior do que a demanda.
Para Sílvia Naccache, coordenadora do CVSP (Centro de Voluntariado de São Paulo), trata-se de uma tendência, principalmente nas ONGs de São Paulo. “As pessoas vinham cheias de boa vontade, mas queriam fazer do jeito delas, a qualquer hora.” Segundo ela, o perfil dos voluntários vem mudando. “Antes era coisa de mulher, mais velha, aposentada. Hoje vemos muitos homens, jovens, pessoas que estão no mercado de trabalho.”
Uma preocupação de ONGs que atuam em hospitais, por exemplo, é com a segurança em relação à contaminação. A palestra de segurança hospitalar é uma das que compõem a seleção da associação Viva e Deixe Viver, que atua com contação de histórias para crianças doentes. São todas aos sábados e, no fim, o candidato acompanha um contador mais experiente. É preciso pagar R$ 70 para cobrir as despesas. Entre a inscrição e o fim do processo, passa quase um ano.
Cerca de um quinto dos 500 inscritos ficam até o final. “Na primeira palestra, o número já diminui pela metade. As pessoas têm o desejo genuíno de ajudar, mas, quando se exige dedicação, muitas desistem”, afirma Valdir Cimino, presidente da associação.
Nos treinamentos, há respostas a questões como: E se uma criança no hospital pedir água? Você deve dar? Pois um voluntário que fez isso atrapalhou o jejum para um exame. Se ela quiser saber sobre a doença? Não, o papel é dos médicos. Enfim, não basta um exército de pessoas com boa vontade que não saibam lidar com situações tão delicadas.
(Revista da Folha de S.Paulo. Adaptado)
Considere a frase que encerra o texto: Enfim, não basta um exército de pessoas com boa vontade que não saibam lidar com situações tão delicadas.
Com essa frase, pode-se concluir que
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Maratona para fazer o bem
O processo é longo e pode envolver entrevista, dinâmica de grupo, cursos, estágio supervisionado, prova de conhecimentos gerais e formatura no final. Em muitos casos, quem falta é eliminado.
A maratona, quem diria, não é para conseguir um emprego ou uma bolsa de estudos: é para fazer trabalho voluntário. Se antes bastava querer para doar seu tempo em prol de crianças pobres, pessoas doentes, deficientes ou das florestas do planeta, hoje não é bem assim. Organizações não governamentais estão profissionalizando o recrutamento de voluntários, promovendo seleções e cursos de capacitação que podem durar quase um ano.
Os motivos para a mudança são muitos. A necessidade de preparar o voluntário para lidar com a metodologia da ONG, com o público atendido e com o ambiente de atuação é um deles. Outras razões são a tentativa de torná-lo mais comprometido – “um voluntário descompromissado e despreparado mais atrapalha do que ajuda”, dizem alguns – e a inevitabilidade de ter que selecionar diante de uma procura maior do que a demanda.
Para Sílvia Naccache, coordenadora do CVSP (Centro de Voluntariado de São Paulo), trata-se de uma tendência, principalmente nas ONGs de São Paulo. “As pessoas vinham cheias de boa vontade, mas queriam fazer do jeito delas, a qualquer hora.” Segundo ela, o perfil dos voluntários vem mudando. “Antes era coisa de mulher, mais velha, aposentada. Hoje vemos muitos homens, jovens, pessoas que estão no mercado de trabalho.”
Uma preocupação de ONGs que atuam em hospitais, por exemplo, é com a segurança em relação à contaminação. A palestra de segurança hospitalar é uma das que compõem a seleção da associação Viva e Deixe Viver, que atua com contação de histórias para crianças doentes. São todas aos sábados e, no fim, o candidato acompanha um contador mais experiente. É preciso pagar R$ 70 para cobrir as despesas. Entre a inscrição e o fim do processo, passa quase um ano.
Cerca de um quinto dos 500 inscritos ficam até o final. “Na primeira palestra, o número já diminui pela metade. As pessoas têm o desejo genuíno de ajudar, mas, quando se exige dedicação, muitas desistem”, afirma Valdir Cimino, presidente da associação.
Nos treinamentos, há respostas a questões como: E se uma criança no hospital pedir água? Você deve dar? Pois um voluntário que fez isso atrapalhou o jejum para um exame. Se ela quiser saber sobre a doença? Não, o papel é dos médicos. Enfim, não basta um exército de pessoas com boa vontade que não saibam lidar com situações tão delicadas.
(Revista da Folha de S.Paulo. Adaptado)
O texto apresenta como tema central
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Maratona para fazer o bem
O processo é longo e pode envolver entrevista, dinâmica de grupo, cursos, estágio supervisionado, prova de conhecimentos gerais e formatura no final. Em muitos casos, quem falta é eliminado.
A maratona, quem diria, não é para conseguir um emprego ou uma bolsa de estudos: é para fazer trabalho voluntário. Se antes bastava querer para doar seu tempo em prol de crianças pobres, pessoas doentes, deficientes ou das florestas do planeta, hoje não é bem assim. Organizações não governamentais estão profissionalizando o recrutamento de voluntários, promovendo seleções e cursos de capacitação que podem durar quase um ano.
Os motivos para a mudança são muitos. A necessidade de preparar o voluntário para lidar com a metodologia da ONG, com o público atendido e com o ambiente de atuação é um deles. Outras razões são a tentativa de torná-lo mais comprometido – “um voluntário descompromissado e despreparado mais atrapalha do que ajuda”, dizem alguns – e a inevitabilidade de ter que selecionar diante de uma procura maior do que a demanda.
Para Sílvia Naccache, coordenadora do CVSP (Centro de Voluntariado de São Paulo), trata-se de uma tendência, principalmente nas ONGs de São Paulo. “As pessoas vinham cheias de boa vontade, mas queriam fazer do jeito delas, a qualquer hora.” Segundo ela, o perfil dos voluntários vem mudando. “Antes era coisa de mulher, mais velha, aposentada. Hoje vemos muitos homens, jovens, pessoas que estão no mercado de trabalho.”
Uma preocupação de ONGs que atuam em hospitais, por exemplo, é com a segurança em relação à contaminação. A palestra de segurança hospitalar é uma das que compõem a seleção da associação Viva e Deixe Viver, que atua com contação de histórias para crianças doentes. São todas aos sábados e, no fim, o candidato acompanha um contador mais experiente. É preciso pagar R$ 70 para cobrir as despesas. Entre a inscrição e o fim do processo, passa quase um ano.
Cerca de um quinto dos 500 inscritos ficam até o final. “Na primeira palestra, o número já diminui pela metade. As pessoas têm o desejo genuíno de ajudar, mas, quando se exige dedicação, muitas desistem”, afirma Valdir Cimino, presidente da associação.
Nos treinamentos, há respostas a questões como: E se uma criança no hospital pedir água? Você deve dar? Pois um voluntário que fez isso atrapalhou o jejum para um exame. Se ela quiser saber sobre a doença? Não, o papel é dos médicos. Enfim, não basta um exército de pessoas com boa vontade que não saibam lidar com situações tão delicadas.
(Revista da Folha de S.Paulo. Adaptado)
A palavra maratona, no título e ao início do segundo parágrafo, contém a ideia de
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