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4139919 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Dom Feliciano-RS
Para responder à questão, leia a notícia abaixo.
Besouro invasor que destrói palmeiras acende alerta para agricultura no Brasil
        Uma nova ameaça vinda do exterior acende o alerta para a biodiversidade e a produção agrícola no Brasil. O bicudo-vermelho (Rhynchophorus íerrugíneus) um besouro exótico que já devastou plantações em diversos países, pode já estar no territorio nacional, segundo pesquisadores.
             A primeira notificação formal no Brasil foi feita em 2022 pelo biologo Francisco Zorzenon, do Instituto Biologico de São Paulo, em Porto Feliz (SP). A suspeita e que o inseto tenha chegado por meio de palmeiras importadas do Uruguai. Desde então, o instituto identificou exemplares do bicudo-vermelho em amostras de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
         O Ministério da Agricultura ainda não confirmou oficialmente a presença da praga, mas emitiu um alerta em março dizendo que há "risco de prejuízos expressivos para produtores". Segundo o orgão, por enquanto há apenas "indícios" da presença do bicudo-vermelho. A confirmação depende da coleta e análise de amostras por equipes do proprio governo em laboratórios credenciados.
        Especialistas alertam que a praga pode ser confundida com o bicudo-preto (Rhynchophorus palmarum), espécie nativa que tambem ataca palmeiras. A diÍerença está principalmente no tamanho - o inseto brasileiro costuma ser maior - e na coloração, que é preta.
       O bicudo-vermelho e um besouro de cerca de 5 centímetros, de coloração avermelhada com manchas escuras. A fêmea perfura a planta para depositar os ovos. Quando nascem, as larvas passam a se alimentar do interior da palmeira, atingindo o "miolo" - conhecido como palmito. Como as folhas crescem a partir dessa região central, o ataque impede a formação de novas folhas e leva a planta à morte.
     Diferentemente das árvores comuns, as palmeiras não têm tronco lenhoso, mas um caule mais flexível, chamado estipe. Essa estrutura facilita a ação das larvas, que se desenvolvem protegidas dentro da planta, dificultando a detecção precoce.
      Além disso, o combate à praga enfrenta entraves no Brasil:
- Entrada irregular: o inseto pode chegar ao país em palmeiras importadas ilegalmente;
- Ausência de predadores: por ser exotico, não tem inimigos naturais no ecossistema brasileiro; 
- Falta de insumos registrados: produtos usados no exterior, como feromônios e inseticidas específicos, ainda não têm registro no país para esse uso.  
    O ministerio da Agricultura diz que avalia alternativas de controle e que poderá adotar medidas para registro de produtos caso a presenÇa seja confirmada.
    Enquanto isso, produtores e pesquisadores cobram rapidez na resposta. "Se nada for feito, podemos ter problemas serios tanto nas palmeiras ornamentais quanto nas produtivas", alerta o agrônomo Roberto Betancu r
. Fonte: https://g l . globo.com/economia/ag ronegocios/g lobo rural/noticia/2026/04 /02 /besouro-invasor-que-destroi - pa mei ras - acende-alerta-para-agricultura-no-brasil.ghtml (adaptado)
Considerando as palavras acentuadas presentes no texto e a normatização do Acordo Ortográfico vigente, analise as assertivas abaixo e julgueas em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):
( ) As palavras biólogo, agrícola e específicos recebem acento gráfico com base na mesma regra: são proparoxitonas, e palavras dessa classificação devem ser acentuadas.
( ) O vocábulo país é acentuado graficamente porque forma um hiato no qual a vogal tônica é a letra i, que se encontra isolada ou acompanhada de s na mesma silaba, e não é seguida de nh.
( ) A forma verbal têm, presente no trecho ainda não todas —as têm registro no país, recebe o acento circunflexo diferencial para — marcar — obrigatoriamente — a concordância no singular com o termo antecedente país.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
 

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4139918 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Dom Feliciano-RS
Para responder à questão, leia a notícia abaixo.
Besouro invasor que destrói palmeiras acende alerta para agricultura no Brasil
        Uma nova ameaça vinda do exterior acende o alerta para a biodiversidade e a produção agrícola no Brasil. O bicudo-vermelho (Rhynchophorus íerrugíneus) um besouro exótico que já devastou plantações em diversos países, pode já estar no territorio nacional, segundo pesquisadores.
             A primeira notificação formal no Brasil foi feita em 2022 pelo biologo Francisco Zorzenon, do Instituto Biologico de São Paulo, em Porto Feliz (SP). A suspeita e que o inseto tenha chegado por meio de palmeiras importadas do Uruguai. Desde então, o instituto identificou exemplares do bicudo-vermelho em amostras de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
         O Ministério da Agricultura ainda não confirmou oficialmente a presença da praga, mas emitiu um alerta em março dizendo que há "risco de prejuízos expressivos para produtores". Segundo o orgão, por enquanto há apenas "indícios" da presença do bicudo-vermelho. A confirmação depende da coleta e análise de amostras por equipes do proprio governo em laboratórios credenciados.
        Especialistas alertam que a praga pode ser confundida com o bicudo-preto (Rhynchophorus palmarum), espécie nativa que tambem ataca palmeiras. A diÍerença está principalmente no tamanho - o inseto brasileiro costuma ser maior - e na coloração, que é preta.
       O bicudo-vermelho e um besouro de cerca de 5 centímetros, de coloração avermelhada com manchas escuras. A fêmea perfura a planta para depositar os ovos. Quando nascem, as larvas passam a se alimentar do interior da palmeira, atingindo o "miolo" - conhecido como palmito. Como as folhas crescem a partir dessa região central, o ataque impede a formação de novas folhas e leva a planta à morte.
     Diferentemente das árvores comuns, as palmeiras não têm tronco lenhoso, mas um caule mais flexível, chamado estipe. Essa estrutura facilita a ação das larvas, que se desenvolvem protegidas dentro da planta, dificultando a detecção precoce.
      Além disso, o combate à praga enfrenta entraves no Brasil:
- Entrada irregular: o inseto pode chegar ao país em palmeiras importadas ilegalmente;
- Ausência de predadores: por ser exotico, não tem inimigos naturais no ecossistema brasileiro; 
- Falta de insumos registrados: produtos usados no exterior, como feromônios e inseticidas específicos, ainda não têm registro no país para esse uso.  
    O ministerio da Agricultura diz que avalia alternativas de controle e que poderá adotar medidas para registro de produtos caso a presenÇa seja confirmada.
    Enquanto isso, produtores e pesquisadores cobram rapidez na resposta. "Se nada for feito, podemos ter problemas serios tanto nas palmeiras ornamentais quanto nas produtivas", alerta o agrônomo Roberto Betancu r
. Fonte: https://g l . globo.com/economia/ag ronegocios/g lobo rural/noticia/2026/04 /02 /besouro-invasor-que-destroi - pa mei ras - acende-alerta-para-agricultura-no-brasil.ghtml (adaptado)
Analise o trecho A primeira notificação formal no Brasil foi feita em 2022 pelo biólogo Francisco Zorzenon e avalie as assertivas abaixo
I. Aestrutura sintatica original encontra-se na voz passiva analitica, destacando o alvo da acao logo no inicio do periodo.
II. Atransposicdo da estrutura para a voz ativa, mantendo os tempos e modos verbais originais, resultaria em: O biólogo Francisco Zorzenon fez a primeira notificagao formal no Brasil em 2022.
III. Ao ser convertida diretamente para a voz passiva sintética, a estrutura assumiria o formato: Fizeram-se a primeira notificação formal no Brasil em 2022 pelo biólogo.
Está CORRETO o que se afirma em:
 

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4139917 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Dom Feliciano-RS
Para responder à questão, leia a notícia abaixo.
Besouro invasor que destrói palmeiras acende alerta para agricultura no Brasil
        Uma nova ameaça vinda do exterior acende o alerta para a biodiversidade e a produção agrícola no Brasil. O bicudo-vermelho (Rhynchophorus íerrugíneus) um besouro exótico que já devastou plantações em diversos países, pode já estar no territorio nacional, segundo pesquisadores.
             A primeira notificação formal no Brasil foi feita em 2022 pelo biologo Francisco Zorzenon, do Instituto Biologico de São Paulo, em Porto Feliz (SP). A suspeita e que o inseto tenha chegado por meio de palmeiras importadas do Uruguai. Desde então, o instituto identificou exemplares do bicudo-vermelho em amostras de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
         O Ministério da Agricultura ainda não confirmou oficialmente a presença da praga, mas emitiu um alerta em março dizendo que há "risco de prejuízos expressivos para produtores". Segundo o orgão, por enquanto há apenas "indícios" da presença do bicudo-vermelho. A confirmação depende da coleta e análise de amostras por equipes do proprio governo em laboratórios credenciados.
        Especialistas alertam que a praga pode ser confundida com o bicudo-preto (Rhynchophorus palmarum), espécie nativa que tambem ataca palmeiras. A diÍerença está principalmente no tamanho - o inseto brasileiro costuma ser maior - e na coloração, que é preta.
       O bicudo-vermelho e um besouro de cerca de 5 centímetros, de coloração avermelhada com manchas escuras. A fêmea perfura a planta para depositar os ovos. Quando nascem, as larvas passam a se alimentar do interior da palmeira, atingindo o "miolo" - conhecido como palmito. Como as folhas crescem a partir dessa região central, o ataque impede a formação de novas folhas e leva a planta à morte.
     Diferentemente das árvores comuns, as palmeiras não têm tronco lenhoso, mas um caule mais flexível, chamado estipe. Essa estrutura facilita a ação das larvas, que se desenvolvem protegidas dentro da planta, dificultando a detecção precoce.
      Além disso, o combate à praga enfrenta entraves no Brasil:
- Entrada irregular: o inseto pode chegar ao país em palmeiras importadas ilegalmente;
- Ausência de predadores: por ser exotico, não tem inimigos naturais no ecossistema brasileiro; 
- Falta de insumos registrados: produtos usados no exterior, como feromônios e inseticidas específicos, ainda não têm registro no país para esse uso.  
    O ministerio da Agricultura diz que avalia alternativas de controle e que poderá adotar medidas para registro de produtos caso a presenÇa seja confirmada.
    Enquanto isso, produtores e pesquisadores cobram rapidez na resposta. "Se nada for feito, podemos ter problemas serios tanto nas palmeiras ornamentais quanto nas produtivas", alerta o agrônomo Roberto Betancu r
. Fonte: https://g l . globo.com/economia/ag ronegocios/g lobo rural/noticia/2026/04 /02 /besouro-invasor-que-destroi - pa mei ras - acende-alerta-para-agricultura-no-brasil.ghtml (adaptado)
Os sinais de pontuação são recursos importantes para organizar as ideias e isolar termos explicativos. No primeiro parágrafo do texto, observa-se a seguinte estrutura: O bicudo-vermelho (Rhynchophorus ferrugineus), um besouro exótico que ja devastou plantações em diversos países, pode jáestar no território nacional, segundo pesquisadores. Em relação a isso, assinale a alternativa CORRETA.
 

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4139916 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Dom Feliciano-RS
Para responder à questão, leia a notícia abaixo.
Besouro invasor que destrói palmeiras acende alerta para agricultura no Brasil
        Uma nova ameaça vinda do exterior acende o alerta para a biodiversidade e a produção agrícola no Brasil. O bicudo-vermelho (Rhynchophorus íerrugíneus) um besouro exótico que já devastou plantações em diversos países, pode já estar no territorio nacional, segundo pesquisadores.
             A primeira notificação formal no Brasil foi feita em 2022 pelo biologo Francisco Zorzenon, do Instituto Biologico de São Paulo, em Porto Feliz (SP). A suspeita e que o inseto tenha chegado por meio de palmeiras importadas do Uruguai. Desde então, o instituto identificou exemplares do bicudo-vermelho em amostras de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
         O Ministério da Agricultura ainda não confirmou oficialmente a presença da praga, mas emitiu um alerta em março dizendo que há "risco de prejuízos expressivos para produtores". Segundo o orgão, por enquanto há apenas "indícios" da presença do bicudo-vermelho. A confirmação depende da coleta e análise de amostras por equipes do proprio governo em laboratórios credenciados.
        Especialistas alertam que a praga pode ser confundida com o bicudo-preto (Rhynchophorus palmarum), espécie nativa que tambem ataca palmeiras. A diÍerença está principalmente no tamanho - o inseto brasileiro costuma ser maior - e na coloração, que é preta.
       O bicudo-vermelho e um besouro de cerca de 5 centímetros, de coloração avermelhada com manchas escuras. A fêmea perfura a planta para depositar os ovos. Quando nascem, as larvas passam a se alimentar do interior da palmeira, atingindo o "miolo" - conhecido como palmito. Como as folhas crescem a partir dessa região central, o ataque impede a formação de novas folhas e leva a planta à morte.
     Diferentemente das árvores comuns, as palmeiras não têm tronco lenhoso, mas um caule mais flexível, chamado estipe. Essa estrutura facilita a ação das larvas, que se desenvolvem protegidas dentro da planta, dificultando a detecção precoce.
      Além disso, o combate à praga enfrenta entraves no Brasil:
- Entrada irregular: o inseto pode chegar ao país em palmeiras importadas ilegalmente;
- Ausência de predadores: por ser exotico, não tem inimigos naturais no ecossistema brasileiro; 
- Falta de insumos registrados: produtos usados no exterior, como feromônios e inseticidas específicos, ainda não têm registro no país para esse uso.  
    O ministerio da Agricultura diz que avalia alternativas de controle e que poderá adotar medidas para registro de produtos caso a presenÇa seja confirmada.
    Enquanto isso, produtores e pesquisadores cobram rapidez na resposta. "Se nada for feito, podemos ter problemas serios tanto nas palmeiras ornamentais quanto nas produtivas", alerta o agrônomo Roberto Betancu r
. Fonte: https://g l . globo.com/economia/ag ronegocios/g lobo rural/noticia/2026/04 /02 /besouro-invasor-que-destroi - pa mei ras - acende-alerta-para-agricultura-no-brasil.ghtml (adaptado)
O estudo das classes de palavras e de suas funções sintaticas revela como os termos se organizam nas frases para construir os sentidos do texto. No trecho A fémea perfura a planta para depositar os ovos, a palavra para atua como uma _____ que liga as ideias e exprime uma circunstancia de ______. Já no fragmento o inseto brasileiro costuma ser maior, a palavra maior atua como um adjetivo e exerce a função sintática de ______ em relação ao sujeito da oração.
Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
 

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4139915 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Dom Feliciano-RS
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Besouro invasor que destrói palmeiras acende alerta para agricultura no Brasil
        Uma nova ameaça vinda do exterior acende o alerta para a biodiversidade e a produção agrícola no Brasil. O bicudo-vermelho (Rhynchophorus íerrugíneus) um besouro exótico que já devastou plantações em diversos países, pode já estar no territorio nacional, segundo pesquisadores.
             A primeira notificação formal no Brasil foi feita em 2022 pelo biologo Francisco Zorzenon, do Instituto Biologico de São Paulo, em Porto Feliz (SP). A suspeita e que o inseto tenha chegado por meio de palmeiras importadas do Uruguai. Desde então, o instituto identificou exemplares do bicudo-vermelho em amostras de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
         O Ministério da Agricultura ainda não confirmou oficialmente a presença da praga, mas emitiu um alerta em março dizendo que há "risco de prejuízos expressivos para produtores". Segundo o orgão, por enquanto há apenas "indícios" da presença do bicudo-vermelho. A confirmação depende da coleta e análise de amostras por equipes do proprio governo em laboratórios credenciados.
        Especialistas alertam que a praga pode ser confundida com o bicudo-preto (Rhynchophorus palmarum), espécie nativa que tambem ataca palmeiras. A diÍerença está principalmente no tamanho - o inseto brasileiro costuma ser maior - e na coloração, que é preta.
       O bicudo-vermelho e um besouro de cerca de 5 centímetros, de coloração avermelhada com manchas escuras. A fêmea perfura a planta para depositar os ovos. Quando nascem, as larvas passam a se alimentar do interior da palmeira, atingindo o "miolo" - conhecido como palmito. Como as folhas crescem a partir dessa região central, o ataque impede a formação de novas folhas e leva a planta à morte.
     Diferentemente das árvores comuns, as palmeiras não têm tronco lenhoso, mas um caule mais flexível, chamado estipe. Essa estrutura facilita a ação das larvas, que se desenvolvem protegidas dentro da planta, dificultando a detecção precoce.
      Além disso, o combate à praga enfrenta entraves no Brasil:
- Entrada irregular: o inseto pode chegar ao país em palmeiras importadas ilegalmente;
- Ausência de predadores: por ser exotico, não tem inimigos naturais no ecossistema brasileiro; 
- Falta de insumos registrados: produtos usados no exterior, como feromônios e inseticidas específicos, ainda não têm registro no país para esse uso.  
    O ministerio da Agricultura diz que avalia alternativas de controle e que poderá adotar medidas para registro de produtos caso a presenÇa seja confirmada.
    Enquanto isso, produtores e pesquisadores cobram rapidez na resposta. "Se nada for feito, podemos ter problemas serios tanto nas palmeiras ornamentais quanto nas produtivas", alerta o agrônomo Roberto Betancu r
. Fonte: https://g l . globo.com/economia/ag ronegocios/g lobo rural/noticia/2026/04 /02 /besouro-invasor-que-destroi - pa mei ras - acende-alerta-para-agricultura-no-brasil.ghtml (adaptado)
Considerando que as regras de regéncia verbal e nominal e o uso adequado do acento indicativo de crase garantem a exatidao das relacoes de dependéncia sintatica no periodo, analise o trecho o combate a praga enfrenta entraves no Brasil, extraido do texto-base, e as sinale a alternativa CORRETA
 

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4139914 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Dom Feliciano-RS
Para responder à questão, leia a notícia abaixo.
Besouro invasor que destrói palmeiras acende alerta para agricultura no Brasil
        Uma nova ameaça vinda do exterior acende o alerta para a biodiversidade e a produção agrícola no Brasil. O bicudo-vermelho (Rhynchophorus íerrugíneus) um besouro exótico que já devastou plantações em diversos países, pode já estar no territorio nacional, segundo pesquisadores.
             A primeira notificação formal no Brasil foi feita em 2022 pelo biologo Francisco Zorzenon, do Instituto Biologico de São Paulo, em Porto Feliz (SP). A suspeita e que o inseto tenha chegado por meio de palmeiras importadas do Uruguai. Desde então, o instituto identificou exemplares do bicudo-vermelho em amostras de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
         O Ministério da Agricultura ainda não confirmou oficialmente a presença da praga, mas emitiu um alerta em março dizendo que há "risco de prejuízos expressivos para produtores". Segundo o orgão, por enquanto há apenas "indícios" da presença do bicudo-vermelho. A confirmação depende da coleta e análise de amostras por equipes do proprio governo em laboratórios credenciados.
        Especialistas alertam que a praga pode ser confundida com o bicudo-preto (Rhynchophorus palmarum), espécie nativa que tambem ataca palmeiras. A diÍerença está principalmente no tamanho - o inseto brasileiro costuma ser maior - e na coloração, que é preta.
       O bicudo-vermelho e um besouro de cerca de 5 centímetros, de coloração avermelhada com manchas escuras. A fêmea perfura a planta para depositar os ovos. Quando nascem, as larvas passam a se alimentar do interior da palmeira, atingindo o "miolo" - conhecido como palmito. Como as folhas crescem a partir dessa região central, o ataque impede a formação de novas folhas e leva a planta à morte.
     Diferentemente das árvores comuns, as palmeiras não têm tronco lenhoso, mas um caule mais flexível, chamado estipe. Essa estrutura facilita a ação das larvas, que se desenvolvem protegidas dentro da planta, dificultando a detecção precoce.
      Além disso, o combate à praga enfrenta entraves no Brasil:
- Entrada irregular: o inseto pode chegar ao país em palmeiras importadas ilegalmente;
- Ausência de predadores: por ser exotico, não tem inimigos naturais no ecossistema brasileiro; 
- Falta de insumos registrados: produtos usados no exterior, como feromônios e inseticidas específicos, ainda não têm registro no país para esse uso.  
    O ministerio da Agricultura diz que avalia alternativas de controle e que poderá adotar medidas para registro de produtos caso a presenÇa seja confirmada.
    Enquanto isso, produtores e pesquisadores cobram rapidez na resposta. "Se nada for feito, podemos ter problemas serios tanto nas palmeiras ornamentais quanto nas produtivas", alerta o agrônomo Roberto Betancu r
. Fonte: https://g l . globo.com/economia/ag ronegocios/g lobo rural/noticia/2026/04 /02 /besouro-invasor-que-destroi - pa mei ras - acende-alerta-para-agricultura-no-brasil.ghtml (adaptado)
Analise as partes que seguem: Na citação final da matéria, o agronomo Roberto Betancur utiliza o registro formal para tranquilizar a população, garantindo que as perdas se concentrardo apenas nas palmeiras ornamentais (1ª parte). Assim, a noticia ressalta que o bicudo-vermelho é considerado um animal exotico, o que justifica a preocupante auséncia de predadores naturais no ecossistema brasileiro para conter sua proliferação (2º parte).
Acerca das partes, pode-se afirmar que:
 

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4139913 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Dom Feliciano-RS
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Besouro invasor que destrói palmeiras acende alerta para agricultura no Brasil
        Uma nova ameaça vinda do exterior acende o alerta para a biodiversidade e a produção agrícola no Brasil. O bicudo-vermelho (Rhynchophorus íerrugíneus) um besouro exótico que já devastou plantações em diversos países, pode já estar no territorio nacional, segundo pesquisadores.
             A primeira notificação formal no Brasil foi feita em 2022 pelo biologo Francisco Zorzenon, do Instituto Biologico de São Paulo, em Porto Feliz (SP). A suspeita e que o inseto tenha chegado por meio de palmeiras importadas do Uruguai. Desde então, o instituto identificou exemplares do bicudo-vermelho em amostras de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
         O Ministério da Agricultura ainda não confirmou oficialmente a presença da praga, mas emitiu um alerta em março dizendo que há "risco de prejuízos expressivos para produtores". Segundo o orgão, por enquanto há apenas "indícios" da presença do bicudo-vermelho. A confirmação depende da coleta e análise de amostras por equipes do proprio governo em laboratórios credenciados.
        Especialistas alertam que a praga pode ser confundida com o bicudo-preto (Rhynchophorus palmarum), espécie nativa que tambem ataca palmeiras. A diÍerença está principalmente no tamanho - o inseto brasileiro costuma ser maior - e na coloração, que é preta.
       O bicudo-vermelho e um besouro de cerca de 5 centímetros, de coloração avermelhada com manchas escuras. A fêmea perfura a planta para depositar os ovos. Quando nascem, as larvas passam a se alimentar do interior da palmeira, atingindo o "miolo" - conhecido como palmito. Como as folhas crescem a partir dessa região central, o ataque impede a formação de novas folhas e leva a planta à morte.
     Diferentemente das árvores comuns, as palmeiras não têm tronco lenhoso, mas um caule mais flexível, chamado estipe. Essa estrutura facilita a ação das larvas, que se desenvolvem protegidas dentro da planta, dificultando a detecção precoce.
      Além disso, o combate à praga enfrenta entraves no Brasil:
- Entrada irregular: o inseto pode chegar ao país em palmeiras importadas ilegalmente;
- Ausência de predadores: por ser exotico, não tem inimigos naturais no ecossistema brasileiro; 
- Falta de insumos registrados: produtos usados no exterior, como feromônios e inseticidas específicos, ainda não têm registro no país para esse uso.  
    O ministerio da Agricultura diz que avalia alternativas de controle e que poderá adotar medidas para registro de produtos caso a presenÇa seja confirmada.
    Enquanto isso, produtores e pesquisadores cobram rapidez na resposta. "Se nada for feito, podemos ter problemas serios tanto nas palmeiras ornamentais quanto nas produtivas", alerta o agrônomo Roberto Betancu r
. Fonte: https://g l . globo.com/economia/ag ronegocios/g lobo rural/noticia/2026/04 /02 /besouro-invasor-que-destroi - pa mei ras - acende-alerta-para-agricultura-no-brasil.ghtml (adaptado)
A concordância verbal e nominal garante a correta estruturação sintática das orações. Considerando as regras de concordância vigentes e a reescrita de alguns trechos baseados na notícia, analise as assertivas abaixo e Julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):
( ) Na frase Deve existir diversos indícios visuais do inseto pelo Brasil, a concordância está adequada à norma-padrão, pois o verbo impessoal transfere sua impessoalidade para o verbo auxiliar.
() Na reescrita do fragmento O Ministério da Agricultura ainda não confirmou oficialmente a presença da praga, se o sujeito fosse alterado para O Ministério da Agricultura e os pesquisadores, o verbo principal deveria obrigatoriamente ir para o plural
() Se a frase produtos usados no exterior ainda não têm registro fosse reescrita no singular como nenhum dos produtos usados no exterior ainda não tem registro, a retirada do acento circunflexo do verbo ter seria obrigatória.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
 

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4139912 Ano: 2026
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Besouro invasor que destrói palmeiras acende alerta para agricultura no Brasil
        Uma nova ameaça vinda do exterior acende o alerta para a biodiversidade e a produção agrícola no Brasil. O bicudo-vermelho (Rhynchophorus íerrugíneus) um besouro exótico que já devastou plantações em diversos países, pode já estar no territorio nacional, segundo pesquisadores.
             A primeira notificação formal no Brasil foi feita em 2022 pelo biologo Francisco Zorzenon, do Instituto Biologico de São Paulo, em Porto Feliz (SP). A suspeita e que o inseto tenha chegado por meio de palmeiras importadas do Uruguai. Desde então, o instituto identificou exemplares do bicudo-vermelho em amostras de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
         O Ministério da Agricultura ainda não confirmou oficialmente a presença da praga, mas emitiu um alerta em março dizendo que há "risco de prejuízos expressivos para produtores". Segundo o orgão, por enquanto há apenas "indícios" da presença do bicudo-vermelho. A confirmação depende da coleta e análise de amostras por equipes do proprio governo em laboratórios credenciados.
        Especialistas alertam que a praga pode ser confundida com o bicudo-preto (Rhynchophorus palmarum), espécie nativa que tambem ataca palmeiras. A diÍerença está principalmente no tamanho - o inseto brasileiro costuma ser maior - e na coloração, que é preta.
       O bicudo-vermelho e um besouro de cerca de 5 centímetros, de coloração avermelhada com manchas escuras. A fêmea perfura a planta para depositar os ovos. Quando nascem, as larvas passam a se alimentar do interior da palmeira, atingindo o "miolo" - conhecido como palmito. Como as folhas crescem a partir dessa região central, o ataque impede a formação de novas folhas e leva a planta à morte.
     Diferentemente das árvores comuns, as palmeiras não têm tronco lenhoso, mas um caule mais flexível, chamado estipe. Essa estrutura facilita a ação das larvas, que se desenvolvem protegidas dentro da planta, dificultando a detecção precoce.
      Além disso, o combate à praga enfrenta entraves no Brasil:
- Entrada irregular: o inseto pode chegar ao país em palmeiras importadas ilegalmente;
- Ausência de predadores: por ser exotico, não tem inimigos naturais no ecossistema brasileiro; 
- Falta de insumos registrados: produtos usados no exterior, como feromônios e inseticidas específicos, ainda não têm registro no país para esse uso.  
    O ministerio da Agricultura diz que avalia alternativas de controle e que poderá adotar medidas para registro de produtos caso a presenÇa seja confirmada.
    Enquanto isso, produtores e pesquisadores cobram rapidez na resposta. "Se nada for feito, podemos ter problemas serios tanto nas palmeiras ornamentais quanto nas produtivas", alerta o agrônomo Roberto Betancu r
. Fonte: https://g l . globo.com/economia/ag ronegocios/g lobo rural/noticia/2026/04 /02 /besouro-invasor-que-destroi - pa mei ras - acende-alerta-para-agricultura-no-brasil.ghtml (adaptado)
Na reportagem, afirma-se que o besouro exótico já devastou plantações, o que indica que ele________ as áreas agricolas. Mais adiante, menciona-se______  da presença da praga e que o combate no Brasil que ha ____ ao inseto enfrenta
Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
 

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4139911 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Dom Feliciano-RS
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Besouro invasor que destrói palmeiras acende alerta para agricultura no Brasil
        Uma nova ameaça vinda do exterior acende o alerta para a biodiversidade e a produção agrícola no Brasil. O bicudo-vermelho (Rhynchophorus íerrugíneus) um besouro exótico que já devastou plantações em diversos países, pode já estar no territorio nacional, segundo pesquisadores.
             A primeira notificação formal no Brasil foi feita em 2022 pelo biologo Francisco Zorzenon, do Instituto Biologico de São Paulo, em Porto Feliz (SP). A suspeita e que o inseto tenha chegado por meio de palmeiras importadas do Uruguai. Desde então, o instituto identificou exemplares do bicudo-vermelho em amostras de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
         O Ministério da Agricultura ainda não confirmou oficialmente a presença da praga, mas emitiu um alerta em março dizendo que há "risco de prejuízos expressivos para produtores". Segundo o orgão, por enquanto há apenas "indícios" da presença do bicudo-vermelho. A confirmação depende da coleta e análise de amostras por equipes do proprio governo em laboratórios credenciados.
        Especialistas alertam que a praga pode ser confundida com o bicudo-preto (Rhynchophorus palmarum), espécie nativa que tambem ataca palmeiras. A diÍerença está principalmente no tamanho - o inseto brasileiro costuma ser maior - e na coloração, que é preta.
       O bicudo-vermelho e um besouro de cerca de 5 centímetros, de coloração avermelhada com manchas escuras. A fêmea perfura a planta para depositar os ovos. Quando nascem, as larvas passam a se alimentar do interior da palmeira, atingindo o "miolo" - conhecido como palmito. Como as folhas crescem a partir dessa região central, o ataque impede a formação de novas folhas e leva a planta à morte.
     Diferentemente das árvores comuns, as palmeiras não têm tronco lenhoso, mas um caule mais flexível, chamado estipe. Essa estrutura facilita a ação das larvas, que se desenvolvem protegidas dentro da planta, dificultando a detecção precoce.
      Além disso, o combate à praga enfrenta entraves no Brasil:
- Entrada irregular: o inseto pode chegar ao país em palmeiras importadas ilegalmente;
- Ausência de predadores: por ser exotico, não tem inimigos naturais no ecossistema brasileiro; 
- Falta de insumos registrados: produtos usados no exterior, como feromônios e inseticidas específicos, ainda não têm registro no país para esse uso.  
    O ministerio da Agricultura diz que avalia alternativas de controle e que poderá adotar medidas para registro de produtos caso a presenÇa seja confirmada.
    Enquanto isso, produtores e pesquisadores cobram rapidez na resposta. "Se nada for feito, podemos ter problemas serios tanto nas palmeiras ornamentais quanto nas produtivas", alerta o agrônomo Roberto Betancu r
. Fonte: https://g l . globo.com/economia/ag ronegocios/g lobo rural/noticia/2026/04 /02 /besouro-invasor-que-destroi - pa mei ras - acende-alerta-para-agricultura-no-brasil.ghtml (adaptado)
A coesão e a coeréncia do texto dependem do uso adequado de pronomes e conjunções, que garantem a ligacao entre as ideias e a progressao tematica. Sobre o uso desses recursos no texto-base, avalie as assertivas a seguir:
I. No trecho que é preta, o pronome relativo introduz uma oração explicativa, retomando diretamente o termo antecedente coloração.
II. Em Como as folhas crescem a partir dessa regiao central, a conjuncao estabelece uma nitida relacao logico-discursiva de comparação entre a regiao central e o crescimento foliar.
III. Na passagem produtos usados no exterior, como feromonios e inseticidas especificos, a palavra sublinhada funciona para excluir os feromonios da lista de produtos estrangeiros.
Esta CORRETO o que se afirma em:
 

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4139910 Ano: 2026
Disciplina: Meio Ambiente
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Dom Feliciano-RS
Para responder à questão, leia a notícia abaixo.
Besouro invasor que destrói palmeiras acende alerta para agricultura no Brasil
        Uma nova ameaça vinda do exterior acende o alerta para a biodiversidade e a produção agrícola no Brasil. O bicudo-vermelho (Rhynchophorus íerrugíneus) um besouro exótico que já devastou plantações em diversos países, pode já estar no territorio nacional, segundo pesquisadores.
             A primeira notificação formal no Brasil foi feita em 2022 pelo biologo Francisco Zorzenon, do Instituto Biologico de São Paulo, em Porto Feliz (SP). A suspeita e que o inseto tenha chegado por meio de palmeiras importadas do Uruguai. Desde então, o instituto identificou exemplares do bicudo-vermelho em amostras de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
         O Ministério da Agricultura ainda não confirmou oficialmente a presença da praga, mas emitiu um alerta em março dizendo que há "risco de prejuízos expressivos para produtores". Segundo o orgão, por enquanto há apenas "indícios" da presença do bicudo-vermelho. A confirmação depende da coleta e análise de amostras por equipes do proprio governo em laboratórios credenciados.
        Especialistas alertam que a praga pode ser confundida com o bicudo-preto (Rhynchophorus palmarum), espécie nativa que tambem ataca palmeiras. A diÍerença está principalmente no tamanho - o inseto brasileiro costuma ser maior - e na coloração, que é preta.
       O bicudo-vermelho e um besouro de cerca de 5 centímetros, de coloração avermelhada com manchas escuras. A fêmea perfura a planta para depositar os ovos. Quando nascem, as larvas passam a se alimentar do interior da palmeira, atingindo o "miolo" - conhecido como palmito. Como as folhas crescem a partir dessa região central, o ataque impede a formação de novas folhas e leva a planta à morte.
     Diferentemente das árvores comuns, as palmeiras não têm tronco lenhoso, mas um caule mais flexível, chamado estipe. Essa estrutura facilita a ação das larvas, que se desenvolvem protegidas dentro da planta, dificultando a detecção precoce.
      Além disso, o combate à praga enfrenta entraves no Brasil:
- Entrada irregular: o inseto pode chegar ao país em palmeiras importadas ilegalmente;
- Ausência de predadores: por ser exotico, não tem inimigos naturais no ecossistema brasileiro; 
- Falta de insumos registrados: produtos usados no exterior, como feromônios e inseticidas específicos, ainda não têm registro no país para esse uso.  
    O ministerio da Agricultura diz que avalia alternativas de controle e que poderá adotar medidas para registro de produtos caso a presenÇa seja confirmada.
    Enquanto isso, produtores e pesquisadores cobram rapidez na resposta. "Se nada for feito, podemos ter problemas serios tanto nas palmeiras ornamentais quanto nas produtivas", alerta o agrônomo Roberto Betancu r
. Fonte: https://g l . globo.com/economia/ag ronegocios/g lobo rural/noticia/2026/04 /02 /besouro-invasor-que-destroi - pa mei ras - acende-alerta-para-agricultura-no-brasil.ghtml (adaptado)
Com base nas informações contidas no texto-base, analise as partes que seguem: A flexibilidade do caule das palmeiras é o principal fator de vulnerabilidade da planta, pois permite que as larvas do besouro se desenvolvam protegidas no interior do estipe, dificultando a sua deteccao precoce (1ª parte). O Ministério da Agricultura j& decretou de forma oficial o estado de emergéncia nacional para todos os produtores rurais, liberando de forma imediata o uso de feromonios e de inseticidas importados sem necessidade de registro prévio (2ª parte).
Acerca das partes, pode-se afirmar que:
 

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