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Foram encontradas 25 questões.

2577354 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG
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Durante um concurso de talentos foram selecionadas 8 finalistas com os seguintes números de inscrição:

Nome Ana Bia Carla Dandara Érica Fábia Graça Helena
Inscrição 123 252 403 325 128 224 073 183

Se uma das finalistas for sorteada para receber uma bolsa de estudos, a probabilidade de que o número de inscrição da contemplada seja múltiplo de 3 está compreendido entre:

 

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2577353 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG
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Um corredor gasta 650 calorias para percorrer uma corrida de 3.500 metros com intensidade média. Quantas calorias esse atleta irá gastar ao correr uma maratona, cuja distância é 42 km, com essa mesma intensidade?

 

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2577352 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG
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Um município do interior de Minas Gerais está executando o programa de vacinação da população e atualizou os dados a serem fornecidos à imprensa. No momento da divulgação das referências, o setor responsável pela informação afirmou ter vacinado 56% da população e que, na semana seguinte, a previsão é de que serão vacinadas 2.357 pessoas, alcançando uma marca de vacinação de 60% da população desse município. Com base nesses dados, é correto afirmar que a população dessa localidade está compreendida entre:

 

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2577351 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG
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A situação hipotética contextualiza a questão. Leia-a atentamente.

Joana é empresária e deseja abrir uma fábrica de pijamas. Para isso, ela coletou as seguintes informações sobre os gastos necessários para o funcionamento da fábrica:

!$ \bullet !$ Aluguel mensal: R$ 1.680,00;

!$ \bullet !$ Despesas fixas mensais: R$ 420,00;

!$ \bullet !$ Materiais de fabricação: R$ 15,00 para cada dezena de pijamas produzidos; e,

!$ \bullet !$ Salário mensal dos funcionários: R$ 1.100,00 por funcionário.

Analisando essas informações, Joana decidiu que irá contratar 3 funcionários para começar o empreendimento.

Se Joana decidir vender cada peça de pijama por R$ 13,50, quantas unidades ela deverá produzir e vender em um mês para que consiga pagar todas os gastos da fábrica e, ainda, obter um lucro de R$ 5.400,00 nesse período?

 

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2577350 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG
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A situação hipotética contextualiza a questão. Leia-a atentamente.

Joana é empresária e deseja abrir uma fábrica de pijamas. Para isso, ela coletou as seguintes informações sobre os gastos necessários para o funcionamento da fábrica:

!$ \bullet !$ Aluguel mensal: R$ 1.680,00;

!$ \bullet !$ Despesas fixas mensais: R$ 420,00;

!$ \bullet !$ Materiais de fabricação: R$ 15,00 para cada dezena de pijamas produzidos; e,

!$ \bullet !$ Salário mensal dos funcionários: R$ 1.100,00 por funcionário.

Analisando essas informações, Joana decidiu que irá contratar 3 funcionários para começar o empreendimento.

Qual é a equação do gasto mensal “G” da fábrica de Joana em relação ao número “x” de unidades de pijamas produzidos no período e dos demais gastos relacionados no texto?

 

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2577349 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG
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O tempo

Há duas formas de marcar o tempo. Uma delas foi inventada por homens que amam a precisão dos números, matemáticos, astrônomos, cientistas, técnicos. Para marcar o tempo de forma precisa, eles fabricaram ampulhetas, relógios, cronômetros, calendários. Nesses artefatos técnicos, todos os pedaços do tempo – segundos, minutos, dias, anos – são feitos de uma mesma substância: números, entidades matemáticas. Não há inícios nem fins, apenas a indiferente sucessão de momentos, que nada dizem sobre alegrias e sofrimentos. Apenas um bolso vazio. Nele, a alma não encontra morada.

Nas Olimpíadas, a performance dos corredores e nadadores é medida até os centésimos. Fico a me perguntar: “Como é que conseguem? Que diferença faz?”.

A outra foi inventada por homens que sabem que a vida não pode ser medida com calendários e relógios. A vida só pode ser marcada com a vida. Os amantes do ‘Cântico dos Cânticos’ marcavam o tempo do amor pelos frutos maduros que pendiam das árvores. Quando as folhas dos plátanos ficam amarelas sabemos que o outono chegou. Os ipês- -rosas e amarelos anunciam o inverno.

Qual a magia que informa os ipês, todos eles, em lugares muito diferentes, que é hora de perder as folhas e florescer? E sem misturar as cores. Primeiro os rosas, depois os amarelos e, finalmente, os brancos.

A precisão dos números marca o tempo das máquinas e do dinheiro. O tempo do amor se marca com o corpo.

Um calendário é coisa precisa: anos, meses, dias, horas, que são marcados com números. Esses números medem o tempo. Mas os pedaços de tempo são bolsos vazios: nada há dentro deles. O bolso vazio do tempo se torna parte do nosso corpo quando o enchemos com vida. Aí o tempo não mais pode ser representado por números. O tempo aparece como um fruto que vai sendo comido: é belo, é colorido, é perfumado. E, à medida que vai sendo comido, vai acabando. Vem a tristeza. O tempo da vida se marca por alegrias e tristezas. Há inícios e há fins.

Viver ao ritmo de alegrias e tristezas é ser sábio. “Sapio”, no latim, quer dizer, “eu saboreio”. O sábio é um degustador da vida. A vida não é para ser medida. Ela é para ser saboreada.

(Rubem Alves, do livro “Do universo à jabuticaba”. São Paulo: Editora Planeta, 2010. Com adaptações.)

O termo “astrônomos” transcrito do texto é acentuado pelo mesmo motivo que a seguinte palavra:

 

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2577348 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG
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O tempo

Há duas formas de marcar o tempo. Uma delas foi inventada por homens que amam a precisão dos números, matemáticos, astrônomos, cientistas, técnicos. Para marcar o tempo de forma precisa, eles fabricaram ampulhetas, relógios, cronômetros, calendários. Nesses artefatos técnicos, todos os pedaços do tempo – segundos, minutos, dias, anos – são feitos de uma mesma substância: números, entidades matemáticas. Não há inícios nem fins, apenas a indiferente sucessão de momentos, que nada dizem sobre alegrias e sofrimentos. Apenas um bolso vazio. Nele, a alma não encontra morada.

Nas Olimpíadas, a performance dos corredores e nadadores é medida até os centésimos. Fico a me perguntar: “Como é que conseguem? Que diferença faz?”.

A outra foi inventada por homens que sabem que a vida não pode ser medida com calendários e relógios. A vida só pode ser marcada com a vida. Os amantes do ‘Cântico dos Cânticos’ marcavam o tempo do amor pelos frutos maduros que pendiam das árvores. Quando as folhas dos plátanos ficam amarelas sabemos que o outono chegou. Os ipês- -rosas e amarelos anunciam o inverno.

Qual a magia que informa os ipês, todos eles, em lugares muito diferentes, que é hora de perder as folhas e florescer? E sem misturar as cores. Primeiro os rosas, depois os amarelos e, finalmente, os brancos.

A precisão dos números marca o tempo das máquinas e do dinheiro. O tempo do amor se marca com o corpo.

Um calendário é coisa precisa: anos, meses, dias, horas, que são marcados com números. Esses números medem o tempo. Mas os pedaços de tempo são bolsos vazios: nada há dentro deles. O bolso vazio do tempo se torna parte do nosso corpo quando o enchemos com vida. Aí o tempo não mais pode ser representado por números. O tempo aparece como um fruto que vai sendo comido: é belo, é colorido, é perfumado. E, à medida que vai sendo comido, vai acabando. Vem a tristeza. O tempo da vida se marca por alegrias e tristezas. Há inícios e há fins.

Viver ao ritmo de alegrias e tristezas é ser sábio. “Sapio”, no latim, quer dizer, “eu saboreio”. O sábio é um degustador da vida. A vida não é para ser medida. Ela é para ser saboreada.

(Rubem Alves, do livro “Do universo à jabuticaba”. São Paulo: Editora Planeta, 2010. Com adaptações.)

Há ERRO de grafia em:

 

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2577347 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG
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O tempo

Há duas formas de marcar o tempo. Uma delas foi inventada por homens que amam a precisão dos números, matemáticos, astrônomos, cientistas, técnicos. Para marcar o tempo de forma precisa, eles fabricaram ampulhetas, relógios, cronômetros, calendários. Nesses artefatos técnicos, todos os pedaços do tempo – segundos, minutos, dias, anos – são feitos de uma mesma substância: números, entidades matemáticas. Não há inícios nem fins, apenas a indiferente sucessão de momentos, que nada dizem sobre alegrias e sofrimentos. Apenas um bolso vazio. Nele, a alma não encontra morada.

Nas Olimpíadas, a performance dos corredores e nadadores é medida até os centésimos. Fico a me perguntar: “Como é que conseguem? Que diferença faz?”.

A outra foi inventada por homens que sabem que a vida não pode ser medida com calendários e relógios. A vida só pode ser marcada com a vida. Os amantes do ‘Cântico dos Cânticos’ marcavam o tempo do amor pelos frutos maduros que pendiam das árvores. Quando as folhas dos plátanos ficam amarelas sabemos que o outono chegou. Os ipês- -rosas e amarelos anunciam o inverno.

Qual a magia que informa os ipês, todos eles, em lugares muito diferentes, que é hora de perder as folhas e florescer? E sem misturar as cores. Primeiro os rosas, depois os amarelos e, finalmente, os brancos.

A precisão dos números marca o tempo das máquinas e do dinheiro. O tempo do amor se marca com o corpo.

Um calendário é coisa precisa: anos, meses, dias, horas, que são marcados com números. Esses números medem o tempo. Mas os pedaços de tempo são bolsos vazios: nada há dentro deles. O bolso vazio do tempo se torna parte do nosso corpo quando o enchemos com vida. Aí o tempo não mais pode ser representado por números. O tempo aparece como um fruto que vai sendo comido: é belo, é colorido, é perfumado. E, à medida que vai sendo comido, vai acabando. Vem a tristeza. O tempo da vida se marca por alegrias e tristezas. Há inícios e há fins.

Viver ao ritmo de alegrias e tristezas é ser sábio. “Sapio”, no latim, quer dizer, “eu saboreio”. O sábio é um degustador da vida. A vida não é para ser medida. Ela é para ser saboreada.

(Rubem Alves, do livro “Do universo à jabuticaba”. São Paulo: Editora Planeta, 2010. Com adaptações.)

Não há inícios nem fins, apenas a indiferente sucessão de momentos, que nada dizem sobre alegrias e sofrimentos. Apenas um bolso vazio. ” (1º§) No trecho anterior, a expressão “apenas” exprime circunstância de:

 

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Questão presente nas seguintes provas
2577346 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG
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O tempo

Há duas formas de marcar o tempo. Uma delas foi inventada por homens que amam a precisão dos números, matemáticos, astrônomos, cientistas, técnicos. Para marcar o tempo de forma precisa, eles fabricaram ampulhetas, relógios, cronômetros, calendários. Nesses artefatos técnicos, todos os pedaços do tempo – segundos, minutos, dias, anos – são feitos de uma mesma substância: números, entidades matemáticas. Não há inícios nem fins, apenas a indiferente sucessão de momentos, que nada dizem sobre alegrias e sofrimentos. Apenas um bolso vazio. Nele, a alma não encontra morada.

Nas Olimpíadas, a performance dos corredores e nadadores é medida até os centésimos. Fico a me perguntar: “Como é que conseguem? Que diferença faz?”.

A outra foi inventada por homens que sabem que a vida não pode ser medida com calendários e relógios. A vida só pode ser marcada com a vida. Os amantes do ‘Cântico dos Cânticos’ marcavam o tempo do amor pelos frutos maduros que pendiam das árvores. Quando as folhas dos plátanos ficam amarelas sabemos que o outono chegou. Os ipês- -rosas e amarelos anunciam o inverno.

Qual a magia que informa os ipês, todos eles, em lugares muito diferentes, que é hora de perder as folhas e florescer? E sem misturar as cores. Primeiro os rosas, depois os amarelos e, finalmente, os brancos.

A precisão dos números marca o tempo das máquinas e do dinheiro. O tempo do amor se marca com o corpo.

Um calendário é coisa precisa: anos, meses, dias, horas, que são marcados com números. Esses números medem o tempo. Mas os pedaços de tempo são bolsos vazios: nada há dentro deles. O bolso vazio do tempo se torna parte do nosso corpo quando o enchemos com vida. Aí o tempo não mais pode ser representado por números. O tempo aparece como um fruto que vai sendo comido: é belo, é colorido, é perfumado. E, à medida que vai sendo comido, vai acabando. Vem a tristeza. O tempo da vida se marca por alegrias e tristezas. Há inícios e há fins.

Viver ao ritmo de alegrias e tristezas é ser sábio. “Sapio”, no latim, quer dizer, “eu saboreio”. O sábio é um degustador da vida. A vida não é para ser medida. Ela é para ser saboreada.

(Rubem Alves, do livro “Do universo à jabuticaba”. São Paulo: Editora Planeta, 2010. Com adaptações.)

No fragmento “Os ipês-rosas e amarelos anunciam o inverno.” (3º§), a ação verbal expressa um fato:

 

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Questão presente nas seguintes provas
2577345 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG
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O tempo

Há duas formas de marcar o tempo. Uma delas foi inventada por homens que amam a precisão dos números, matemáticos, astrônomos, cientistas, técnicos. Para marcar o tempo de forma precisa, eles fabricaram ampulhetas, relógios, cronômetros, calendários. Nesses artefatos técnicos, todos os pedaços do tempo – segundos, minutos, dias, anos – são feitos de uma mesma substância: números, entidades matemáticas. Não há inícios nem fins, apenas a indiferente sucessão de momentos, que nada dizem sobre alegrias e sofrimentos. Apenas um bolso vazio. Nele, a alma não encontra morada.

Nas Olimpíadas, a performance dos corredores e nadadores é medida até os centésimos. Fico a me perguntar: “Como é que conseguem? Que diferença faz?”.

A outra foi inventada por homens que sabem que a vida não pode ser medida com calendários e relógios. A vida só pode ser marcada com a vida. Os amantes do ‘Cântico dos Cânticos’ marcavam o tempo do amor pelos frutos maduros que pendiam das árvores. Quando as folhas dos plátanos ficam amarelas sabemos que o outono chegou. Os ipês- -rosas e amarelos anunciam o inverno.

Qual a magia que informa os ipês, todos eles, em lugares muito diferentes, que é hora de perder as folhas e florescer? E sem misturar as cores. Primeiro os rosas, depois os amarelos e, finalmente, os brancos.

A precisão dos números marca o tempo das máquinas e do dinheiro. O tempo do amor se marca com o corpo.

Um calendário é coisa precisa: anos, meses, dias, horas, que são marcados com números. Esses números medem o tempo. Mas os pedaços de tempo são bolsos vazios: nada há dentro deles. O bolso vazio do tempo se torna parte do nosso corpo quando o enchemos com vida. Aí o tempo não mais pode ser representado por números. O tempo aparece como um fruto que vai sendo comido: é belo, é colorido, é perfumado. E, à medida que vai sendo comido, vai acabando. Vem a tristeza. O tempo da vida se marca por alegrias e tristezas. Há inícios e há fins.

Viver ao ritmo de alegrias e tristezas é ser sábio. “Sapio”, no latim, quer dizer, “eu saboreio”. O sábio é um degustador da vida. A vida não é para ser medida. Ela é para ser saboreada.

(Rubem Alves, do livro “Do universo à jabuticaba”. São Paulo: Editora Planeta, 2010. Com adaptações.)

No trecho “Qual a magia que informa os ipês, todos eles, em lugares muito diferentes, que é hora de perder as folhas e florescer?” (4º§), o ponto de interrogação ( ? ) tem como objetivo:

 

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