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2353382 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Estância Velha-RS
Famílias postiças contra a sigilosa epidemia da solidão
Rosa enviuvou em agosto e desde então carrega nos ombros um pesado silêncio. Só o telefonema de uma amiga todos os dias às nove da noite diminui um pouco o seu vazio. Rosa vive na Galícia, uma região chuvosa no norte da Espanha, onde impera o caráter introspectivo e estoico. Além disso, ela mora em uma aldeia, em Betanzos (província de A Coruña) que há anos não para de perder população. Esse telefonema é praticamente o único momento em que se comunica com alguém. “Conversamos durante meia hora. Não criticamos ninguém, mas comentamos coisas e a faço rir”, conta Pilar, a voz amiga de Rosa e uma das colaboradoras do projeto de iniciativa da ordem religiosa dos franciscanos na Galícia para combater a epidemia silenciosa da solidão, que se estende sem freio nos lares ocidentais.
Enquanto no Reino Unido o Governo acaba de criar uma Secretaria de Estado contra a Solidão, em Betanzos foi colocado à disposição o convento de San Francisco de Betanzos – sem vida desde que há dois anos as últimas freiras residentes cruzaram a porta – para criar uma família com pessoas “que estejam ou se sintam sozinhas”. Os participantes passariam o dia nas instalações, tomando café da manhã, almoçando e jantando, compartilhando a lavanderia e os gastos, fazendo companhia uns aos outros.
“Não se trata de uma unidade de atendimento à terceira idade nem de beneficência, nem de um local social, mas de um espaço de autogestão que não se financia com subvenções e no qual queremos imitar o ambiente de uma família qualquer, com liberdade para entrar e sair sem compromisso e sem exigências de vínculo religioso”, explica o frei Enrique Roberto Lista sobre um projeto aberto a moradores de qualquer prefeitura e cujos responsáveis gostariam de estender no futuro a outros edifícios eclesiásticos vazios, como as casas sacerdotais das paróquias.
Se no Brasil o número de pessoas que vivem sós(I) duplicou entre 2005 e 2015, sobretudo entre as(I) com mais de 60 anos, segundo o IBGE, na Espanha a situação não é melhor. Ali vivem sozinhas cerca de 4,5 milhões de pessoas, segundo os dados apresentados pelos franciscanos.
Mais de 70% das almas que habitam esses lares sofrem de solidão, um problema que afeta igualmente mais da metade de quem tem companhia em suas casas.
O projeto começou a ser posto em prática em Betanzos com nove mulheres e, conforme explica a trabalhadora social Antía Leira, vem enfrentando dificuldades para superar “o estigma da solidão, a(II) vergonha(II)”. “É difícil para as pessoas que a(II) sofrem reconhecer a situação e até mesmo identificá-la porque muitas vezes convivem com alguém”, afirma Leira. “É uma necessidade oculta: todo mundo admite o problema, e as notícias de idosos que morrem sem que ninguém fique sabendo se multiplicam, mas custa dar o passo para combatê-la.”
Uma solidão mais uma solidão é companhia, o remédio para o problema está nas pessoas que sofrem esse mal”, observa o frei Lista, criador do projeto, enquanto no refeitório deste convento do século XIV os primeiros membros passam um ao outro a cafeteira e as bandejas de biscoitos e bolos. A amiga de Pilar que se sente tão sozinha ainda não deu o passo para se integrar a essa família postiça: “É desconfiada e retraída, e isso lhe(III) custa, mas eu digo que isto seria fantástico para ela se oxigenar.”
A tristeza pelo isolamento social não é um achaque só da idade. “Há pessoas muito jovens que também estão sós”, diz Adriana García, colaboradora do projeto. “Esta sociedade te empurra para a solidão. Há menos filhos, a família se dispersa, por um lado as tecnologias te conectam, mas por outro te levam a se fechar. E há jornadas de trabalho que não te deixam tempo para a amizade e a família. Racionalizar os horários seria uma grande contribuição para combater isso.”
(Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/02/02/internacional/1517571336_119656.html
– Texto adaptado)
Analise as seguintes assertivas a respeito dos pronomes do texto:
I. Na linha, o pronome ‘as’ retoma ‘pessoas que vivem sós’.
II. O ‘a’ (2ª ocorrência) é um pronome e retoma ‘vergonha’.
III. O pronome oblíquo ‘lhe’ retoma Rosa, a amiga de Pilar.
Quais estão corretas?
 

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2353381 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Estância Velha-RS
Famílias postiças contra a sigilosa epidemia da solidão
Rosa enviuvou em agosto e desde então carrega nos ombros um pesado silêncio. Só o telefonema de uma amiga todos os dias às nove da noite diminui um pouco o seu vazio. Rosa vive na Galícia, uma região chuvosa no norte da Espanha, onde impera o caráter introspectivo e estoico. Além disso, ela mora em uma aldeia, em Betanzos (província de A Coruña) que há anos não para de perder população. Esse telefonema é praticamente o único momento em que se comunica com alguém. “Conversamos durante meia hora. Não criticamos ninguém, mas comentamos coisas e a faço rir”, conta Pilar, a voz amiga de Rosa e uma das colaboradoras do projeto de iniciativa da ordem religiosa dos franciscanos na Galícia para combater a epidemia silenciosa da solidão, que se estende sem freio nos lares ocidentais.
Enquanto no Reino Unido o Governo acaba de criar uma Secretaria de Estado contra a Solidão, em Betanzos foi colocado à disposição o convento de San Francisco de Betanzos – sem vida desde que há dois anos as últimas freiras residentes cruzaram a porta – para criar uma família com pessoas “que estejam ou se sintam sozinhas”. Os participantes passariam o dia nas instalações, tomando café da manhã, almoçando e jantando, compartilhando a lavanderia e os gastos, fazendo companhia uns aos outros.
“Não se trata(I) de uma unidade de atendimento à terceira idade nem de beneficência, nem de um local social, mas de um espaço de autogestão que não se financia com subvenções e no qual queremos imitar o ambiente de uma família qualquer, com liberdade para entrar e sair sem compromisso e sem exigências de vínculo religioso”, explica o frei Enrique Roberto Lista sobre um projeto aberto a moradores de qualquer prefeitura e cujos responsáveis gostariam de estender(II) no futuro a outros edifícios eclesiásticos vazios, como as casas sacerdotais das paróquias.
Se no Brasil o número de pessoas que vivem sós duplicou entre 2005 e 2015, sobretudo entre as com mais de 60 anos, segundo o IBGE, na Espanha a situação não é melhor. Ali vivem sozinhas cerca de 4,5 milhões de pessoas, segundo os dados apresentados pelos franciscanos.
Mais de 70% das almas que habitam esses lares sofrem de solidão, um problema que afeta igualmente mais da metade de quem tem companhia em suas casas.
O projeto começou a ser posto em prática em Betanzos com nove mulheres e, conforme explica a trabalhadora social Antía Leira, vem enfrentando dificuldades para superar “o estigma da solidão, a vergonha”. “É difícil para as pessoas que a sofrem reconhecer a situação e até mesmo identificá-la porque muitas vezes convivem com alguém”, afirma Leira. “É uma necessidade oculta: todo mundo admite o problema, e as notícias de idosos que morrem sem que ninguém fique sabendo se multiplicam, mas custa dar o passo para combatê-la.”
Uma solidão mais uma solidão é companhia, o remédio para o problema está nas pessoas que sofrem esse mal”, observa o frei Lista, criador do projeto, enquanto no refeitório deste convento do século XIV os primeiros membros passam um ao outro a cafeteira e as bandejas de biscoitos e bolos. A amiga de Pilar que se sente tão sozinha ainda não deu o passo para se integrar a essa família postiça: “É desconfiada e retraída, e isso lhe custa, mas eu digo que isto seria fantástico para ela se oxigenar.”
A tristeza pelo isolamento social não é um achaque só da idade. “Há pessoas muito jovens que também estão sós”, diz Adriana García, colaboradora do projeto. “Esta sociedade te empurra para a solidão. Há menos filhos, a família se dispersa, por um lado as tecnologias te conectam, mas por outro te levam a se fechar. E há jornadas de trabalho que não te deixam tempo para a amizade e a família. Racionalizar os horários seria uma grande contribuição para combater(III) isso.”
(Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/02/02/internacional/1517571336_119656.html
– Texto adaptado)
Analise as seguintes propostas de alteração de expressões do texto:
I. ‘trata’ por ‘refere’.
II. ‘estender’ por ‘expandir’.
III. ‘combater’ por ‘lutar’.
Quais NÃO causam incorreção à sintaxe do período em que estão inseridas?
 

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2353380 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Estância Velha-RS
Famílias postiças contra a sigilosa epidemia da solidão
Rosa enviuvou em agosto e desde então carrega nos ombros um pesado silêncio. Só o telefonema de uma amiga todos os dias às nove da noite diminui um pouco o seu vazio. Rosa vive na Galícia, uma região chuvosa no norte da Espanha, onde impera o caráter introspectivo e estoico. Além disso, ela mora em uma aldeia, em Betanzos (província de A Coruña) que há anos não para de perder população. Esse telefonema é praticamente o único momento em que se comunica com alguém. “Conversamos durante meia hora. Não criticamos ninguém, mas comentamos coisas e a faço rir”, conta Pilar, a voz amiga de Rosa e uma das colaboradoras do projeto de iniciativa da ordem religiosa dos franciscanos na Galícia para combater a epidemia silenciosa da solidão, que se estende sem freio nos lares ocidentais.
Enquanto no Reino Unido o Governo acaba de criar uma Secretaria de Estado contra a Solidão, em Betanzos foi colocado à disposição o convento de San Francisco de Betanzos – sem vida desde que há dois anos as últimas freiras residentes cruzaram a porta – para criar uma família com pessoas “que estejam ou se sintam sozinhas”. Os participantes passariam o dia nas instalações, tomando café da manhã, almoçando e jantando, compartilhando a lavanderia e os gastos, fazendo companhia uns aos outros.
“Não se trata de uma unidade de atendimento à terceira idade nem de beneficência, nem de um local social, mas de um espaço de autogestão que não se financia com subvenções e no qual queremos imitar o ambiente de uma família qualquer, com liberdade para entrar e sair sem compromisso e sem exigências de vínculo religioso”, explica o frei Enrique Roberto Lista sobre um projeto aberto a moradores de qualquer prefeitura e cujos responsáveis gostariam de estender no futuro a outros edifícios eclesiásticos vazios, como as casas sacerdotais das paróquias.
Se no Brasil o número de pessoas que vivem sós duplicou entre 2005 e 2015, sobretudo entre as com mais de 60 anos, segundo o IBGE, na Espanha a situação não é melhor. Ali vivem sozinhas cerca de 4,5 milhões de pessoas, segundo os dados apresentados pelos franciscanos.
Mais de 70% das almas que habitam esses lares sofrem de solidão, um problema que afeta igualmente mais da metade de quem tem companhia em suas casas.
O projeto começou a ser posto em prática em Betanzos com nove mulheres e, conforme explica a trabalhadora social Antía Leira, vem enfrentando dificuldades para superar “o estigma da solidão, a vergonha”. “É difícil para as pessoas que a sofrem reconhecer a situação e até mesmo identificá-la porque muitas vezes convivem com alguém”, afirma Leira. “É uma necessidade oculta: todo mundo admite o problema, e as notícias de idosos que morrem sem que ninguém fique sabendo se multiplicam, mas custa dar o passo para combatê-la.”
Uma solidão mais uma solidão é companhia, o remédio para o problema está nas pessoas que sofrem esse mal”, observa o frei Lista, criador do projeto, enquanto no refeitório deste convento do século XIV os primeiros membros passam um ao outro a cafeteira e as bandejas de biscoitos e bolos. A amiga de Pilar que se sente tão sozinha ainda não deu o passo para se integrar a essa família postiça: “É desconfiada e retraída, e isso lhe custa, mas eu digo que isto seria fantástico para ela se oxigenar.”
A tristeza pelo isolamento social não é um achaque só da idade. “Há pessoas muito jovens que também estão sós”, diz Adriana García, colaboradora do projeto. “Esta sociedade te empurra para a solidão. Há menos filhos, a família se dispersa, por um lado as tecnologias te conectam, mas por outro te levam a se fechar. E há jornadas de trabalho que não te deixam tempo para a amizade e a família. Racionalizar os horários seria uma grande contribuição para combater isso.”
(Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/02/02/internacional/1517571336_119656.html
– Texto adaptado)
Analise as seguintes assertivas a respeito da linguagem utilizada no texto, assinalando C, se houver presença de linguagem conotativa, ou D, se for somente denotativa.
( ) Rosa enviuvou em agosto e desde então carrega nos ombros um pesado silêncio.
( ) Só o telefonema de uma amiga todos os dias nove da noite diminui um pouco o seu vazio.
( ) (...) para combater a epidemia silenciosa da solidão, que se estende sem freio nos lares ocidentais.
( ) Ali vivem sozinhas cerca de 4,5 milhões de pessoas, segundo os dados apresentados pelos franciscanos.
( ) “É difícil para as pessoas que a sofrem reconhecer a situação e até mesmo identificá-la porque muitas vezes convivem com alguém”.
( ) “É desconfiada e retraída, e isso lhe custa, mas eu lhe digo que isto seria fantástico para ela se oxigenar”.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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2353378 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Estância Velha-RS
Famílias postiças contra a sigilosa epidemia da solidão
Rosa enviuvou em agosto e desde então carrega nos ombros um pesado silêncio. Só o telefonema de uma amiga todos os dias às nove da noite diminui um pouco o seu vazio. Rosa vive na Galícia , uma região chuvosa no norte da Espanha, onde impera o caráter introspectivo e estoico. Além disso, ela mora em uma aldeia, em Betanzos (província de A Coruña) que há anos não para de perder população. Esse telefonema é praticamente o único momento em que se comunica com alguém. “Conversamos durante meia hora. Não criticamos ninguém, mas comentamos coisas e a faço rir”, conta Pilar, a voz amiga de Rosa e uma das colaboradoras do projeto de iniciativa da ordem religiosa dos franciscanos na Galícia para combater a epidemia silenciosa da solidão , que se estende sem freio nos lares ocidentais.
Enquanto no Reino Unido o Governo acaba de criar uma Secretaria de Estado contra a Solidão, em Betanzos foi colocado à disposição o convento de San Francisco de Betanzos – sem vida desde que há dois anos as últimas freiras residentes cruzaram a porta – para criar uma família com pessoas “que estejam ou se sintam sozinhas”. Os participantes passariam o dia nas instalações , tomando café da manhã , almoçando e jantando , compartilhando a lavanderia e os gastos, fazendo companhia uns aos outros.
“Não se trata de uma unidade de atendimento à terceira idade nem de beneficência, nem de um local social, mas de um espaço de autogestão que não se financia com subvenções e no qual queremos imitar o ambiente de uma família qualquer, com liberdade para entrar e sair sem compromisso e sem exigências de vínculo religioso”, explica o frei Enrique Roberto Lista sobre um projeto aberto a moradores de qualquer prefeitura e cujos responsáveis gostariam de estender no futuro a outros edifícios eclesiásticos vazios, como as casas sacerdotais das paróquias.
Se no Brasil o número de pessoas que vivem sós duplicou entre 2005 e 2015, sobretudo entre as com mais de 60 anos, segundo o IBGE, na Espanha a situação não é melhor. Ali vivem sozinhas cerca de 4,5 milhões de pessoas, segundo os dados apresentados pelos franciscanos.
Mais de 70% das almas que habitam esses lares sofrem de solidão, um problema que afeta igualmente mais da metade de quem tem companhia em suas casas.
O projeto começou a ser posto em prática em Betanzos com nove mulheres e, conforme explica a trabalhadora social Antía Leira, vem enfrentando dificuldades para superar “o estigma da solidão, a vergonha”. “É difícil para as pessoas que a sofrem reconhecer a situação e até mesmo identificá-la porque muitas vezes convivem com alguém”, afirma Leira. “É uma necessidade oculta: todo mundo admite o problema, e as notícias de idosos que morrem sem que ninguém fique sabendo se multiplicam, mas custa dar o passo para combatê-la.”
Uma solidão mais uma solidão é companhia, o remédio para o problema está nas pessoas que sofrem esse mal”, observa o frei Lista, criador do projeto, enquanto no refeitório deste convento do século XIV os primeiros membros passam um ao outro a cafeteira e as bandejas de biscoitos e bolos. A amiga de Pilar que se sente tão sozinha ainda não deu o passo para se integrar a essa família postiça: “É desconfiada e retraída, e isso lhe custa, mas eu digo que isto seria fantástico para ela se oxigenar.”
A tristeza pelo isolamento social não é um achaque só da idade. “Há pessoas muito jovens que também estão sós”, diz Adriana García, colaboradora do projeto. “Esta sociedade te empurra para a solidão. Há menos filhos, a família se dispersa, por um lado as tecnologias te conectam, mas por outro te levam a se fechar. E há jornadas de trabalho que não te deixam tempo para a amizade e a família. Racionalizar os horários seria uma grande contribuição para combater isso.”
(Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/02/02/internacional/1517571336_119656.html
– Texto adaptado)
A respeito da pontuação do texto, analise as seguintes assertivas:
I. A vírgula da linha (1ª ocorrência) introduz uma oração subordinada substantiva apositiva.
II. As vírgulas da linha são empregadas para separar orações justapostas assindéticas.
III. A vírgula da linha separa uma oração subordinada adjetiva explicativa.
Quais estão INCORRETAS?
 

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2353377 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Estância Velha-RS
Famílias postiças contra a sigilosa epidemia da solidão
Rosa enviuvou em agosto e desde então carrega nos ombros um pesado silêncio. Só o telefonema de uma amiga todos os dias às nove da noite diminui um pouco o seu vazio. Rosa vive na Galícia, uma região chuvosa no norte da Espanha, onde impera o caráter introspectivo e estoico. Além disso, ela mora em uma aldeia, em Betanzos (província de A Coruña) que há anos não para de perder população. Esse telefonema é praticamente o único momento em que se comunica com alguém. “Conversamos durante meia hora. Não criticamos ninguém, mas comentamos coisas e a faço rir”, conta Pilar, a voz amiga de Rosa e uma das colaboradoras do projeto de iniciativa da ordem religiosa dos franciscanos na Galícia para combater a epidemia silenciosa da solidão, que se estende sem freio nos lares ocidentais.
Enquanto no Reino Unido o Governo acaba de criar uma Secretaria de Estado contra a Solidão, em Betanzos foi colocado à disposição o convento de San Francisco de Betanzos – sem vida desde que há dois anos as últimas freiras residentes cruzaram a porta – para criar uma família com pessoas “que estejam ou se sintam sozinhas”. Os participantes passariam o dia nas instalações, tomando café da manhã, almoçando e jantando, compartilhando a lavanderia e os gastos, fazendo companhia uns aos outros.
“Não se trata de uma unidade de atendimento à terceira idade nem de beneficência, nem de um local social, mas de um espaço de autogestão que não se financia com subvenções e no qual queremos imitar o ambiente de uma família qualquer, com liberdade para entrar e sair sem compromisso e sem exigências de vínculo religioso”, explica o frei Enrique Roberto Lista sobre um projeto aberto a moradores de qualquer prefeitura e cujos responsáveis gostariam de estender no futuro a outros edifícios eclesiásticos vazios, como as casas sacerdotais das paróquias.
Se no Brasil o número de pessoas que vivem sós duplicou entre 2005 e 2015, sobretudo entre as com mais de 60 anos, segundo o IBGE, na Espanha a situação não é melhor. Ali vivem sozinhas cerca de 4,5 milhões de pessoas, segundo os dados apresentados pelos franciscanos.
Mais de 70% das almas que habitam esses lares sofrem de solidão, um problema que afeta igualmente mais da metade de quem tem companhia em suas casas.
O projeto começou a ser posto em prática em Betanzos com nove mulheres e, conforme explica a trabalhadora social Antía Leira, vem enfrentando dificuldades para superar “o estigma da solidão, a vergonha”. “É difícil para as pessoas que a sofrem reconhecer a situação e até mesmo identificá-la porque muitas vezes convivem com alguém”, afirma Leira. “É uma necessidade oculta: todo mundo admite o problema, e as notícias de idosos que morrem sem que ninguém fique sabendo se multiplicam, mas custa dar o passo para combatê-la.”
Uma solidão mais uma solidão é companhia, o remédio para o problema está nas pessoas que sofrem esse mal”, observa o frei Lista, criador do projeto, enquanto no refeitório deste convento do século XIV os primeiros membros passam um ao outro a cafeteira e as bandejas de biscoitos e bolos. A amiga de Pilar que se sente tão sozinha ainda não deu o passo para se integrar a essa família postiça: “É desconfiada e retraída, e isso lhe custa, mas eu digo que isto seria fantástico para ela se oxigenar.”
A tristeza pelo isolamento social não é um achaque só da idade. “Há pessoas muito jovens que também estão sós”, diz Adriana García, colaboradora do projeto. “Esta sociedade te empurra para a solidão. Há menos filhos, a família se dispersa, por um lado as tecnologias te conectam, mas por outro te levam a se fechar. E há jornadas de trabalho que não te deixam tempo para a amizade e a família. Racionalizar os horários seria uma grande contribuição para combater isso.”
(Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/02/02/internacional/1517571336_119656.html
– Texto adaptado)
Considerando o significado de palavras do texto, analise as seguintes assertivas, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A palavra ‘estoico’ tem o mesmo sentido que ‘conformado’.
( ) O vocábulo ‘estigma’ significa visão negativa e muito arraigada, numa sociedade, a respeito de determinada prática, comportamento ou doença, por exemplo.
( ) A palavra ‘achaque’ poderia ser substituída por ‘mal-estar’ sem acarretar incorreções à frase em que está inserida.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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2353376 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Estância Velha-RS

Famílias postiças contra a sigilosa epidemia da solidão

Rosa enviuvou em agosto e desde então carrega nos ombros um pesado silêncio. Só o telefonema de uma amiga todos os dias às nove da noite diminui um pouco o seu vazio. Rosa vive na Galícia, uma região chuvosa no norte da Espanha, onde impera o caráter introspectivo e estoico. Além disso, ela mora em uma aldeia, em Betanzos (província de A Coruña) que há anos não para de perder população. Esse telefonema é praticamente o único momento em que se comunica com alguém. “Conversamos durante meia hora. Não criticamos ninguém, mas comentamos coisas e a faço rir”, conta Pilar, a voz amiga de Rosa e uma das colaboradoras do projeto de iniciativa da ordem religiosa dos franciscanos na Galícia para combater a epidemia silenciosa da solidão, que se estende sem freio nos lares ocidentais.

Enquanto no Reino Unido o Governo acaba de criar uma Secretaria de Estado contra a Solidão, em Betanzos foi colocado à disposição o convento de San Francisco de Betanzos – sem vida desde que ...... dois anos as últimas freiras residentes cruzaram a porta – para criar uma família com pessoas “que estejam ou se sintam sozinhas”. Os participantes passariam o dia nas instalações, tomando café da manhã, almoçando e jantando, compartilhando a lavanderia e os gastos, fazendo companhia uns aos outros.

“Não se trata de uma unidade de atendimento à terceira idade nem de beneficência, nem de um local social, mas de um espaço de autogestão que não se financia com subvenções e no qual queremos imitar o ambiente de uma família qualquer, com liberdade para entrar e sair sem compromisso e sem exigências de vínculo religioso”, explica o frei Enrique Roberto Lista sobre um projeto aberto a moradores de qualquer prefeitura e cujos responsáveis gostariam de estender no futuro a outros edifícios eclesiásticos vazios, como as casas sacerdotais das paróquias.

Se no Brasil o número de pessoas que vivem sós duplicou entre 2005 e 2015, sobretudo entre as com mais de 60 anos, segundo o IBGE, na Espanha a situação não é melhor. Ali vivem sozinhas cerca de 4,5 milhões de pessoas, segundo os dados apresentados pelos franciscanos.

Mais de 70% das almas que habitam esses lares sofrem de solidão, um problema que afeta igualmente mais da metade de quem tem companhia em suas casas.

O projeto começou a ser posto em prática em Betanzos com nove mulheres e, conforme explica a trabalhadora social Antía Leira, vem enfrentando dificuldades para superar “o estigma da solidão, a vergonha”. “É difícil para as pessoas que a sofrem reconhecer a situação e até mesmo identificá-la porque muitas vezes convivem com alguém”, afirma Leira. “É uma necessidade oculta: todo mundo admite o problema, e as notícias de idosos que morrem sem que ninguém fique sabendo se multiplicam, mas custa dar o passo para combatê-la.”

Uma solidão mais uma solidão é companhia, o remédio para o problema está nas pessoas que sofrem esse .....”, observa o frei Lista, criador do projeto, enquanto no refeitório deste convento do século XIV os primeiros membros passam um ao outro a cafeteira e as bandejas de biscoitos e bolos. A amiga de Pilar que se sente tão sozinha ainda não deu o passo para se integrar a essa família postiça: “É desconfiada e retraída, e isso lhe custa, mas eu digo que isto seria fantástico para ela se oxigenar.”

A tristeza pelo isolamento social não é um achaque só da idade. “Há pessoas muito jovens que também estão sós”, diz Adriana García, colaboradora do projeto. “Esta sociedade te empurra para a solidão. Há menos filhos, a família se dispersa, por um lado as tecnologias te conectam, mas por outro te levam a se fechar. E ..... jornadas de trabalho que não te deixam tempo para a amizade e a família. Racionalizar os horários seria uma grande contribuição para combater isso.”

(Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/02/02/internacional/1517571336_119656.html

– Texto adaptado)

Considere as lacunas pontilhadas das linhas e analise as seguintes assertivas, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) A lacuna da linha fica corretamente preenchida por ‘há’, visto se tratar de um verbo impessoal, ou seja, não tem sujeito.

( ) A lacuna da linha fica corretamente preenchida pelo advérbio ‘mal’.

( ) A lacuna da linha fica corretamente preenchida por ‘há’ ou ‘têm’, já que ambos passam a ideia de ‘existir’.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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Questão presente nas seguintes provas
2353375 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Estância Velha-RS
Famílias postiças contra a sigilosa epidemia da solidão
Rosa enviuvou em agosto e desde então carrega nos ombros um pesado silêncio. Só o telefonema de uma amiga todos os dias nove da noite diminui um pouco o seu vazio. Rosa vive na Galícia, uma região chuvosa no norte da Espanha, onde impera o caráter introspectivo e estoico. Além disso, ela mora em uma aldeia, em Betanzos (província de A Coruña) que há anos não para de perder população. Esse telefonema é praticamente o único momento em que se comunica com alguém. “Conversamos durante meia hora. Não criticamos ninguém, mas comentamos coisas e a faço rir”, conta Pilar, a voz amiga de Rosa e uma das colaboradoras do projeto de iniciativa da ordem religiosa dos franciscanos na Galícia para combater a epidemia silenciosa da solidão, que se estende sem freio nos lares ocidentais.
Enquanto no Reino Unido o Governo acaba de criar uma Secretaria de Estado contra a Solidão, em Betanzos foi colocado disposição o convento de San Francisco de Betanzos – sem vida desde que há dois anos as últimas freiras residentes cruzaram a porta – para criar uma família com pessoas “que estejam ou se sintam sozinhas”. Os participantes passariam o dia nas instalações, tomando café da manhã, almoçando e jantando, compartilhando a lavanderia e os gastos, fazendo companhia uns aos outros.
“Não se trata de uma unidade de atendimento terceira idade nem de beneficência, nem de um local social, mas de um espaço de autogestão que não se financia com subvenções e no qual queremos imitar o ambiente de uma família qualquer, com liberdade para entrar e sair sem compromisso e sem exigências de vínculo religioso”, explica o frei Enrique Roberto Lista sobre um projeto aberto moradores de qualquer prefeitura e cujos responsáveis gostariam de estender no futuro a outros edifícios eclesiásticos vazios, como as casas sacerdotais das paróquias.
Se no Brasil o número de pessoas que vivem sós duplicou entre 2005 e 2015, sobretudo entre as com mais de 60 anos, segundo o IBGE, na Espanha a situação não é melhor. Ali vivem sozinhas cerca de 4,5 milhões de pessoas, segundo os dados apresentados pelos franciscanos.
Mais de 70% das almas que habitam esses lares sofrem de solidão, um problema que afeta igualmente mais da metade de quem tem companhia em suas casas.
O projeto começou a ser posto em prática em Betanzos com nove mulheres e, conforme explica a trabalhadora social Antía Leira, vem enfrentando dificuldades para superar “o estigma da solidão, a vergonha”. “É difícil para as pessoas que a sofrem reconhecer a situação e até mesmo identificá-la porque muitas vezes convivem com alguém”, afirma Leira. “É uma necessidade oculta: todo mundo admite o problema, e as notícias de idosos que morrem sem que ninguém fique sabendo se multiplicam, mas custa dar o passo para combatê-la.”
Uma solidão mais uma solidão é companhia, o remédio para o problema está nas pessoas que sofrem esse mal”, observa o frei Lista, criador do projeto, enquanto no refeitório deste convento do século XIV os primeiros membros passam um ao outro a cafeteira e as bandejas de biscoitos e bolos. A amiga de Pilar que se sente tão sozinha ainda não deu o passo para se integrar essa família postiça: “É desconfiada e retraída, e isso lhe custa, mas eu digo que isto seria fantástico para ela se oxigenar.”
A tristeza pelo isolamento social não é um achaque só da idade. “Há pessoas muito jovens que também estão sós”, diz Adriana García, colaboradora do projeto. “Esta sociedade te empurra para a solidão. Há menos filhos, a família se dispersa, por um lado as tecnologias te conectam, mas por outro te levam a se fechar. E há jornadas de trabalho que não te deixam tempo para a amizade e a família. Racionalizar os horários seria uma grande contribuição para combater isso.”
(Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/02/02/internacional/1517571336_119656.html
– Texto adaptado)
A respeito do uso do acento de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas.
 

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Questão presente nas seguintes provas
2353458 Ano: 2018
Disciplina: Arquitetura
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Estância Velha-RS
Provas:
O acompanhamento de todas as etapas concernentes à realização de obra pública deve primar pela correta utilização dos recursos públicos existentes, evitando as irregularidades. Analise as irregularidades e relacione a Coluna 1 à Coluna 2.
Coluna 1
1. Irregularidades concernentes ao procedimento licitatório.
2. Irregularidades concernentes ao contrato.
3. Irregularidades concernentes à execução orçamentária.
4. Irregularidades concernentes às medições e aos pagamentos.
Coluna 2
( ) Superfaturamento.
( ) Não inclusão da obra no plano plurianual ou em lei que autorize sua inclusão, no caso de sua execução ser superior a um exercício financeiro.
( ) Não conformidade da proposta vencedora com os requisitos do edital.
( ) Divergências entre as medições atestadas e os valores efetivamente pagos.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Enunciado 3448109-1
Utilizando o Excel 2013, o resultado esperado se utilizada a função abaixo é:
=SOMA(B2*C2)+(B3*C3)+(B4*C4)”
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2353379 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Estância Velha-RS
Famílias postiças contra a sigilosa epidemia da solidão
Rosa enviuvou em agosto e desde então carrega nos ombros um pesado silêncio. Só o telefonema de uma amiga todos os dias às nove da noite diminui um pouco o seu vazio. Rosa vive na Galícia, uma região chuvosa no norte da Espanha, onde(I) impera o caráter introspectivo e estoico. Além disso, ela mora em uma aldeia, em Betanzos (província de A Coruña) que há anos não para de perder população. Esse telefonema é praticamente o único momento em que se comunica com alguém. “Conversamos durante meia hora. Não criticamos ninguém, mas comentamos coisas e a faço rir”, conta Pilar, a voz amiga de Rosa e uma das colaboradoras do projeto de iniciativa da ordem religiosa dos franciscanos na Galícia para combater a epidemia silenciosa da solidão, que se estende sem freio nos lares ocidentais.
Enquanto(II) no Reino Unido o Governo acaba de criar uma Secretaria de Estado contra a Solidão, em Betanzos foi colocado à disposição o convento de San Francisco de Betanzos – sem vida desde que há dois anos as últimas freiras residentes cruzaram a porta – para criar uma família com pessoas “que estejam ou se sintam sozinhas”. Os participantes passariam o dia nas instalações, tomando café da manhã, almoçando e jantando, compartilhando a lavanderia e os gastos, fazendo companhia uns aos outros.
“Não se trata de uma unidade de atendimento à terceira idade nem de beneficência, nem de um local social, mas de um espaço de autogestão que não se financia com subvenções e no qual queremos imitar o ambiente de uma família qualquer, com liberdade para entrar e sair sem compromisso e sem exigências de vínculo religioso”, explica o frei Enrique Roberto Lista sobre um projeto aberto a moradores de qualquer prefeitura e cujos responsáveis gostariam de estender no futuro a outros edifícios eclesiásticos vazios, como as casas sacerdotais das paróquias.
Se(III) no Brasil o número de pessoas que vivem sós duplicou entre 2005 e 2015, sobretudo entre as com mais de 60 anos, segundo o IBGE, na Espanha a situação não é melhor. Ali vivem sozinhas cerca de 4,5 milhões de pessoas, segundo os dados apresentados pelos franciscanos.
Mais de 70% das almas que habitam esses lares sofrem de solidão, um problema que afeta igualmente mais da metade de quem tem companhia em suas casas.
O projeto começou a ser posto em prática em Betanzos com nove mulheres e, conforme explica a trabalhadora social Antía Leira, vem enfrentando dificuldades para superar “o estigma da solidão, a vergonha”. “É difícil para as pessoas que a sofrem reconhecer a situação e até mesmo identificá-la porque muitas vezes convivem com alguém”, afirma Leira. “É uma necessidade oculta: todo mundo admite o problema, e as notícias de idosos que morrem sem que ninguém fique sabendo se multiplicam, mas custa dar o passo para combatê-la.”
Uma solidão mais uma solidão é companhia, o remédio para o problema está nas pessoas que sofrem esse mal”, observa o frei Lista, criador do projeto, enquanto no refeitório deste convento do século XIV os primeiros membros passam um ao outro a cafeteira e as bandejas de biscoitos e bolos. A amiga de Pilar que se sente tão sozinha ainda não deu o passo para se integrar a essa família postiça: “É desconfiada e retraída, e isso lhe custa, mas eu digo que isto seria fantástico para ela se oxigenar.”
A tristeza pelo isolamento social não é um achaque só da idade. “Há pessoas muito jovens que também estão sós”, diz Adriana García, colaboradora do projeto. “Esta sociedade te empurra para a solidão. Há menos filhos, a família se dispersa, por um lado as tecnologias te conectam, mas por outro te levam a se fechar. E há jornadas de trabalho que não te deixam tempo para a amizade e a família. Racionalizar os horários seria uma grande contribuição para combater isso.”
(Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/02/02/internacional/1517571336_119656.html
– Texto adaptado)
Considerando orações presentes no texto, analise as seguintes assertivas:
I. A palavra ‘onde’ introduz uma oração adverbial locativa.
II. O vocábulo ‘Enquanto’ introduz uma oração subordinada adverbial temporal.
III. A palavra ‘Se’ introduz uma oração subordinada adverbial condicional.
Quais estão corretas?
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