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Para responder às questões 01 a 10, leia o texto abaixo.
Furto de flor
- Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do
- edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa
- e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não
- estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é
- para ser bebida.
- Passei-a para o vaso, e notei que ela me
- agradecia, revelando melhor sua delicada
- composição. Quantas novidades há numa flor, se a
- contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu
- assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água
- do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida.
- Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o
- médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
- Já murcha, e com a cor particular da morte,
- peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde
- desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu17 me:
- ______ Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa
- neste jardim ______
Autor: Carlos Drummond de Andrade.
Quantas das seguintes palavras pertencem à família da palavra flor (l.1)?
I. Floricultura.
II. Florista.
III. Florido.
IV. Floral.
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Para responder às questões 01 a 10, leia o texto abaixo.
Furto de flor
- Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do
- edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa
- e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não
- estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é
- para ser bebida.
- Passei-a para o vaso, e notei que ela me
- agradecia, revelando melhor sua delicada
- composição. Quantas novidades há numa flor, se a
- contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu
- assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água
- do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida.
- Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o
- médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
- Já murcha, e com a cor particular da morte,
- peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde
- desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu17 me:
- ______ Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa
- neste jardim ______
Autor: Carlos Drummond de Andrade.
Assinale a alternativa em que o vocábulo sublinhado NÃO poderia substituir o vocábulo em negrito, sob pena de alterar o sentido expresso no texto.
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Para responder às questões 01 a 10, leia o texto abaixo.
Furto de flor
- Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do
- edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa
- e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não
- estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é
- para ser bebida.
- Passei-a para o vaso, e notei que ela me
- agradecia, revelando melhor sua delicada
- composição. Quantas novidades há numa flor, se a
- contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu
- assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água
- do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida.
- Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o
- médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
- Já murcha, e com a cor particular da morte,
- peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde
- desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu17 me:
- ______ Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa
- neste jardim ______
Autor: Carlos Drummond de Andrade.
O dígrafo ocorre quando duas letras juntas representam um único som. Sabendo disso, qual dos seguintes vocábulos NÃO possui dígrafo?
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Furto de flor
- Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do
- edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa
- e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não
- estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é
- para ser bebida.
- Passei-a para o vaso, e notei que ela me
- agradecia, revelando melhor sua delicada
- composição. Quantas novidades há numa flor, se a
- contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu
- assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água
- do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida.
- Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o
- médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
- Já murcha, e com a cor particular da morte,
- peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde
- desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu17 me:
- ______ Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa
- neste jardim ______
Autor: Carlos Drummond de Andrade.
Analise a posição da sílaba tônica nas seguintes palavras e assinale a alternativa que apresenta uma informação CORRETA. I
I. jardim (l.7); II. assumira (l.10); III. flor (l.4); IV. médico (l.13); V. porteiro (l.16).
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Para responder às questões 01 a 10, leia o texto abaixo.
Furto de flor
- Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do
- edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa
- e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não
- estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é
- para ser bebida.
- Passei-a para o vaso, e notei que ela me
- agradecia, revelando melhor sua delicada
- composição. Quantas novidades há numa flor, se a
- contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu
- assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água
- do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida.
- Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o
- médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
- Já murcha, e com a cor particular da morte,
- peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde
- desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu17 me:
- ______ Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa
- neste jardim ______
Autor: Carlos Drummond de Andrade.
Quais sinais de pontuação preenchem, CORRETA e respectivamente, as lacunas das linhas 18 e 19 do texto?
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Furto de flor
- Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do
- edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa
- e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não
- estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é
- para ser bebida.
- Passei-a para o vaso, e notei que ela me
- agradecia, revelando melhor sua delicada
- composição. Quantas novidades há numa flor, se a
- contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu
- assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água
- do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida.
- Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o
- médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
- Já murcha, e com a cor particular da morte,
- peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde
- desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu17 me:
- ______ Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa
- neste jardim ______
Autor: Carlos Drummond de Andrade.
Qual é a mudança na atitude do autor quando a flor começa a empalidecer e a murchar no vaso?
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Furto de flor
- Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do
- edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa
- e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não
- estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é
- para ser bebida.
- Passei-a para o vaso, e notei que ela me
- agradecia, revelando melhor sua delicada
- composição. Quantas novidades há numa flor, se a
- contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu
- assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água
- do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida.
- Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o
- médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
- Já murcha, e com a cor particular da morte,
- peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde
- desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu17 me:
- ______ Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa
- neste jardim ______
Autor: Carlos Drummond de Andrade.
Segundo o texto, o que o autor teme ao notar que a flor está empalidecendo no vaso?
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Furto de flor
- Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do
- edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa
- e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não
- estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é
- para ser bebida.
- Passei-a para o vaso, e notei que ela me
- agradecia, revelando melhor sua delicada
- composição. Quantas novidades há numa flor, se a
- contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu
- assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água
- do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida.
- Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o
- médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
- Já murcha, e com a cor particular da morte,
- peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde
- desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu17 me:
- ______ Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa
- neste jardim ______
Autor: Carlos Drummond de Andrade.
De acordo com o texto, por que o autor transferiu a flor do copo para o vaso?
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Furto de flor
- Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do
- edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa
- e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não
- estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é
- para ser bebida.
- Passei-a para o vaso, e notei que ela me
- agradecia, revelando melhor sua delicada
- composição. Quantas novidades há numa flor, se a
- contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu
- assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água
- do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida.
- Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o
- médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
- Já murcha, e com a cor particular da morte,
- peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde
- desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu17 me:
- ______ Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa
- neste jardim ______
Autor: Carlos Drummond de Andrade.
O texto apresenta elementos de personificação, especialmente ao atribuir características humanas ou sentimentos à flor. Nesse sentido, analise as assertivas.
I. Em Furtei uma flor daquele jardim (l.1), a flor é personificada ao sugerir que ela furtara o jardim.
II. Em Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia (l.6-7), a flor é personificada ao sugerir que ela é capaz de expressar gratidão.
III. Em Logo senti que ela não estava feliz (l.3-4), a flor é personificada ao atribuir a ela um estado emocional, neste caso, a tristeza.
Está(ão) CORRETA(S):
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Para responder às questões 01 a 10, leia o texto abaixo.
Furto de flor
- Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do
- edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa
- e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não
- estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é
- para ser bebida.
- Passei-a para o vaso, e notei que ela me
- agradecia, revelando melhor sua delicada
- composição. Quantas novidades há numa flor, se a
- contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu
- assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água
- do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida.
- Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o
- médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
- Já murcha, e com a cor particular da morte,
- peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde
- desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu17 me:
- ______ Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa
- neste jardim ______
Autor: Carlos Drummond de Andrade.
A partir da interpretação do texto, analise as assertivas.
I. O texto destaca a relação complexa que os seres humanos têm com a natureza.
II. A narrativa envolve um processo de arrependimento por parte do autor do furto.
III. O autor utiliza um estilo descritivo para transmitir emoções e sensações.
Está(ão) CORRETA(S):
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