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Foram encontradas 30 questões.

3681435 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Duque Caxias-RJ
A secretaria de obras da prefeitura de Duque de Caxias está projetando um novo parque urbano, e a curva de um dos caminhos paisagísticos será modelada por uma função quadrática. Sabe-se que o gráfico dessa função intercepta o eixo das ordenadas no ponto de ordenada –35, suas raízes têm soma igual a 6 e o produto é igual a 7. Com base nessas informações, qual o valor máximo dessa função, que representa o ponto mais alto do caminho paisagístico?
 

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3681434 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Duque Caxias-RJ
Determinada equipe de engenheiros da prefeitura de Duque de Caxias está estudando o comportamento de um índice mensal de qualidade ambiental em uma área urbanizada. Eles observaram que os valores mensais do índice seguem uma progressão aritmética de termos positivos, cujos três primeiros termos são dados por Enunciado 4343544-1. Com base nesse modelo, qual o valor do quinto mês desse índice?
 

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3681433 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Duque Caxias-RJ
Os sapatos de meu pai
O dia começou completamente sexta-feira, pensei enquanto levava o saco de lixo para a calçada. Um céu úmido chuviscava irritação sobre a cidade indefesa e fria, obrigando-me a proteger o rosto do vento molhado e escolher o lugar onde punha os pés. As lojas vizinhas também levantaram suas portas onduladas. Minha rotina dos dias pares, nossa escala entre as balconistas.
A três passos do poste, junto ao qual deixaria minha carga, dois sapatos largos e sujos, tamanhos, o direito esfregando-se na guia para se livrar do barro. Meu sangue parou e todo meu corpo também. Só meus olhos mantinham alguma vida, mas que não ousavam subir além de dois palmos das pernas. O medo grudava-me no céu da boca um gosto indeciso entre o morno e o frio. Qualquer coisa amarga em uma colher: toma, minha filha, vai te fazer bem. Eram os sapatos de meu pai. Por tudo que sei dele, eram os sapatos de meu pai.
Já não sei se o que me resta dele, de meu pai, são reminiscências minhas, situações que eu mesma vivi, ou são as lembranças de minha mãe, casos que ela me contava com olhos brilhantes, muitas vezes de lágrimas, outras vezes de pura paixão.
Paralisada no meio do caminho, não conseguia desgrudar os olhos daquele sapato embarrado esfregando-se na quina da guia. A garoa apertava mais densa, e um pequeno córrego escorria pelo meio-fio. Quase alegre. A poucos metros abaixo, entretanto, sem nenhuma resistência, despejava-se na boca de lobo e sumia na face escura da sexta-feira. Lá embaixo.
(BRAFF, Menalton. A coleira no pescoço. São Paulo: Bertrand Brasil. p. 77-80. Fragmento.)
Percebe-se, ao longo do texto, o emprego comum e recorrente de verbos flexionados no pretérito imperfeito do modo indicativo. É possível evidenciar que tal fato reflete ações (que)
 

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3681432 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Duque Caxias-RJ
Os sapatos de meu pai
O dia começou completamente sexta-feira, pensei enquanto levava o saco de lixo para a calçada. Um céu úmido chuviscava irritação sobre a cidade indefesa e fria, obrigando-me a proteger o rosto do vento molhado e escolher o lugar onde punha os pés. As lojas vizinhas também levantaram suas portas onduladas. Minha rotina dos dias pares, nossa escala entre as balconistas.
A três passos do poste, junto ao qual deixaria minha carga, dois sapatos largos e sujos, tamanhos, o direito esfregando-se na guia para se livrar do barro. Meu sangue parou e todo meu corpo também. Só meus olhos mantinham alguma vida, mas que não ousavam subir além de dois palmos das pernas. O medo grudava-me no céu da boca um gosto indeciso entre o morno e o frio. Qualquer coisa amarga em uma colher: toma, minha filha, vai te fazer bem. Eram os sapatos de meu pai. Por tudo que sei dele, eram os sapatos de meu pai.
Já não sei se o que me resta dele, de meu pai, são reminiscências minhas, situações que eu mesma vivi, ou são as lembranças de minha mãe, casos que ela me contava com olhos brilhantes, muitas vezes de lágrimas, outras vezes de pura paixão.
Paralisada no meio do caminho, não conseguia desgrudar os olhos daquele sapato embarrado esfregando-se na quina da guia. A garoa apertava mais densa, e um pequeno córrego escorria pelo meio-fio. Quase alegre. A poucos metros abaixo, entretanto, sem nenhuma resistência, despejava-se na boca de lobo e sumia na face escura da sexta-feira. Lá embaixo.
(BRAFF, Menalton. A coleira no pescoço. São Paulo: Bertrand Brasil. p. 77-80. Fragmento.)
O emprego das classes de palavras colabora para a criação de efeitos expressivos. As expressões destacadas a seguir pertencem à mesma classe gramatical, EXCETO:
 

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3681431 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Duque Caxias-RJ
Os sapatos de meu pai
O dia começou completamente sexta-feira, pensei enquanto levava o saco de lixo para a calçada. Um céu úmido chuviscava irritação sobre a cidade indefesa e fria, obrigando-me a proteger o rosto do vento molhado e escolher o lugar onde punha os pés. As lojas vizinhas também levantaram suas portas onduladas. Minha rotina dos dias pares, nossa escala entre as balconistas.
A três passos do poste, junto ao qual deixaria minha carga, dois sapatos largos e sujos, tamanhos, o direito esfregando-se na guia para se livrar do barro. Meu sangue parou e todo meu corpo também. Só meus olhos mantinham alguma vida, mas que não ousavam subir além de dois palmos das pernas. O medo grudava-me no céu da boca um gosto indeciso entre o morno e o frio. Qualquer coisa amarga em uma colher: toma, minha filha, vai te fazer bem. Eram os sapatos de meu pai. Por tudo que sei dele, eram os sapatos de meu pai.
Já não sei se o que me resta dele, de meu pai, são reminiscências minhas, situações que eu mesma vivi, ou são as lembranças de minha mãe, casos que ela me contava com olhos brilhantes, muitas vezes de lágrimas, outras vezes de pura paixão.
Paralisada no meio do caminho, não conseguia desgrudar os olhos daquele sapato embarrado esfregando-se na quina da guia. A garoa apertava mais densa, e um pequeno córrego escorria pelo meio-fio. Quase alegre. A poucos metros abaixo, entretanto, sem nenhuma resistência, despejava-se na boca de lobo e sumia na face escura da sexta-feira. Lá embaixo.
(BRAFF, Menalton. A coleira no pescoço. São Paulo: Bertrand Brasil. p. 77-80. Fragmento.)
Para Maria da Graça Costa Val, “o texto deve ser uma unidade semântica, ou seja, um todo significativo”. Para isso, é preciso que o significado das palavras seja considerado. Tendo em vista que a significação das palavras é o sentido que elas podem ter em diferentes contextos, assinale a associação INADEQUADA.
 

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3681430 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Duque Caxias-RJ
Os sapatos de meu pai
O dia começou completamente sexta-feira, pensei enquanto levava o saco de lixo para a calçada. Um céu úmido chuviscava irritação sobre a cidade indefesa e fria, obrigando-me a proteger o rosto do vento molhado e escolher o lugar onde punha os pés. As lojas vizinhas também levantaram suas portas onduladas. Minha rotina dos dias pares, nossa escala entre as balconistas.
A três passos do poste, junto ao qual deixaria minha carga, dois sapatos largos e sujos, tamanhos, o direito esfregando-se na guia para se livrar do barro. Meu sangue parou e todo meu corpo também. Só meus olhos mantinham alguma vida, mas que não ousavam subir além de dois palmos das pernas. O medo grudava-me no céu da boca um gosto indeciso entre o morno e o frio. Qualquer coisa amarga em uma colher: toma, minha filha, vai te fazer bem. Eram os sapatos de meu pai. Por tudo que sei dele, eram os sapatos de meu pai.
Já não sei se o que me resta dele, de meu pai, são reminiscências minhas, situações que eu mesma vivi, ou são as lembranças de minha mãe, casos que ela me contava com olhos brilhantes, muitas vezes de lágrimas, outras vezes de pura paixão.
Paralisada no meio do caminho, não conseguia desgrudar os olhos daquele sapato embarrado esfregando-se na quina da guia. A garoa apertava mais densa, e um pequeno córrego escorria pelo meio-fio. Quase alegre. A poucos metros abaixo, entretanto, sem nenhuma resistência, despejava-se na boca de lobo e sumia na face escura da sexta-feira. Lá embaixo.
(BRAFF, Menalton. A coleira no pescoço. São Paulo: Bertrand Brasil. p. 77-80. Fragmento.)
O conectivo destacado em “Só meus olhos mantinham alguma vida, mas que não ousavam subir além de dois palmos das pernas.” (2º§) correlaciona ideias introduzindo o valor semântico de:
 

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3681429 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Duque Caxias-RJ
Os sapatos de meu pai
O dia começou completamente sexta-feira, pensei enquanto levava o saco de lixo para a calçada. Um céu úmido chuviscava irritação sobre a cidade indefesa e fria, obrigando-me a proteger o rosto do vento molhado e escolher o lugar onde punha os pés. As lojas vizinhas também levantaram suas portas onduladas. Minha rotina dos dias pares, nossa escala entre as balconistas.
A três passos do poste, junto ao qual deixaria minha carga, dois sapatos largos e sujos, tamanhos, o direito esfregando-se na guia para se livrar do barro. Meu sangue parou e todo meu corpo também. Só meus olhos mantinham alguma vida, mas que não ousavam subir além de dois palmos das pernas. O medo grudava-me no céu da boca um gosto indeciso entre o morno e o frio. Qualquer coisa amarga em uma colher: toma, minha filha, vai te fazer bem. Eram os sapatos de meu pai. Por tudo que sei dele, eram os sapatos de meu pai.
Já não sei se o que me resta dele, de meu pai, são reminiscências minhas, situações que eu mesma vivi, ou são as lembranças de minha mãe, casos que ela me contava com olhos brilhantes, muitas vezes de lágrimas, outras vezes de pura paixão.
Paralisada no meio do caminho, não conseguia desgrudar os olhos daquele sapato embarrado esfregando-se na quina da guia. A garoa apertava mais densa, e um pequeno córrego escorria pelo meio-fio. Quase alegre. A poucos metros abaixo, entretanto, sem nenhuma resistência, despejava-se na boca de lobo e sumia na face escura da sexta-feira. Lá embaixo.
(BRAFF, Menalton. A coleira no pescoço. São Paulo: Bertrand Brasil. p. 77-80. Fragmento.)
A partir da leitura atenta do texto, pode-se inferir que a presença de “dois sapatos largos e sujos, tamanhos, o direito esfregando-se na guia para se livrar do barro” (2º§) provoca no narrador o seguinte sentimento:
 

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3681428 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Duque Caxias-RJ
Os sapatos de meu pai
O dia começou completamente sexta-feira, pensei enquanto levava o saco de lixo para a calçada. Um céu úmido chuviscava irritação sobre a cidade indefesa e fria, obrigando-me a proteger o rosto do vento molhado e escolher o lugar onde punha os pés. As lojas vizinhas também levantaram suas portas onduladas. Minha rotina dos dias pares, nossa escala entre as balconistas.
A três passos do poste, junto ao qual deixaria minha carga, dois sapatos largos e sujos, tamanhos, o direito esfregando-se na guia para se livrar do barro. Meu sangue parou e todo meu corpo também. Só meus olhos mantinham alguma vida, mas que não ousavam subir além de dois palmos das pernas. O medo grudava-me no céu da boca um gosto indeciso entre o morno e o frio. Qualquer coisa amarga em uma colher: toma, minha filha, vai te fazer bem. Eram os sapatos de meu pai. Por tudo que sei dele, eram os sapatos de meu pai.
Já não sei se o que me resta dele, de meu pai, são reminiscências minhas, situações que eu mesma vivi, ou são as lembranças de minha mãe, casos que ela me contava com olhos brilhantes, muitas vezes de lágrimas, outras vezes de pura paixão.
Paralisada no meio do caminho, não conseguia desgrudar os olhos daquele sapato embarrado esfregando-se na quina da guia. A garoa apertava mais densa, e um pequeno córrego escorria pelo meio-fio. Quase alegre. A poucos metros abaixo, entretanto, sem nenhuma resistência, despejava-se na boca de lobo e sumia na face escura da sexta-feira. Lá embaixo.
(BRAFF, Menalton. A coleira no pescoço. São Paulo: Bertrand Brasil. p. 77-80. Fragmento.)
O texto “Os sapatos de meu pai” pertence à tipologia narrativa. Em relação ao papel do narrador, é correto afirmar que:
 

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3681461 Ano: 2025
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Duque Caxias-RJ
Sobre tipos de cabos de transmissão utilizados para comunicação de dados, assinale a afirmativa INCORRETA.
Questão Anulada

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3681460 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Duque Caxias-RJ
Uma empresa de consultoria está desenvolvendo um sistema de avaliação para candidatos a vagas de emprego em Duque de Caxias. Para testar o sistema, os desenvolvedores criaram uma prova composta por cinco questões de múltipla escolha, cada uma com cinco alternativas, sendo apenas uma delas correta. Durante os testes do sistema, um dos desenvolvedores simulou a resposta de um candidato que faria essa prova escolhendo, aleatoriamente, uma alternativa em cada questão. Com base nessa simulação, qual a probabilidade de o candidato acertar exatamente uma das cinco questões?
Questão Anulada

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