Foram encontradas 55 questões.
Com base no disposto na Declaração de Salamanca (1994), é correto afirmar que a Educação Especial
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Leia os trechos dos Parâmetros Curriculares Nacionais: adaptações curriculares (1998).
(...) pode ser utilizada para referir-se a crianças e jovens cujas necessidades decorrem de sua elevada capacidade ou de suas dificuldades para aprender.
Tem o propósito de deslocar o foco do aluno e direcioná-lo para as respostas educacionais que eles requerem (...)
(...) portanto, deixa de se pensar nas dificuldades específicas dos alunos e passa a significar o que a escola pode fazer para dar respostas (...).
Os trechos se referem à expressão:
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Sobre a Educação Inclusiva, conforme o documento Política Nacional da educação especial na perspectiva da educação inclusiva (2008), é correto afirmar:
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Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Dois Córregos-SP
- ECAGeralDireitos Fundamentais (art. 7º ao 69)Do Direito à Educação, à Cultura, ao Esporte e ao Lazer (Art. 53 a 59)
O Estatuto da Criança e do Adolescente (1990), em seu artigo 54, parágrafo 1º, dispõe que o acesso ao ensino obrigatório e gratuito é direito público subjetivo, enquanto um dever do Estado. Em relação à criança e ao adolescente com deficiência, deve ser assegurado(a):
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- Temas Educacionais PedagógicosGestão DemocráticaGestão democrática na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB)
Considere os seguintes dispositivos legais:
Art.3º
IV – promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação;
Art. 206
I – igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;
Art. 208
III – atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino.
Esses dispositivos, dentre outros, amparam e orientam as políticas públicas de educação inclusiva no Brasil. Tais dispositivos legais pertencem
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Leia os quadrinhos para responder às questões de números 09 e 10.

(André Dahmer. www.folha.uol.com.br, 21.01.2018)
A frase do primeiro quadrinho está reescrita com o sentido preservado e com a regência correta, em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa, em:
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Leia os quadrinhos para responder às questões de números 09 e 10.

(André Dahmer. www.folha.uol.com.br, 21.01.2018)
No contexto dos quadrinhos, em oposição a “viver”, “sobreviver” apresenta-se como uma atividade mais
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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 08.
Nos primeiros anos de vida de uma criança, dizem os entendidos, forma-se o seu caráter, criam-se os seus valores, desenha-se o seu perfil no fundo do espelho da vida, aquele que ela vai tentar preencher pelo resto de seus dias.
E isso, sinto muito, não pode ser delegado à escola nem esperado dela. Para aflição dos pais e mães que trabalham o dia inteiro, que chegam em casa exaustos, carregados de conflitos e preocupações, sinto muito dizer: a escola apenas tenta dar alguma continuidade, e olhe lá.
A escola lida com material que chega de casa formatado, embora ainda não definitivamente. O essencial está ali: a confiança ou a incerteza, a capacidade de amar e ser amado ou a hostilidade solitária e assustada, a consciência de certo e errado com sua listinha comportada, ou borrões confusos e incoerentes.
Pouco do que se puder mostrar na escola (valores não se ensinam, se praticam) vai alterar profundamente ou definitivamente a personalidade que ali chega com seus traços fundamentais delineados, sejam os genéticos, sejam os adquiridos na família...
O convívio entre pais e filhos torna-se mais difícil numa sociedade em que pais e mães geralmente precisam trabalhar fora, chegando em casa à noite estressados, sem força para ajudar nos temas, no banho, botar na cama, fazer um carinho, contar uma história ou conversar um pouco. Não tenho receita. Há quem diga que sou pessimista; há quem diga que sou uma incurável romântica. Prefiro pensar que sou uma otimista cautelosa, como alguém já escreveu a meu respeito.
(Lia Luft. A riqueza do mundo. Rio de Janeiro, Record, 2011. Adaptado)
A concordância está em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa na seguinte frase redigida a partir do texto.
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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 08.
Nos primeiros anos de vida de uma criança, dizem os entendidos, forma-se o seu caráter, criam-se os seus valores, desenha-se o seu perfil no fundo do espelho da vida, aquele que ela vai tentar preencher pelo resto de seus dias.
E isso, sinto muito, não pode ser delegado à escola nem esperado dela. Para aflição dos pais e mães que trabalham o dia inteiro, que chegam em casa exaustos, carregados de conflitos e preocupações, sinto muito dizer: a escola apenas tenta dar alguma continuidade, e olhe lá.
A escola lida com material que chega de casa formatado, embora ainda não definitivamente. O essencial está ali: a confiança ou a incerteza, a capacidade de amar e ser amado ou a hostilidade solitária e assustada, a consciência de certo e errado com sua listinha comportada, ou borrões confusos e incoerentes.
Pouco do que se puder mostrar na escola (valores não se ensinam, se praticam) vai alterar profundamente ou definitivamente a personalidade que ali chega com seus traços fundamentais delineados, sejam os genéticos, sejam os adquiridos na família...
O convívio entre pais e filhos torna-se mais difícil numa sociedade em que pais e mães geralmente precisam trabalhar fora, chegando em casa à noite estressados, sem força para ajudar nos temas, no banho, botar na cama, fazer um carinho, contar uma história ou conversar um pouco. Não tenho receita. Há quem diga que sou pessimista; há quem diga que sou uma incurável romântica. Prefiro pensar que sou uma otimista cautelosa, como alguém já escreveu a meu respeito.
(Lia Luft. A riqueza do mundo. Rio de Janeiro, Record, 2011. Adaptado)
Assinale a alternativa em que se apresenta, entre colchetes, um substituto adequado, conforme a norma-padrão da língua portuguesa, para a expressão em destaque.
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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 08.
Nos primeiros anos de vida de uma criança, dizem os entendidos, forma-se o seu caráter, criam-se os seus valores, desenha-se o seu perfil no fundo do espelho da vida, aquele que ela vai tentar preencher pelo resto de seus dias.
E isso, sinto muito, não pode ser delegado à escola nem esperado dela. Para aflição dos pais e mães que trabalham o dia inteiro, que chegam em casa exaustos, carregados de conflitos e preocupações, sinto muito dizer: a escola apenas tenta dar alguma continuidade, e olhe lá.
A escola lida com material que chega de casa formatado, embora ainda não definitivamente. O essencial está ali: a confiança ou a incerteza, a capacidade de amar e ser amado ou a hostilidade solitária e assustada, a consciência de certo e errado com sua listinha comportada, ou borrões confusos e incoerentes.
Pouco do que se puder mostrar na escola (valores não se ensinam, se praticam) vai alterar profundamente ou definitivamente a personalidade que ali chega com seus traços fundamentais delineados, sejam os genéticos, sejam os adquiridos na família...
O convívio entre pais e filhos torna-se mais difícil numa sociedade em que pais e mães geralmente precisam trabalhar fora, chegando em casa à noite estressados, sem força para ajudar nos temas, no banho, botar na cama, fazer um carinho, contar uma história ou conversar um pouco. Não tenho receita. Há quem diga que sou pessimista; há quem diga que sou uma incurável romântica. Prefiro pensar que sou uma otimista cautelosa, como alguém já escreveu a meu respeito.
(Lia Luft. A riqueza do mundo. Rio de Janeiro, Record, 2011. Adaptado)
Após a alteração da pontuação, o trecho do texto que fica escrito corretamente, conforme a norma-padrão da língua portuguesa, é
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