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270990 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Diadema-SP
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Observe a figura.
Enunciado 270990-1
A corrente total e a resistência equivalente do circuito da figura, valem, respectivamente,
 

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Maratona para fazer o bem
O processo é longo e pode envolver entrevista, dinâmica de grupo, cursos, estágio supervisionado, prova de conhecimentos gerais e formatura no final. Em muitos casos, quem falta é eliminado.
A maratona, quem diria, não é para conseguir um emprego ou uma bolsa de estudos: é para fazer trabalho voluntário. Se antes bastava querer para doar seu tempo em prol de crianças pobres, pessoas doentes, deficientes ou das florestas do planeta, hoje não é bem assim. Organizações não governamentais estão profissionalizando o recrutamento de voluntários, promovendo seleções e cursos de capacitação que podem durar quase um ano.
Os motivos para a mudança são muitos. A necessidade de preparar o voluntário para lidar com a metodologia da ONG, com o público atendido e com o ambiente de atuação é um deles. Outras razões são a tentativa de torná-lo mais comprometido – “um voluntário descompromissado e despreparado mais atrapalha do que ajuda”, dizem alguns – e a inevitabilidade de ter que selecionar diante de uma procura maior do que a demanda.
Para Sílvia Naccache, coordenadora do CVSP (Centro de Voluntariado de São Paulo), trata-se de uma tendência, principalmente nas ONGs de São Paulo. “As pessoas vinham cheias de boa vontade, mas queriam fazer do jeito delas, a qualquer hora.” Segundo ela, o perfil dos voluntários vem mudando. “Antes era coisa de mulher, mais velha, aposentada. Hoje vemos muitos homens, jovens, pessoas que estão no mercado de trabalho.”
Uma preocupação de ONGs que atuam em hospitais, por exemplo, é com a segurança em relação à contaminação. A palestra de segurança hospitalar é uma das que compõem a seleção da associação Viva e Deixe Viver, que atua com contação de histórias para crianças doentes. São todas aos sábados e, no fim, o candidato acompanha um contador mais experiente. É preciso pagar R$ 70 para cobrir as despesas. Entre a inscrição e o fim do processo, passa quase um ano.
Cerca de um quinto dos 500 inscritos ficam até o final. “Na primeira palestra, o número já diminui pela metade. As pessoas têm o desejo genuíno de ajudar, mas, quando se exige dedicação, muitas desistem”, afirma Valdir Cimino, presidente da associação.
Nos treinamentos, há respostas a questões como: E se uma criança no hospital pedir água? Você deve dar? Pois um voluntário que fez isso atrapalhou o jejum para um exame. Se ela quiser saber sobre a doença? Não, o papel é dos médicos. Enfim, não basta um exército de pessoas com boa vontade que não saibam lidar com situações tão delicadas.
(Revista da Folha de S.Paulo. Adaptado)
Considere a frase que encerra o texto: Enfim, não basta um exército de pessoas com boa vontade que não saibam lidar com situações tão delicadas.
Com essa frase, pode-se concluir que
 

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266018 Ano: 2010
Disciplina: Telecomunicações
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Diadema-SP
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Os parâmetros primários das linhas físicas e metálicas são características obtidas diretamente a partir da natureza dos circuitos, da disposição geométrica dos condutores e do material utilizado, permitindo que essas linhas sejam descritas por seus parâmetros, como se fossem circuitos elétricos compostos por componentes passivos. Quais são os parâmetros primários de uma linha de transmissão telefônica, utilizando-se cabos metálicos?
 

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265337 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Diadema-SP
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Para a expressão booleana !$ S=B.\bar{B} !$, pode-se afirmar que o valor de S será sempre
 

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Maratona para fazer o bem
O processo é longo e pode envolver entrevista, dinâmica de grupo, cursos, estágio supervisionado, prova de conhecimentos gerais e formatura no final. Em muitos casos, quem falta é eliminado.
A maratona, quem diria, não é para conseguir um emprego ou uma bolsa de estudos: é para fazer trabalho voluntário. Se antes bastava querer para doar seu tempo em prol de crianças pobres, pessoas doentes, deficientes ou das florestas do planeta, hoje não é bem assim. Organizações não governamentais estão profissionalizando o recrutamento de voluntários, promovendo seleções e cursos de capacitação que podem durar quase um ano.
Os motivos para a mudança são muitos. A necessidade de preparar o voluntário para lidar com a metodologia da ONG, com o público atendido e com o ambiente de atuação é um deles. Outras razões são a tentativa de torná-lo mais comprometido – “um voluntário descompromissado e despreparado mais atrapalha do que ajuda”, dizem alguns – e a inevitabilidade de ter que selecionar diante de uma procura maior do que a demanda.
Para Sílvia Naccache, coordenadora do CVSP (Centro de Voluntariado de São Paulo), trata-se de uma tendência, principalmente nas ONGs de São Paulo. “As pessoas vinham cheias de boa vontade, mas queriam fazer do jeito delas, a qualquer hora.” Segundo ela, o perfil dos voluntários vem mudando. “Antes era coisa de mulher, mais velha, aposentada. Hoje vemos muitos homens, jovens, pessoas que estão no mercado de trabalho.”
Uma preocupação de ONGs que atuam em hospitais, por exemplo, é com a segurança em relação à contaminação. A palestra de segurança hospitalar é uma das que compõem a seleção da associação Viva e Deixe Viver, que atua com contação de histórias para crianças doentes. São todas aos sábados e, no fim, o candidato acompanha um contador mais experiente. É preciso pagar R$ 70 para cobrir as despesas. Entre a inscrição e o fim do processo, passa quase um ano.
Cerca de um quinto dos 500 inscritos ficam até o final. “Na primeira palestra, o número já diminui pela metade. As pessoas têm o desejo genuíno de ajudar, mas, quando se exige dedicação, muitas desistem”, afirma Valdir Cimino, presidente da associação.
Nos treinamentos, há respostas a questões como: E se uma criança no hospital pedir água? Você deve dar? Pois um voluntário que fez isso atrapalhou o jejum para um exame. Se ela quiser saber sobre a doença? Não, o papel é dos médicos. Enfim, não basta um exército de pessoas com boa vontade que não saibam lidar com situações tão delicadas.
(Revista da Folha de S.Paulo. Adaptado)
O texto apresenta como tema central
 

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Maratona para fazer o bem
O processo é longo e pode envolver entrevista, dinâmica de grupo, cursos, estágio supervisionado, prova de conhecimentos gerais e formatura no final. Em muitos casos, quem falta é eliminado.
A maratona, quem diria, não é para conseguir um emprego ou uma bolsa de estudos: é para fazer trabalho voluntário. Se antes bastava querer para doar seu tempo em prol de crianças pobres, pessoas doentes, deficientes ou das florestas do planeta, hoje não é bem assim. Organizações não governamentais estão profissionalizando o recrutamento de voluntários, promovendo seleções e cursos de capacitação que podem durar quase um ano.
Os motivos para a mudança são muitos. A necessidade de preparar o voluntário para lidar com a metodologia da ONG, com o público atendido e com o ambiente de atuação é um deles. Outras razões são a tentativa de torná-lo mais comprometido – “um voluntário descompromissado e despreparado mais atrapalha do que ajuda”, dizem alguns – e a inevitabilidade de ter que selecionar diante de uma procura maior do que a demanda.
Para Sílvia Naccache, coordenadora do CVSP (Centro de Voluntariado de São Paulo), trata-se de uma tendência, principalmente nas ONGs de São Paulo. “As pessoas vinham cheias de boa vontade, mas queriam fazer do jeito delas, a qualquer hora.” Segundo ela, o perfil dos voluntários vem mudando. “Antes era coisa de mulher, mais velha, aposentada. Hoje vemos muitos homens, jovens, pessoas que estão no mercado de trabalho.”
Uma preocupação de ONGs que atuam em hospitais, por exemplo, é com a segurança em relação à contaminação. A palestra de segurança hospitalar é uma das que compõem a seleção da associação Viva e Deixe Viver, que atua com contação de histórias para crianças doentes. São todas aos sábados e, no fim, o candidato acompanha um contador mais experiente. É preciso pagar R$ 70 para cobrir as despesas. Entre a inscrição e o fim do processo, passa quase um ano.
Cerca de um quinto dos 500 inscritos ficam até o final. “Na primeira palestra, o número já diminui pela metade. As pessoas têm o desejo genuíno de ajudar, mas, quando se exige dedicação, muitas desistem”, afirma Valdir Cimino, presidente da associação.
Nos treinamentos, há respostas a questões como: E se uma criança no hospital pedir água? Você deve dar? Pois um voluntário que fez isso atrapalhou o jejum para um exame. Se ela quiser saber sobre a doença? Não, o papel é dos médicos. Enfim, não basta um exército de pessoas com boa vontade que não saibam lidar com situações tão delicadas.
(Revista da Folha de S.Paulo. Adaptado)
A palavra maratona, no título e ao início do segundo parágrafo, contém a ideia de
 

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Maratona para fazer o bem
O processo é longo e pode envolver entrevista, dinâmica de grupo, cursos, estágio supervisionado, prova de conhecimentos gerais e formatura no final. Em muitos casos, quem falta é eliminado.
A maratona, quem diria, não é para conseguir um emprego ou uma bolsa de estudos: é para fazer trabalho voluntário. Se antes bastava querer para doar seu tempo em prol de crianças pobres, pessoas doentes, deficientes ou das florestas do planeta, hoje não é bem assim. Organizações não governamentais estão profissionalizando o recrutamento de voluntários, promovendo seleções e cursos de capacitação que podem durar quase um ano.
Os motivos para a mudança são muitos. A necessidade de preparar o voluntário para lidar com a metodologia da ONG, com o público atendido e com o ambiente de atuação é um deles. Outras razões são a tentativa de torná-lo mais comprometido – “um voluntário descompromissado e despreparado mais atrapalha do que ajuda”, dizem alguns – e a inevitabilidade de ter que selecionar diante de uma procura maior do que a demanda.
Para Sílvia Naccache, coordenadora do CVSP (Centro de Voluntariado de São Paulo), trata-se de uma tendência, principalmente nas ONGs de São Paulo. “As pessoas vinham cheias de boa vontade, mas queriam fazer do jeito delas, a qualquer hora.” Segundo ela, o perfil dos voluntários vem mudando. “Antes era coisa de mulher, mais velha, aposentada. Hoje vemos muitos homens, jovens, pessoas que estão no mercado de trabalho.”
Uma preocupação de ONGs que atuam em hospitais, por exemplo, é com a segurança em relação à contaminação. A palestra de segurança hospitalar é uma das que compõem a seleção da associação Viva e Deixe Viver, que atua com contação de histórias para crianças doentes. São todas aos sábados e, no fim, o candidato acompanha um contador mais experiente. É preciso pagar R$ 70 para cobrir as despesas. Entre a inscrição e o fim do processo, passa quase um ano.
Cerca de um quinto dos 500 inscritos ficam até o final. “Na primeira palestra, o número já diminui pela metade. As pessoas têm o desejo genuíno de ajudar, mas, quando se exige dedicação, muitas desistem”, afirma Valdir Cimino, presidente da associação.
Nos treinamentos, há respostas a questões como: E se uma criança no hospital pedir água? Você deve dar? Pois um voluntário que fez isso atrapalhou o jejum para um exame. Se ela quiser saber sobre a doença? Não, o papel é dos médicos. Enfim, não basta um exército de pessoas com boa vontade que não saibam lidar com situações tão delicadas.
(Revista da Folha de S.Paulo. Adaptado)
São antônimas, no texto, as palavras
 

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Assinale a alternativa correta quanto ao emprego do acento indicador de crase.
 

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259042 Ano: 2010
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Diadema-SP
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Segundo a NR10, é obrigatório para as empresas com carga acima de 75 kW, manter arquivo contendo documentos como: diagramas unifilares atualizados, especificações do sistema de aterramento e demais equipamentos e dispositivos de proteção, documentação das inspeções e medições do sistema de proteção contra descargas atmosféricas e aterramentos elétricos, entre outros. Esses arquivos devem permanecer à disposição dos trabalhadores envolvidos nas instalações e serviços em eletricidade. Esse tipo de arquivo, de acordo com a norma, chama-se

 

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O processo é longo e pode envolver entrevista, dinâmica de grupo, cursos, estágio supervisionado, prova de conhecimentos gerais e formatura no final. Em muitos casos, quem falta é eliminado.
A maratona, quem diria, não é para conseguir um emprego ou uma bolsa de estudos: é para fazer trabalho voluntário. Se antes bastava querer para doar seu tempo em prol de crianças pobres, pessoas doentes, deficientes ou das florestas do planeta, hoje não é bem assim. Organizações não governamentais estão profissionalizando o recrutamento de voluntários, promovendo seleções e cursos de capacitação que podem durar quase um ano.
Os motivos para a mudança são muitos. A necessidade de preparar o voluntário para lidar com a metodologia da ONG, com o público atendido e com o ambiente de atuação é um deles. Outras razões são a tentativa de torná-lo mais comprometido – “um voluntário descompromissado e despreparado mais atrapalha do que ajuda”, dizem alguns – e a inevitabilidade de ter que selecionar diante de uma procura maior do que a demanda.
Para Sílvia Naccache, coordenadora do CVSP (Centro de Voluntariado de São Paulo), trata-se de uma tendência, principalmente nas ONGs de São Paulo. “As pessoas vinham cheias de boa vontade, mas queriam fazer do jeito delas, a qualquer hora.” Segundo ela, o perfil dos voluntários vem mudando. “Antes era coisa de mulher, mais velha, aposentada. Hoje vemos muitos homens, jovens, pessoas que estão no mercado de trabalho.”
Uma preocupação de ONGs que atuam em hospitais, por exemplo, é com a segurança em relação à contaminação. A palestra de segurança hospitalar é uma das que compõem a seleção da associação Viva e Deixe Viver, que atua com contação de histórias para crianças doentes. São todas aos sábados e, no fim, o candidato acompanha um contador mais experiente. É preciso pagar R$ 70 para cobrir as despesas. Entre a inscrição e o fim do processo, passa quase um ano.
Cerca de um quinto dos 500 inscritos ficam até o final. “Na primeira palestra, o número já diminui pela metade. As pessoas têm o desejo genuíno de ajudar, mas, quando se exige dedicação, muitas desistem”, afirma Valdir Cimino, presidente da associação.
Nos treinamentos, há respostas a questões como: E se uma criança no hospital pedir água? Você deve dar? Pois um voluntário que fez isso atrapalhou o jejum para um exame. Se ela quiser saber sobre a doença? Não, o papel é dos médicos. Enfim, não basta um exército de pessoas com boa vontade que não saibam lidar com situações tão delicadas.
(Revista da Folha de S.Paulo. Adaptado)
Leia a frase do penúltimo parágrafo: Cerca de um quinto dos 500 inscritos ficam até o final.
A expressão destacada – Cerca de – pode ser substituída, sem alteração de sentido, por:
 

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