Foram encontradas 60 questões.
Uma prefeitura está organizando uma equipe de
fiscalização para um projeto e precisa formar uma
equipe de 4 fiscais a partir de um grupo de 12
candidatos disponíveis. Dentre os 12 candidatos, 7
possuem experiência em auditoria e 5 não possuem.
Para atender aos requisitos do projeto, a prefeitura
decidiu que cada equipe deve incluir exatamente 1
fiscal com experiência em auditoria e 3 fiscais sem
experiência em auditoria. Quantas diferentes equipes
de fiscalização podem ser formadas com essa
condição?
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No ano de 2024, uma startup de tecnologia
implementou um programa de bonificação anual para
incentivar a produtividade de seus funcionários.
Segundo o programa, se um funcionário cumprir as
metas estabelecidas ao longo do ano, ele receberá um
bônus que segue uma progressão geométrica. No
primeiro mês do programa, o bônus é de R$ 10,00. A
cada mês subsequente, o valor do bônus dobra em
relação ao mês anterior.
Qual será o valor do bônus no 12º mês e qual será a soma total dos bônus recebidos ao longo de todo o ano, caso o funcionário cumpra todas as metas?
Qual será o valor do bônus no 12º mês e qual será a soma total dos bônus recebidos ao longo de todo o ano, caso o funcionário cumpra todas as metas?
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3332337
Ano: 2024
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Doutor Camargo-PR
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Doutor Camargo-PR
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Eduarda fez um empréstimo de R$ 7.200,00 para a
reforma de seu apartamento. O empréstimo foi
firmado com uma taxa de juros simples e deveria ser
quitado em 10 meses. No final do período, Eduarda
pagou um total de R$ 9.000,00, que inclui o valor
principal e os juros. Qual foi a taxa de juros mensal,
em percentual, cobrada pelo empréstimo?
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O Senhor Camargo é um guia turístico trabalha em
uma agência de viagens. Ele recebe um salário fixo
mensal de R$ 2.500,00 e ganha uma comissão de R$
50,00 por cada passeio turístico que ele realiza. No
mês passado, recebeu um total de R$ 4.050,00, que
inclui seu salário fixo e as comissões pelos passeios.
Quantos passeios turísticos Seu Camargo precisou
realizar para alcançar o total recebido de R$ 4.050,00?
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3332335
Ano: 2024
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Doutor Camargo-PR
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Doutor Camargo-PR
Provas:
Uma empresa está alocando seu orçamento anual
entre quatro setores diferentes. A distribuição do
orçamento está na tabela abaixo:
✓ Setor de Marketing recebe metade do orçamento total,
✓ Setor de Recursos Humanos recebe um quarto do orçamento total,
✓ Setor de Tecnologia recebe um oitavo do orçamento total,
✓ Setor de Pesquisa e Desenvolvimento recebe R$ 20.000,00 restantes.
Qual é o orçamento total da empresa?
✓ Setor de Marketing recebe metade do orçamento total,
✓ Setor de Recursos Humanos recebe um quarto do orçamento total,
✓ Setor de Tecnologia recebe um oitavo do orçamento total,
✓ Setor de Pesquisa e Desenvolvimento recebe R$ 20.000,00 restantes.
Qual é o orçamento total da empresa?
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Texto de apoio
Cafeína é doping? Entenda a história
do café nas Olimpíadas
Não consegue trabalhar sem um cafezinho? Isso
poderia ser um problema se você fosse um atleta
olímpico. Entre 1984 e 2003, cafeína em excesso era
proibida nas Olimpíadas. Era, inclusive, considerada
como doping.
A proibição começou nas Olimpíadas de Los
Angeles, em 1984, e continuou ativa até as Olimpíadas
de Sydney, em 2000. A substância teve que ser proibida
pela Agência Mundial Antidoping nos anos 1980 porque
alguns esportistas estavam ingerindo altas doses de
cafeína pura para elevar seu desempenho na
competição.
O café proibido não era o café normal, daquele
que você toma na padaria. Cafeína pura é um
suplemento para dar mais energia para praticantes de
esportes. Em 1984, a substância foi proibida se
ultrapassasse o nível de 15 microgramas por mililitro de
urina. Já no ano seguinte, o valor foi reduzido para 12
microgramas.
A proibição não durou por muito tempo. Mesmo
em doses pequenas, menores do que o proibido pela
Agência Mundial Antidoping, a cafeína já é capaz de
melhorar o desempenho atlético de alguém, dando
mais disposição naquele momento e adiando o
cansaço. Mas esses desempenhos são tímidos
comparados a outras formas de doping.
A cafeína não apresenta grandes benefícios e
está presente na dieta de grande parte dos atletas,
então dificilmente poderia atuar como um diferencial
na competição.
Outra coisa que dificultava a proibição era como
decidir o que era uma quantidade abusiva de cafeína.
Os níveis da substância no xixi variam de acordo com
muitos fatores: momento da ingestão, massa corporal,
purificação realizada pelo metabolismo, hidratação, o
sexo do atleta e se ele faz uso habitual de cafeína.
Às vezes, uma quantidade muito pequena de
cafeína ingerida poderia ser excretada sem qualquer
alteração. Ou seja, a cafeína continua na urina na
mesma quantidade que a inicial, dando uma impressão
errada de um efeito intenso quando, na verdade, ela só
entrou e saiu do corpo.
Não dá para dizer, com certeza, quantas xícaras
de café te fariam ser banido dos Jogos Olímpicos,
porque isso depende de todos esses outros fatores individuais e variáveis. Uma estimativa diz que seriam
necessários oito expressos em algumas horas.
Por causa da dificuldade em medir a influência
da cafeína de forma justa e objetiva, a Agência Mundial
Antidoping a retirou da lista de substâncias proibidas
em 2003.
A cafeína não é mais proibida, mas ainda é
monitorada pela organização antidoping. Isso quer
dizer que eles ainda tentam identificar indícios de
abuso e se atentar para a possibilidade da substância
ser usada de forma desonesta no futuro.
Os critérios da Agência Mundial Antidoping para
banir uma droga são três: a substância precisa
aumentar o desempenho esportivo, representar um
risco para a saúde dos atletas e violar o espírito do
esporte.
No caso da cafeína, não há diferença prática de
desempenho esportivo entre as doses cavalares para
melhorar a performance e doses normais. O uso
exagerado da substância pode causar vários riscos de
saúde, como taquicardia, náuseas, pressão alta,
palpitações e dores de cabeça, mas seu consumo
moderado não apresenta tantos problemas. Tomar um
pingado já não é mais uma questão para os atletas
olímpicos.
Adaptado de:
https://super.abril.com.br/cultura/cafein
a-e-doping-entenda-a-historia-do-cafenas-olimpiadas /.
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Texto de apoio
Cafeína é doping? Entenda a história
do café nas Olimpíadas
Não consegue trabalhar sem um cafezinho? Isso
poderia ser um problema se você fosse um atleta
olímpico. Entre 1984 e 2003, cafeína em excesso era
proibida nas Olimpíadas. Era, inclusive, considerada
como doping.
A proibição começou nas Olimpíadas de Los
Angeles, em 1984, e continuou ativa até as Olimpíadas
de Sydney, em 2000. A substância teve que ser proibida
pela Agência Mundial Antidoping nos anos 1980 porque
alguns esportistas estavam ingerindo altas doses de
cafeína pura para elevar seu desempenho na
competição.
O café proibido não era o café normal, daquele
que você toma na padaria. Cafeína pura é um
suplemento para dar mais energia para praticantes de
esportes. Em 1984, a substância foi proibida se
ultrapassasse o nível de 15 microgramas por mililitro de
urina. Já no ano seguinte, o valor foi reduzido para 12
microgramas.
A proibição não durou por muito tempo. Mesmo
em doses pequenas, menores do que o proibido pela
Agência Mundial Antidoping, a cafeína já é capaz de
melhorar o desempenho atlético de alguém, dando
mais disposição naquele momento e adiando o
cansaço. Mas esses desempenhos são tímidos
comparados a outras formas de doping.
A cafeína não apresenta grandes benefícios e
está presente na dieta de grande parte dos atletas,
então dificilmente poderia atuar como um diferencial
na competição.
Outra coisa que dificultava a proibição era como
decidir o que era uma quantidade abusiva de cafeína.
Os níveis da substância no xixi variam de acordo com
muitos fatores: momento da ingestão, massa corporal,
purificação realizada pelo metabolismo, hidratação, o
sexo do atleta e se ele faz uso habitual de cafeína.
Às vezes, uma quantidade muito pequena de
cafeína ingerida poderia ser excretada sem qualquer
alteração. Ou seja, a cafeína continua na urina na
mesma quantidade que a inicial, dando uma impressão
errada de um efeito intenso quando, na verdade, ela só
entrou e saiu do corpo.
Não dá para dizer, com certeza, quantas xícaras
de café te fariam ser banido dos Jogos Olímpicos,
porque isso depende de todos esses outros fatores individuais e variáveis. Uma estimativa diz que seriam
necessários oito expressos em algumas horas.
Por causa da dificuldade em medir a influência
da cafeína de forma justa e objetiva, a Agência Mundial
Antidoping a retirou da lista de substâncias proibidas
em 2003.
A cafeína não é mais proibida, mas ainda é
monitorada pela organização antidoping. Isso quer
dizer que eles ainda tentam identificar indícios de
abuso e se atentar para a possibilidade da substância
ser usada de forma desonesta no futuro.
Os critérios da Agência Mundial Antidoping para
banir uma droga são três: a substância precisa
aumentar o desempenho esportivo, representar um
risco para a saúde dos atletas e violar o espírito do
esporte.
No caso da cafeína, não há diferença prática de
desempenho esportivo entre as doses cavalares para
melhorar a performance e doses normais. O uso
exagerado da substância pode causar vários riscos de
saúde, como taquicardia, náuseas, pressão alta,
palpitações e dores de cabeça, mas seu consumo
moderado não apresenta tantos problemas. Tomar um
pingado já não é mais uma questão para os atletas
olímpicos.
Adaptado de:
https://super.abril.com.br/cultura/cafein
a-e-doping-entenda-a-historia-do-cafenas-olimpiadas /.
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Cafeína é doping? Entenda a história
do café nas Olimpíadas
Não consegue trabalhar sem um cafezinho? Isso
poderia ser um problema se você fosse um atleta
olímpico. Entre 1984 e 2003, cafeína em excesso era
proibida nas Olimpíadas. Era, inclusive, considerada
como doping.
A proibição começou nas Olimpíadas de Los
Angeles, em 1984, e continuou ativa até as Olimpíadas
de Sydney, em 2000. A substância teve que ser proibida
pela Agência Mundial Antidoping nos anos 1980 porque
alguns esportistas estavam ingerindo altas doses de
cafeína pura para elevar seu desempenho na
competição.
O café proibido não era o café normal, daquele
que você toma na padaria. Cafeína pura é um
suplemento para dar mais energia para praticantes de
esportes. Em 1984, a substância foi proibida se
ultrapassasse o nível de 15 microgramas por mililitro de
urina. Já no ano seguinte, o valor foi reduzido para 12
microgramas.
A proibição não durou por muito tempo. Mesmo
em doses pequenas, menores do que o proibido pela
Agência Mundial Antidoping, a cafeína já é capaz de
melhorar o desempenho atlético de alguém, dando
mais disposição naquele momento e adiando o
cansaço. Mas esses desempenhos são tímidos
comparados a outras formas de doping.
A cafeína não apresenta grandes benefícios e
está presente na dieta de grande parte dos atletas,
então dificilmente poderia atuar como um diferencial
na competição.
Outra coisa que dificultava a proibição era como
decidir o que era uma quantidade abusiva de cafeína.
Os níveis da substância no xixi variam de acordo com
muitos fatores: momento da ingestão, massa corporal,
purificação realizada pelo metabolismo, hidratação, o
sexo do atleta e se ele faz uso habitual de cafeína.
Às vezes, uma quantidade muito pequena de
cafeína ingerida poderia ser excretada sem qualquer
alteração. Ou seja, a cafeína continua na urina na
mesma quantidade que a inicial, dando uma impressão
errada de um efeito intenso quando, na verdade, ela só
entrou e saiu do corpo.
Não dá para dizer, com certeza, quantas xícaras
de café te fariam ser banido dos Jogos Olímpicos,
porque isso depende de todos esses outros fatores individuais e variáveis. Uma estimativa diz que seriam
necessários oito expressos em algumas horas.
Por causa da dificuldade em medir a influência
da cafeína de forma justa e objetiva, a Agência Mundial
Antidoping a retirou da lista de substâncias proibidas
em 2003.
A cafeína não é mais proibida, mas ainda é
monitorada pela organização antidoping. Isso quer
dizer que eles ainda tentam identificar indícios de
abuso e se atentar para a possibilidade da substância
ser usada de forma desonesta no futuro.
Os critérios da Agência Mundial Antidoping para
banir uma droga são três: a substância precisa
aumentar o desempenho esportivo, representar um
risco para a saúde dos atletas e violar o espírito do
esporte.
No caso da cafeína, não há diferença prática de
desempenho esportivo entre as doses cavalares para
melhorar a performance e doses normais. O uso
exagerado da substância pode causar vários riscos de
saúde, como taquicardia, náuseas, pressão alta,
palpitações e dores de cabeça, mas seu consumo
moderado não apresenta tantos problemas. Tomar um
pingado já não é mais uma questão para os atletas
olímpicos.
Adaptado de:
https://super.abril.com.br/cultura/cafein
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Cafeína é doping? Entenda a história
do café nas Olimpíadas
Não consegue trabalhar sem um cafezinho? Isso
poderia ser um problema se você fosse um atleta
olímpico. Entre 1984 e 2003, cafeína em excesso era
proibida nas Olimpíadas. Era, inclusive, considerada
como doping.
A proibição começou nas Olimpíadas de Los
Angeles, em 1984, e continuou ativa até as Olimpíadas
de Sydney, em 2000. A substância teve que ser proibida
pela Agência Mundial Antidoping nos anos 1980 porque
alguns esportistas estavam ingerindo altas doses de
cafeína pura para elevar seu desempenho na
competição.
O café proibido não era o café normal, daquele
que você toma na padaria. Cafeína pura é um
suplemento para dar mais energia para praticantes de
esportes. Em 1984, a substância foi proibida se
ultrapassasse o nível de 15 microgramas por mililitro de
urina. Já no ano seguinte, o valor foi reduzido para 12
microgramas.
A proibição não durou por muito tempo. Mesmo
em doses pequenas, menores do que o proibido pela
Agência Mundial Antidoping, a cafeína já é capaz de
melhorar o desempenho atlético de alguém, dando
mais disposição naquele momento e adiando o
cansaço. Mas esses desempenhos são tímidos
comparados a outras formas de doping.
A cafeína não apresenta grandes benefícios e
está presente na dieta de grande parte dos atletas,
então dificilmente poderia atuar como um diferencial
na competição.
Outra coisa que dificultava a proibição era como
decidir o que era uma quantidade abusiva de cafeína.
Os níveis da substância no xixi variam de acordo com
muitos fatores: momento da ingestão, massa corporal,
purificação realizada pelo metabolismo, hidratação, o
sexo do atleta e se ele faz uso habitual de cafeína.
Às vezes, uma quantidade muito pequena de
cafeína ingerida poderia ser excretada sem qualquer
alteração. Ou seja, a cafeína continua na urina na
mesma quantidade que a inicial, dando uma impressão
errada de um efeito intenso quando, na verdade, ela só
entrou e saiu do corpo.
Não dá para dizer, com certeza, quantas xícaras
de café te fariam ser banido dos Jogos Olímpicos,
porque isso depende de todos esses outros fatores individuais e variáveis. Uma estimativa diz que seriam
necessários oito expressos em algumas horas.
Por causa da dificuldade em medir a influência
da cafeína de forma justa e objetiva, a Agência Mundial
Antidoping a retirou da lista de substâncias proibidas
em 2003.
A cafeína não é mais proibida, mas ainda é
monitorada pela organização antidoping. Isso quer
dizer que eles ainda tentam identificar indícios de
abuso e se atentar para a possibilidade da substância
ser usada de forma desonesta no futuro.
Os critérios da Agência Mundial Antidoping para
banir uma droga são três: a substância precisa
aumentar o desempenho esportivo, representar um
risco para a saúde dos atletas e violar o espírito do
esporte.
No caso da cafeína, não há diferença prática de
desempenho esportivo entre as doses cavalares para
melhorar a performance e doses normais. O uso
exagerado da substância pode causar vários riscos de
saúde, como taquicardia, náuseas, pressão alta,
palpitações e dores de cabeça, mas seu consumo
moderado não apresenta tantos problemas. Tomar um
pingado já não é mais uma questão para os atletas
olímpicos.
Adaptado de:
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a-e-doping-entenda-a-historia-do-cafenas-olimpiadas /.
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Cafeína é doping? Entenda a história
do café nas Olimpíadas
Não consegue trabalhar sem um cafezinho? Isso
poderia ser um problema se você fosse um atleta
olímpico. Entre 1984 e 2003, cafeína em excesso era
proibida nas Olimpíadas. Era, inclusive, considerada
como doping.
A proibição começou nas Olimpíadas de Los
Angeles, em 1984, e continuou ativa até as Olimpíadas
de Sydney, em 2000. A substância teve que ser proibida
pela Agência Mundial Antidoping nos anos 1980 porque
alguns esportistas estavam ingerindo altas doses de
cafeína pura para elevar seu desempenho na
competição.
O café proibido não era o café normal, daquele
que você toma na padaria. Cafeína pura é um
suplemento para dar mais energia para praticantes de
esportes. Em 1984, a substância foi proibida se
ultrapassasse o nível de 15 microgramas por mililitro de
urina. Já no ano seguinte, o valor foi reduzido para 12
microgramas.
A proibição não durou por muito tempo. Mesmo
em doses pequenas, menores do que o proibido pela
Agência Mundial Antidoping, a cafeína já é capaz de
melhorar o desempenho atlético de alguém, dando
mais disposição naquele momento e adiando o
cansaço. Mas esses desempenhos são tímidos
comparados a outras formas de doping.
A cafeína não apresenta grandes benefícios e
está presente na dieta de grande parte dos atletas,
então dificilmente poderia atuar como um diferencial
na competição.
Outra coisa que dificultava a proibição era como
decidir o que era uma quantidade abusiva de cafeína.
Os níveis da substância no xixi variam de acordo com
muitos fatores: momento da ingestão, massa corporal,
purificação realizada pelo metabolismo, hidratação, o
sexo do atleta e se ele faz uso habitual de cafeína.
Às vezes, uma quantidade muito pequena de
cafeína ingerida poderia ser excretada sem qualquer
alteração. Ou seja, a cafeína continua na urina na
mesma quantidade que a inicial, dando uma impressão
errada de um efeito intenso quando, na verdade, ela só
entrou e saiu do corpo.
Não dá para dizer, com certeza, quantas xícaras
de café te fariam ser banido dos Jogos Olímpicos,
porque isso depende de todos esses outros fatores individuais e variáveis. Uma estimativa diz que seriam
necessários oito expressos em algumas horas.
Por causa da dificuldade em medir a influência
da cafeína de forma justa e objetiva, a Agência Mundial
Antidoping a retirou da lista de substâncias proibidas
em 2003.
A cafeína não é mais proibida, mas ainda é
monitorada pela organização antidoping. Isso quer
dizer que eles ainda tentam identificar indícios de
abuso e se atentar para a possibilidade da substância
ser usada de forma desonesta no futuro.
Os critérios da Agência Mundial Antidoping para
banir uma droga são três: a substância precisa
aumentar o desempenho esportivo, representar um
risco para a saúde dos atletas e violar o espírito do
esporte.
No caso da cafeína, não há diferença prática de
desempenho esportivo entre as doses cavalares para
melhorar a performance e doses normais. O uso
exagerado da substância pode causar vários riscos de
saúde, como taquicardia, náuseas, pressão alta,
palpitações e dores de cabeça, mas seu consumo
moderado não apresenta tantos problemas. Tomar um
pingado já não é mais uma questão para os atletas
olímpicos.
Adaptado de:
https://super.abril.com.br/cultura/cafein
a-e-doping-entenda-a-historia-do-cafenas-olimpiadas /.
I – A cafeína foi proibida porque estava melhorando o desempenho dos atletas de forma significativa.
II – A cafeína deixou de ser proibida porque faz parte da dieta da maioria dos atletas e porque não é possível medir de forma precisa.
III – Pequenas quantidades de cafeína podem ser excretadas na urina sem alteração.
IV – É possível que a cafeína seja proibida novamente devido aos vários riscos de saúde, como taquicardia, náuseas, pressão alta, palpitações e dores de cabeça.
Assinale a alternativa correta:
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