Foram encontradas 50 questões.
Para localizar arquivos na pasta Documentos de seu computador, um usuário está utilizando o aplicativo Windows Explorer, que pertence ao Microsoft Windows XP, em sua configuração padrão. Sabe-se que os arquivos de nomes apresenta.ppt, correlato.dwg, recado.rtf, recato.xls, relatório.doc, remessa.doc, remoto.xls e trepidar.doc pertencem à pasta em questão e que o critério utilizado na busca é o mostrado na figura.

O número de arquivos encontrados, nessa pesquisa, é
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Ao fazer o percurso de casa para o trabalho de bicicleta e do trabalho para casa a pé, um homem leva 40 minutos. Quando faz o percurso de ida e volta de bicicleta ele leva 18 minutos, logo ao fazer o percurso de ida e volta a pé ele levará
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Um Agente Administrativo que está utilizando o programa Microsoft Excel 2003, em sua configuração padrão, inseriu a expressão =SOMA(A1:A3) na célula A4 e a expressão =MÉDIA(A1;B1;C1) na célula D1. Se ele copiar o conteúdo da célula A4 para a célula D5 e o conteúdo da célula D1 para a célula E2, as expressões obtidas nas células D5 e E2 serão, respectivamente,
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Os livros de uma série foram publicados em intervalos de 5 anos. Quando o quinto livro foi publicado, a soma dos anos de publicação dos cinco livros era de 9 915.
O ano em que o primeiro livro foi publicado ocorreu em
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Um tanque na forma de um paralelepípedo tem as dimensões de 12 dm x 9 dm x 6 dm e está totalmente cheio de água. Um furo nesse tanque permite que a água escoe a uma taxa de 8 litros por hora, fazendo com que o tanque esvazie completamente após
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Maratona para fazer o bem
O processo é longo e pode envolver entrevista, dinâmica de grupo, cursos, estágio supervisionado, prova de conhecimentos gerais e formatura no final. Em muitos casos, quem falta é eliminado.
A maratona, quem diria, não é para conseguir um emprego ou uma bolsa de estudos: é para fazer trabalho voluntário. Se antes bastava querer para doar seu tempo em prol de crianças pobres, pessoas doentes, deficientes ou das florestas do planeta, hoje não é bem assim. Organizações não governamentais estão profissionalizando o recrutamento de voluntários, promovendo seleções e cursos de capacitação que podem durar quase um ano.
Os motivos para a mudança são muitos. A necessidade de preparar o voluntário para lidar com a metodologia da ONG, com o público atendido e com o ambiente de atuação é um deles. Outras razões são a tentativa de torná-lo mais comprometido – “um voluntário descompromissado e despreparado mais atrapalha do que ajuda”, dizem alguns – e a inevitabilidade de ter que selecionar diante de uma procura maior do que a demanda.
Para Sílvia Naccache, coordenadora do CVSP (Centro de Voluntariado de São Paulo), trata-se de uma tendência, principalmente nas ONGs de São Paulo. “As pessoas vinham cheias de boa vontade, mas queriam fazer do jeito delas, a qualquer hora.” Segundo ela, o perfil dos voluntários vem mudando. “Antes era coisa de mulher, mais velha, aposentada. Hoje vemos muitos homens, jovens, pessoas que estão no mercado de trabalho.”
Uma preocupação de ONGs que atuam em hospitais, por exemplo, é com a segurança em relação à contaminação. A palestra de segurança hospitalar é uma das que compõem a seleção da associação Viva e Deixe Viver, que atua com contação de histórias para crianças doentes. São todas aos sábados e, no fim, o candidato acompanha um contador mais experiente. É preciso pagar R$ 70 para cobrir as despesas. Entre a inscrição e o fim do processo, passa quase um ano.
Cerca de um quinto dos 500 inscritos ficam até o final. “Na primeira palestra, o número já diminui pela metade. As pessoas têm o desejo genuíno de ajudar, mas, quando se exige dedicação, muitas desistem”, afirma Valdir Cimino, presidente da associação.
Nos treinamentos, há respostas a questões como: E se uma criança no hospital pedir água? Você deve dar? Pois um voluntário que fez isso atrapalhou o jejum para um exame. Se ela quiser saber sobre a doença? Não, o papel é dos médicos. Enfim, não basta um exército de pessoas com boa vontade que não saibam lidar com situações tão delicadas.
(Revista da Folha de S.Paulo. Adaptado)
Observe a frase do segundo parágrafo: A maratona, quem diria, não é para conseguir um emprego ou uma bolsa de estudos: é para fazer trabalho voluntário.
Assinale a alternativa em que a frase está reescrita corretamente e com o sentido inalterado.
A maratona, quem diria, não é para conseguir um emprego ou...
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Assinale a alternativa em que a forma verbal em negrito está empregada corretamente.
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Analise a estrutura de pastas que está sendo visualizada por meio do Windows Explorer, que integra o Microsoft Windows XP, em sua configuração padrão, e assinale a alternativa correta.

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Maratona para fazer o bem
O processo é longo e pode envolver entrevista, dinâmica de grupo, cursos, estágio supervisionado, prova de conhecimentos gerais e formatura no final. Em muitos casos, quem falta é eliminado.
A maratona, quem diria, não é para conseguir um emprego ou uma bolsa de estudos: é para fazer trabalho voluntário. Se antes bastava querer para doar seu tempo em prol de crianças pobres, pessoas doentes, deficientes ou das florestas do planeta, hoje não é bem assim. Organizações não governamentais estão profissionalizando o recrutamento de voluntários, promovendo seleções e cursos de capacitação que podem durar quase um ano.
Os motivos para a mudança são muitos. A necessidade de preparar o voluntário para lidar com a metodologia da ONG, com o público atendido e com o ambiente de atuação é um deles. Outras razões são a tentativa de torná-lo mais comprometido – “um voluntário descompromissado e despreparado mais atrapalha do que ajuda”, dizem alguns – e a inevitabilidade de ter que selecionar diante de uma procura maior do que a demanda.
Para Sílvia Naccache, coordenadora do CVSP (Centro de Voluntariado de São Paulo), trata-se de uma tendência, principalmente nas ONGs de São Paulo. “As pessoas vinham cheias de boa vontade, mas queriam fazer do jeito delas, a qualquer hora.” Segundo ela, o perfil dos voluntários vem mudando. “Antes era coisa de mulher, mais velha, aposentada. Hoje vemos muitos homens, jovens, pessoas que estão no mercado de trabalho.”
Uma preocupação de ONGs que atuam em hospitais, por exemplo, é com a segurança em relação à contaminação. A palestra de segurança hospitalar é uma das que compõem a seleção da associação Viva e Deixe Viver, que atua com contação de histórias para crianças doentes. São todas aos sábados e, no fim, o candidato acompanha um contador mais experiente. É preciso pagar R$ 70 para cobrir as despesas. Entre a inscrição e o fim do processo, passa quase um ano.
Cerca de um quinto dos 500 inscritos ficam até o final. “Na primeira palestra, o número já diminui pela metade. As pessoas têm o desejo genuíno de ajudar, mas, quando se exige dedicação, muitas desistem”, afirma Valdir Cimino, presidente da associação.
Nos treinamentos, há respostas a questões como: E se uma criança no hospital pedir água? Você deve dar? Pois um voluntário que fez isso atrapalhou o jejum para um exame. Se ela quiser saber sobre a doença? Não, o papel é dos médicos. Enfim, não basta um exército de pessoas com boa vontade que não saibam lidar com situações tão delicadas.
(Revista da Folha de S.Paulo. Adaptado)
Os termos Para e Segundo, destacados no quarto parágrafo, têm valor
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- Estatística DescritivaMedidas de Tendência CentralMédiasMédia AritméticaMédia Simples (Não Agrupados)
A média de idade, em anos, de quatro agentes vale M. Um novo agente de 31 anos foi integrado ao grupo e a nova média de idade desses cinco agentes passou a ser de 33 anos.
Conclui-se que M, em anos, vale
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