Foram encontradas 405 questões.
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG
“A cliente de uma determinada rede de supermercados localizado do Jardim Ângela, na Zona Sul de São Paulo, denunciou nas redes sociais que o mercado entrega bandejas vazias de carne aos clientes até que o valor do produto seja pago no caixa. A prática não é adotada em unidades da mesma rede localizadas em bairros nobres da capital, como a da Avenida Brigadeiro Luís Antônio, próxima à Paulista. Na denúncia, publicada nas redes sociais, foi relatado que tal prática, segundo uma funcionária da loja, ‘evitaria roubo’.”
(Disponível em: https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2021/10/18/ mercadojardim-angela-na-periferia-de-sp-entrega-bandeja-de-carnevazia- ate-que-pagamento-seja-concluido-diz-cliente.ghtml. Acesso em: 18/10/2021. Adaptado.)
Atualmente, os brasileiros estão sentindo os impactos da pandemia e a desestabilização da economia que afetam profundamente o poder de compra; a fome a cada dia afeta inúmeras famílias. Em relação à situação econômica do país e seus impactos, é INCORRETO afirmar que:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG

O Brasão de Armas é um dos símbolos nacionais adotado com a Proclamação da República, em 1889. Sobre a Proclamação da República, assinale a afirmativa INCORRETA.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG
“Cerca de 19 mil crianças migrantes cruzaram este ano a selva inóspita e perigosa do Darien, entre a Colômbia e o Panamá, a caminho dos Estados Unidos, segundo informações do Unicef. A selva de Darien, se tornou um corredor para migrantes que, da América , tentam cruzar a América e o México a caminho dos Estados Unidos.” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.
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Texto II para responder à questão.

(BRUM, Rodrigo. Íntegra – Agência Experimental, 2021. Disponível em: https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/2021/01/22/impac tos-da-pandemia-na-educacao-brasileira-de-jovens-e-adultos/. Acesso em: 16/08/2021.)
No texto II, a vírgula após a palavra “mãe” (na fala da criança) e as vírgulas que isolam a palavra “menino” (na fala da mãe) foram usadas para indicar que ambos os termos exercem função de:
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Texto I.
Impactos da pandemia na educação brasileira de jovens e adultos
Diante da pandemia decorrente do vírus Covid-19 fica ainda mais evidente o cenário de desigualdade no âmbito da educação brasileira. A situação trouxe à tona problemas como: a falta de recursos digitais, a dificuldade de aprendizagem dos alunos portadores de deficiência e o impacto da saúde mental em crianças e jovens, entre outros.
Com o avanço da tecnologia, o Ensino a Distância (EaD) foi se tornando cada vez mais viável, inclusive com faculdades sendo inteiramente a distância. Já no começo da pandemia, com o ensino presencial se tornando inviável, várias instituições decidiram abraçar o EaD como método de ensino, mas há muitos alunos vindos de zonas rurais sem acesso à internet, ou com algum tipo de deficiência, entre tantas situações que dificultam este acesso. Com isso, não tendo o devido acompanhamento, o ensino pode ser elitizado ou capacitista, pois escolas com poucas condições de renda podem ter dificuldades, fazendo com que o aluno não atinja as metas exigidas pela instituição.
Em agosto de 2020, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) realizou o estudo “Acesso Domiciliar à Internet e Ensino Remoto Durante a Pandemia”, o qual evidenciou que “cerca de seis milhões de estudantes, desde a pré-escola até a pós-graduação, não têm acesso à internet banda larga ou 3G/4G em casa”. Também mostrou que alunos do ensino fundamental são os mais afetados, juntamente com os anos iniciais e os anos finais, o que somava mais de 4,35 milhões de estudantes sem acesso, sendo 4,23 milhões de escolas públicas. No ensino médio eram 780 mil adolescentes sem internet em casa.
Outro fator discutido durante a pandemia é a Educação Inclusiva. Em uma entrevista para o site Nova Escola, Lailla Micas, coordenadora do portal DIVERSA, uma iniciativa do Instituto Rodrigo Mendes (IRM) e Maria da Paz Castro (Gunga), coordenadora pedagógica e consultora da área de inclusão da Escola da Vila, em São Paulo falaram sobre responsabilidade. Elas asseguraram que as escolas, juntamente com o engajamento dos pais, têm o papel de cuidar para que nenhuma pessoa portadora de deficiência seja desmotivada, excluída ou deixe de estudar em razão das suas limitações. Desta forma, é responsabilidade de todos atuarem para que não haja consequências discriminatórias e de aprofundamento das desigualdades.
Além do mais, outro fator que se perpetua na sociedade e que sobressai em tempos de pandemia, é a saúde mental, a qual tem ocasionado muitos problemas nas pessoas por conta do isolamento físico e social. Diversos estudos internacionais ressaltam que houve um aumento de indivíduos com problemas psíquicos que podem compreender desde ansiedade, ataques de pânico, depressão, estresse pós-traumático e inclusive o medo excessivo da morte.
Devora Kestel, que apresentou um relatório na agência de saúde da ONU a respeito da Covid-19 e da saúde mental, em entrevista para o portal G1 ressalta que um aumento no número e na gravidade de doenças mentais é provável, e que os governos deveriam colocar a questão “na linha de frente” de suas reações. “A saúde mental e o bem-estar de sociedades inteiras foram seriamente impactados por esta crise e são uma prioridade a ser abordada urgentemente”, disse Kestel em entrevista coletiva.
(Agência Experimental, 2021. Disponível em: https://www.ufsm.br/midias/ experimental/integra/2021/01/22/impactos-da-pandemia-na-educacao -brasileira-de-jovens-e-adultos/. Acesso em: 16/08/2021. Com adaptações.)
Texto II.

(BRUM, Rodrigo. Íntegra – Agência Experimental, 2021. Disponível em: https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/2021/01/22/impac tos-da-pandemia-na-educacao-brasileira-de-jovens-e-adultos/. Acesso em: 16/08/2021.)
Releia os textos I e II para responder à questão.
Os textos I e II, embora constituam gêneros textuais distintos, apresentam, em comum, elementos relacionados à (ao):
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Texto II para responder à questão.

(BRUM, Rodrigo. Íntegra – Agência Experimental, 2021. Disponível em: https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/2021/01/22/impac tos-da-pandemia-na-educacao-brasileira-de-jovens-e-adultos/. Acesso em: 16/08/2021.)
O texto II é um exemplar do gênero:
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Impactos da pandemia na educação brasileira de jovens e adultos
Diante da pandemia decorrente do vírus Covid-19 fica ainda mais evidente o cenário de desigualdade no âmbito da educação brasileira. A situação trouxe à tona problemas como: a falta de recursos digitais, a dificuldade de aprendizagem dos alunos portadores de deficiência e o impacto da saúde mental em crianças e jovens, entre outros.
Com o avanço da tecnologia, o Ensino a Distância (EaD) foi se tornando cada vez mais viável, inclusive com faculdades sendo inteiramente a distância. Já no começo da pandemia, com o ensino presencial se tornando inviável, várias instituições decidiram abraçar o EaD como método de ensino, mas há muitos alunos vindos de zonas rurais sem acesso à internet, ou com algum tipo de deficiência, entre tantas situações que dificultam este acesso. Com isso, não tendo o devido acompanhamento, o ensino pode ser elitizado ou capacitista, pois escolas com poucas condições de renda podem ter dificuldades, fazendo com que o aluno não atinja as metas exigidas pela instituição.
Em agosto de 2020, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) realizou o estudo “Acesso Domiciliar à Internet e Ensino Remoto Durante a Pandemia”, o qual evidenciou que “cerca de seis milhões de estudantes, desde a pré-escola até a pós-graduação, não têm acesso à internet banda larga ou 3G/4G em casa”. Também mostrou que alunos do ensino fundamental são os mais afetados, juntamente com os anos iniciais e os anos finais, o que somava mais de 4,35 milhões de estudantes sem acesso, sendo 4,23 milhões de escolas públicas. No ensino médio eram 780 mil adolescentes sem internet em casa.
Outro fator discutido durante a pandemia é a Educação Inclusiva. Em uma entrevista para o site Nova Escola, Lailla Micas, coordenadora do portal DIVERSA, uma iniciativa do Instituto Rodrigo Mendes (IRM) e Maria da Paz Castro (Gunga), coordenadora pedagógica e consultora da área de inclusão da Escola da Vila, em São Paulo falaram sobre responsabilidade. Elas asseguraram que as escolas, juntamente com o engajamento dos pais, têm o papel de cuidar para que nenhuma pessoa portadora de deficiência seja desmotivada, excluída ou deixe de estudar em razão das suas limitações. Desta forma, é responsabilidade de todos atuarem para que não haja consequências discriminatórias e de aprofundamento das desigualdades.
Além do mais, outro fator que se perpetua na sociedade e que sobressai em tempos de pandemia, é a saúde mental, a qual tem ocasionado muitos problemas nas pessoas por conta do isolamento físico e social. Diversos estudos internacionais ressaltam que houve um aumento de indivíduos com problemas psíquicos que podem compreender desde ansiedade, ataques de pânico, depressão, estresse pós-traumático e inclusive o medo excessivo da morte.
Devora Kestel, que apresentou um relatório na agência de saúde da ONU a respeito da Covid-19 e da saúde mental, em entrevista para o portal G1 ressalta que um aumento no número e na gravidade de doenças mentais é provável, e que os governos deveriam colocar a questão “na linha de frente” de suas reações. “A saúde mental e o bem-estar de sociedades inteiras foram seriamente impactados por esta crise e são uma prioridade a ser abordada urgentemente”, disse Kestel em entrevista coletiva.
(Agência Experimental, 2021. Disponível em: https://www.ufsm.br/midias/ experimental/integra/2021/01/22/impactos-da-pandemia-na-educacao -brasileira-de-jovens-e-adultos/. Acesso em: 16/08/2021. Com adaptações.)
Na passagem “Desta forma, é responsabilidade de todos atuarem para que não haja consequências discriminatórias e de aprofundamento das desigualdades.” (4º§), os termos destacados podem ser substituídos, sem alteração de sentido, respectivamente, por:
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Impactos da pandemia na educação brasileira de jovens e adultos
Diante da pandemia decorrente do vírus Covid-19 fica ainda mais evidente o cenário de desigualdade no âmbito da educação brasileira. A situação trouxe à tona problemas como: a falta de recursos digitais, a dificuldade de aprendizagem dos alunos portadores de deficiência e o impacto da saúde mental em crianças e jovens, entre outros.
Com o avanço da tecnologia, o Ensino a Distância (EaD) foi se tornando cada vez mais viável, inclusive com faculdades sendo inteiramente a distância. Já no começo da pandemia, com o ensino presencial se tornando inviável, várias instituições decidiram abraçar o EaD como método de ensino, mas há muitos alunos vindos de zonas rurais sem acesso à internet, ou com algum tipo de deficiência, entre tantas situações que dificultam este acesso. Com isso, não tendo o devido acompanhamento, o ensino pode ser elitizado ou capacitista, pois escolas com poucas condições de renda podem ter dificuldades, fazendo com que o aluno não atinja as metas exigidas pela instituição.
Em agosto de 2020, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) realizou o estudo “Acesso Domiciliar à Internet e Ensino Remoto Durante a Pandemia”, o qual evidenciou que “cerca de seis milhões de estudantes, desde a pré-escola até a pós-graduação, não têm acesso à internet banda larga ou 3G/4G em casa”. Também mostrou que alunos do ensino fundamental são os mais afetados, juntamente com os anos iniciais e os anos finais, o que somava mais de 4,35 milhões de estudantes sem acesso, sendo 4,23 milhões de escolas públicas. No ensino médio eram 780 mil adolescentes sem internet em casa.
Outro fator discutido durante a pandemia é a Educação Inclusiva. Em uma entrevista para o site Nova Escola, Lailla Micas, coordenadora do portal DIVERSA, uma iniciativa do Instituto Rodrigo Mendes (IRM) e Maria da Paz Castro (Gunga), coordenadora pedagógica e consultora da área de inclusão da Escola da Vila, em São Paulo falaram sobre responsabilidade. Elas asseguraram que as escolas, juntamente com o engajamento dos pais, têm o papel de cuidar para que nenhuma pessoa portadora de deficiência seja desmotivada, excluída ou deixe de estudar em razão das suas limitações. Desta forma, é responsabilidade de todos atuarem para que não haja consequências discriminatórias e de aprofundamento das desigualdades.
Além do mais, outro fator que se perpetua na sociedade e que sobressai em tempos de pandemia, é a saúde mental, a qual tem ocasionado muitos problemas nas pessoas por conta do isolamento físico e social. Diversos estudos internacionais ressaltam que houve um aumento de indivíduos com problemas psíquicos que podem compreender desde ansiedade, ataques de pânico, depressão, estresse pós-traumático e inclusive o medo excessivo da morte.
Devora Kestel, que apresentou um relatório na agência de saúde da ONU a respeito da Covid-19 e da saúde mental, em entrevista para o portal G1 ressalta que um aumento no número e na gravidade de doenças mentais é provável, e que os governos deveriam colocar a questão “na linha de frente” de suas reações. “A saúde mental e o bem-estar de sociedades inteiras foram seriamente impactados por esta crise e são uma prioridade a ser abordada urgentemente”, disse Kestel em entrevista coletiva.
(Agência Experimental, 2021. Disponível em: https://www.ufsm.br/midias/ experimental/integra/2021/01/22/impactos-da-pandemia-na-educacao -brasileira-de-jovens-e-adultos/. Acesso em: 16/08/2021. Com adaptações.)
Releia os excertos a seguir.
I. “(...) outro fator que se perpetua na sociedade e que sobressai em tempos de pandemia, é a saúde mental, (...)” (5º§)
II. “Elas asseguraram que as escolas, juntamente com o engajamento dos pais, (...)” (4º§)
Os termos destacados significam, no contexto, respectivamente:
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Impactos da pandemia na educação brasileira de jovens e adultos
Diante da pandemia decorrente do vírus Covid-19 fica ainda mais evidente o cenário de desigualdade no âmbito da educação brasileira. A situação trouxe à tona problemas como: a falta de recursos digitais, a dificuldade de aprendizagem dos alunos portadores de deficiência e o impacto da saúde mental em crianças e jovens, entre outros.
Com o avanço da tecnologia, o Ensino a Distância (EaD) foi se tornando cada vez mais viável, inclusive com faculdades sendo inteiramente a distância. Já no começo da pandemia, com o ensino presencial se tornando inviável, várias instituições decidiram abraçar o EaD como método de ensino, mas há muitos alunos vindos de zonas rurais sem acesso à internet, ou com algum tipo de deficiência, entre tantas situações que dificultam este acesso. Com isso, não tendo o devido acompanhamento, o ensino pode ser elitizado ou capacitista, pois escolas com poucas condições de renda podem ter dificuldades, fazendo com que o aluno não atinja as metas exigidas pela instituição.
Em agosto de 2020, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) realizou o estudo “Acesso Domiciliar à Internet e Ensino Remoto Durante a Pandemia”, o qual evidenciou que “cerca de seis milhões de estudantes, desde a pré-escola até a pós-graduação, não têm acesso à internet banda larga ou 3G/4G em casa”. Também mostrou que alunos do ensino fundamental são os mais afetados, juntamente com os anos iniciais e os anos finais, o que somava mais de 4,35 milhões de estudantes sem acesso, sendo 4,23 milhões de escolas públicas. No ensino médio eram 780 mil adolescentes sem internet em casa.
Outro fator discutido durante a pandemia é a Educação Inclusiva. Em uma entrevista para o site Nova Escola, Lailla Micas, coordenadora do portal DIVERSA, uma iniciativa do Instituto Rodrigo Mendes (IRM) e Maria da Paz Castro (Gunga), coordenadora pedagógica e consultora da área de inclusão da Escola da Vila, em São Paulo falaram sobre responsabilidade. Elas asseguraram que as escolas, juntamente com o engajamento dos pais, têm o papel de cuidar para que nenhuma pessoa portadora de deficiência seja desmotivada, excluída ou deixe de estudar em razão das suas limitações. Desta forma, é responsabilidade de todos atuarem para que não haja consequências discriminatórias e de aprofundamento das desigualdades.
Além do mais, outro fator que se perpetua na sociedade e que sobressai em tempos de pandemia, é a saúde mental, a qual tem ocasionado muitos problemas nas pessoas por conta do isolamento físico e social. Diversos estudos internacionais ressaltam que houve um aumento de indivíduos com problemas psíquicos que podem compreender desde ansiedade, ataques de pânico, depressão, estresse pós-traumático e inclusive o medo excessivo da morte.
Devora Kestel, que apresentou um relatório na agência de saúde da ONU a respeito da Covid-19 e da saúde mental, em entrevista para o portal G1 ressalta que um aumento no número e na gravidade de doenças mentais é provável, e que os governos deveriam colocar a questão “na linha de frente” de suas reações. “A saúde mental e o bem-estar de sociedades inteiras foram seriamente impactados por esta crise e são uma prioridade a ser abordada urgentemente”, disse Kestel em entrevista coletiva.
(Agência Experimental, 2021. Disponível em: https://www.ufsm.br/midias/ experimental/integra/2021/01/22/impactos-da-pandemia-na-educacao -brasileira-de-jovens-e-adultos/. Acesso em: 16/08/2021. Com adaptações.)
Os termos EaD, IPEA, IRM, ONU e Covid são conhecidos como siglas. Do ponto de vista morfológico, as siglas são entendidas como um processo de formação de palavras que consiste em:
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Impactos da pandemia na educação brasileira de jovens e adultos
Diante da pandemia decorrente do vírus Covid-19 fica ainda mais evidente o cenário de desigualdade no âmbito da educação brasileira. A situação trouxe à tona problemas como: a falta de recursos digitais, a dificuldade de aprendizagem dos alunos portadores de deficiência e o impacto da saúde mental em crianças e jovens, entre outros.
Com o avanço da tecnologia, o Ensino a Distância (EaD) foi se tornando cada vez mais viável, inclusive com faculdades sendo inteiramente a distância. Já no começo da pandemia, com o ensino presencial se tornando inviável, várias instituições decidiram abraçar o EaD como método de ensino, mas há muitos alunos vindos de zonas rurais sem acesso à internet, ou com algum tipo de deficiência, entre tantas situações que dificultam este acesso. Com isso, não tendo o devido acompanhamento, o ensino pode ser elitizado ou capacitista, pois escolas com poucas condições de renda podem ter dificuldades, fazendo com que o aluno não atinja as metas exigidas pela instituição.
Em agosto de 2020, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) realizou o estudo “Acesso Domiciliar à Internet e Ensino Remoto Durante a Pandemia”, o qual evidenciou que “cerca de seis milhões de estudantes, desde a pré-escola até a pós-graduação, não têm acesso à internet banda larga ou 3G/4G em casa”. Também mostrou que alunos do ensino fundamental são os mais afetados, juntamente com os anos iniciais e os anos finais, o que somava mais de 4,35 milhões de estudantes sem acesso, sendo 4,23 milhões de escolas públicas. No ensino médio eram 780 mil adolescentes sem internet em casa.
Outro fator discutido durante a pandemia é a Educação Inclusiva. Em uma entrevista para o site Nova Escola, Lailla Micas, coordenadora do portal DIVERSA, uma iniciativa do Instituto Rodrigo Mendes (IRM) e Maria da Paz Castro (Gunga), coordenadora pedagógica e consultora da área de inclusão da Escola da Vila, em São Paulo falaram sobre responsabilidade. Elas asseguraram que as escolas, juntamente com o engajamento dos pais, têm o papel de cuidar para que nenhuma pessoa portadora de deficiência seja desmotivada, excluída ou deixe de estudar em razão das suas limitações. Desta forma, é responsabilidade de todos atuarem para que não haja consequências discriminatórias e de aprofundamento das desigualdades.
Além do mais, outro fator que se perpetua na sociedade e que sobressai em tempos de pandemia, é a saúde mental, a qual tem ocasionado muitos problemas nas pessoas por conta do isolamento físico e social. Diversos estudos internacionais ressaltam que houve um aumento de indivíduos com problemas psíquicos que podem compreender desde ansiedade, ataques de pânico, depressão, estresse pós-traumático e inclusive o medo excessivo da morte.
Devora Kestel, que apresentou um relatório na agência de saúde da ONU a respeito da Covid-19 e da saúde mental, em entrevista para o portal G1 ressalta que um aumento no número e na gravidade de doenças mentais é provável, e que os governos deveriam colocar a questão “na linha de frente” de suas reações. “A saúde mental e o bem-estar de sociedades inteiras foram seriamente impactados por esta crise e são uma prioridade a ser abordada urgentemente”, disse Kestel em entrevista coletiva.
(Agência Experimental, 2021. Disponível em: https://www.ufsm.br/midias/ experimental/integra/2021/01/22/impactos-da-pandemia-na-educacao -brasileira-de-jovens-e-adultos/. Acesso em: 16/08/2021. Com adaptações.)
O trecho que contém uma opinião emitida pelo autor do texto pode ser identificado em:
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